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Tanto os líquidos intracelulares como extra são constantes.

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marcela b

on 17 November 2013

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Transcript of Tanto os líquidos intracelulares como extra são constantes.


Determinando-se a concentração de Na+ e o hematócrito pode-se saber como se encontram o volume e a pressão osmótica dos líquidos extra e intracelulares

Para cada um dos casos esquematizados, a conduta para estabilizar o volume dos líquidos varia.

REGULAÇÃO DO VOLUME E DA PRESSÃO OSMÓTICA DO LÍQUIDO EXTRACELULAR

REGULAÇÃO DO VOLUME E DA PRESSÃO OSMÓTICA DO LÍQUIDO EXTRACELULAR


O volume do líquido extracelular pode sofrer aumento ou diminuição, variando a concentração de eletrólitos, e este meio pode ser hipo ou hipertônico em relação à osmolaridade normal

Tabela dos distúrbios de volume e osmolaridade do líquido extracelular e suas repercussões sobre o volume intracelular, o sódio plasmático e o hematócrito:
REGULAÇÃO DO VOLUME E DA PRESSÃO OSMÓTICA DO LÍQUIDO EXTRACELULAR

REGULAÇÃO DO VOLUME E DA PRESSÃO OSMÓTICA DO LÍQUIDO EXTRACELULAR

Concentração de proteínas dentro da célula é muito maior do que no líquido intersticial.
Equilíbrio de Donnan: importante na diferença de composição em eletrólitos entre esses dois líquidos.
Componente determinante: transporte ativo.
A quantidade total de K+ é muito pequena fora da célula e grande dentro.
Pode haver distúrbios nesse gradiente
Sangue colhido
Hiperpotassemia


Líquido Intersticial/Líquido Intracelular

Segundo Starling, passagens entre esses dois compartimentos podem ser explicadas pela soma algébrica de forças diversas. Uma delas é a pressão hidrostática intravascular.
Os tecidos resistem a essa pressão criando um tipo de pressão hidrostática extravascular.
As proteínas, dentro ou fora dos vasos, produzem uma pressão osmótica coloidal ou pressão oncótica
A figura representam os fenômenos que ocorrem nas extremidades arterial e venosa dos capilares, onde se encontra todas estas pressões:


Líquido Intravascular/ Líquido Intersticial

Calcula-se que 1500L de líquido transitam entre os vasos e os interstícios. Isso só pode ser realizado por difusão.


Trocas Líquidas entre os diversos compartimentos

Na membrana das células há ATPase:
Proteína com atividade enzimática
Dependente de Na+ e K+
Utiliza energia de hidrólise do ATP para transporte ativo de Na+ para fora da célula

Transporte Ativo

A desidratação ocorre quando acontece uma perda de líquidos corporais, principalmente quando há uma perca de água superior ao montante que foi tomado. Com a desidratação, sai mais água das nossas células e, em seguida, do nosso corpo.

Quando perdemos muita água, os nossos corpos podem ficar fora de equilíbrio ou desidratados. A desidratação severa pode levar à morte. É por isso que devemos ter cuidados e atenção à desidratação.
A desidratação faz mais vítimas entre as crianças, os idosos. Crianças são mais suscetíveis por ter uma proporção maior de água em seu organismo, ou seja, qualquer perda de liquido não reposta é significativa. Já os idosos têm menor capacidade de reter líquido, e sentem menos sede.



Desidratação

Os rins têm a capacidade de conservar água durante períodos de escassez e de excretar quando a ingestão de líquidos é excessiva. Portanto, os rins são um fator determinante importante para o equilíbrio hídrico. Eles também desempenham papel fundamental para a manutenção do equilíbrio de soluto.
O equilíbrio entre soluto e ingestão de água e soluto e excreção de água determina a osmolalidade dos diferentes compartimentos no organismo.

Perda de líquido pela urina

A água que atravessa a pele e é evaporada e a água que se perde pelo trato respiratório são conhecidas como perdas insensíveis. No entanto, mesmo quando o gasto energético e a superfície corporal são idênticos, a perda espontânea pela pele e pelos pulmões varia.
A temperatura ambiente e o grau de umidade, a pressão barométrica, a altitude, o volume de ar inspirado, as correntes de ar, o tipo de vestimenta, a circulação sanguínea na pele e o conteúdo de água no organismo podem afetar a perda insensível de água.

Perdas insensíveis de líquidos e suor

O equilíbrio do volume hídrico no organismo refere-se ao balanço entre a ingestão e a perda de água. Quando este valor é igual, o equilíbrio é mantido.
Indivíduos normais excretam água pela urina, pelas fezes, pela respiração e por evaporação.
A água que o individuo perde pelos pulmões, pele e fezes varia pouco, mas os rins tem uma grande capacidade de adaptação, excretando maior ou menor quantidade de urina. 

