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TGD

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by

Nathalia Baptista

on 14 May 2013

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Transcript of TGD

60 a 70% dos casos
este percentual vem diminuindo em estudos mais recentes Graus de retardo mental Início precoce e desenvolvimento crônico comportamento interesses Manifestação dos sintomas ocorre nos primeiros 3 anos de vida Introdução TGD Transtornos Global do desenvolvimento


TID Transtornos Invasivos do desenvolvimento


Pervasive Developmental Disorders (PDD) do inglês ou CID-10 DSM IV Autismo infantil
Autismo atípico
Síndrome de Rett
Outro transtorno desintegrativo da infância
Transtorno com hipercinesia associada a retardo mental e a movimentos esteriotipados
Síndrome de Asperger
Outros Transtornos Globais do Desenvolvimento
Transtorno Global do Desenvolvimento não especificado Grande diversidade de apresentações clínicas TGD varia perfil dos sintomas e o grau em que se apresentam Apresentam prejuízos em três áreas do desenvolvimento: (SCHWARTZMAN e ASSUMPÇÃO, 1995) (SILVA e MULIK, 2009). presença de padrões repetitivos e estereotipados comprometimento nas habilidades sociais comprometimento nas habilidades comunicativas (PAULA, RIBEIRO e TEIXEIRA, 2011) na maioria dos casos: Não está estabelecida
alterações genéticas
acidentes pré-natais e peri-natais
infecções
além de casos ligados a outras síndromes neurológicas Etiologia TEA Em 1911 Eugen Bleur (FRITH, 2003) isolamento e déficit na interação social termo um dos sintomas da esquizofrenia No século XX Theodor Heller (MERCADANTES, VAN DER GAAG e SCHWARTSMAN, 2006) termo atualmente é o Transtorno Desintegrativo Em 1943 Leo Kanner termo linguagem pouco desenvolvida ou com atraso quando presente não era para se comunicar
dificuldades em se relacionar
estereotipias
dificuldades em abandonar rituais de rotinas
pouca ou nenhuma imaginação Histórico Em 1944 Hans Asperger termo introspecção social
mau uso da linguagem
dificuldade motora Considerou histórico familiar
aspectos físicos e comportamentais
desempenho nos testes de QI Nos anos 50 e 60 (CHIARI, PERISSINOTO e TAMANAHA 2008) (KLIN, 2006) etiologia do autismo era pais não emocionalmente responsivos a seus filhos “mãe geladeira” Em 1978 Michael Rutter definiu quatro critérios 1) atraso e desvio sociais
2) problemas de comunicação
3) comportamentos incomuns (movimentos estereotipados e maneirismos)
4) início antes dos 30 meses de idade não só como função de retardo mental Características Identificar em bebês e crianças bem jovens (ARAUJO, 2011) Falta de relação social: contato pelo olhar pobre, desinteresse ou desgosto em ser pego no colo e isolamento
Ausência do brincar
Falta do mostrar e partilhar interesse
Falta de imitação
Flapping, balanceios, tantrums e crises de desorganização autismo psicose infantil distúrbio autístico do contato afetivo psicopatia autística (ARAUJO, 2011; GADIA et al., 2004) Isolamento ou comportamento social impróprio

Pobre contato visual

Dificuldade em participar de atividades em grupo

Indiferença afetiva ou demonstrações inapropriadas de afeto

Falta de empatia social ou emocional Resistência a mudanças
Insistência em determinadas rotinas
Apego excessivo a objetos e fascínio com o movimento de peças Prejuízos qualitativos na interação social Pobre habilidade social e a dificuldade em estabelecer amizades Melhora do isolamento social Padrões de comportamentos, interesses ou atividades
restritos, repetitivos e estereotipados Estereotipias Ao invés de brincar elas se preocupam em alinhar ou manusear os brinquedos se balançar, bater palmas repetitivamente, andar em círculos repetir determinadas palavras, frases ou canções desenvolvimento motoras verbais melhora na adaptação a mudanças interesses restritos persistem em tópicos limitados Adulto falta de reciprocidade

dificuldades em compreender sutilezas de linguagem

interpretar linguagem corporal e expressões faciais Prejuízos qualitativos na comunicação e na imaginação verbal não-verbal Dificuldades na comunicação linguagem imatura
jargão
ecolalia
reversões de pronome
prosódia anormal
entonação monótona Dificuldade em iniciar ou manter uma conversação apropriada *persistem na vida adulta

