Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Planejamento protético cirúrgico em Implantodontia

No description
by

Cecília Vasconcelos

on 27 May 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Planejamento protético cirúrgico em Implantodontia

Cirurgia Guiada
-Planejamento reabilitador virtual da maxila e/ou mandíbula (TRENTO et al., 2010);

- Permite visualizar e avaliar a condição óssea e as estruturas anatômicas importantes( POLIDO, 2007);

- Realizada por meio de exames como a Tomografia Computadorizada (TC) e Ressonância Magnética (RM) gerarando imagens tridimensionais (3D) de alta qualidade( POLIDO, 2007);

- As imagens são manipuladas em um programa específico que permite a colocação dos implantes no programa e confecção de um guia cirúrgico de alta precisão( POLIDO, 2007);




(Viegas, 2008)
Modelo de estudo
- Tornar possível ao profissional uma visualização do caso e vai servir como critério para confecção do guia cirúrgico-radiográfico. (CARVALHO et. al, 2010) ;

- Através dos modelos pode-se observar detalhes gengivais, posicionamento, inclinações, formas dentais e relações dos dentes em conjunto e com os seus antagonistas(HIGASHI et al,2006) .


Como fazer um
PLANEJAMENTO
Protético e cirúrgico
em
IMPLANTODONTIA?
Enceramento diagnóstico
- Deve ser realizado sobre os modelos de estudo para facilitar a visualização da forma, posição e proporção do tratamento ( HIGASHI et al,2006);

- Importante para as reabilitações bucais extensas e casos complexos(MEIRELLES et al,2013)

Objetivos:
- Orientar as ações clínicas, guias cirúrgicos e protéticos; ( BARRETTO et al,2012)

- Evitar possíveis erros de planejamento ( BARRETTO et al,2012) ;

- Devolver a normalidade do caso e avaliar previamente a Posição Dentária ótima Final (VOLPATO et al, 2003) ;

- Melhorar os  resultados na reabilitação oral( BARRETTO et al,2012).


POMPEU E PRADO, 2004 e BARRETTO et al,2012

TRENTO et al., 2010

Guia Cirúrgico/Radiográfico

- Instrumento de transferência (MISCH, 2008)

- Permite a colocação segura do implante no local pré-estabelecido (QUADROS, 2008)


Objetivos do guia cirúrgico:
a) Visualização precisa da colocação do implante e localização dos abutments protéticos ((JARDIM, 2000 apud QUADROS, 2008)

b) Direcionamento das brocas durante sua fresagem (QUADROS, 2008)

c) Localizador no segundo estágio cirúrgico ((BLUSTEIN, 1986)

d) Fornecer locais implantares alternativos (QUADROS, 2008)

Obtenção do Guia cirúrgico:
- O modelo obtido da moldagem do enceramento diagnóstico é utilizado para a confecção do guia cirúrgico, prensando-se uma placa de acrílico a vácuo (MISCH, 2008)
Requisitos do guia cirúrgico
- fácil confecção
- estável
- boa visualização do campo operatório
- inserção alternativa das brocas
- transparente
- assepsia cirúrgica

Não deve ter:
- Grande volume
- Inserção dificultada
- Esconder pontos de referência
- A imagem pré-protética permite a avaliação do local dos implantes quanto a posição e orientação ideais, identificados pelos marcadores radiográficos incorporados ao guia (MISCH, 2008)
AMOROSO et al. 2012
AMOROSO et al. 2012
MISCH, 2008.
Princípios cirúrgicos
1. Controle de temperatura
- A temperatura de 47°C aplicada durante apenas 1 minuto é o limite crítico para a necrose do tecido ósseo.
- brocas cortantes, de diâmetro progressivo, com velocidade adequada (1.500 a 2.000 tr/min), junto a uma irrigação abundante.

