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Silvana Lemos

Apresentação Narrativa
by

Cleide Muñoz

on 23 November 2012

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Transcript of Silvana Lemos

A compreensão e inserção pessoal: A Reinvenção da Escola
e os Dispositivos Móveis Narrativa Digital

Título: Os dispositivos móveis nas mãos dos alunos: a reinvenção do contexto escolar


Autora: Silvana Donadio Vilela Lemos

Ano: 2012 Narrativa Digital Narrar ... “Narrar a experiência, remete ao registro da memória sobre o cotidiano da vida social, ao específico do sujeito, ao coletivo de um grupo, aos significados que os sujeitos atribuem aos acontecimentos.” (ALMEIDA; VALENTE, 2012) Narrar ... “Narrar a experiência, remete ao registro da memória sobre o cotidiano da vida social, ao específico do sujeito, ao coletivo de um grupo, aos significados que os sujeitos atribuem aos acontecimentos.” (ALMEIDA; VALENTE, 2012)

Os dispositivos móveis nas mãos dos alunos: reinvenção do contexto da escola

Os dispositivos móveis nas mãos dos alunos: a reinvenção do contexto escolar

Mudanças são solicitadas no currículo, na estrutura da escola e na formação do professor. Mas como tudo começou?
Minha narrativa pessoal sobre o acesso e uso das tecnologias Faço parte de uma geração que teve como tecnologias: a televisão, o vídeo cassete, o rádio e a vitrola, a máquina fotográfica que nos impunha a espera e a surpresa da revelação. Somente, já moça e mulher, tive a oportunidade do acesso e uso aos computadores enormes e celulares que oportunizavam apenas ligar e receber ligações. Até então, minha inserção e compreensão era somente a de quem passivamente consumia os programas de televisão, ouvia músicas, digitavas textos, organizava planilhas, criava apresentações com power point, ligava e recebia chamadas telefônicas. Era isso o máximo que pensava ser mulher moderno do século XX. As leituras que me impulsionaram a uma leitura crítica e reescrita de minha vida, chegaram com Paulo Freire.

Foram anos em que a leitura e reflexão alimentaram minha vida.

“É através da conscientização que os sujeitos assumem
seu compromisso histórico no processo de fazer e refa
zer o mundo, dentro das possibilidade concretas, fazen
do e refazendo também a si mesmo.”
(FREIRE,1986, p. 25).


Minha maior paixão profissional foi ensinar e aprender com os jovens e adultos. A politização da mulher Durante todos os anos em que fui educadora cheguei a integrar como aliados ao ensino e aprendizagem, a máquina filmadora e fotográfica, o vídeo e o aparelho de som. O uso do computador era com hora marcada! No laboratório da escola.






As tecnologias que conhecia a serviço da proposta da Proposta do Círculo de Cultura. A serviço de uma educação libertadora, em que ensinar e aprender são fundadas na horizontalidade das interações pedagógicas, no diálogo como criação de consensos e no protagonismo dos sujeitos que buscam conhecer mais. A narrativa profissional: Ingresso no Projeto de Pesquisa intitulado “A Sala de Aula no Século XXI: Inovação e Criticidade”, Programa Nacional de Pós-Doutorado – PNPD, sob a coordenação da Professora Beth Almeida. Lá se foram dois anos, intensos em aprendizagens. O Projeto “Um Computador Por Aluno” faz parte de minha vida. A oportunidade que mudou minha vida: O Governo se propõe disponibilizar, por aluno, um computador portátil, como uma de suas estratégias para inclusão digital e social. Faço parte da equipe de formadores da PUC-SP com o objetivo de impulsionar a construção de práticas pedagógicas com o computador, visando mudanças no currículo da escola.

A formação inicial e continuada de
professores e gestores como espaço
e tempo imprescindíveis à reflexão
crítica sobre por quê, a serviço do quê
e como integrar o computador portátil
ao currículo. Novas Tecnologias em Educação:
EEFM José Martins Rodrigues, Quixadá, Ceará;
Colégio Dante Alighieri, São Paulo, Capital. Dois contextos emergem:







A rua da escola
zona rural, sítio Nova
Aurora, Cedro.


