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Agressividade e violência física e emocional

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Inês Vinagre

on 5 February 2014

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Transcript of Agressividade e violência física e emocional

Maus tratos, Agressividade e
Violência

A violência é uma realidade quase diária nas nossas vidas. É uma manifestação de agressividade que ocorre em todos os níveis sociais, económicos e culturais.
Violência
É o uso intencional da força ou do poder físico, praticados como ameaça, contra si mesmo, outra pessoa ou um grupo da comunidade, que cause ou tenha muitas probabilidades de causar lesões, morte, danos psicológicos, trastornos do desenvolvimento ou privações (OMS, 2003).
É a expressão de uma emoção que está presente na nossa sociedade, a nível familiar, escolar e laboral.
Agressividade
Violência visível
Violência invisível
Violência directa
Violência cultural
Violência estrutural
Violência visível
Violência visível
É a tendência a atacar o outro com a intenção de causar um dano.

Existem muitas outras definições, mas em todas elas, a intenção de causar dano é a pedra angular desta emoção.
Dois termos intimamente relacionados com agressividade
são agressão e violência.

A agressão é o comportamento e violência é um subtipo de agressão.
A agressividade ou os maus tratos podem ser directos ou indirectos em relação à pessoa. Pode manifestar-se directamente através da agressão física ou verbal. Ou indirecta, quando é desencadeada a agressividade ou violência dirigida a uma terceira pessoa.
Violência é o que um ser humano exerce sobre outro ser humano. Consiste nuna certa força empregue para produzir no(s) outro(s) efeitos físicos ou psíquicos que contrariem as suas inclinações , as suas propensões e as suas necessidades.
Defendendo uma diferenciação entre agressividade e violência, Sanmartin (2000) diz que o ser humano é agressivo por natureza, mas pacífico ou violento de acordo com a cultura em que cresça e se desenvolva.
Os fenómenos violentos estão presentes em todos os contextos dos seres humanos. O sociólogo norueguês Johan Galtung, propôs a distinção entre três formas de violência:
Violência
Directa:
É o ataque ou a negação de direitos a grupos sociais pelo simples factop de pertencer a uma etnia ou certa identidade sexual.
Gera-se em condições de exploração, discriminação, marginalização, subjugação e injustiça social, onde impera um poder desigual que proporciona oportunidades de vida diferenciada e a distribuição desigual dos recursos.
É visível e refere-se à agressão física ou verbal e à sua combinação; a pessoa atacante é facilmente identificada, já que se dá cara a cara.
Estrutural
Cultural
Estas três formas de violência estão estreitamente interrelacionadas; a violência pode começar em qualquer canto do triângulo.
Causas
•Repressão da sociedade.
•Crise nas familias
•Excesso de trabalho.
•Falta de uma figura materna ou paterna.
•Desemprego.
•Falta de limites.
•Alcolismo.
•Toxicodependência.
•Humilhação.
•Perda de valores na sociedade.
•A crise política, económica e social.
•A influência da televisão.
•Falta de autoestima.
•Falta de comunicação familiar.
•Dificuldades sociais económicas e pessoais dos pais.
•Massificação das escolas.
•Reprodução de modelos violentos de modelos mais velhos.
•Visão da escola como um espaço de contenção.
•Falta de estruturas legais para prevenir a violência adolescente.
•Falta de adaptação da escola à multiculturalidade.
•Crise de autoridade dos professores.
•Necesidade de impôr as suas exigências sem obstáculos.
Tipos de maus tratos
Ameaçar ou maltratar fisicamente, deixando ou não lesões, por exemplo: empurrões, bofetadas, golpes, puxões de cabelo, mordeduras, patadas, torcer os braços, bater com objetos, queimaduras, etc. Coerção ou limitação de movimentos físicos.
Contacto sexual sem consentimento.
Qualquer contacto sexual coercivo ou com o objectivo de exploração, por exemplo: carícias, relações sexuais, ou ataques a zonas sexuais do corpo. Obrigar a ver imagens ou actividades sexuais / ameaçar com contactos sexuais.
Infligir angústia através do controlo e limitação de acesso a amigos, escola ou trabalho; isolamento forçado, ser testemunha involuntária de actividades e imagens violentas; intimidação, usar o medo de maltrato físico, ameaças, chantagens, ameaças de suicídio; destruição de propriedade, brinquedos, etc.
Incapacidade ou fracasso nas obrigações de cuidar e proporcionar à criança/Jjovem/adulto/idoso a satisfação das suas necessidades de cuidados básicos indispensáveis ao seu crescimento e desenvolvimento normais (de higiene, alimentação, afecto e saúde). Com ou sem intenção de causar dano ou stress físico ou emocional, por exemplo: abandono, não provisão de dinheiro, alimentos, pobre cuidado da saúde, ausência de afecto e de protecção, etc.
Forma pouco comum de maltrato em que um prestador de cuidados (em geral a mãe), fabrica, simula ou induz sintomas de doença física na criança
Violência de género
São relações de domínio e discriminação por razão de género. Tem como consequência um maltrato ou sofrimento físico, sexual ou psicológico para a mulher ou para o homem, apenas devido ao seu género.
Violência contra as mulheres
Qualquer acção ou omissão, baseada no seu género, que cause dano ou sofrimento psicológico, físico, patrimonial, económico, sexual ou a morte no âmbito privado ou público.
Violência contra crianças
Uso deliberado da força física ou do poder, real ou em forma de ameaça, por parte de uma pessoa ou grupo, que tenha, o possa ter como resultado lesões, danos psicológicos, um desenvolvimento alterado, privações ou inclusive a morte, prejuízo efectivo para o seu desenvolvimento ou dignidade.
