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Continente Africano

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by

helena aguiar

on 20 November 2014

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Transcript of Continente Africano

Aspectos físicos do continente Africano
Aspectos Socioeconômicos
Formação e estruturação territorial da África
Referencias:
GOAL!
Continente Africano
Aline n°1, Helena n°9 e Thaís n°29 9ªC
Professores: Leandro (Geografia) e Lumena (TEA)

http://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/africa---geografia-fisica-espaco-natural-relevo-hidrografia-clima-e-vegetacao.htm
http://pt.slideshare.net/SoudoCriador/geografia-continente-africano?related=1
http://www.brasilescola.com/geografia/africa-continente.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_%C3%81frica
http://www.etapa.com.br/gabaritos/resolucao_pdf/gab_2002/01_vunesp/Vunesp2002g.pdf
http://www.geografiaparatodos.com.br/index.php?pag=terrsoc_cap28
http://www.geografiaparatodos.com.br/img/terrsoc_cap28_clip_image084.png
http://www.estudantes.com.br/simulado/images/unesp01geo27.gif
http://dc659.4shared.com/doc/M6Xe3vps/preview.html
http://dc364.4shared.com/doc/M6Xe3vps/preview_html_m4e4a505a.png
http://pt.slideshare.net/profacacio/caps-7-e-8-frica-aspectos-naturais-econmicos-e-sociais-13864232
https://www.google.com.br/search?q=forma%C3%A7ao+de+relevo+do+continente+africano&safe=active&espv=2&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=PcDkU6-cIrHisAT644GQDQ&ved=0CAYQ_AUoAQ&biw=1366&bih=667#facrc=_&imgdii=AnXm0rWsWnYKfM%3A%3BGu3hllXJRyTolM%3A%3BAnXm0rWsWnYKfM%3A&imgrc=AnXm0rWsWnYKfM%253A%3BT_0Crp1zRo-XrM%3Bhttp%253A%252F%252Fviaxeaitaca.files.wordpress.com%252F2011%252F11%252Fafrica-relevo.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Faparenciadoespaco.blogspot.com%252F2013%252F08%252Fcaracteristicas-fisicas-da-africa.html%3B2959%3B2423
https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=economia%20africana&safe=active
https://www.google.com.br/search?q=aspectos+climatobotanicos+continente+africano+(tabela)&safe=active&espv=2&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=O8HkU-67LPLisATmqYGQBQ&ved=0CAYQ_AUoAQ&biw=1366&bih=667#facrc=_&imgdii=_&imgrc=6wpfSYMeqIie1M%253A%3Bjg2Sbdd153ktbM%3Bhttp%253A%252F%252Fimage.slidesharecdn.com%252Ffrica-aspectosnaturaiseconmicosesociais-120803115034-phpapp01%252F95%252Fcaps-7-e-8-frica-aspectos-naturais-econmicos-e-sociais-1-728.jpg%253Fcb%253D1344350468%3Bhttp%253A%252F%252Fpt.slideshare.net%252Fprofacacio%252Fcaps-7-e-8-frica-aspectos-naturais-econmicos-e-sociais-13864232%3B728%3B546
Formação do Relevo
Aspectos Climatobotânico
Grande parte do relevo africano é formada de planaltos elevados. Esses planaltos sofreram transformações por serem antigos.
As regiões central e norte são ocupadas por planaltos intensamente erodidos, constituídos de rochas antigas e limitados por grandes escarpamentos (Inclinação abrupta de uma elevação).
Podemos dividir o relevo da África em três porções principais:
Planalto Setentrional, Planalto Centro-Meridional e Planalto Oriental.
Planalto Setentrional
Planalto Centro-Meridional
Planalto Oriental
Neste local está o deserto do Saara, que ocupa mais de 1/4 do território continental.
A noroeste está localizada a Cadeia do Atlas. A cadeia do Atlas se estende desde o litoral do Marracos , passando pela Argélia, até a Tunísia.
A região da Cadeia do Atlas também é conhecida como Magreb.
Altitudes médias mais altas que as do Planalto Setentrional.
O Planalto Centro-Meridional compreende o centro-oeste e o sul do continente.