A cidade de Quixadá, Ceará, Brasil O contexto da EEFM José Martins Rodrigues, Quixadá, Ceará, “ Um Computador Por Aluno”

Estudo do Meio com os alunos da EEFM José Martins Rodrigues, Quixadá, Ceará

Aluna Najara, 3°ano do Ensino Médio







O






O laptop em outros espaços além dos muros da escola Filma e fotografa o Açude Cedro e a Galinha Choca contexto de vida: investigação e diálogo. “ A utilização de tecnologias como elementos de mediatização entre o conhecimento científico e as experiências da vida dos alunos pode representar um impulso intelectual, social e político em direção a uma sociedade menos excludente e mais solidária, cujo exercício da democracia é interpretado como uma forma de vida associada, de experiência conjunta e mutuamente comunicada.” (DEWEY, 1959, p.93)

Contribuição do texto: Gestão de Tecnologias e Recursos na escola: o compartilhar de significados. Almeida, M.E.B. (2009). A articulação entre o discurso teórico e a prática




A reinvenção na gestão do espaço escolar a partir do uso das tecnologias
Dante Alighieri









Os alunos participam ativamente de aulas de robótica, videoconferência e telejornal.
O contexto potencializa a oferta de tecnologias: tablet, laptop, celular, lousa digital, computador, todos para o uso pedagógico a partir dos objetivos do professor.



“O uso das tecnologias em contextos significativos para os aprendizes indica que estes se encontrem imersos em cenários interativos com a presença de tecnologia.” (FIGUEIREDO E AFONSO, 2006)

Colégio Dante Alighieri – Sala de Robótica Constato que os alunos tecem juntos com o professor o ato de aprender. São parceiros na investigação!
As tecnologias estão a serviço da leitura e da escrita crítica O colégio é um contexto de experiências educativas significativas O questionamento reside em pensar sobre o termo “Um para Um” para uma proposta entre a convergência de diferentes dispositivos móveis na mediação da aprendizagem dos alunos





De que forma os ambientes “Um para Um” irão acolher os aparelhos que os estudantes já possuem? (BID, 2011) A convergência de diferentes dispositivos móveis na mediação da aprendizagem.
Contextos de aprendizagens com o uso dos dispositivos móveis que impulsionem uma rede colaborativa entre sujeitos, que mesmo separados fisicamente, levam seus contextos concretos ao diálogo e o pensar neste novo espaço de aprendizagem intencional.




A visão é a de promover o aprender
a conhecer e compreender o mundo, se comunicar
e conviver em rede. A compreensão sobre a integração dos dispositivos móveis ao contexto escolar
O pensamento se dá em uma rede na qual neurônios, módulos cognitivos, humanos, instituições de ensino, línguas, sistemas de escrita, livros e computadores se interconectam, transformam e traduzem as representações.
LÉVY, 1993, p. 137).








O pensamento em rede






“É possível transformar o contexto potencializando o uso do que se dispõe na escola e agregando outras tecnologias por meio de parcerias com a comunidade.”(ALMEIDA, 2009). Ensinar e aprender com o Uquinha
Alunos da escola José Martins Rodrigues, Quixadá, Ceará ALMEIDA; Elizabeth B. VALENTE. Tecnologias Digitais, Linguagens e Currículo: Investigação, Construção de Conhecimento e produção de Narrativas. 2012. No prelo.
ALMEIDA. M.E.B. Gestão de Tecnologias, Mídias e Recursos na Escola: o compartilhar de significados. Em aberto, v.22,p 75-99, 2009.
BID. Modelos Um Para Um na América Latina e no Caribe: Panorama e Perspectivas. 2011.
BLOG: eefmjosmartinsrodrigues.blogspot.com
LÉVY. Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Tradução de Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. REFERÊNCIAS Sala de laboratório
EEFM José Martins Rodrigues, Quixadá, Ceará;
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