2. Local do Implante
- osso bem vascularizado com potencial osteogênico

3. Forças de inserção do implante
- Forças de inserção muito elevadas são responsáveis por uma reabsorção óssea periimplantar excessiva.
MISCH, 2008
MISCH, 2008
Que fatores eu devo observar para a escolha do implante?
Misch 2008
Introdução
- O grande desafio da Odontologia ao longo do tempo tem sido o de restituir ao paciente mutilado oral a função, a fonética, o conforto e a saúde do sistema estomatognático.
- Na Odontologia tradicional, quanto mais edêntulo for o paciente, mais difícil será alcançar plenamente esse objetivo.
- A implantologia, a partir da técnica de osseointegração, veio suprir essa lacuna na Odontologia, tornando-se uma alternativa terapêutica importante nas últimas décadas.(CARVALHO et. al, 2006)

Os implantes osseointegrados e todos os procedimentos cirúrgicos complementares constituem-se
em cirurgias com finalidade protética e para tanto necessitam de um criterioso planejamento cirúrgico-protético para obter sucesso no tratamento (CARVALHO et. al, 2010).

No planejamento

Avaliações

Diante de um paciente edêntulo,
o profissional deve preocupar-se também
com os problemas psicológicos que a perda
dental ocasionou ao paciente. (CARVALHO et. al, 2006)

Fases

Equívocos

Exame Clínico
Anamnese
Exame físico
Extra-oral
Intra-oral
Estado geral de saúde;

Fatores de risco ;

Doenças adquiridas e condições que podem prejudicar a hemostasia.

- Dimensão vertical,
- Suporte de lábio,
- Linha do sorriso
- Altura incisal,
- Prótese já utilizada,
- Limitação funcional,
- Avaliação da musculatura e ATM.

- Tecidos moles,
- Músculos
- Rebordo remanescente.

Exames Laboratoriais
Exames básicos
Exames específicos
Exames de imagem
- As técnicas e o diagnóstico por imagem ajudam a desenvolver e criar um plano de tratamento coeso e
abrangente para a equipe de implante e para o paciente.(MISCH, 2008)

- Objetivo

- Opções
Radiografias intra-orais
Radiografias periapicais:

- Permitem medidas com certa precisão no sentido vertical, podendo ser utilizadas para se estimar a altura do rebordo, como na técnica do paralelismo, a fim de minimizar possíveis distorções na imagem (TELLES, 2011)

-Vantagens

-Impossibilidade
Radiografias extra-orais
Radiografias Oclusais:

- Importante para mapear as áreas que serão examinadas e para medir o tamanho da arcada.
Porém, como sua imagem é bidimensional, não é precisa no estabelecimento da largura vestíbulo-lingual da mandíbula (TELLES, 2011).

Radiografia Panorâmica:

- Primeira escolha
- Distorção da imagem
- Objetivos
- Vantagens
- Limitações
- Informações sobre dimensões de: seios maxilares,canal do nervo alveolar inferior, forame mentoniano e outros acidentes anatômicos importantes para o planejamento cirúrgico.
- Pós-operatório
Radiografia Cefalométrica:

- São usadas para o planejamento e estabelecimento de padrões estéticos em casos com grandes alterações esqueléticas, porém suas informações são insuficientes para manter o estabelecimento de um planejamento cirúrgico adequado para a instalação de implantes (TELLES, 2011).

-Estruturas visualizadas.

Tomografia Computadorizada:

-Estado da arte da implantodontia;

-Desvantagens;

-Fornece as imagens radiográficas de secção transversal e facilitam a avaliação apropriada dos locais potenciais para colocação de implantes.(IPLIKCIOGLU;AKCA;CEHRELI, 2002);

-Localização de pontos anatômicos;


TRENTO et al., 2010
2. Qualidade óssea
Lekholm e Zarb 1985:
Tipo 1: Osso compacto homogêneo

Tipo 2: Camada espessa de osso compacto espesso circunda um núcleo esponjoso com trabeculado denso

Tipo 3: Fina camada de osso cortical circunda um núcleo esponjoso com trabeculado denso

Tipo 4: Fina camada de osso cortical circunda um núcleo de osso esponjoso pouco denso

Misch e Judy:
D1: Osso cortical denso

D2: Osso cortical poroso e trabecular grosso

D3: Osso cortical poroso e trabecular fino

D4: Osso trabecular fino

D5: Osso imaturo
3. Condição dos tecidos moles
- A perda dentária tem como conseqüência não apenas a reabsorção do osso alveolar, mas também uma redução na gengiva queratinizada
4. Limitações anatômicas
Na maxila:
1. Canal palatino anterior
2. Assoalho das fossas nasais
3. Seio maxilar

