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A escola de Frankfurt (Grupo 9)

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Ravelle Gadelha

on 21 October 2013

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Transcript of A escola de Frankfurt (Grupo 9)

Theodor Adorno (1903-1969)
Max Horkheimer (1895-1973)
Herbert Marcuse (1898-1976)
A Escola de Frankfurt e a Teoria Crítica
Conclusão
O funcionalismo sociológico e a teoria crítica têm em comum a constatação, que fazem, de que os meios de comunicação criaram e nutriram uma "cultura industrializada", pouco atenta à criatividade artisticamente orientada. Quando a diferença essencial entre as duas correntes de pensamento da Comunicação e de seus meios, ela está em que a primeira não arreda pé de seu compromisso teórico com o estabelecimento de dados empíricos do real. Já "os de Frankfurt" devotaram original atenção à pesquisa sociológica com a intenção de transcendê-la, filosoficamente, por uma proposição metafísica.
A cultura de massa pressupõe a existência da indústria cultural, de um lado, produzindo artigos em série para serem consumidos pelo público; e, de outro, a "massa", um número indeterminado de pessoas (quanto mais, melhor) despidas de suas características individuais - de classe, etnia, região, e até mesmo de país - que são tratadas como um todo razoavelmente homogêneo, para o qual a produção é direcionada.
Paradigma Conceitual ou Crítico-Radical
Na época da República de Weimar, na Alemanha, um grupo de intelectuais, entre os quais filósofos Theodor Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973), fundou, no dia 3 de fevereiro de 1923, o Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt am Main. Pouco mais tarde, seu nome seria mudado para Escola de Frankfurt. Filiado à Universidade de Frankfurt, foi a primeira instituição alemã de pesquisa sociológica a adotar teses da filosofia marxista.
O método marxista de interpretação foi revisto e proposto por uma filosofia da cultura, da ética, da psicos-sociologia e da psicanálise. Ao pensamento de Karl Marx (1818-1884) veio juntar-se o de Sigmund Freud (1856-1939). Nascia a teoria crítica da cultura, a ser aplicada à investigação dos mal-estares das sociedades capitalistas industrializadas do mundo ocidental.
A mercantilização
Em resumo, a crítica favorece a prática de uma denúncia da "barbárie cultural", transmitida pelos meios de comunicação. Marcuse, por sua vez, se deteve na análise crítica de um "mundo moderno" no qual a "instrumentalização" das coisas contagiou os homens.
A "civilização moderna" não parece dar sinais de que deseje superar seu mal-estar fundamental. As análises levadas a termo pela teoria crítica não apontam soluções positivas ou caminhos práticos para uma saída racional do impasse criado pela sociedade do novo Estado industrial e do capitalismo avançado. Foi criticada por não encaminhar, na prática, qualquer ação política.
A proposição crítico conceitual da Escola de Frankfurt finca seus alicerces na afirmação categórica da Kultur, tomando o sentido que a língua alemã confere a esse termo. Isso explica por que as considerações filosóficas de Adorno e Horkheimer apresentam rejeição ao termo mass culture ("cultura para massa"), substituindo-o por Kulturindustrie ("indústria da cultura"). O conceito de Kultur se associa à ideia de criação que o espírito humano é capaz; à libertação moderna das potencialidades do espírito e à ideia de progresso esclarecido.
Ao associar pesquisa sociológica e reflexão filosófica, a teoria crítica irá opor-se às "certezas empíricas", do funcionalismo sociológico americano, assim como toda espécie de análises descritivas e factuais do processo de comunicação. A teoria crítica desagradou aos líderes do Estado nacional-socialista alemão, decretando o fechamento da Escola de Frankfurt em 1933. Por conta da diáspora, do exílio obrigado a que foram condenados seus integrantes, as idéias e os ideais da Escola, após um périplo europeu, vieram aportar nos Estados Unidos, nos anos 40. Duas décadas passariam até que o Institute of Social Research pudesse retornar à sua pátria de origem.
Adorno e Horkheimer criaram conceitos de "dialética do esclarecimento" e "indústria da cultura". Com o primeiro, introduziriam crítica radical à "razão instrumental", que vinha desbancar a "razão objetiva" substituindo-a por uma expressão eufórica "do que pode ser útil" ou "é operacional". A racionalidade técnica aprofundou constrastes sociais pelo desnivelamento socioeconômico.
Indústria da Cultura