A Bacia do Rio Congo e o Deserto do Kalahari constituem duas grandes depressões.
Região de origem vulcânica, apresentando tanto altitudes elevadas como depressões. (fossas tectônicas).
Essas fossas tectônicas deram origem a grandes lagos como o Tanganica, o lago Vitória e o lago Niassa.
No Planalto Oriental está localizado o Rift Valley : uma depressão alongada que forma um vale de norte a sul (Região da Etiópia até Moçambique).
Rede Hidrográfica
A África possui poucos rios, alguns deles são muito extensos e volumosos por estarem localizados em regiões tropicais e equatoriais; outros atravessam áreas desérticas, tornando a vida possível ao longo de suas margens.
O rio Nilo, o segundo mais extenso do mundo.
Além do Nilo, há outros rios importantes para a África, como o Congo, um rio da zona equatorial, com grande volume de água e elevado potencial hidrelétrico.
Quanto aos lagos, a África possui alguns mais extensos e profundos, de origem tectônica e vulcânica. A maioria situada no leste do continente.
Milhares de pequenos lagos da região têm água contaminada por sais e ácidos provenientes dos vulcões, o que inviabiliza seu uso pela população.
Fonte: http://geografianewtonalmeida.blogspot.com.br/2011/03/continente-africano-relevo.html
Rio Nilo
O Rio Nilo nasce na região central da África, no lago Vitória, atravessando a região central e nordeste do continente.
Ele atravessa três países africanos: Uganda, Sudão e Egito e desemboca no Mar Medeterrâneo.
Atualmente, o rio assume uma grande importância, principalmente no Egito. É usado como via de transporte, sistemas de irrigação da agricultura e também para gerar energia elétrica, através da usina hidrelétrica de Assuã.
No Egito Antigo, os egípcios chamavam o rio Nilo de Iteru, que significava “o grande rio”.
Fonte: Cola da Web
Fonte: www.lamma.ufrj.br
Fonte: www.conevyt.org.mx
Fonte: trabalhosnoblog9d.blogspot.com
Características Populacionais
Natalidade, Mortalidade, Mortalidade Infantil, Expectativa de Vida e Pirâmide Etária.
Natalidade, Mortalidade e Mortalidade Infantil
No mundo, as mulheres tem, em média, dois filhos enquanto na África, esse número sobe para cinco. Uma vez que é mais fácil educar duas em vez de cinco pessoas, taxas de natalidade mais baixas andam de mãos dadas com maior poder de compra na geração seguinte.
Em alguns países africanos, tal como Níger, a natalidade permanece altíssima; em outros, como Gana e Tanzânia, a natalidade começou a cair e depois parou.
Os países africanos possuem as piores taxas de mortalidade (13,5%), além de apresentar elevada taxa de natalidade (35,2%) e o maior crescimento vegetativo do mundo (2,17%), mostrando que a qualidade de vida da população é decadente.
A mortalidade infantil na África vem ocorrendo a anos, sendo que uma das principais causa da mortalidade é a AIDS e diarréia que ataca principalmente as crianças por falta de saneamento básico, de vacinação, falta de higiene, água, alimentos nutritivos, leite materno etc.
Fonte: http://www.indexmundi.com/map/?t=0&v=26&r=af&l=pt
Expectativa de Vida e Pirâmide Etária.
A expectativa de vida dos sul-africanos está aumentando graças, sobretudo, à diminuição da mortalidade provocada pela Aids, embora a doença continue a avançar.
A expectativa de vida ao nascer aumentou no país para 61,2 anos em 2014 contra 52,2 anos dez anos atrás, segundo o estudo demográfico anual da organização Estatísticas da África do Sul (Stats SA), e passou para 63,1 anos para as mulheres e 59,1 anos para os homens.
Graças à generalização dos tratamentos com antirretrovirais (ARV), o número de óbitos continua a recuar no país e o percentual de mortos relacionados com a Aids passou de 50,8% em 2005 para 31,1% em 2014.
Mundo Tribal (África Negra) e o Mundo Islâmico (África Branca)
Ao norte, fica a África Saariana, ao Sul, a Subsaariana. Na parte de cima, habita um povo de pele mais clara e traços culturais mais parecidos com os povos do Oriente Médio. É uma África islâmica.