Na mandíbula:
1. Forame mentoniano
2. Canal dentário inferior
5. Forma do rebordo edêntulo
Classificação de Buser e Belser

Classe I - Largura da crista óssea suficiente (mínimo de 5mm) e ausência de atrofia bucal (situação ideal);

Classe II - Largura da crista óssea suficiente (mínimo de 5mm) e leve atrofia bucal;

Classe III - Largura da crista óssea insuficiente (menor de 5mm) e defeitos bucais em forma de crateras;

Classe IV - Largura da crista óssea insuficiente (menor de 5mm) e extenso defeito ósseo em forma de crateras
Estética
adequada
Requerem prévia correção cirúrgica
Misch, 2008

6. Dimensão da restauração sobre o implante
3,75
1,25
1,25
7. Bruxismo
-Placas miorrelaxantes
-Tratamento oclusal
- Conscientização
- Tratamento medicamentoso
Disponível em: <http://antonioreygil.blogspot.com.br/2010_06_01_archive.html>
8. Linha do sorriso e suporte labial
Em caso de linha do sorriso alta: próteses que devolvam tanto a coroa anatômica como o tecido
gengival

Pacientes edêntulos: prótese fixa implantossuportada

+Defeitos nos tecidos moles: próteses removíveis implantossuportadas

Próteses fixas totais tipo protocolo
Disponível em: <http://clinicaplenna.blogspot.com.br/2013/10/para-quem-tem-o-sorriso-gengival.html>
9. Número de implantes
- Quanto maior o número de implantes há uma melhor distribuição de carga entre osso e implante

- No caso de edêntulo:
Maxila: 6
Mandíbula: 4 ou 5

- Quantidade ideal: situação óssea + tipo de prótese

Disponível em: <http://www.odontologiadiferenciada.com.br/?cont=protocolo_implantes>
Disponível em: <http://www.implantkopp.com.br/casos-clinicos/resolucao-estetica-anterior-com-coroa-implantossuportada-13/>
10. Localização ideal dos implantes
- Objetivo de obter maior distribuição das forças na arcada

- Distância mésio-distal: 6,5 mm para implante padrão

- Posicionamento ápico coronal: perfil de emergência e propriedades mecânicas e funcionais
2,00
0,50
3,75
+
Espaço entre implante e ligamento periodontal
Largura média do ligamento periodontal
Diâmetro do implante padrão
12. Potência muscular
Potência ~ Carga
13. Arco antagonista
Esquema oclusal adequado --> Proteção do elo mais fraco
Disponível em:<http://www.clinicaimplantesdentarios.com.br/clinica-de-implantes-dentarios/index.php/reabilitacao-oral-com-proteses-convencionais-e-sobre-implantes/>
11. Tipos de conexão
1. Conexão hexagonal externa
2. Polígono interno
3. Cone morse
14. Dimensão do implante
Diâmetro
1. Padrão:
- Empregado na aplicação original da prótese implantar e na reabilitação das arcadas totalmente edêntulas.

2. Pequeno diâmetro

3. Grande diâmetro



Comprimento
- Distribuição do estresse gerado durante função
- Implantes curtos (7 e 8,5mm)x implantes com 10mm ou mais.
- O exame radiográfico é que vai definir o comprimento do implante adequado para cada região
- Não esquecer dos limites anatômicos!
Disponível em:<http://global.spiralock.com/pt-br/industry-applications-medical-dental-implant>
Disponível em:< http://jornalgospelnews.com.br/2010/01/17/implantes-dentarios/implante-dental/>
Disponível em: <http://www.vipi.com.br/portal/index.php/tipos-de-conexao-do-implante/>
1. Quantidade óssea
- Lei de Wolff (1982)
- Perda dentária -->reabsorção do tecido duro, alterações no tecido mole e alterações estéticas.
Classificação de Lekholm e Zarb (1988)
A: Persistência da maior parte da crista alveolar
B: Reabsorção moderada da crista alveolar
C: Reabsorção avançada da crista alveolar
D: Reabsorção moderada do osso basal
E: Reabsorção avançada do osso basal
Classificação de Misch e Judy
A: Osso abundante
B: Osso quase insuficiente
C: Osso comprometido
D: Osso insuficiente
Grupo A
Grupo B
Grupo D
Grupo C
Classificação de rebordos totalmente edêntulos quanto a quantidade óssea:
SHAFIE, 2009
SHAFIE, 2009
6,25
Considerações finais
- Para obter êxito na colocação do implante, o diagnóstico correto, o planejamento pré-cirúrgico e sua execução criteriosa são imperativos para este tipo de reabilitação.

