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AL.ES.05.22.13.18:00.DSC

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by

Deivison Cruz

on 13 November 2014

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Transcript of AL.ES.05.22.13.18:00.DSC

Juventude no ES:
crime, prisão e teorias

Cenário do ES nas últimas décadas
Existe uma onda de crimes? Qual tem sido a variação de estatísticas de homicídios no ES?
Presos de 18-24 anos compõem 39,4% do total do ES;
Junto com 18 -29 somam 2/3 da população prisional do ES.
Presos do sexo masculino preto/pardos somaram 75% do total de presos do ES.
Homens pretos/ pardos compõem em média 2/3 do total de vítimas de agressões (homicídios, lesões seguidas de mortes e interv. legal).
77,3% dos presos (2005-2012) e 75% das vítimas de homicídios, lesões seguidas de mortes e intervenções legais tem no máximo 8 anos de estudo.
Que fatores explicam as taxas de homicídio do ES?
Período de rápida urbanização, crescimento econômico e populacional;
Segregação urbana, socialização adversa e déficit de monitoramento parental/ convencional de crianças e jovens;
Encarceramento em massa como parte da política de segurança.
Expansão de dinâmicas urbanas de crime para as pequenas cidades municípios do interior do ES.
Sinalização de desespero e falta de sentido para a vida.
Nas últimas décadas, qual o perfil das vítimas de mortes por homicídios no ES?
Deivison Souza Cruz
Cientista Social (UFES)
Cientista Político (UFMG)
deivison.consultoria@gmail.com
(27)8848-3278
Década de 2010
Década de 1980
Década de 1990
Década de 2000
Formação de novos bairros, muitos deles em situação precária em termos de infraestrutura e de políticas públicas;
Baixa assistência social, concentração de pobreza, habitações precárias, fracasso escolar, baixa eficiência policial e de justiça;
Déficit de infraestrutura e baixa efetividade de políticas públicas;
Ação dos governos lenta, parca e somente quando os problemas estão acumulados e se agravando;
Região São Pedro (Vitória)
Conjunto Res. Feu Rosa (Serra) e Bairro Vila Nova de Colares
Região Terra Vermelha (Vila Velha 1988)
Bairros Santa Rita e 1º de Maio (Vila Velha)
Considerando o período 1980-2010, a vítima masculina do ES tem, em média 5,8 anos a menos que a vítima masculina do Brasil;