Esta separação geográfica também refletiu-se numa separação racial. No Norte do continente habitam os árabes, os egípcios, os berberes e os tuaregues (sendo que esse dois últimos são os que praticam o comércio transaarino). No centro-sul, ao contrário, habitam mais de 800 etnias negras africanas.
De forma geral, a população da África Negra apresenta os piores indicadores sócio-econômicos do mundo. Enquanto nos países desenvolvidos a população morre, em média, com uma idade superior a 70 anos, nessa parte do mundo raramente a média ultrapassa os 45 anos. Essa expectativa média de vida tão baixa é explicada por inúmeros fatores, tais como a má nutrição, falta de assistência médica e ausência de saneamento básico nos meios rurais.
A África do norte é marcada pelo predomínio da população árabe que chegou ao norte do continente durante o processo de expansão do islão, durante o século VII. Por essa razão, em termos de aspecto físico, os norte-africanos são aproximadamente 80% "caucasianos". A miscigenação com africanos de raça negra teve origem nas migrações para norte e na escravatura.
Fonte: http://hilceliafalcao.wordpress.com/2011/03/01/africa-branca/
Condições de Vida - IDH
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), é responsável por analisar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países.
Esse dado expressa a qualidade de vida de uma determinada população, e utiliza como critério para o cálculo os seguintes aspectos:
- Grau de escolaridade: média de anos de estudo da população adulta e expectativa de vida escolar, ou tempo que uma criança ficará matriculada.
- Renda: Renda Nacional Bruta (RNB) per capita, baseada na paridade de poder de compra dos habitantes. Esse item tinha por base o PIB (Produto Interno Bruto) per capita, no entanto, a partir de 2010, ele foi substituído pela Renda Nacional Bruta (RNB) per capita, que avalia praticamente os mesmos aspectos que o PIB, no entanto, a RNB também considera os recursos financeiros oriundos do exterior.
- Nível de saúde: baseia-se na expectativa de vida da população; reflete as condições de saúde e dos serviços de saneamento ambiental.
A partir de 2010, um novo método passou a ser utilizado, onde o resultado final do IDH é obtido através da média geométrica dos três itens analisados, ou seja, multiplicam-se os três itens e calcula-se a raiz cúbica do resultado.
As médias variam de 0 a 1, sendo que quanto mais próximas de 0, menor o IDH de um determinado país. Países que estão entre as 25% piores médias são considerados de baixo IDH.
Conforme o ranking mundial divulgado em novembro de 2010 pela ONU, 42 nações possuem baixo Índice de Desenvolvimento Humano. Confira a lista com os países que apresentam baixo IDH:
128° Quênia: 0,470 (África).
129° Bangladesh: 0,469 (Ásia).
130° Gana: 0,467 (África).
131° Camarões: 0,460 (África).
132° Mianmar: 0,451(Ásia).
133° Iêmen: 0,439 (Oriente Médio).
134° Benin: 0,435 (África).
135° Madagascar: 0,435 (África).
136° Mauritânia: 0,433(África).
137° Papua Nova Guiné: 0,431 (Oceania).
138° Nepal: 0,428 (Ásia).
139° Togo: 0,428 (África).
140° Ilhas Comores: 0,428 (África).
141° Lesoto: 0,427 (África).
142° Nigéria: 0,423 (África).
143° Uganda: 0,422 (África).
144° Senegal: 0,411 (África).
145° Haiti: 0,404 (América Central).
146° Angola: 0,403 (África).
147° Djibuti: 0,402 (África).
148° Tanzânia: 0,398 (África).
149° Costa do Marfim: 0,397 (África).
150° Zâmbia: 0,395 (África).
151° Gâmbia: 0,390 (África).
152° Ruanda: 0,385 (África).
153° Maláui: 0,385 (África).
154° Sudão: 0,379 (África).
155° Afeganistão: 0,349 (Oriente Médio).
156° Guiné: 0,340 (África).
157° Etiópia: 0,328 (África).
158° Serra Leoa: 0,317 (África).
159° República Centro-Africana: 0,315 (África).