- A interação multiprofissional é de fundamental importância para que os casos possam ser solucionados da melhor maneira possível.

- Avaliação do estado geral, anamnese detalhada, exame imaginológico e exames laboratoriais, são imprescindíveis para o planejamento correto.

- A confecção prévia da prótese facilita o melhor posicionamento do implante na arcada, assegurando melhores resultados estéticos e funcionais.

Referências:
Opções de Tratamento
O sucesso e a longevidade do tratamento reabilitador utilizando próteses sobre implantes está diretamente associado à elaboração de um correto planejamento cirúrgico-protético realizado previamente à cirurgia para a instalação do implante (GOMES, 2008).

Planejamento reverso
- No planejamento reverso primeiro planeja-se a prótese e, em função desta, a instalação cirúrgica dos implantes. (Misch, 2000).

- técnica que busca facilitar a correta reabilitação do paciente

Considerações
- O tipo de prótese a ser realizada, fixa ou removível;

- Pacientes com pouca quantidade de mucosa ceratinizada sobre o rebordo alveolar;

- Posicionamento dos implantes.
(TELLES, 2011)

Disponível em:<http://priscillanobre.com/?page_id=52>
Disponível em:<http://www.implantologia-dentaria.com/
tipos-de-implantes-dentarios/
implante-de-protese-dentaria/>

Em relação à forma do rebordo remanescente:

- Se quadrado = implantes instalados quase em linha
- Se triangulares = a distância entre os implantes mais posteriores e os anteriores tende a ser maior. (TELLES, 2011)

Disponível em: <http://www.sobreimplantes.com/Dentes/pesquisadentes4.asp>

Opções de Tratamento
- Prótese Fixa Sobre Implante;
- Prótese Protocolo;
- Overdenture ou Sobredentadura;
- Implante Imediato;
- Implantes Curtos;
- Carga Imediata.

Carga imediata
- Instalação de implantes em condições ideais à estabilidade primária, seguida de ativação protética em até 48 horas;

- Conforto do paciente, redução do tempo de tratamento e, consequentemente, redução de custos também (AVILA et al., 2007).

- Requisitos que regem o sucesso da técnica aplicada.

Implantes curtos
- A altura óssea disponível é um dos fatores limitantes (BARBOZA, E. et al, 2007);

- Áreas que impossibilitam a instalação de implantes longos:
- região posterior da maxila;
- região posterior da mandíbula
(BARBOZA, E. et al, 2007).

- Opção de tratamento menos complexa, onerosa e traumática aos pacientes. (GALVÃO et al., 2011).



Implante Imediato


Critérios:

- Ausência de infecção,
-Boa higiene bucal,
-Bom posicionamento e estabilidade inicial do implante
-Presença de alvéolo intacto com boa cortical vestibular,
-Quantidade mínima de 3 mm de osso residual apical.
(OLIVEIRA et al., 2008).


Overdenture ou Sobredentadura:
- Próteses totais ou parciais, que cobrem raízes ou implantes osseointegrados restaurando toda a dentição (TALLGREN, 1972).

- Indicação: melhora na retenção da prótese (MAZARO, J. V. Q.,2009).

Prótese Protocolo
- Surgiram com o intuito de devolver a função para pacientes (SANTOS, M. B. F., et al., 2009);

- Colocação de quatro a seis implantes na região anterior da mandíbula (entre os forames mentonianos) (SANTOS, 2009);

- As primeiras indicações de próteses implanto-suportadas feitas por Branemark no início da osseointegração (MAZARO, 2009).

