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Arquitetura Brasileira II - Mario de Andrade

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Babi Bea

on 12 December 2012

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Transcript of Arquitetura Brasileira II - Mario de Andrade

Mário de Andrade ARIELI, BÁRBARA E BIA ARQUITETURA BRASILEIRA II SEMANA DE ARTE MODERNA O AUTOR MÁRIO RAUL DE MORAIS ANDRADE FOI UM POETA, ROMANCISTA, MUSICÓLOGO, HISTORIADOR, CRÍTICO DE ARTE E FOTÓGRAFO BRASILEIRO. UM DOS FUNDADORES DO MODERNISMO BRASILEIRO. NASCEU EM 09/10/1893 EM SÃO PAULO E MORREU EM 25/02/1945.
JÁ ATUOU COMO DIRETOR DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO PAULO E FOI UM DOS IDEALIZADORES DA SEMANA DA ARTE MODERNA DE 1992.
CONSIDERADO O ESCRITOR MAIS NACIONALISTA E MÚLTIPLO DOS BRASILEIROS, MÁRIO CONSTRUIU UM CARÁTER REVOLUCIONÁRIO NA LITERATURA BRASILEIRA, QUE SE INICIA COM PAULICEIA DESVAIRADA, ONDE ANALISA A CIDADE DE SÃO PAULO E TODOS SEUS ELEMENTOS. MÁRIO DE ANDRADE QUALIFICAVA O MOVIMENTO MODERNISTA COMO DESTRUIDOR, PRENUNCIADOR, PREPARADOR E CRIADOR DE UM ESTADO ESPÍRITO NOVO, IMPULSIONADOR DA REMODELACAO DA INTELIGENCIA NACIONAL. O MODERNISMO “O QUE CARACTERIZA ESTA REALIDADE QUE O MOVIMENTO MODERNISTA IMPOS É, A MEU VER A FUSAO DE TRES PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS: O DIREITO PERMANENTE A PESQUISA ESTÉTICA; A ATUALIZACAO DA INTELIGENCIA ARTÍSTICA BRASILEIRA; E A ESTABILIZACAO DE UMA CONSCIENCIA CRIADORA NACIONAL“ EM 1922, AO MESMO TEMPO QUE PREPARAVA A PUBLICAÇÃO DE PAULICEIA DESVAIRADA, ANDRADE TRABALHOU COM MALFATTI E OSWALD DE ANDRADE EM ORGANIZAR UM EVENTO QUE SE DESTINAVA A DIVULGAR AS CRIAÇÕES DO GRUPO MODERNISTA DE SÃO PAULO PARA UMA AUDIÊNCIA MAIS VASTA: A SEMANA DE ARTE MODERNA, QUE OCORREU NO TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO ENTRE 11 E 18 DE FEVEREIRO. ALÉM DE UMA EXPOSIÇÃO DE PINTURAS DE MALFATTI E DE OUTROS ARTISTAS ASSOCIADOS AO MODERNISMO, DURANTE ESSES DIAS FORAM REALIZADAS LEITURAS LITERÁRIAS E PALESTRAS SOBRE ARTE, MÚSICA E LITERATURA. ANDRADE FOI O PRINCIPAL ORGANIZADOR E UM DOS MAIS ATIVOS PARTICIPANTES DO EVENTO, QUE, APESAR DE INICIALMENTE RECEBIDA COM CETICISMO, ATRAIU UMA GRANDE AUDIÊNCIA. O AUTOR NESSA MESMA ÉPOCA SE RELACIONAVA E TROCAVA IDEIAS COM OUTROS GRANDES ARTISTAS MODERNOS, COMO TARSILA DO AMARAL, OSWALD DE ANDRADE, ANITA MALFATTI E MENOTTI DEL PICCHIA. A SEMANA DE 22 NO LIVRO, O AUTOR USA O PREFÁCIO QUE ENTITULA “PREFÁCIO INTERESSANTÍSSIMO”, COMO UM CANAL DE LANÇAMENTO