160° Mali: 0,309 (África).
161° Burkina Fasso: 0,305 (África).
162° Libéria: 0,300 (África).
163° Chade: 0,295 (África).
164° Guiné-Bissau: 0,289 (África).
165° Moçambique: 0,284 (África).
166° Burundi: 0,282 (África).
167° Níger: 0,261 (África).
168° República Democrática do Congo: 0,239 (África).
169° Zimbábue: 0,140 (África).
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/paises-com-baixo-Indice-desenvolvimento-humano-idh.htm
Estrutura Econômica
A Economia da África consiste no comércio, na indústria, e nos recursos dos povos da África.
Desde o século XX, com a descolonização da Africa, a corrupção e o descaso das autoridades contribuíram para empobrecer a economia da África.
Algumas nações alcançaram relativa estabilidade política, como é o caso da África do Sul, que possui sozinha 1/5 do PIB de toda a África. Também já foram implantados notáveis centros industriais no Zimbábue, no Egito e na Argélia.
Cerca de 1/3 dos habitantes da África vivem com menos de 1 dólar ao dia, abaixo do nível da pobreza definido pelo Banco Mundial.
A pesca marítima, que é muito difundida e voltada para o consumo local, adquire importância comercial no Marrocos, na Namíbia e na África do Sul. A mineração representa a maior receita dentre os produtos exportados.
O cultivo é feito de maneira bem primitiva, consequentemente, sua produtividade é muito baixa.
O principal bloco econômico é o SADC, formado por 14 países, que se firma como o pólo mais promissor do continente.
Fonte: http://viajesbaratos.escapadasfindesemana.net/wp-content/uploads/66502541218gjaf.bmp
Setor Primário. Setor Secundário. Setor Terciário.
Setor Primário
Setor Secundário
Setor Terciário
Aspectos históricos da formação territorial do continente
Continente de Conflitos
Partilha da África, Colonialismo e Neocolonialismo
Problemas de fronteira ou problemas na fronteira?
Perspectivas Africana no mundo Globalizado
Participação/Papel da África no cenário global
Durante o processo de unificação do sistema-mundo, as relações entre a África Subsaariana e o resto do planeta foram caracterizadas pela crescente participação do“continente negro” nas redes econômicas, comerciais, financeiras e político-diplomáticas,que moldaram uma inserção de caráter periférico na divisão internacional do trabalho.
Progressiva constituição de uma sociedade civil, capaz de incorporar os grupos marginais no processo político e produtivo.
Comercio internacional:

Participação da África nas exportações mundiais em baixa:
1980: 6%
2000: 2%
Concentração em produtos primários, com fraco valor acrescentado e muito dependentes da instabilidade dos mercados internacionais:
Cacau: 40% da produção mundial (Costa do Marfim).
Algodão: 70% da produção mundial concentrada na região de Sael (Mali, Benim, Burkina Faso, Chade)
África do Sul: Apartheid e participação nos BRICS
http://www.ilo.org/public/portugue/region/eurpro/lisbon/pdf/castroalmeida.pdf
http://www.academia.edu/4299642/A_insercao_da_AFRICA_Subsaariana_no_sistema-mundo
http://www.seminario2014.abri.org.br/resources/anais/21/1407354185_ARQUIVO_AFRICADOSUL_BRICS.pdf
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/apartheid.htm
http://www.africaurgente.org/conflitos-na-africa-2012-principais-conflitos-video/
Em abril de 2011, foi formalizada a entrada da África do Sul no chamado BRIC, por ocasião da III Cúpula que, então, adotou a sigla BRICS. Esse evento constituiu um esforço diplomático da presidência Zuma em afirmar sua disposição no auxílio para a construção de uma agenda comum entre os países chamados “emergentes”.
O convite para que a África do Sul se juntasse ao BRIC teve um profundo significado político e econômico à África como um todo, e ao país em específico.
Os sul-africanos possuem boas relações bilaterais com todos os outros membros e podem influenciar significativamente nas iniciativas diplomáticas do BRICS, promovendo a coesão do Grupo.
Apartheid (significa "vidas separadas" em africano) era um regime que negava aos negros da África do Sul os direitos sociais, econômicos e políticos.