Prótese Fixa Sobre Implante
- Devem ser realizadas em casos com mínima perda dos tecidos de suporte. (DARIO, 2000) (SJOSTROM, 2007).

- Quando o volume ósseo não é suficiente para reabilitações protéticas fixas, os enxertos ósseos poderão ser indicados (DARIO, 2000) (SJOSTROM, 2007).

Disponível em:<http://priscillanobre.com/?page_id=52>
Disponível em:<http://www.inpn.com.br/Materia/Opinioes/808>
Disponível em:<http://linioimplantes.com.br/site/portfolio/servicos-4/>
Disponível em:<http://www.implantologia-dentaria.com/
tipos-de-implantes-dentarios/implante-de-protese-dentaria/>
Disponível em: <http://www.monguilhott.com.br/especialidades.php?id_tratamento=8>

Disponível em: http://www.clinicaclaris.com.br/proc-protese.asp

Disponível em: http://www.clinicasaofilinto.com/artigos/
protese-dentaria-fixa-tratamento-eficaz-com-protese-fixa.html

- Desvantagens:
1. Padrão de higienização precária;

2. Alteração de alguns fonemas

- Do ponto de vista estético, as próteses fixas inferiores em geral não apresentam problemas;

- Na maxila, deve ser avaliada previamente a disponibilidade de tecido.

Disponível em: http://www.eloaluvizuto.com.br/
solucoes_view.php?id=23

Segundo Misch (2008), existem cinco opções de tratamento com implantes para restaurações fixas em mandíbulas totalmente desdentadas:
1. Protocolo de Branemark

2. Instalar implantes adicionais acima dos forames mentonianos

3. Implantes adicionais na posição de primeiro molar ou segundo pré-molar, unidos a quatro ou cinco implantes entre os forames mentonianos, sendo o total de cinco a seis implantes.

4. Quando os fatores de força forem maiores ou a densidade óssea inadequada, deve-se optar pela colocação de implantes posteriores bilaterais, sendo que não são unidos com uma prótese;

5. Corresponde à utilização de três próteses independentes para reabilitar o arco inferior
1. Protocolo de Branemark:
- Quatro a seis implantes entre os forames mentonianos;

- Cantiléver distal em cada lado para substituir os dentes posteriores.

(Misch, 2008)
(Misch, 2008)
Disponível em:http://www.cimples.com.br/ImplantesDent%C3%A1rios/
ImplantesDent%C3%A1riosConvencionais.aspx

2. Instalar implantes adicionais acima dos forames mentonianos:
Vantagens:

- O número de implantes pode ser aumentado até sete;

- Distância A-P para colocação de implante aumenta muito quando o número total de implantes permanece em cinco;

- O comprimento do cantiléver é reduzido drasticamente .

MISCH, 2008
3. Implantes adicionais na posição de primeiro molar ou segundo pré-molar, unidos a quatro ou cinco implantes entre os forames mentonianos, sendo o total de cinco a seis implantes.
Posições-chave :
- Primeiro molar em apenas um dos lados;
- Regiões de caninos e pré-molares bilaterais.

MISCH, 2008
MISCH, 2008
4. Quando os fatores de força forem maiores ou a densidade óssea inadequada, deve-se optar pela colocação de implantes posteriores bilaterais, sendo que não são unidos com uma prótese;
Posições-chave:
- Dois primeiros molares, os dois primeiros pré-molares e os caninos;

Posições secundárias:
-Segundos pré-molares, e/ou na posição do incisivo, na linha média.

MISCH, 2008
MISCH, 2008
MISCH, 2008
5. Corresponde à utilização de três próteses independentes para reabilitar o arco inferior.
Posições-chave :
- Dois primeiros molares, dois primeiros pré-molares e caninos;

Posições secundárias:
- Dois segundos pré-molares e incisivo central, na linha média.

MISCH, 2008
MISCH, 2008
MISCH, 2008
- Na mandíbula, dois implantes são suficientes;

- Na maxila é preferível a utilização de quatro implantes unidos por uma barra (TELLES, 2011).

- Os principais tipos de sistemas de retenção para sobredentaduras implantorretidas descritos na literatura são o barra-clipe, encaixe bola, sistema ERA e magneto (AQUINO, E. B. Et al, 2005).