Balanço Hídrico

A quantidade de água nos diversos tecidos também varia.
A proporção de água, em relação ao peso, dependera do teor de gordura.

Percentagem de Água em diversos Tecidos
Pele Músculo Osso Cérebro Rim Sangue Tecido Fígado
Adiposo
_________________________________________________________________________
 
72 76 22 75 83 83 10 68




Distribuição dos Liquidos

Tanto os líquidos intracelulares como extra são constantes. Mas a proporção entre eles varia com a IDADE.


Proporção dos Líquidos Intracelular, Intersticial e Intravascular, em Relação ao peso corporal, de Acordo com a Idade

Idade Líquido Líquido Extracelular
Intracelular Intersticial Intravascular
__________________________________________________________________
 
Recém nascido 25% 45% 5%
 
1 ano 30-45% 30% 5%
 
Adulto 40-50% 15% 5%


Distribuição dos Líquidos


Eletrólitos: a concentração dos eletrólitos não sofre grande variação.
Água: A quantidade de água é constante e distribuída em dois compartimentos: o celular e o extracelular.
A constância da quantidade de água e eletrólitos no corpo é mantida graças ao equilíbrio existente entre a ingestão e a excreção. Sob pena de haver desidratação ou hiperidratação.



Introdução


As variações de volume do líquido extracelular são reguladas pela secreção de aldosterona
+ Aldosterona + Reabsorção de Na+
- Aldosterona - Reabsorção de Na+

Tabela do controle da volemia pela aldosterona:
REGULAÇÃO DO VOLUME E DA PRESSÃO OSMÓTICA DO LÍQUIDO EXTRACELULAR

Feita pelos rins
Ductos coletores sensíveis ao hormônio antidiurético (ADH)
Em ausência deste hormônio, há pouca reabsorção de água
A secreção do ADH é determinada pela ação de variações de pressão osmótica do líquido extracelular sobre osmorreceptores situados ao nível do hipotálamo



Tabela da relação entre a pressão osmótica e a liberação de ADH




REGULAÇÃO DO VOLUME E DA PRESSÃO OSMÓTICA DO LÍQUIDO EXTRACELULAR

Em geral, a saída de liquidos é maior que a entrada nos vasos.
O excesso é drenado e vai formar a linfa.
Edema
A maior parte da passagem de água e soluções faz-se por difusão simples


POTÁSSIO
Principal eletrólito intracelular
Encontrado principalmente em hortaliças e frutas
Constitui cerca de 5% do conteúdo total de minerais no organismo.
Absorvido através do trato intestinal e excretado pela urina, fezes e suor

O rim não é capaz de se adaptar à necessidade de excreção de K⁺
Excesso de K⁺ no líquido extracelular:
Ingestão excessiva de potássio
Jejum

INIBIÇÃO DA ANIDRASE CARBÔNICA


Através da alimentação o organismo começa a refazer suas proteínas e glicogênio.
Restabelecimento dos níveis de potássio.





Distúrbio do Potássio

Hipocalemia:
-Causas: antibióticos, doenças que afetam os rins e sua capacidade de reter o potássio (síndrome de Bartter, síndrome de Fanconi),
medicamentos diuréticos, deficiência de magnésio.
Hipercalemia:
-Causas: Alimentação inadequada, com excesso de sal, e de alimentos ricos em potássio como snacks e salgadinhos, neoplasia renal maligna, anemia hemolítica grave.


Tratamento:
-Hipocalemia:Uma Hipocalemia branda pode ser tratada por meio da ingestão de suplementos de potássio por via oral. Indivíduos com casos
mais graves podem necessitar que o potássio seja administrado diretamente na veia (via intravenosa).

Se for necessário utilizar diuréticos, o médico pode mudar para uma forma que mantenha o potássio no organismo (como triantereno, amilorida ou espironolactona).
-Hipercalemia:o tratamento de emergência será indicado se o nível de potássio estiver muito alto ou se houver sintomas intensos, incluindo alterações no ECG.Hemodiálise,medicamentos diuréticos,cálcio,glicose e inulina intravenosas,bicarbonato de sódio.

Paciente de 50 kg que foi submetido a uma cirurgia e que apresenta os valores seguintes em mEq/L:
Na+: 111.
Cl: 88.
HCO3: 8.
20% do peso do paciente são constituídos pelo LEC.


Conclusão:
Considerando que Na equilibra as cargas negativas de Cl e HCO3,teremos um déficit total de 150mEq de Na e Cl(NaCl) e Na e HCO3(NaHCO3).
Há,portanto,necessidade do paciente receber 1L de NaCl a 0,85%(que contém,aproximadamente,150mEq de Na e 150mEq de Cl) e 1L de lactato de sódio M/6(167mEq de Na e de 167 de lactato) que será metabolizado produzindo 167mEq de HCO3.
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