No regime do apartheid o governo era controlado pelos brancos de origem europeia (holandeses e ingleses), que criavam leis e governavam apenas para os interesses dos brancos. Aos negros eram impostas várias leis, regras e sistemas de controles sociais.
Conflitos recente e Primavera Árabe.
Conflito na República Centro-Africana: é um conflito armado iniciado em dezembro de 2012 entre o Governo da República Centro-Africana e os rebeldes.
Guerras civis que teve início em 1991 que atinge principalmente Somália, violência política que atinge o país Guiné Bissau, ataques e assassinatos de políticos que ocorrem principalmente em Nigéria, além disso, existem os conflitos éticos e culturais que são um dos principais conflitos que acontece em Mali, Senegal, Burundi, Libéria, Congo, Somália e Ruanda.
A Primavera Árabe é uma onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010.
A revolução democrática árabe é considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe no século XXI. Os protestos, de índole social e, no caso da Tunísia, apoiada pelo exército, foram causados por fatores demográficos estruturais, condições de vida duras promovidas pelo desemprego, ao que se aderem os regimes corruptos e autoritários revelados pelo vazamento de telegramas diplomáticos dos Estados Unidos divulgados pelo Wikileaks.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Conflito_na_Rep%C3%BAblica_Centro-Africana_(2012%E2%80%93presente)#mediaviewer/File:Central_African_Republic_2012_Battles-en.svg
As atividades agrícolas,variam desde a produçãoo de safras á cultura mista. A criação de gado bovino na região Bushveld e de ovinos nas regiões mais áridas,é o maior setor agrícola do país. A agricultura, aumenta a comercialização de alimentos e produtos agrícolas pelo país, eles são: o milho, açúcar, frutas, trigo,batata e tabaco. Destes,o milho, açúcar e as frutas proporcionam um grande ganho nas exportações. O milho é cultivado em grandes fazendas, principalmente no Noroeste.
A lã, é um produto que também se destaca na exportação devido ao favorecimento de condições para o convívio das ovelhas.
Com raras exceções, os países africanos não possuem condições para transformar seus minérios em produtos. Não possuem capitais construir ferrovias, rodovias e aeroportos, nem para comprar todos os equipamentos necessários, também não têm tecnologia para construí-los. Além disso, não podem contar com mão-de-obra especializada em número suficiente.
Os principais produtos minerais são:
manganês, bauxita, zinco, chumbo, níquel, cobalto, ferro;Minerais metálicos
fosfatos, urânio, petróleo;Minerais não-metálicos
ouro (cerca de três quartos da produção mundial), diamantes e prata.Minerais preciosos.
O setor secundario na África e pouco desenvolvido(com exeção da africa do sul) primeiramente porque teve a influência da colonização européia e sua fragmentação do território. Os territórios dominados e fragmentados dimimuiram a possibilidade de estabilidade política e o desenvolvimento industrial, visto que os dois tem relação direta.
Mesmo após os processo de descolonização, o continente não conseguiu em tão pouco tempo mudar a realidade de sua economia.
- Carvão mineral – 75.4%
- Óleo – 20.1%
- Nuclear – 2.8%
- Gás natural – 1.6%
- Hidroelétrica – 0.1%
http://klebercaverna.blogspot.com.br/2013/04/populacao-brasileira-uma-analise-geral.html
http://africadosul-economia.blogspot.com.br/2010/06/agricultura-setor-primario.html
A África do Sul foi durante muito tempo associada ao regime do Apartheid, segregação entre brancos e negros. Com o fim do Apartheid em 1994 e através da eleição democrática do primeiro presidente negro do país, Sr. Nelson Mandela, o país libertou-se das sanções econômicas da ONU e alavancou o turismo como parte importante da economia. Um conjunto associado de beleza exótica e boa infra-estrutura de estradas e acomodações, fizeram do país um dos principais destinos do continente africano.
O turismo apresenta a imagem da África selvagem. O ponto alto do turismo de aventura é um safári pela savana africana. O Parque Nacional Kruger é uma das principais reservas de mamíferos do mundo, permitindo a observação da vida de animais selvagens no habitat natural. É possível a observação de mamíferos primatas, ruminantes, carnívoros e tradicionalmente os big five: leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo.