MISCH, 2008
Overdenture ou Sobredentadura: Sistema Barra-Clipe
- Indicações : sobredentaduras mandibulares, retidas por dois implantes.

- Composição: barra metálica rígida, unindo no mínimo dois implantes na base da prótese.

AQUINO et al, 2005
Overdenture ou Sobredentadura: Encaixe Bola
Matriz de Borracha Tipo O-Ring:

- Indicado nos casos de sobredentaduras retidas por implantes independentes;

- Vantagens: Manutenção mais fácil da higiene bucal; maior suporte da face e dos lábios; maior economia em virtude da instalação de menos implantes e dos procedimentos laboratoriais mais simples de confecção da prótese (NADIN et al., 2000).

Matriz Metálica

- Utilizado para implantes independentes.

AQUINO et al, 2005
AQUINO et al, 2005
Overdenture ou Sobredentadura: Encaixe Magnético
- Indicação: Implantes não ferulizados;

- Composição: Duas unidades funcionais:
1. O magneto propriamente dito;
2. Base. (AQUINO, E. B. Et al, 2005).

Overdenture ou Sobredentadura: Sistema ERA
Sobredentaduras retidas por implantes independentes ou barras estabilizadoras.

Composição: Duas peças de encaixe:
- Porção fêmea, que é parafusada ao implante;
- Porção macho, que é fixada à prótese do paciente.

Vantagens: reparos e ajustes mínimos, devido à técnica de substituição de machos por nylon (AQUINO, E. B. Et al, 2005).

AQUINO et al. 2005
Vantagens:

- Manutenção da forma essencial do tecido mole;
- Preservação do osso e do contorno gengival;
- Manutenção do perfil de emergência do dente extraído com inserção do provisório;
- Benefício psicológico do paciente

Vantagens:

- Menor risco cirúrgico de perfuração do seio maxilar e parestesia mandibular;

- Menor necessidade de procedimentos de aumento ósseo em região posterior;

Disponível em: http://www.oimplantedentario.org/2013/03/implante-cargaimediata-clinicas.html

- Qualidade óssea, superfície de implantes, adequada estabilização primária (maior que 35N/cm), quando possível, esplintagem da prótese, pacientes não fumantes e sem enxertos ósseos simultâneos, representam o ideal para o sucesso desta técnica (AVILA et al., 2007).

- Pacientes com doença periodontal x pacientes periodontalmente saudáveis
(HORWITZ et al., 2008).

Próteses parafusadas X próteses cimentadas
- A união da estrutura protética ao pilar pode ocorrer por meio do apafarusamento ou cimentação;

- Fatores para a escolha: passividade na adaptação, fatores oclusais, espaço interoclusal, requisitos estéticos, saúde dos tecidos moles periimplantares, necessidade de manutenção, reversibilidade da restauração e fator (ALMEIDA, E. O. Et al, 2006).

- As próteses parafusadas foram as primeiras a serem utilizadas, desde o protocolo clássico proposto por Branemark no ano de 1965 (ALMEIDA, E. O. et al, 2006).


- Já a cimentação de restaurações sobre pilares fixados em implantes osseointegrados é uma modalidade relativamente nova (ALMEIDA, E. O. et al, 2006).

Próteses cimentadas
- Vantagens: estética oclusal, simplicidade na confecção, solidez da superfície oclusal e o baixo custo (CHIAPASCO e ROMEO, 2008).

- Desvantagens: dificuldade de remoção, necessidade de cimentação com cimento provisório, dificuldade de remoção dos excessos de cimento subgengival, processos inflamatórios nos tecidos moles.

Próteses parafusadas
Vantagens:
- Possibilidade de remoção para a higiene bucal profissional;
- Simples remoção;
-Permitem a confecção de próteses com altíssimos níveis de precisão.

Desvantagens:
- Dificuldade em conseguir uma prótese parafusada passiva.
- Infiltração bacteriana na união pilar-prótese (CHIAPASCO e ROMEO, 2008).

FREITAS et al, 2007





ALMEIDA, E. O.; JUNIOR, A. C. F.; PELLIZZER, E. P.; Restaurações cimentadas versus parafusadas: parâmetros para seleção em prótese sobre implante. Innovations Implant Journal, v.01, n. 01, maio, 2006.