Por sua vez, a vítima masculina da RMGV é, em média, 7,2 mais jovem que a vítima masculina do Brasil.
Planalto Serrano
Região de São Pedro (Vitória)
Tragédia Morro da Gurigica (Vitória jan/1985)
Nova Rosa da Penha (Cariacica)
Década de 1990 caracterizou-se pela redução dos investimentos e planejamento;
Final da década de 1990 e início da década de 2000: altas taxas de desemprego juvenil - sobretudo juvenil - e falta de perspectivas e oportunidades.
Tempo de deslocamento casa-trabalho-escola reduz o tempo de monitoramento de crianças e jovens;
Greves de servidores públicos educação, saúde e assistência social e segurança...;
Linhas de ônibus antes do Transcol
Transcol hoje.(05/08/2011 - foto Vitor Jubini). Fonte: A Gazeta.
Cidade de Deus - Fernando Meireles (2002)
Expansão do emprego e de políticas socias e emprego. Porém ainda aquém das necessidades sociais;
Expansão das subsculturas do crime, deliquência, mercados de drogas e acesso a armas de fogo;
Cotidiano adverso e de escassos em termos afetivos, materiais. percepção de Metas bloqueadas de sucesso convencional pelo estudo e trabalho.
Acesso a status, dinheiro e mulheres por vias que não dependem de investimentos ou meios convencionais (escolaridade e trabalho)
O encarceramento em massa no ES chegará a que percentual da população masculina? Irá fortalecer subculturas do crime? (Ex.: PCC-SP)
Encarceramento em massa como parte do processo de socialização juvenis em bairros com maior concentração de pobreza.
Quais os efeitos ao nível de comunidade de alta taxa de homens encarcerados ou com passagem pelo sistema prisional? (?Ex.: EUA)
No Brasil, “oito aviões por mês”. Projeto Juventude Viva
Mobilidade: reduzir o tempo gasto de deslocamento em transporte coletivo pode ter efeitos de aumentar o monitoramento parental nos bairros mais periféricos da RMGV.
Pesquisa acadêmica é essencial para orientar políticas e avaliar a efetividade e questionar políticas públicas "bala de prata";
Homicídio: É preciso pesquisar efetividade da investigação de homicídios no ES. Resolutividade dos crimes com vítimas juvenis precisa se prioritário, pois os jovens são vitimados;
Policia e justiça: efetividade das políticas públicas respeitando os preceitos legais do Estado brasileiro e convenções internacionais;
Drogas: Brasil seguir a tendência internacional de abandono da política de guerra as drogas e compreensão de que a prevenção implica em redução de danos e descriminalização;
Contratar ex-infratores e torná-los parceiros permanentes na política de prevenção ao crime ao invéz de inimigos do Estado;
Provisão real de oportunidades: melhorar o cardápio para que façam boas escolhas em termos de meios convencionais de sucesso associados ao estudo e trabalho;
Família: condições para as famílias monitorarem crianças e jovens e disponibilização de recurços e ações para que isso ocorra;
Escola: fracasso escolar antecede a inserção na delinquência e crime. Medidas devem aumentar a integração escolar, elevem a autoestima e o desempenho;
Comunidade: durante longo tempo concentrar políticas para jovens, família e escola nos bairros com maior retrospecto de homicídios;
(+-) Comportamento convencional
(+-) Dinâmica familiar
(+-) Eficácea coletiva
(+-) Igualdade racial
(+-) Equidade econômica
(+-) Efetividade estatal
(+-) Taxas de crime (ex. homicídio)
Fonte: IDHM(Pnud/ ONU)
Fonte: SIM/DATASUS
Fonte: IDHM(Pnud/ ONU)
Fonte: SIM/DATASUS
Fonte: IDHM(Pnud/ ONU)
Fonte: SIM/DATASUS
Gráfico 13 - Taxa de aprisionamento total e por sexo no estado do Espírito Santo (1998-2012 e projeções 2013-14)
Gráfico 1– Taxa de homicídios do Espírito Santo, geral e por sexo (1980 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 2 - Taxa de homicídios masculino (por 100 mil), jovens (15 a 24) Brasil e Sudeste (1995 a 2011).
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 3 - Taxa de homicídios masculino (por 100 mil), jovens (15 a 24) Espirito Santo, RMGV e Serra (1995 a 2011).
Legenda: JV=Jovem, NJ=Não Jovem; BR=Brasil, SE= Sudeste (ES MG, RJ E SP). Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Gráfico 4 - Taxa de homicídios feminino (por 100 mil), jovens (15 a 24) Brasil e Sudeste (1995 a 2011).
Legenda: JV=Jovem, NJ=Não Jovem; BR=Brasil, SE= Sudeste (ES MG, RJ E SP).
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 5 - Taxa de homicídios feminino (por 100 mil), jovens (15 a 24) Espirito Santo, RMGV e Serra (1995 a 2011).
Legenda: JV=Jovem, NJ=Não Jovem; BR=Brasil, SE= Sudeste (ES MG, RJ E SP).
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 6 - Taxa de homicídios do sexo masculino (por 100 mil), por faixa etária, na RMGV (1982, 1986, 1990, 1994)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)

Gráfico 7 - Taxa de homicídios sexo masculino (por 100 mil), por faixa etária, na RMGV (1998, 2002, 2006, 2010)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 8 - Taxa de homicídios sexo masculino (por 100 mil), por faixa etária, em cidades Polo (1982, 1986, 1990, 1994)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 9 - Taxa de homicídios sexo masculino (por 100 mil), por faixa etária, em cidades Polo (1998, 2002, 2006, 2010)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 10 - Taxa de homicídios sexo masculino (por 100 mil), por faixa etária, nas Demais Cidades (1982, 1986, 1990, 1994)
Gráfico 11 - Taxa de homicídios sexo masculino (por 100 mil), por faixa etária, nas Demais Cidades (1998, 2002, 2006, 2010)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 12 - Taxa de homicídios do sexo masculino (100 mil), por faixa etária, Região Metropolitana da Grande Vitória (1990, 1995, 2000, 2005, 2009, 2011).
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 13 - Taxa de homicídios feminino (100 mil), por faixa etária, Região Metropolitana da Grande Vitória(1990, 1995, 2000, 2005, 2009, 2011).
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 14 - Taxa de homicídio do sexo homicídios masculino (100 mil), por faixa etária, Serra - ES (1990, 1995, 2000, 2005, 2009, 2011).
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 15 - Média de idade das vítimas masculinas - Brasil, Sudeste e Espírito Santo (1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 16 - Média de idade das vítimas masculinas - Espírito Santo, RMGV e Serra (1980 - 2011)
Gráfico 17 - Média de idade das vítimas femininas - Espírito Santo, RMGV e Serra (1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Gráfico 18 - Risco Relativo juvenil (15 - 24 anos) masculino para o ES e grupos de cidades - RMGV, Municípios polo e Demais Cidades (1980 - 2010)
Gráfico 19 - Risco Relativo juvenil (15 - 24 anos) feminino para o ES e grupos de cidades - RMGV, Cidades Polo e Demais Cidades (1980 - 2011)
Categorias: E55 Homicídios (CID 9 – 1980 - 1995) / X85 - Y09 Agressões (CID 10 – 1996 - 2011)
Fonte: SIM - DATASUS, projeções populacionais MS/IBGE(1980 - 2011)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 20 – Número de presos – total e por sexo - no estado do Espírito Santo (1998 - 2012)
Gráfico 21 – Taxa de aprisionamento – total e por sexo - no estado do Espírito Santo (1998 - 2012)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 22 – Número de presos no ES, provisórios e condenados (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 23 – Número de presos no ES, por tipo de regime (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 24 – Número de presos no ES do sexo masculino, cinco principais crimes (dez/95-dez/12)
Gráfico 25 – Número de presos do sexo feminino no ES - crime de entorpecentes (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 26 – Número de presos no ES do sexo feminino - principais crimes (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 27 – Número de presos por faixa etária no ES, sexo masculino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 28 – Taxa de aprisionamento por faixa etária no ES, sexo masculino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 29 – Número de presos nível de escolaridade, sexo masculino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 30 – Número de presos por etnia, sexo masculino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 31 – Número de presos por faixa etária no ES, sexo feminino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 32 – Taxa de aprisionamento por faixa etária no ES, sexo feminino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 33 – Número de presos nível de escolaridade, sexo feminino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Gráfico 34 – Número de presos por etnia, sexo feminino (dez/95-dez/12)
Fonte: Secretaria Nacional de Seg. Pública/ Ministério da Justiça (SENASP/MJ).
Artigo recente Cerqueira&Moura (IPEA 2013) afirmam que as perdas em termos de vidas humanas equivalem a 1,7% do PIB do ES por ano, valor esse correspondente à riqueza que as pessoas deixam de gerar por serem vítimas de homicídio.
Desorganização social - Escola sociológica de Chicago
Crescimento econômico
Expansão urbana (bairros)
Migração/ imigração
Rápido crescimento populacional
Mudanças culturais
mobilidade residencial
Incerteza e conflito com normas convencionais
Baixo controle social e monitoramento de crianças e jovens
Infraestrutura deficitária/ deteriorada
Segregação e concentração de pobreza/ desvantagens estruturais
Desorganização
social

