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Princípios do Design

Ingrid Zandomeneco
by

Ingrid Zandomeneco

on 14 September 2015

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Design
Princípios
do Design

Ingrid Zandomeneco
Arquiteta e Urbanista - UFSC
Estilista - UDESC
Afinal, o que é ?
"Atividade

criativa
cuja função é estabelecer as qualidades multifacetadas de objetos, processos, serviços e seus sistemas, compreendendo todo seu ciclo de vida."


"Do inglês
projetar
, planejar, quer dizer colocar em prática um plano intencional."
Ele pode ser um:

Processo
(planejar, desenvolver)
Resultado
(desenhos, modelos)
Solução
(produto, serviço ou benefícios)
“Design é o oposto do caos.”
Industrial (Produtos: roupas, automóveis, utensílios, móveis, etc)
Gráfico (Imagens: cartazes, ilustrações, ícones, websites)
Interiores


(Ambientes: residenciais, comerciais)
Fazer design de interiores é
(re) definir os espaços internos
– produto que une a forma à função –, dando-lhes uma identidade (para quem?), um valor (para que?), um significado (por quê?) e até mesmo um novo uso.
ICSID (International Council of
Societies of Industrial Design, 2010)
(AZEVEDO, 1998)
(MAGALHÃES, 1995)
PRINCIPAIS ÁREAS DO DESIGN
(BARROSO apud RECH, 2002)
(RAPOSO e OLIVEIRA, 2004)
(Buckminster Fuller apud BEZERRA, 2008)
"É o estado de repouso ou
estabilidade
entre elementos contrastantes ou forças oponentes."

"Elementos distribuídos de tal forma que se compensam mutuamente."

A necessidade de estabilização do cérebro humano impõe a tudo que é visto um eixo vertical para “medir” o grau de equilíbrio da imagem.
1 - Equilíbrio
Joalheria Octium por Hayon Studio. Fonte: http://www.hayonstudio.com
Composição equilibrada pelo peso visual dos elementos. Características: Informal, dinâmico, soma dos elementos percebida como um todo, cria-se uma "moldura" imaginária fechando a composição.
Inhabited Forniture por Nicolas Reymond. Fonte: http://www.archdaily.com/173683/inhabited-furniture-nicolas-reymond/

Elementos equivalentes dos dois lados opostos de um eixo mediano.
Características: Formal, previsível, estático, tranquilizante, atrai a visão para o meio.

Fonte: http://1.bp.blogspot.com/_vq_OaoGADek/TRxrbQ8txII/AAAAAAAAJ7M/Uk_uekR0CCI/s1600/041_Maria_Castello_Casa_Amalia_16.jpg
Equilíbrio simétrico bilateral
Equilíbrio assimétrico
Fonte: http://homedecorinteriordesigns.com/

Fonte: www.ideiasmodernas.com mesa-redonda-para-jantar-ou-reunioes
Fonte: http://www.projetoescadas.com/2012/04/18/como-criar-o-ponto-focal-de-um-quarto/
Composição equilibrada por um ponto central. Características: Feminino, elementos equidistantes, monótono, dirige a atenção para o centro.
Equilíbrio simétrico radial
Fonte: http://www.home-designing.com/2009/07/28-red-and-white-living-rooms/
Fonte: http://www.home-designing.com/2009/07/28-red-and-white-living-rooms/
Composição desequilibrada, "pesando" para um lado mais do que outro. Características: Inquietante,
instável, dificulta o repouso. Melhor em ambientes conceituais ou de curta permanência.
Desequilíbrio
Fonte: http://meeumundosa.blogspot.com.br/2010/12/desequilibrio.html
(FILHO, 2004)
(CHING, 2006)
É a disposição bem ordenada entre elementos com características comuns (linhas, cores, texturas, estilos, formas), resultando um conjunto harmônico.
2 - Harmonia
Johnnie Walker House por Asylum. Fonte: www.archdaily.com
Green Bistro Interior Design POR Siddik Erdogan + Jörn Fröhlich. Fonte: www.archdaily.com
Características comuns em todos os elementos, formas, linhas, texturas e cores criando um conjunto.
Agrade ou não, é possível perceber que nada conflita entre si, é seguido um conceito.
Fonte: Groninger Museum por Hayon Studio. www.hayonstudio.com
Fonte: http://homeinteriordesign.blog128.fc2.com/blog-category-23.html
"Combinação de elementos diferentes que possuem alguma característica em comum (cor, textura, linha), resultando em uma
unidade visual com variedade compositiva.
"


A diversidade traz um resultado interessante e a afasta a monotonia do projeto.
3 - Unidade e Variedade
Twister na Ucrania por Sergey Makhno & Butenko Vasiliy Fonte: www.archdaily.com
Linhas retas e curvas, texturas lisas e rugosas, mas com os tons terrosos em comum.
Twister na Ucrania por Sergey Makhno & Butenko Vasiliy Fonte: www.archdaily.com
Brilho e materiais foscos, retas e curvas, gerando uma unidade com variedade.
Hilton Hotel na Tailândia por Department of Architecture. Fonte: www.archdaily.com
Hilton Hotel na Tailândia por Department of Architecture. Fonte: www.archdaily.com
Dinamismo organizado e contínuo, a fim de criar movimento no espaço e torná-lo menos monótono.

