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As aventuras de João Sem Medo

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by

Catarina Patrão

on 4 June 2015

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Transcript of As aventuras de João Sem Medo

No início deste capítulo é nos apresentada a personagem principal: João Sem Medos. Este rapaz vivia numa aldeia chamada Chora-Que-Logo-Bebes, perto da Floresta Branca que é considerada uma espécie de Parque de Reserva de Entres Fantásticos e que está protegida pelo Muro.

Os habitantes desta pequena aldeia lastimavam-se de manhã até à noite. Viviam em casebres sombrios enquanto lá fora chovia, o que era um dos motivos pelo qual os choraquelogobebenses passavam a vida a choramingar. A única exceção era este tal João, que decidiu um dia, aventurar-se e saltar O Muro, para grande desgosto da mãe.

Saltou-o com enorme facilidade e entrou na Floresta, penetrada pela escuridão e que a início não parecia nada mais do que o nome indica: uma floresta. Questionava-se sobre a falta de criaturas fantásticas, quando, avistou uma clareira com dois caminhos. Ironicamente, pensou que seriam os dois caminhos fatais: o do bem e o do mal, e em tom de troça pôs-se aos gritos a chamar a fada mágica que supostamente o viria ajudar.

Resumo- 1º Capítulo
Resumo- 1º Capítulo (Continuação)
Realizado por:
- Catarina Patrão, nº6
-Filipa Macau, nº11
- Mariana Silva, nº17
Disciplina: Português

As aventuras de João Sem Medo
Para seu espanto, apareceu realmente, o que ao longe parecia uma fada, mas que de perto, se revelou um homem vestido de fada. Após umas quantas palavras de troça por parte do João Sem Medo, a fada falsificada lá lhe disse que o bom caminho o iria conduzir à felicidade e o mau, à infelicidade.

O rapaz optou pelo caminho que tinha um melhor aspeto através de um automóvel de oiro, que tinha uma rapidez suprema e só parou diante de uma casa cúbica sem janelas.

Reparou então, num homem com características humanas mas bastante desfigurado que lhe disse que se queria seguir aquele caminho tinha que cortar a cabeça e trazer nos pés e nas mãos correntes de ouro. João Sem Medo mostrou-se completamente atordoado com estas exigências, e recusou-as sem pensar duas vezes. Acabou então por regressar à clareira onde tudo tinha começado e optou pelo outro outro caminho.
João Sem Medo, sentia-se triste por não se poder mexer, achava que todas as árvores e plantas ficariam melhores vestidas.

Um dia ao ver se ao espelho verificou que precisava de ir ao cabeleireiro pois as suas folhas tinham crescido. O pior era mesmo ter o corpo coberto de chagas. No momento em que isto o afligia, passou um casal de namorados junto a ele, dizendo que a sua árvore cheirava bem, e ele pensava que estavam a gozar com a sua dor.

Desenharam na árvore dois corações atravessados por setas, que simbolizavam as suas promessas.
Nessa mesma semana, João Sem Medo, viu uma menina de pele muito braca, olhos verde-doirados e cabelos cor de mel e ficou encantando. Ao princípio ele não gostava das suas brincadeiras, mas pouco a pouco foi-se habituando, e quando ela não aparecia apetecia-lhe secar de desgosto.


Quando o Outono chegou a menina nunca mais apareceu, e como estava triste as suas folhas caíram. Um dia, um senhor velhinho, pôs se a examinar a árvore para ver se era João Sem Medo. Como sabia que ele não conseguia comunicar com ele, arranjou-lhe uma boca enorme para que pudesse falar.

Então o velhinho, propôs um acordo a João Sem Medo, que trocasse o destino com sua filha, que estava muito doente e que fosse para a Colina de Cristal, e ele aceitou, pois preferia tudo a não se poder mover.

O velho deu-lhe dois socos e vários golpes e foi buscar uma carroça puxada por um cavalicoque sonâmbulo, e puseram-se a caminho da casa do velho.