incivilidades
Corrupção
estatal
Ineficiência estatal
Inserção de jovens pobres no crime
Formação de gangues juvenis/ quadrilhas
Formação de mercado ilegais(sonegação, jogos de azar, drogas)
Socialização de novas gerações
1. Processo macro-social
2. Concentração de problemas sociais em comunidades
3. Crescimento da delinqüência juvenil/ criminalidade
4. manutenção histórica dos níveis de crime/ delinqüência
(ii) perda de estímulos positivamente valorizados
(iii) presença real ou prevista de estímulos negativos
(i) impossibilidade de atingir metas socialmente desejáveis
“pessoas não se sentem tratados como acham que deveriam ser tratados”
Tensão
stress/ raiva/ nervosismo
vi. recentes e/ou de longa duração
v. vistas como injustas
iv. consideradas de elevada magnitude
iii. consideradas centrais
ii. associadas ao baixo controle social
i. criam pressões e incentivos ao crime
DOMÍNIOS DE VIDA

i) individual/ comportamental; (ii) familiar; (iii) pares/ comunidade; (iv) escola e (i) do trabalho.
CRIME
Suporte familiar precário;
Baixo suporte social (políticas públicas);
Privação econômica (trabalho, salário, desigualdade);
Concentração geográfica de desvantagens estruturais;
Histórico de eventos negativos (físico/ psicológico);
Baixo status social;
Pares envolvidos em delinquêntes/ crimes;
Masculinidade vinculada ao confronto.
“Bala de prata”: metafora para uma solução simples que promete resolver um problema complexo com grande eficiência.
Desvio primário
(Sem identidade desviante)
Estereótipo desviante
criação/atuação de agências/ burocracias rotuladoras
Consenso burocrático/ operadores em rotular pessoas/ grupos (estereótipos) com menor poder de reação
Tensão na relação entre rotulados e "convencionais"
Prescrição/ expectativa negativa frente ao comportamento de rotulados
Redução de apoio/ recursos
Degradação subjetiva/ objetiva do rotulado
Exclusão de círculos convencionais
Introjeção do rótulo desviante → desvio secundário


crenças desviantes,
associação c/ gangues e subcultura do crime
Rachel F. Fukuda
Cientista Social (UFES)
Mestre em História (UFES)
rfranzan@gmail.com
(27)8144-6486
Teoria Geral da Tensão (GST)
Há três tipo de mentiras: (a) mentiras, (b) mentiras deslavadas, (c) as estatísticas.
Mark Twain (1906) citando
Benjamin Disraeli
(1º Ministro Britânico, sec. XIX)
Estrutura social e homicídio
Teoria da Rotulagem
Rotulagem informal
Desvio secundário
(identidade desviante)
Obrigado a todos
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