*muitos permanecem não-verbais Etiologia Não há um marcador biológico
Quando há anormalidades biológicas não se pode estabelcer uma relação de direta entre CAUSA TEA (SCHWARTZMAN, 2011). Multifatorial (FUENTES et al., 2012). Familiar de primeiro grau acometido Presença de defeitos congênitos Idade materna ou paterna acima de 40 anos *Existem casos associados às síndromes genéticas e outros não Genético (BRUNONI, 2011) Ambiente exposição a agentes químicos infecções maternas uso de certas drogas prematuridade (abaixo de 35 semanas) baixo peso ao nascer (< 2500g) Pesquisa de mutações em genes candidatos
Triagem genômica
Caso de comorbidades
Detecção de genes de sucetibilidade
Observações da incidência entre irmãos
Análise das diversas regiões cromossômicas envolvidas Fatores genéticos são múltiplos Identificação
de causa genética
em 40% dos casos *Risco de recorrência que deve ser comunicado aos pais é da ordem de 5% Condições anormais de Gestação e Primeiros dias de vida mais frequente entre crianças do TEA não é determinante que a criança terá TEA Presdisposição PORÉM estes eventos ação desencadeadora + = TRANSTORNO AUTISTA TID-SOE Transtorno Autista Síndrome de Asperger Aumento da prevalência, atingindo uma média de 40 a 60 casos a cada 10.000 nascimentos (MULIK e SILVA, 2009) Aumento (KLIN, 2006) grau de comprometimento tende ser maior (FOMBONNE, 2005) adoção de definições mais amplas do conceito de autismo e suas diferentes manifestações CID-10 DSM IV Autismo infantil
Autismo atípico
Síndrome de Rett
Outro transtorno desintegrativo da infância
Transtorno com hipercinesia associada a retardo mental e a movimentos esteriotipados
Síndrome de Asperger
Outros Transtornos Globais do Desenvolvimento
Transtorno Global do Desenvolvimento não especificado Transtorno Autista
Transtorno de Rett
Transtorno Desintegrativo da Infância
Transtorno de Asperger
Transtorno Invasivo do Desenvolvimento Sem Outra Especificação Tema de outro grupo Transtorno Autista
Transtorno de Rett
Transtorno Desintegrativo da Infância
Transtorno de Asperger
Transtorno Invasivo do Desenvolvimento Sem Outra Especificação TRANSTORNO DESINTEGRATIVO DA INFÂNCIA TRANSTORNOS INVASIVOS DO DESENVOLVIMENTO
SEM OUTRA ESPECIFICAÇÃO
(TID-SOE) (ASSUMPÇÃO Jr e KUCZYNSKI, 2011) Idade de início é variável
Predomínio no sexo masculino
Comprometimento na área da sociabilidade
Bom padrão comunicacional
Comprometimento cognitivo discreto *ausência de algum dos sintomas fundamentais para o diagnóstico do autismo quadros diagnosticados como Antigamente comportamentos autísticos É uma categoria diagnóstica de exclusão e não possui regras especificadas para sua aplicação SOCIAL COMUNICAÇÃO COMPORTAMENTO + OU > 6 sintomas no total