Quando chegaram, o velho, acendeu um fogo na chaminé e durante horas esteve a queimar cada órgão do nosso herói.
Ao princípio João Sem Medo sofreu, mas acabou por gostar da sensação de ser novamente livre, tendo conseguido voltar à sua forma.
Resumo- 3º Capítulo
Resumo- 3º Capítulo (Continuação)
Resumo- 3º Capítulo (Continuação
Resumo- 2º Capítulo
João Sem Medo continuou no caminho da Infelicidade e deparou-se com alguns obstáculos como pedras com dentes afiados que lhe mordiam os pés, uma mão que lhe estrangulava a nuca mas que posteriormente se revelou um sobreiro com dez troncos em forma de braços humanose cinquenta galhos curvos como garras. Esta árvore parecia bastante incomodada com o facto de o rapaz manter o seu bom humor e por isso pegou nele e jogou râguebi lançando-o de árvore em árvore.

Após o jogo, João Sem Medo tentou dormir e quando acordou estava cheio de fome e procurou tanto por comida que encontrou um pomar de laranjas e tangerinas no outro lado da Lagoa da Lama Verde. Apesar da proximidade das duas margens não foi fácil atravessar a Lagoa pois a água aumentava de volume e a terra afastava-se mas o rapaz não desistiu apesar de uma onda, uma gaivota e uma coruja lhe terem dito para ele chorar. Em vez de chorar João Sem Medo cantou e lá conseguiu amainar a água.
Quando chegou a terra foi logo a correr para a árvore mais próxima mas os frutos diminuíram até ao tamanho de berlindes, numa outra laranjeira transformaram-se em cabeças de bonecas, na tangerineira os frutos caíram no chão como bolas de borracha, todas as tentativas de apanhar um fruto foram em vão.
Apesar da fome, João Sem Medo ergue os braços para o ar e pede ao Mago para parar de o perseguir, dito isso foi transformado numa árvore.
Resumo- 2º Capítulo (Continuação)
Quando acordou ele e o passaroco puseram-se a caminho e ao poisar na Colina de Cristal, ergueu-se uma fábrica dum Palácio de brancura irreal. Ao tocar na superfície lisa da Colina de Cristal, sentiu uma súbida rápida como se tivesse tombado num abismo.

Quando ele entrou, não viu ninguém, mas não perdeu tempo à procura do dono do Palácio. Procurou bastante até que encontrou no pátio interior um letreiro que dizia: CAVALARIÇA SAGRADA”.

De repente, uma voz perguntara-lhe o que estava ali a fazer, e ele disse que vinha substituir a menina. Ao contrário do que esperava, não estava lá o monstro pois tinha ido caçar, e quem lá estivera era um deus.
Quando soube que era o Palácio da Morte, começou a imaginar maneiras de puder sair dali, o deus disse para ele se ir embora, mas o cavalo num salto prodigioso rompeu o telhado, e chegou-lhe apenas aos ouvidos algo terminado em “dor”.

Enquanto o corcel atravessara a galope uma seara, os ceifeiros desesperados, gritavam que vinha aí o cavalo da morte, e perguntavam-se quem iria morrer.
Elementos Construtivos da Narrativa
Ação

A ação inicia-se na aldeia do João Sem Medo em que nada de particularmente importante acontece, mas depois, na floresta vão ocorrer uma série de acontecimentos. São portanto: escolha do caminho, a ida à casa branca, a nova escolha do caminho, a “brincadeira” da árvore de dez braços, a dilatação da Lagoa da Lama Verde a diminuição do volume dos frutos, a transformação em árvore, todas as peripécias vividas enquanto árvore e o facto de ter conhecido a menina dos cabelos de mel e o seu pai. A ação desenrola-se ainda para a casa do Velhinho e termina na Colina de Cristal onde João Sem Medo vive momentos de terror.

Sendo que as ações principais são a ida para a floresta, a escolha do caminho, a transformação em árvore, o facto de ter conhecido a rapariga e a ida para a Colina de Cristal; e as ações secundárias são as restantes em conjunto com as observações mesquinhas e outras maldades feitas pelos seres-vivos à sua volta bem como tudo o que lhe aconteceu enquanto árvore.

