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Victor Turner - "O Processo Ritual"

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by

Pedro Alves

on 22 October 2013

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Transcript of Victor Turner - "O Processo Ritual"

Victor Turner - "O Processo Ritual"
FONTS
“Razões para a realização do ritual Isoma”
O ritual em si: o ISOMA
O Simbolismo dos ritos tribais
" A vida "imaginativa" e "emocional" do homem é sempre, em qualquer parte do mundo, rica e completa. Faz parte da minha incumbência exatamente mostrar quanto pode ser rico e completo o simbolismo dos ritos tribais" [pág. 15]
O Autor :
Victor Turner
Seminário Antropologia III
Mariana da Fonte e Pedro Henrique Alves
- 28/05/1920 - 18/12/1983
- Nascido em Glasgow, na Escócia
- Pai engenheiro e mãe atriz
- Se casa com Edith Davis e retoma seus estudos após a II G. M
- Se forma com E. Leach e Radcliffe-Brown
- Passa dois anos na Zâmbia e Rodésia com sua família realizando pesquisas
- Publica, em 1969, "O Processo Ritual"
- Foi consagrado como um dos grandes teóricos da Antorpologia Ritual e um dos funadores da Escola de Manchester
Ritos da África Central: os Ndembus
“ Aqui lembrarei apenas que, entre os ndembus, existe uma conexão estreita entre conflito social e ritual, nos níveis de aldeia e “vizinhança”, e que a multiplicidade de situações de conflito está correlacionada com uma alta frequência de execuções rituais” [pág. 24]
1ª Parte:
Apresentação do trabalho etnográfico de Turner e suas contibuições para a análise dos rituais
2ª parte:
Explicação dos principais conceitos desenvolvidos por Victor Turner
A communitas
Símbolos como reafirmação de rituais
Kipá Judaico
Cruscifixo cristão
Franja Emo
Tatuagem Yakusa
- Fenômenos sociais como processos e sistemas em transformação, não como modelos estáticos
- O estudo dos elementos de pertubação de um sistema é mais revelador do que a observação das suas condições normais
- Rituais como ferramenta de transformação social e de criação de ordem social
- A multivocalidade dos símbolos
Contribuições principais de Victor Turner
A liminaridade
- Nenhum estado preciso

- Espaço de contato com o sobrenatural e o terreno

- Estado de potencialidade

- Símbolos para marcar a diferenciação de status

Exemplos de situações e condicões liminares
O que marca o estado de liminaridade? Os ritos de passagem
- Communitas é um substantivo latino geralmente referindo-se tanto a uma comunidade não estruturada, em que as pessoas são iguais, quanto para o próprio espírito da comunidade.
- É geralmente associada com a sensação de que as pessoas foram removidas as máscaras do mundo social comum, que as pessoas envolvidas se tornaram autênticos indivíduos genuínos livres das restrições de obrigações sociais.
- Ligado a ideia da antropologia da performance e do drama social
Exemplos de communitas
2ª Parte: análise conceitual
sociedade
Estruturas
Antiestruturas
x
Rede de posições, institucionalização, persistência no tempo de instituições sociais. Também se refere aos sistemas econômico, político e legal.
Eventos, práticas e valores que estão a margem da sociedade institucionalizada. Estão muito presentes na vida social, no entanto, desafiam e transformam a estrutura. Communitas.
O salto dos Vanuatu
Este ritual serve como um rito de passagem e como um ritual de colheita das tribos da ilha de Vanuatu, no Oceano Pacifico. Os garotos das tribos têm que subir em uma torre de 30 metros de altura com cipós amarrados nos tornozelos e se jogar, a uma velocidade de cerca de 72 quilômetros por hora. Quando o “mergulho” é feito corretamente, o garoto deve encostar os ombros e a cabeça no chão. Entretanto, os cipós não são elásticos e um cálculo errado do comprimento da corda pode causar ferimentos sérios ou até mesmo a morte do garoto no ritual, que é feito com meninos de cerca de 7 ou 8 anos.
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