início < 36 meses Não há grande acordo clínico Em 1908, Heller relatou 6 crianças desenvolvimento aparentemente normal
(primeiros 3-4 anos de vida) perda das habilidades sociais e comunicativas o termo dementia infantilis Critério para diagnóstico Não é comparável à demência
Nenhuma causa orgânica foi encontrada Etiologia ainda é desconhecida
Condição extremamente rara (1,7 por 100.000)
Não existe tratamento
Complicações neurológicas (epilepsia)
Prognóstico é pior que o de TEA em geral retardo mental grave/profundo (MERCADANTE, GAAG,SCHWARTZMAN, 2006) As causas ainda são desconhecidas, mas alterações aparecem em estudos de neuro-imagem: tamanhos anormais: - da amígdala
- do corpo caloso
- do hipocampo atraso no desenvolvimento do córtex frontal
padrões de baixa atividade em diversas áreas (FRITH, 2003; SILVA & MULIK, 2009) Teorias tem fortes hipóteses para explicar o quadro: Habilidade cognitiva: atribuir estados mentais ao outro 1) TEORIA DA MENTE (FRITH & FRITH, 2006) Estados mentais presentes constantemente em uma pessoa: como João é muito volátil
Estados emocionais passageiros: como Maria está brava
Os desejos e intenções associadas a eles: estar como fome e se dirigir em direção à geladeira
As crenças, mesmo que sejam falsas ou que apenas você acredite nelas mentalização Para compreender o outro entender o POR QUÊ
de determinado comportamento Todas essas variáveis são computadas na interação com outro



