Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Quem não se comunica por fora fica

No description
by

Felps Marinho

on 21 September 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Quem não se comunica por fora fica

Gêneros x Tipos
Problemas na comunicação
Tipo dinâmico de composição, em que uma sequência lógica de ações se articula a um ser.
A Narração
A Descrição
Exposição
Quem não se comunica por fora fica
Introdução aos estudos de texto
Tipos de textos
"os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social, portanto, são
entidades
sócio-discurssivas e formas de ação social em qualquer situação comunicativa"
Gêneros textuais:
são os textos encontrados no nosso cotidiano e apresentam características sócio-comunicativas: carta pessoal ou comercial, diários, agendas, e-mail, facebook, lista de compras, cardápio entre outros.
Tipos textuais:
sequência definida pela natureza linguística de sua composição: narração, descrição, argumentação, exposição e injunção.
Conhecendo os

TIPOS DE COMPOSIÇÃO
Os Elementos da Narrativa
Os elementos que compõem a narrativa são:

- Foco narrativo (1º e 3º pessoa);
- Personagens (protagonista, antagonista e coadjuvante);
- Narrador (narrador-personagem, narrador-observador).
- Tempo (cronológico e psicológico);
- Espaço.
o que, como, quando, onde, por que, quem
Outra noite, voltando para casa, entrou no trem um senhora com uma vela acesa. Tinha a postura de aia tardia ou de primeira comunhão. A chama se agachava e subia nervosa, no vaivém irritante de chuvisco de tevê. Ela sentou reta, cuidando excessivamente com a coluna dela e do fogo. Um segurança passou pelo setor e pediu que apagasse a vela. "Não posso apagar uma promessa", replicou. "É como não pagar uma dívida". Ela falava bem, com um português de domingo. O segurança insistiu: "ninguém fuma no trem". "Eu não estou fumando, senhor. Não há nenhuma ordem que proíba carregar velas acesas aqui." Ele se calou e ficou ali, com seu colete de mangas cavadas. Não suportou a tensão da curiosidade: "Que promessa a senhora fez?". Ela não respondeu. Desceu na primeira parada e entrou em outro vagão.
CARPINEJAR, Fabrício
Histórias de Trem
Romance:
Em geral é um tipo de texto que possui um núcleo principal, mas não possui apenas um núcleo. Outras tramas vão se desenrolando ao longo do tempo em que a trama principal acontece. O Romance se subdivide em diversos outros tipos: Romance policial, Romance romântico, etc. É um texto longo, tanto na quantidade de acontecimentos narrados quanto no tempo em que se desenrola o enredo.
Conto e Crônica
Conto:
é uma narrativa curta. O tempo em que se passa é reduzido e contém poucas personagens que existem em função de um núcleo.
Fábula:
É semelhante a um conto, entretanto o objetivo do texto é o de dar algum ensinamento, uma moral. Além disso, as personagens são animais, mas com características de comportamento humanos.
A Notícia
Caracteriza-se pela linguagem direta e formal. Tem caráter informativo e é escrito de forma impessoal, frequentemente fazendo uso da terceira pessoa. Inicia-se com o lide e se segue com o corpo da notícia. Enquanto na primeira parte estão registradas as principais informações do fato, no corpo do texto estão presentes os detalhes (relevantes ou não), as causas e as consequências dos fatos, como, onde e com quem aconteceu, e a sua possível repercussão na vida das pessoas que estão lendo.
Crônica:
por vezes é confundida com o conto. A diferença básica entre os dois é que a crônica narra fatos do dia a dia, relata o cotidiano das pessoas, situações que presenciamos e já até prevemos o desenrolar dos fatos.
Parábola:
é a versão da fábula com personagens humanas. O objetivo é o mesmo, o de ensinar algo. Para isso são utilizadas situações do dia a dia das pessoas.
Apólogo:
é semelhante à fábula e à parábola, mas pode se utilizar das mais diversas e alegóricas: seres animadas ou inanimadas, reais ou fantásticas, humanas ou não.
Enquanto a narração é o relato de um fato que ocorre em determinado tempo, a descrição é o relato de um objeto, pessoa, cena ou situação estática, ou seja, não depende do tempo. Descrever é desenhar com palavras determinada imagem, de modo que a mesma possa ser visualizada pelo leitor em sua mente.
"Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria."
LISPECTOR, Clarice
Felicidade Clandestina
•Descrição objetiva: acontece quando o que é descrito apresenta-se de forma direta, simples, concreta, como realmente é:

a) O objeto tem 3 metros de diâmetro, é cinza claro, pesa 1 tonelada e será utilizado na fabricação de fraldas descartáveis.

b) Ana tem 1,80, pele morena, olhos castanhos claros, cabelos castanhos escuros e lisos e pesa 65 kg. É modelo desde os 15 anos.
Descrição Objetiva
Descrição Subjetiva
Descrição subjetiva: ocorre quando há emoção por parte de quem descreve:

a) Era doce, calma e respeitava muito aos pais. Porém, comigo, não tinha pudores: era arisca e maliciosa, mas isso não me incomodava.