AQUINO, E. B.; ALVES, B. P.; FILHO, J. N. A.; Sistemas de Encaixes Utilizados em Overdentures Implantossuportadas. PCL - Revista Ibero-americana de Prótese Clínica e Laboratorial, v. 7, n. 36, pg.159-65, 2005.

AVILA G, GALINDO P, HECTOR R, WANG HL. Immediate implant loading: current status from available literature, Implant Dentistry, v.16, n.3, p.235-245, 2007.

BARBOZA, E.; CARVALHO, W.; FRANCISCO, B.; FERREIRA V.; DESEMPENHO CLÍNICO DOS IMPLANTES CURTOS: UM ESTUDO RETROSPECTIVO DE SEIS ANOS. R. Periodontia, v. 17, n.04, Dezembro 2007.

BARRETTO, F.J. et al. A importância do enceramento de diagnóstico.Jornal Ilapeo.São Paulo.v.6,n.3,2012.

BLUSTEIN, R., JACKSON, R., ROTSKOFF, K. Use of splint material in the placement of implants. The International Journal of Oral & Maxilofacial Implants, v. 1, n. 1, p. 47-49, 1986.

BORDINI PAULO JOSE, Interpretando Exames Relacionados a Hemostasia, V2, N1, pag84, Janeiro/Fevereiro 2005, Implant News.

BUSTAMANTE, R.L. Overdentures Implanto-retidas: Sistemas de Retenção. Trabalho de conclusão (Especialização em Prótese Dentária) — Curso de Especialização em Prótese Dentária, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2006.

CAMPOS GLECIO VAZ DE, Estética na implantodontia II simpósio, V1, N2, pag102, Marco/ Abril 2004, Implant News.

CARVALHO, A. C. Perri de; OKAMOTO, T. Cirurgia bucal: fundamentos experimentais aplicados à clínica. In: Cirurgia bucal: fundamentos experimentais aplicados à clínica. São Paulo: Panamericana, 1987.


MADUREIRA, L. C. A. et al. Dosimetria e qualidade de imagem em tomografia computadorizada para implante dentário. R. Ci. med. biol., Salvador, v.11, n.1, p.86-95, jan./abr. 2012.

MARTINS, V. et al. Osseointegração: análise de fatores clínicos de sucesso e insucesso. Revista Odontológica de Araçatuba, v.32, n.1, p. 26-31, Janeiro/Junho, 2011.
MAZARO, J. V. Q. Avaliação Fotoelástica de Overdentures Mandibulares sobre Implantes com três diferentes sistemas de retenção e Prótese Protocolo de Branemark. Tese (Doutorado em Odontologia) – Faculdade de Odontologia do Câmpus de Araçatuba – Unesp. Araçatuba, 2009.

MEIRELLES, L. et al. Aplicações clínicas do enceramento diagnóstico na reabilitação oral – uma revisão de literatura. FOL - Faculdade de Odontologia de Lins/Unimep , v.23, n.1,p.20-25 , jan.-jun. 2013.
MISCH, C.E. Implantes dentais contemporâneos. 3. Ed. Elsevier, 2008.

MULLER, A.; SILVA, A. C. B. R.; SCHMIDT, L. T. H.; Implante unitário submetido a carga imediata. RGO, v.54, n.01, pg 27-41, jan/ fev/ març. 2004.

NADIN, P.S. et al. Fixação de overdenture através de sistema O.Ring para implantes Osseointegrados. Revista da Faculdade de Odontologia. Passo Fundo, v. 5, n. 2, p. 55-59, jul./dez. 2000.

ZANI S.R., BERTON D.A., RIVALDO E.G., FRASCA L.C.F. Inviabilidade de reabilitação protética levando à remoção de implante dentário – relato de caso clinico. Rev Sul-Bras Odontol. v. 6, n. 3, p. 321-6. set. 2009.




MISCH, 2008
MISCH, 2008
- Vai representar uma prévia do tratamento definitivo e deve apontar modificações a serem estabelecidas ( BARRETTO et al,2012);
Full transcript