Estratégia de crescimento da indústria da cultura: O Ministério de Arte e Cultura da África do Sul trabalha em parceria como o Ministério de Comércio e Indústria para desenvolvimento de uma estratégia de crescimento da indústria da cultura e do turismo. O governo identificou estas indústrias como a chave econômica para o crescimento de outras áreas no país. O propósito é aumentar a potencialidade da indústria cultural e do turismo sul-africano na contribuição para a geração de empregos e renda no país.
http://www.aproximaviagem.pt/n4/07_krugerPark.html
http://travel-tourist-tips.blogspot.com.br/2011/08/kruger-national-park-safari-best-of.html
http://pontiactribune.com/the-power-structure-of-the-israeli-apartheid-system/
A divisão territorial do continente teve como critério apenas os interesses dos colonizadores europeus, desprezando as diferenças étnicas e culturais da população local. Diversas comunidades, muitas vezes rivais, que historicamente viviam em conflito, foram colocadas em um mesmo território, enquanto grupos de uma mesma etnia foram separados.
Após a Segunda Guerra Mundial, ocorreu um intenso processo de independência das nações africanas. Porém, novos países se formaram sobre a mesma base territorial construída pelos colonizadores europeus, desrespeitando a cultura e a história das comunidades, consequentemente inúmeros conflitos étnicos pela disputa de poder foram desencadeados no interior desses países.
http://www.portalbrasil.net/africa.htm
Com o processo de independência das colônias de exploração da América Latina, juntamente com os avanços das novas técnicas da Revolução Industrial, iniciou-se uma nova fase do colonialismo europeu, marcada pela exploração e ocupação mais efetiva dos continentes africano e asiático.
Com a necessidade de matérias primas para abastecer as indústrias dos impérios europeus, a África foi transformada no grande alvo do capitalismo industrial. O continente foi partilhado de acordo com os interesses das potências, para dar continuidade ao processo de expropriação de riquezas das colônias.
Desde que a maior parte da África ganhou a sua independência, as fronteiras herdadas do período colonial têm sido palco de conflitos, como no caso do Sudão, onde o Movimento de Libertação Popular do Sudão, principal partido político do Sul do país, luta por todas as formas para que a parte meridional siga o seu próprio caminho, a partir de um referendo a efetuar em 2011.
Para já, os Sudaneses vão ter as suas primeiras eleições multipartidárias em 24 anos, já caracterizadas por alegações de fraude na fase do recenseamento que as precedeu. E essas eleições são uma parte essencial do acordo de paz de 2005, entre o Norte e o Sul, que acabou com mais de duas décadas de conflito.
O SPLM, que domina o Governo semiautónomo do Sul, critica a Comissão Nacional de Eleições de ausência de uma campanha mesmo a sério para que os eleitores se registem.
googleimages.com
http://sempreguerra.blogspot.com.br/2010/12/tensao-na-africa-entenda-todos-os.html
google.com
A divisão do continente africano teve seu início na segunda parte do século XIX. Porém, foi um pouco depois, na Conferência de Berlim, que a delimitação das fronteiras da África atingiu seu ponto máximo. Nesta conferência foram decididas normas a serem obedecidas pelas potências colonizadoras. Apesar do intuito inicial da reunião ter sido o de acertar os limites de interesse econômicos destes países na região, não foi possível alcançar um equilíbrio entre as ambições imperialistas de cada nação. A partilha da África foi decidida por Rússia, EUA e 14 países da Europa.
Líder do imperialismo na época, a Inglaterra dominou o norte do Mar Mediterrâneo até o extremo Sul do continente africano, região onde se encontrava o Cabo da Boa Esperança. Um importante nome britânico neste processo foi o de Benjamin Disraeli, que conseguiu tomar o Canal de Suez do completo domínio francês e egípcio
http://www.infoescola.com/historia/imperialismo-na-africa/
Fonte: IBGE
Mapa da África
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Planalto Oriental
Planalto Centro-Meridional
Rios
Região do Rio Nilo
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Formação Territorial
África
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