Violência familiar
Qualquer acto, conduta ou omissão que sirva para infligir, reiteradamente e com intensidade, sofrimentos físicos, sexuais, mentais ou económicos, de modo directo ou indirecto (por meio de ameaças, enganos, coacção ou qualquer outro meio) a qualquer pessoa que habite no mesmo agregado doméstico
privado (pessoas – crianças, jovens, mulheres adultas, homens adultos ou idosos – a viver em alojamento comum) ou que, não habitando no mesmo agregado doméstico privado que o agente da violência, seja cônjuge ou companheiro marital ou ex-cônjuge ou ex-companheiro marital”.
(Machado e Gonçalves, 2003)
Entre pares ou bullying
Comportamento prolongado de insultos, rejeição social, intimidação ou agressão física de alunos contra outros.
No namoro
O que fazer?
1. Identificar
2. Sinalizar
Falta de empatía.
Ansiedad.
Fatiga crónica.
Insomnio.
Trastornos de hábitos alimenticios.
Alcoholismo.
Drogadicción.
Aislamiento.
Perdida de la autoestima.
Temor.
Culpa.
Desvalorización.
Odio.
Vergüenza.
Desconfianza
Desempeño escolar
Las habilidades que son afectadas con mayor frecuencia son: lectura, ortografía, escuchar, hablar, razonar, y matemática.
Esta puede causar que una persona tenga dificultades aprendiendo y usando ciertas habilidades.
Abandono escolar
Posso ajudar?
O espectro de maus tratos abrange qualquer acção que impeça a criança, jovem, adulto ou idoso de atingir ou viver de acordo com o seu potencial físico e psicológico
Físico
Sexual
Psicológico
Envolvimento de crianças e adolescentes, dependentes e imaturos,em actividades sexuais que não compreendem verdadeiramente,para as quais não são capazes de dar um consentimento informado,e que são susceptíveis de prejudicar o seu desenvolvimento.
Abuso Sexual de menor
Verbal
Não Verbal
Hostilização
Depreciação
Criticismo
Ameaça
Ridicularização
Rejeição
Ausência
Chantagem emocional
Negligência
Activa
Passiva
Tipos de Negligência
com intenção de causar dano à criança
Resultante da incompetência ou impossibilidade dos cuidadores para assegurarem cuidados
Números do Abuso Sexual
Maior prevalência entre as raparigas
Início da maioria das situações entre os 4 e os 12 anos de idade
Fenómeno transversal às diferentes classes sociais
Preponderância de ofensores do sexo masculino, independentemente do sexo da vítima
Na grande maioria é perpetrado por alguém próximo da criança:
10-30% abusadas por desconhecidos
40% abusadas por pessoas conhecidas ou próximas
30-50% abusadas por elementos da própria família
Exploração do trabalho
A partir dos 16 anos de idade todo o trabalho é autorizado?
Sim
Os menores com idade inferior a 16 anos podem participar em espectáculos e outras actividades?
O envolvimento de crianças no tráfico de drogas é considerado trabalho infantil?
Sim
Sim e
Não
Não
Existem actividades, processos e condições de trabalho proibidos a menores de 18 anos.
São proibidas ao menor as actividades consideradas perigosas ou desenvolvidas em locais perigosos (previstas nos artigos 116.º a 121.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho_ por força do art. 12º da Lei 7/2009), tais como os trabalhos que implicam a exposição a alguns agentes físicos, biológicos e químicos, os trabalhos que impliquem a condução ou operação de veículos de transporte, tractores, etc., trabalhos realizados no subsolo, trabalhos realizados em clubes nocturnos e similares, entre out
ros.
Os menores podem participar em espectáculos e outras actividades de natureza cultural, artística ou publicitária, designadamente como actor, cantor, dançarino, figurante, músico, modelo ou manequim, incluindo os correspondentes ensaios.
Os menores só podem participar em espectáculos circenses desde que tenham pelo menos 12 anos de idade e se a sua actividade, incluindo os correspondentes ensaios, decorrer sob a vigilância de um dos progenitores, representante legal ou irmão maior.
A actividade do menor não pode envolver qualquer contacto com animais ferozes.
Existem restrições quanto ao número de horas de actividade em função da idade do menor.
A participação do menor em espectáculos e outras actividades de natureza cultural está ainda sujeita a autorização pela CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) que avalia as condições de participação mediante a análise de um requerimento.
Saiba mais: a participação de menores em espectáculos está regulamentada pela Lei 35/2004 (por força do art. 12º da Lei 7/2009)
O envolvimento de crianças em actividades ilícitas, nomeadamente na produção e tráfico de drogas é uma das piores formas de trabalho infantil definidas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
As piores formas de trabalho infantil, definidas no artigo 3º da Convenção nº.182 da OIT, abrangem ainda:
todas as formas de escravatura ou práticas semelhantes à escravatura, tais como a venda e tráfico de crianças, a servidão por dívidas e a servidão, bem como o trabalho forçado ou obrigatório, incluindo o recrutamento forçado ou obrigatório de crianças para serem utilizadas em conflitos armados;
a utilização, recrutamento ou oferta de crianças para a prostituição, produção de pornografia, ou espectáculos pornográficos; e
os trabalhos que, pela sua natureza ou pelas condições em que são exercidos, são susceptíveis de prejudicar a saúde, a segurança, ou moralidade das crianças, conhecidos como trabalhos perigosos.
Trabalho doméstico pode ser exploração do trabalho infantil?
Apesar de serem conceitos muitas vezes confundidos, trata-se de situações distintas:

O trabalho domiciliário infantil:
É um subtipo de trabalho infantil e refere-se a uma actividade económica realizada por menores no domicílio mas sob a responsabilidade de terceiros (empresa). Supõe um vínculo contratual (formal ou não), sendo normalmente remunerado segundo a quantidade e qualidade da peça executada.Pode definir-se como trabalho realizado por menores, por conta de outrem, em contexto doméstico.

O trabalho doméstico:
É uma actividade não económica realizada por menores, no âmbito das relações familiares/decorrentes da vida familiar.Trata-se de tarefas domésticas realizadas no seio do próprio agregado familiar como arrumar a casa, preparar refeições, tomar conta de irmãos mais novos, etc.Estas actividades, se forem desenvolvidas em excesso, podem ser tão ou mais prejudiciais que as actividades em sentido económico.Contrariamente ao que sucede no desempenho de actividades económicas, as raparigas são as mais penalizadas com este tipo de trabalho
Síndrome de Munchausen por procuração
Vítimas: bebés; 1<crianças<3 anos
Razões: O adulto usa a criança para se manter próximo dos médicos e poder beneficiar do contacto com a comunidade médica
Impacto:
A criança pode sofrer dor desnecessariamente, quer através das acções parentais quer através dos procedimentos médicos
A criança pode experimentar oportunidades sociais, educacionais ou emocionais reduzidas
Algumas crianças sofrem danos físicos e até desenvolvimentais a longo prazo
O SMP pode ser letal
Outros tipos de maus tratos ou violência
não são menos expressivos ou violentos...
A denúncia de uma suspeita de maus tratos a uma criança é uma tentativa responsável e um exercício de cidadania para proteger essa criança!

De salientar que, para além de um dever cívico, a comunicação destas situações que ponham em risco a vida , a integridade física ou psíquica da criança, constitui uma obrigação obrigatória para qualquer pessoa (artigo n.º 66º, nº2 Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo).

A comunicação pode ser dirigida às entidades com competência em matéria de infância e juventude (serviços de saúde, escolas, serviços de ação social, etc.), às entidades policiais (PSP ou GNR), às Comissões de Proteção de crianças e Jovens (CPCJ) ou as autoridades judiciárias (Ministério Público e tribunais).
Criança ou Jovem em Perigo?
Está abandonada ou vive entregue a si própria;
Sofre maus tratos físicos ou psíquicos ou é vítima de abusos sexuais;
Não recebe os cuidados ou a afeição necessária à sua idade e situação pessoal;
É obrigada a atividades ou trabalhos excessivos ou inadequados à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudicais à sua formação ou desenvolvimento;
Está sujeita, de forma direta ou indireta, a comportamentos que afetem gravemente a sua segurança ou o seu equilíbrio emocional;
Assume comportamentos ou se entrega a atividades ou consumos que afetem gravemente a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento sem que os pais, o representante legal ou quem tenha a guarda de facto se lhes oponham de modo adequado a remover essa situação.
Entidades com intervenção em matéria de Infância e Juventude
CPCJ´s
Modalidade Alargada
Modalidade Restrita
Tribunais
1.Comunicação
2. Relações interpessoais e respeito pela diferença
3. Autoconceito, autoestima e autoconfiança
4. Os conceitos “agressividade” e “violência”
5. Assertividade e tomada de decisão
6. Controlo emocional e gestão da raiva
7. Resolução de problemas e conflitos
2. Relações interpessoais e respeito pela diferença
Promover o conhecimento de algumas das diferenças e semelhanças existentes entre as pessoas;
Promover a reflexão acerca da riqueza da diversidade;
Promover a reflexão acerca da construção do preconceito e estereótipos (origem e razões desta construção);
Promover a reflexão acerca da forma como o preconceito e os estereótipos influenciam o nosso comportamento e a forma como lidamos com a diferença;
Praticar atitudes de respeito pela diferença.
1. Comunicação
Reconhecer mecanismos de comunicação verbal e não-verbal;
Estar consciente da importância da comunicação não-verbal como fonte principal de informação acerca das pessoas
Dinâmica: Padrão Geométrico
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