Estrutura e Relevo
Ação (Continuação)
Delemitação e organização das sequências narrativas
Tendo em conta que a análise é apenas relativa a 3 capítulos do livro, a ação é aberta.
Há um encadeamento tendo em conta que os acontecimentos são apresentados por ordem cronológica.
Narrador
Presença e Posição
Ao longo dos três capítulos o narrador é não participante e objetivo.
Espaço
A ação inicia-se em Chora-Que-Logo-Bebes, passando então para a floresta (que é percorrida ao longo de vários quilómetros por João Sem Medo), onde se encontram diferentes cenários com importância: a clareira e o caminho do bem que o leva à casa branca. Desenrola-se depois pelo Caminho da Infelicidade que o levou à Lagoa da Lama Verde e a um pomar de laranjas e de tangerinas. Por fim, passa pela casa do Velho e segue até à Colina de Cristal.

Ao longo da ação, a Floresta e as suas surpresas causam a João Sem Medo variados sentimentos como sono, despero, fome, zanga e humilhação devido às maldades preparadas para ele, mas ele mantém-se sempre bastante orgulhoso e decidido a demonstrar-se feliz.
Físico e Psicológico
Tempo
Da história
No primeiro capítulo a ação ocorre em dois dias sendo que num desses dias o nosso herói decide que quer saltar o Muro e no dia seguinte, ele efetivamente salta-o e tem uma série de aventuras na Floresta Branca. No segundo capítulo a ação ocorre toda numa questão de horas e por fim, a ação do 3º capítulo é dividida ao longo de várias estações enquanto João sem Medos é uma árvore e após ir para a casa do Velhinho tudo se desenrola numa questão de horas.
Personagens
Ao longo dos três primeiros capítulos a personagem principal é o João Sem Medo, as personagens secundárias são a fada falsificada, o homem sem cabeça, a àrvore dos dez braços, uma gaivota, uma coruja, a menina dos cabelos de mel e o seu pai e o possível deus, por fim, os figurantes são a mãe, as pedras do caminho da infelicidade, o Sr. Vento, um peixe, um casal, e o cavalo da Colina de Cristal.

Todas as personagens são caracterizadas tanto direta como indiretamente.
Personagens e respetivas classificação e caracterização
O Discurso da Narrativa

Mas os noivos, alheios ao sofrimento do rapaz-árvore, sentaram-se à sombra dos ramos a confidenciarem palavrinhas de comunhão íntima. E muito ternos, olhos nos olhos, juras de amor infinito nas bocas em êxtase, gravaram com um canivete nas pernas de João Sem Medo, o testemunho de dois corações atravessados por setas.”
Página 26 ( 3º Capítulo)


“Pela abóbada densa da folhagem penetravam a custo raríssimos raios de sol que, de espaço a espaço, acendiam manchas claras no chão fofo de séculos de líquenes, cogumelos apodrecidos e ramos secos.”
Página 11 (1º Capítulo)


“- És a Fada dos Dois Caminhos?- inquiriu, duvidoso.- Palavra? Mostra cá o bilhete de identidade.
- Não acreditas?- protestou, para desviar a conversa, a hipotética fada com a voz aflautada, voz de máscara aos guinchos.- Sim, sou a Fada Infalível, a Fada Lugar-Comum…”
Página 12 (1º Capítulo)


“ – Bem- pensou.- Cá estão os dois caminhos fatais: o do Bem e do Mal (Como se houvesse caminhos nítidos do Bem e do Mal!) Já esperava por eles. Agora, para completar a comédia, falta apenas a respetiva fada... Uma fada a valer, de varinha e de condão, que regule o trânsito à laia de polícia sinaleiro. Lá sem fada é que eu não passo.”
Página 12 (1º Capítulo)

O Discurso da Narrativa (Continuação)
Diálogo
Monólogo
Descrição:
Narração:
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