Filho de um industrial judeu, Max Horkheimer nasceu em 14 de fevereiro de 1895, em Stuttgart, na Alemanha. Abandonou os estudos em 1911 para aprender um ofício e ajudar na fábrica de seu pai. Participou da 1ª Guerra Mundial e, quando ela terminou, concluiu os estudos e decidiu se especializar em Filosofia e Psicologia, nas cidades de Munique, Friburgo e Frankfurt, onde conheceu o também filósofo Theodor Adorno. Horheimer associou-se em 1923 à criação do Instituto para a Pesquisa Social, do qual foi diretor, em 1931, sucedendo o historiador austríaco Carl Grünberg. Faleceu em 1973.
Theodor Wiesengrund Adorno nasceu em 1903 em Frankfurt, filho de pai alemão - um próspero negociante de vinhos, judeu assimilado - e mãe italiana. Foi um dos expoentes da chamada Escola de Frankfurt, que contribuiu para o renascimento intelectual da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial. Estudou filosofia, sociologia, psicologia e música na Universidade de Frankfurt e, aos 22 anos, foi para Viena, Áustria, onde aprendeu a arte da composição com Alban Berg. Adorno vinha de um meio de musicistas e amantes de músicas e logo se orientou para a estética musical. Com o fim da Guerra, Adorno é um dos que mais desejam o retorno a Frankfurt, tornando-se diretor-adjunto do Instituto Para Pesquisa Social e seu co-diretor em 1955, com a aposentadoria de Horkheimer, Adorno torna-se o novo diretor.
Herbert Marcuse nasceu em Berlim, capital da Alemanha, filho de pais judeus. Estudou literatura e filosofia em Berlim e Freiburg, onde conheceu filósofos como Martin Heidegger, um dos maiores pensadores alemães na época. Foi membro do Partido Social-Democráta Alemão entre 1917 e 1918, tendo participado de um Conselho de Soldados durante a revolução berlinence de 1919, na sequência da qual deixou o partido. Em 1933 foi trabalhar em Frankfurt, no Instituto de Pesquisa Social. Ainda no mesmo ano, ele imigrou da Alemanha para a Suíça, indo em seguida para os Estados Unidos, onde obteve a cidadania em 1940.
As teses defendidas põem em relevo o papel central que a ideologia desempenha em formas de comunicação, tal como vamos encontrá-las em sociedades urbanas modernas. Agentes da "bárbarie cultural", os meios de comunicação seriam veículos propagadores de ideologias próprias às "classes dominantes", impondo às classes populares pela persuasão ou pela pura e simples manipulação.
Adorno em parceria intelectual com Horkheimer, escreveu a principal obra desta corrente de pensamento crítico. Trata-se de A Dialética do Iluminismo, em 1947 na Holanda, assinalando os perigos decorrentes de uma pretensa socialização total do homem por intermédio dos novos meios de produção cultural. Adorno reflete sobre as consequências nefastas do "poder de massificar", próprio à "indústria da cultura", sobre liberdade individual. Pujantes e bem articulados entre si, os meios de comunicação jamais encorajam o exercício do espírito crítico, criando falsas necessidades de consumo.
Conceito-chave da proposição frankfurtiana, a "indústria da cultura" era viva ilustração e ardorosa denúncia do processo capitalista de mercantilização de artefatos culturais, proporcionando "alienação e "passividade mental", não neutra. Não é mais o Estado autoritário ou totalitário que exerce a "manipulação da consciência", pode ser ela, antes, creditada à "indústria da cultura"
Adorno, Horkheimer e Marcuse.
Campanha gerou polêmica por usar imagens de criança em poses consideradas sensuais. Após a publicação em 12 de outubro, as imagens foram compartilhadas por centenas de usuários do Facebook, acompanhadas de críticas à marca. A empresa diz que houve uma ''interpretação distorcida'' do conteúdo.
Segundo a coordenadora do Grupo de Pesquisa da Relação Infância, Juventude e Mídia (Grim), da Universidade Federal do Ceará (UFC), Inês Vitorino, a campanha desrepeita não só o código da publicidade. “É uma campanha extremamente de mau gosto e desrespeitosa em relação às crianças. Para começar, a criança não é o foco da campanha. A marca é para o consumo de adultos e coloca a criança extremamente erotizada, em uma situação absolutamente desnecessária. Além disso, fere o ECA porque coloca a criança em situação vexatória, de calcinha, se maquiando, dentro de uma sociedade com tantos casos de pedofilia e abuso sexual”, afirma.
Diante do caso, o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca) propôs na terça-feira (15) ao Ministério Público uma ação ação coletiva para que futuras campanhas envolvendo crianças e adolescentes não adotem uma postura similar. Segundo a entidade, mesmo que campanha da Courofino tenha sido retirada de circulação, a empresa pode ser penalizada com multa ou ter de assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
Fonte:G1 - Portal de Notícias da Tv Verdes Mares.
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