DAS BASES ESTÉTICAS DEFENDIDAS POR ELE E COMUM EM OUTRAS OBRAS MODERNAS POSTERIORES DELE E DE OUTROS AUTORES. O CONTEÚDO DEFENDE O ROMPIMENTO DAS ESTRUTURAS GRAMATICAIS E LÍRICAS, DANDO MAIS POSSIBILIDADES PARA O AUTOR EXPRESSAR A SUA ARTE. ALÉM DISSO, CITA A SI PRÓPRIO E COLEGAS COMO OSWALD DE ANDRADE COMO VANGUARDISTAS EM TRANSIÇÃO PARA ESSA NOVA REALIDADE ARTÍSTICA DO MODERNISMO. PAULICÉIA DESVAIRADA MÁRIO DE ANDRADE (PRIMEIRO À ESQUERDA, NO ALTO), RUBENS BORBA DE MORAES (SENTADO, SEGUNDO DA ESQUERDA PARA A DIREITA) E OUTROS MODERNISTAS EM 1922 “PRONOMES? ESCREVO BRASILEIRO. SI USO ORTOGRAFIA PORTUGUESA É PORQUE, NÃO ALTERANDO O RESULTADO, DÁ-ME UMA ORTOGRAFIA. ESCREVER ARTE MODERNA NÃO SIGNIFICA JAMAIS PARA MIM REPRESENTAR A VIDA ATUAL NO QUE TEM DE EXTERIOR: AUTOMÓVEIS, CINEMA, ASFALTO. SI ESTAS PALAVRAS FREQÜENTAM-ME O LIVRO É PORQUE PENSE COM ELAS ESCREVER MODERNA, MAS PORQUE SENDO MEU LIVRO MODERNO, ELAS TÊM NELE SUA RAZÃO DE SER.” OBRAS “SOMOS AS JUVENILIDADES AURIVERDES! A PASSIFLORA! O ESPANTO! A LOUCURA! O DESEJO! CRAVOS! MAIS CRAVOS PARA NOSSA CRUZ! (...) NÓS SOMOS AS JUVENILIDADES AURIVERDES! AS FORÇAS VIVAS DO TORRÃO NATAL, AS IGNORÂNCIAS ILUMINADAS, OS NOVOS SÓIS LUSCOFUSCOLARES ENTRE OS SUBLIMES DAS DEDICAÇÕES! (...) (QUEREMOS) OS TUMULTOS DA LUZ!... “ TRECHO DO POEMA AS ENFIBRATURAS DO IPIRANGA (ORATÓRIO PROFANO) ENVOLVENDO CINCO VOZES, REPRESENTATIVAS DAS FORÇAS CULTURAIS DE SÃO PAULO, NA DÉCADA DE 1920, SENDO ESSA A DAS “JUVENILIDADES AURIVERDES”, REPRESENTANDO OS MODERNISTAS BRASILEIROS E SUA INQUIETUDE. O ROMANCE, QUE MAIS TARDE VIRIA A SE TORNAR UM DOS PILARES DA LITERATURA BRASILEIRA, FOI PUBLICADO EM 1928 EM APENAS OITOCENTOS EXEMPLARES. A BUSCA E PESQUISA INTENSAS DE LENDAS, PROVÉRBIOS E REGISTROS DE DIVERSOS ASPECTOS DO FOLCLORE BRASILEIRO CARACTERIZAM A OBRA, ABORDADA DE FORMA CÔMICA E INTELIGENTE.
DESAFIANDO O SISTEMA CULTURAL VIGENTE, MARIO DE ANDRADE REÚNE E REELABORA LITERARIAMENTE TEMAS DE MITOLOGIA INDÍGENA E VISÕES FOLCLÓRICAS ATRAVÉS DE UMA NOVA LINGUAGEM, QUE BUSCA A PROXIMIDADE DA LINGUAGEM ESCRITA COM O MODO DE FALAR PAULISTANO, APRESENTANDO CRÍTICAS À LINGUAGEM CULTA UTILIZADA NO BRASIL. MACUNAÍMA "AI, QUE PREGUIÇA!" ADAPTADA PARA O CINEMA POR JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE EM 1969, A OBRA TAMBÉM SE TRANSFORMOU EM PEÇA DE TEATRO, POR ANTUNES FILHO, ENCENADA PELA PRIMEIRA VEZ NA DÉCADA DE 70 E QUE CHEGOU A SER MONTADA EM DIVERSOS PAÍSES. O NASCIMENTO DE MACUNAÍMA PAULICÉIA
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