Portanto, na descrição subjetiva há interferência emocional por parte do interlocutor a respeito do que observa, analisa.
A sala de aula é clara e com 25 carteiras, todas de madeira e com braços esverdeados. São cinco fileiras milimétricamente organizadas. Ao fundo da sala, um quadro com o nome dos alunos se dispõe em muitas cores vivas. À frente, é claro, pode-se ver o quadro negro, famoso por seu poder de ensinar.
O cheiro de giz cintilava livremente na pouca luz que irrompia da janela semicerrada. O espaço era claustrofóbico, duma imobilidade caótica. Descia por trás do que parecia ser um amontoado de carteiras uma cena fantasiosa de letras e que chamavam nomes de crianças em cores, mas pouco se lia.
x
A Argumentação
A argumentação é um recurso que tem como propósito convencer alguém, para que esse tenha a opinião ou o comportamento alterado. Sempre que argumentamos, temos o intuito de convencer alguém a pensar como nós.
No momento da construção textual, os argumentos são essenciais, esses serão as provas que apresentaremos, com o propósito de defender nossa ideia e convencer o leitor de que essa é a correta.
Retórica
é uma palavra com origem no termo grego rhetorike, que significa a arte de falar bem, de se comunicar de forma clara e conseguir transmitir ideias com convicção.
A estrutura geral de um texto argumentativo consiste de introdução, desenvolvimento e conclusão, nesta ordem. Cada uma dessas partes, por sua vez tem função distinta dentro da composição do texto:

Introdução:
é a parte do texto argumentativo em que apresentamos o assunto de que trataremos e a tese a ser desenvolvida a respeito desse assunto.
Desenvolvimento:
é a argumentação propriamente dita, correspondendo aos desdobramentos da tese apresentada. Esse é o coração do texto, por isso, comumente se desdobra em mais de um parágrafo. De modo geral, cada argumentação em defesa da tese geral do texto corresponde a um parágrafo.
Conclusão:
a parte final do texto em que retomamos a tese central, agora já respaldada pelos argumentos desenvolvidos ao longo do texto.
Diferentemente da argumentação, cujo raciocínio consiste na organização para o convencimento, na exposição tem-se em mente apenas demonstrar ou relatar algum fato para alguém. Isso ocorre, por exemplo, nos livros didáticos, em que o texto é tão somente informativo.
1. A exposição consiste em uma sequência de informações sobre um assunto, de modo impessoal.

2. O texto é, geralmente, estruturado a partir de uma ideia central, desenvolvimento e uma conclusão.

3. Utiliza linguagem clara e objetiva. Está relacionada à função
referencial da linguagem
.

4. O autor deseja expor um conceito ou uma ideia, analisar um fato ou informar algo.

5. É o modo de organização dos artigos científicos, os livros didáticos, as palestras, os textos jornalísticos.
Exposição:
transmissão de informações e conhecimento objetivo.

Exemplos:
• Orais - conferência, exposição oral, aula, seminário palestra.

• Escritos - texto científico, relatório, artigo enciclopédia, resumos, livros didáticos...

Injunção
A injunção está presente em nosso cotidiano por meio de textos muito comuns como os manuais de instrução, as receitas de bolo, as campanhas eleitorais e publicitárias, as regras de jogos. Suas principais características são:

1. O autor da mensagem dirige-se ao leitor ou ouvinte por meio de comandos, geralmente utilizando verbos no imperativo. No texto injuntivo, predomina a função apelativa da linguagem.

2. Em muitos casos, a mensagem é composta de duas partes: a enumeração dos elementos e a explicação sobre o modo de realizar a tarefa.

3. Linguagem clara, didática, de modo a promover a execução perfeita da tarefa.

Exercícios de Narrativa
Exemplo:

A dona tinha aproximadamente 1,70m e 60 kg. Vestia uma blusa rosa decotada e uma saia rodada na altura dos joelhos. Seus cabelos eram castanhos encaracolados e sua pele morena.
Um retrato bem próximo à realidade daquilo que é descrito.
Exemplo:

A dona era uma velha balofa, de peruca mais negra do que a asa da graúna. Vestia um pijama desbotado e de seda japonesa e tinha as unhas aduncas recobertas por uma crosta de esmalte vermelho-escuro, descascado nas pontas encardidas.

(Ligia Fagundes Telles, “As formigas”)
A partir de um ponto de vista pessoal, ou seja, é transmitida uma imagem por meio de juízos de valor
O telefone celular

A história do celular é recente, mas remonta ao passado –– e às telas de cinema. A mãe do telefone móvel é a austríaca Hedwig Kiesler (mais conhecida pelo nome artístico Hedy Lamaar), uma atriz de Hollywood que estrelou o clássico Sansão
e Dalila (1949).
Hedy tinha tudo para virar celebridade, mas pela inteligência. Ela foi casada com um austríaco nazista fabricante de armas. O que sobrou de uma relação desgastante foi o interesse pela tecnologia.
Já nos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, ela soube que alguns torpedos teleguiados da Marinha haviam sido interceptados por inimigos. Ela ficou intrigada com isso, e teve a ideia: um sistema no qual duas pessoas podiam se comunicar mudando o canal, para que a conversa não fosse interrompida. Era a base dos celulares, patenteada em 1940.
Full transcript