Repetição
ou alternância regular.

"Usado para criar ordem, pois representa regularidade e precisão."
4 - Ritmo
MenScienceStoreNY por HWKN.
Fonte: www.archdaily.com
(RASMUSSEN, 2002)
i29interior. Fonte: www.archdaily.com
Lodz MS Cafe na Polônia por Wunderteam. Fonte: www.archdaily.com
Noatum headquarters Girod+Anton Arquitectos. Fonte: www.archdaily.com
Johnnie Walker House por Asylum em Shanghai China. Fonte: www.archdaily.com
Johnnie Walker House por Asylum em Shanghai China. Fonte: www.archdaily.com
Escala:
tamanho absoluto de um elemento comparado a um padrão.

Escala humana: comparação dos ambientes em relação ao corpo humano, imprescindível ao se projetar interiores.
Escala visual: usa objetos como referência

Proporção:
relação comparativa entre duas partes ou entre uma parte e o todo. Por exemplo: largura e comprimento de um espaço.

Proporcionalmente, é melhor que grandes móveis sejam distribuídos em grandes espaços.
5 - Escala e proporção
(CHING, 2006)
Escala visual
Comprimento e largura desproporcionais
Projeto de banheiro faz uma "brincadeira" com a escala humana.
Escala humana como estratégia nos ambientes comerciais
.
Bar do Hotel Mondrian South Beach em Miami,
por Marcel Wanders. Fonte: www.arabrooms.com
Lustre desproporcional: visual dramático, fantasioso
Claro e escuro, fosco e brilhante, liso e texturizado. Gera efeitos ricos para o projeto.

"Se caracteriza pela
justaposição

de elementos desassemelhantes
, que dá realce as suas propriedades e produz expressividade mais dinâmica."

"Nenhuma técnica visual é mais importante que o contraste, pois este reforça a percepção e o significado devido a suas formulações opostas."
6 - Contraste
(CHING, 2006)
Fonte: www.digsgigs.com
Fonte: www.digsgigs.com
Marcel Wanders. Fonte: www.archdaily.com
Estabelecer pontos focais valoriza a composição como um todo. O espaço será mais valorizado com centros de interesses que chamem a atenção.

Ter cuidado para não dar ênfase em muitos elementos de uma vez só, evitando assim ambientes carregados, poluídos visualmente.
7 - Ênfase e
centros de interesse
(DONDIS, 2007)
The Conga Room por Belzberg Architects. Fonte: www.archdaily.com
Hotel Du Petit Mulin, Paris por Christian Lacroix. Fonte: http://www.verdadefeminina.com.br/fashion-e-interior-design/
Fonte: http://studiocidaflores.blogspot.com.br/2012/04/em-uma-loja-nao-so-vitrine-e-o-local.html
Fonte: www.casadaidea.com.br
(GURGEL, 2007)
MenScienceStoreNY por HWKN.
Fonte: www.archdaily.com
Banheiro Sala Phuket, resort na Tailândia por Department of Architecture. Fonte: www.archdaily.com
HiLo Store MG por David Guerra Arquiteto. Fonte: www.archdaily.net
Inhabited Forniture por Nicolas Reymond.
Fonte: http://www.archdaily.com/173683/inhabited-furniture-nicolas-reymond/
House A por Vaillo & Irigaray + Beguiristain . Fonte: http://www.archdaily.com
Muitos centros de interesse resultam num ambiente agitado.
Há o perigo de olhar para tudo ao mesmo tempo, sem realmente "ver" nada.
(GURGEL, 2007)

ICSID, International Council Of Societies Of Industrial Design.
Competências da área do Design.
Disponível em: <http://www.design.ufpr.br/Curso/O_que_e_o_Design_/o_que_e_o_design_.html>. Acesso em:19.09.2012.

AZEVEDO, Wilton.
O que é Design
? 3ª ed. (Coleção Primeiros Passos; 211). São Paulo: Brasiliense, 1998.

MAGALHÃES, Claudio.
Design estratégico
: integração e ação do Design industrial. In Estudos em Design.Vol. III, n. 1, Rio de Janeiro: SENAI/DN,1995.

RECH, Sandra Regina
. Moda
: por um fio de qualidade. Florianópolis: Udesc, 2002.

RAPÔSO, Á. e OLIVEIRA, R.
Espaço construído versus espaço produzido:
uma (re)visão do design de interiores. In 6º P&D Design, Anais, São Paulo, 2004.

BEZERRA, Charles.
O Designer Humilde.
São Paulo: Edições Rossari 2008.

CHING, F.D.K.
Dicionário visual de arquitetura.
São Paulo: Martins Fontes, 2006.

FILHO, J.G
. Gestalt do objeto
: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras Editora, 2004.

GURGEL, Miriam
. Projetando espaços:
design de interiores. São Paulo: SENAC, 2007.
Referências bibliográficas na ordem em que aparecem:
Marcel Wanders. Fonte: www.archdaily.com
Estes ambientes são equilibrados ou não? Por quê?
1 - Equilíbrio
oioii
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