Essas informações são extraídas: expressões faciais prosódia movimentos corporais direcionamento do olhar passando
pelo filtro
da percepção compreender melhor o outro de forma automática TEA e TEORIA DA MENTE Dificuldade em reconhecer estados mentais do outro Direcionamento do olhar em direção ao olhar do outro (NORBURY et al, 2009) "CEGUEIRA DA MENTE" (BARON-COHEN, 2009) Crianças do espectro autista:
desempenho prejudicado em tarefas de falsas crenças (BARON-COHEN, LESLIE, & FRITH, 1985) mentalizar sobre o outro Síndrome Disexecutiva FUNÇÕES EXECUTIVAS:
Conjunto de habilidades que possibilita pensar sobre estratégias
planejar
resolver problemas
auto avaliação
podendo emitir respostas a situações novas e complexas (STUSS & KNIGHT, 2002) (RUSSELL, 1997) Controle inibitório (OZONOFF, JENSEN, 1999) (SHU et al., 2001) Flexibilidade cognitiva (OZONOFF, 1997) Planejamento Teoria da Coerência Central
(Weak Central Coherence) (NOENS e VAN BERCKELEAR-ONNES, 2008) Processam informações de forma mais típica quando são explicitamente requisitadas TEA: tendência a uma percepção FOCAL e não GLOBAL considerando o contexto (PLAISTED, SWETTENHAM, & REES, 1999) estímulo
visual estímulo
auditivo (HAPPÉ & FRITH, 2006) Por exemplo? não integram o significado de determinada palavra dentro de um contexto específico (LÓPOEZ e LEEKAM, 2003) Dificuldades em processar uma informação dentro de um contexto (frase ambígua) Diagnóstico Critérios para o diagnóstico do transtorno Autista (GADIA, TUCHMAN e ROTTA, 2004) Podem apresentar outros comportamentos, como:
- autolesões
- pica
- hiperatividade
E outras condições médicas e/ou retardo mental (FRITH e HAPPÉ, 1999) (GADIA, TUCHMAN e ROTTA, 2004) SÍNDROME DE ASPERGER Em 1944 descrita por Hans Asperger Pobreza na comunicação não verbal: gestos e prosódia
Pouca empatia e tendência a intelectualizar as emoções
Fala prolixa, em monólogo e linguagem tendendo ao formalismo
Interesses que ocupavam o foco da atenção, e dominavam a conversa
Ao contrário das descritas por Kanner, não eram retraídas as crianças apresentaram: (KLIN, 2006) Prevalência ao redor de 20 a 25 por 10.000, dificuldade em estabelecer diagnóstico influencia estes números. (ASSUMPÇÃO JR e KUCZYNSKI, 2011) alterações nas mesmas três áreas de desenvolvimento dos quadros de autismo Interagem com outras pessoas, porém de forma inapropriada Quadro de alta funcionalidade porém Diagnóstico QI normal ou acima da normalidade Há déficits semânticos (GADIA, TUCHMAN e ROTTA, 2004) Fala peculiar, com alterações prosódia timbre tom Compreensão comprometida prevalecendo interpretações literais Comunicação não verbal linguagem corporal desajeitada expressões faciais limitadas ou impróprias dificuldades com proximidade física de outros (ASSUMPÇÂO JR e KUCZYNSKI, 2011) (KLIN, 2006) AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO (MECCA et al, 2011) Diagnóstico Clínico anamnese avaliação direta avaliação
multidiscipinar avaliação
neuropsicológica exames complementares
(pesquisa de X-frágil nos meninos) Instrumentos questionários de rastreamento* questionários de diagnóstico Eye-tracking
(Varredura visual) *Instrumentos de baixo custo que permitem identificar ocorrência familiar dos TEA
sensibilidade para alterações clínicas ASQ (Autism Screening Questionnaire) crianças com menos de 6 anos crianças com 6 anos ou mais Existem 2 versões ABC (Autism Behavior Checklist)
É um teste bastante usado em populações com retardo mental
Contém 57 itens: avaliação comportamental de autistas M-CHAT (Modified Checklist for Autism in Toddlers)
Rastreamento precoce de autismo: em crianças entre 18 e 24 meses
Aplicado nos pais ou cuidadores da criança
Autoaplicável e simples, e apresenta alta sensibilidade e especificidade Há diferenças na execução e inibição do movimento ocular ao extraírem informações do ambiente Pode alterar a maneira como o indivíduo age sobre o contexto Há uma limitação pelo próprio critério diagnóstico disponível (Pelphrey et al. 2002) focam menos a região dos olhos Diagnóstico precoce é importante Melhor aproveitamento de intervenções terapêuticas e pedagógicas A preocupação dos pais geralmente só vem quando percebem que a criança está com atraso na fala (BOSA, 2006) 50% dos pais expressam abertamente uma preocupação com o filho em idade entre 18 e 24 meses (TRUFFINO E VILLAMISAR, 2004) entretanto Intervenções Terapêuticas Ampliação da atenção compartilhada
Reciprocidade social
Regulação do comportamento e das emoções
Linguagem e Comunicação
Habilidades cognitivas estratégias atividades lúdicas
exploratórias e simbólicas
jogos
desenhos
uso de figuras
leitura de textos (PERISSINOTO, 2011) OBJETIVOS dependem da idade e das deficiências apresentadas Intervenções psico- educacional e orientação familiar
Equipe multidisciplinar
Principais intervenções Terapias Comportamentais baseadas na Análise do Comportamento Aplicada (ABA) Treinamento e Ensino de Crianças com Autismo e Outras Dificuldades de Comunicação Relacionadas (TEACCH) Os pais trabalham com os profissionais como co-terapeutas para que as técnicas possam ter continuidade em casa Promover comportamentos desejados e reduzir àqueles indesejados Repertório comportamental sustendado em diferentes ambientes, com diferentes pessoas Oferece estratégias cognitivas e comportamentais Técnicas de organização, estruturação, repetições e treinamento Ambiente físico e social organizado com recursos visuais TEA compreende as atividades diárias com mais facilidade É usado por psicólogos, professores de educação especial, fonoaudiólogos e profissionais treinados Terapia Fonoaudiologia Desenvolver recursos para a aprendizagem Dependendo da aptidão verbal, o objetivo pode ser: Terapia Ocupacional (TO) - Se vestir e se arrumar
- Se alimentar
- Usar o banheiro de forma independente
- Melhorar as habilidades social Trabalha conjuntamente habilidades cognitivas, físicas e motoras
Habilidades de brincar e aprender, e atividades de vida diária motora fina
percepção visual Fisioterapia Trabalhar dificuldades motoras, tais como dificuldades para sentar, andar, correr e pular
Tratar a falta de tônus muscular, equilíbrio e coordenação Acompanhamento psicopedagógico -Técnicas que facilitem a aprendizagem
- Investir no potencial (habilidades) apresentado Obrigada

Nathalia I. Baptista
Vivian Lederman
Pollyana Braga

Distúrbios do Desenvolvimento nas Neurociências
professor Dr. José Salomão Schwartzman Pesquisas indicam que pessoas com TEA têm prejuízo nestas funções - Coordenar a mecânica da fala com o significado e valor social da linguagem - Aprendizado de sinais e gestos para se comunicar
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