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Predação

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Transcript of Predação

Predação
Quem são os predadores?
Predador é definido como qualquer organismo que consome todo ou parte de outro organismo vivo, ou seja, minha "presa" ou "hospedeiro".
Eu sou apenas um, dos três tipos de predadores existentes.
Eu sou o predador "verdadeiro": mato invariavelmente minhas presas.

Há os pastejadores, que consomem apenas parte ou cada item da presa, como eu.
E há os parasitos, que geralmente não matam suas presas especialmente a curto prazo.

A semelhança fundamental entre predadores, pastejadores e parasitos é que cada um, na obtenção dos recursos de que necessita, reduz a fecundidade ou as chances de sobrevivência da presa e, portanto, pode diminuir a abundância dela.
Exemplos dos efeitos de pastejadores e parasitos que podem ser igualmente profundos, embora um tanto sutis é o caso do salgueiro-de-dunas-arenosas pastejado por um besouro alticìneo e o papa-moscas malhado.
Efeitos Subletais da Predação

Predadores: diferentes ou semelhantes?
Devido as impossibilidades de demonstrar as reduções na abundância de presas, deve-se comparar as populações de presas na presença e na ausência de predadores, por observação ou experimentos.
Predador "verdadeiro"
Pastejador
Parasito
Os pastejadores e os parasitos tornam suas presas mais vulneráveis para alguma outra forma de mortalidade.
Exemplo 1 - Pastejo e a competição entre plantas
Exemplo 2 - Parasitos e as pertubações nas relações competitivas.
A. gingivinus
A. wattsi
Plasmodium azurophilum
Exemplo 3 - Hospedeiros mais suscetíveis a predação devido a infecções.
Todavia, os efeitos dos parasitos e pastejadores não são sempre mais profundos do que aparentam inicialmente.
Isso, porque, há compensações e defesas dos indivíduos-presa.
Podemos compensar os efeitos da herbivoria por meio de:
1 - Aumento da taxa de fotossíntese devido a remoção de folhas, diminuindo o sombreamento;

2 - Ação compensatória utilizando reservas armazenadas nos tecidos e órgãos;

3 - Recrescimento compensatório de plantas desfolhadas, estimulando as gemas a desenvolverem-se; e

4 - Redução nas taxas de mortalidade de partes sobreviventes das plantas.


Exemplo é a genciana.
Ás vezes, as respostas das plantas parecem ser verdadeiramente prejudiciais para nós, herbívoros.
- Sobrevivência e a fecundidade das mariposas foram reduzidas ao longo de 4 a 5 anos subsequente, resultado do:


1) Retardamento na produção de folhas;
2) Maior dureza das folhas;
3) Maior teor de fibras;
4) Elevadas concentrações de resinas e níveis menores de nitrogênio.
Lariço
Mariposa Zeiraphera diniana
Muitos dos sintomas das pessoas que tem AIDS, causadas pelo vírus do HIV, constituem em evidências convicentes da ameaça que os parasitos representam a um hospedeiro sem defesas.
Apesar destas compensações e defesas, a regra geral é sem dúvida que os predadores são danosos aos indivíduos-presa.
De indivíduos-presa para populações presas
Alterações compensatórias no crescimento, sobrevivência ou reprodução das presas que sobreviveram;

Competição reduzida em relação aos recursos limitados, produzir uma prole maior ou outros predatores podem capturar uma menor quantidade de presas.
Os predadores podem ter pouco impacto sobre a populações de presa como um todo por causa dos indivíduos em particular que eles atacam.
Quais presas são atacadas?
Respostas de outras presas individuais
Inimigos naturais da presa
Efeitos sobre as populações de presas são igualmente dependentes de:
Comportamento do predador: forrageio e transmissão
Que papel os predadores desempenham na condução da dinâmica de suas presas ou as presas diante da dinâmica de seus predadores?

Como o contato com nossa presa será estabelecido?
Bem, esse passo é crucial , porque esse padrão de contato é crítico na determinação da "taxa de consumo" do predador, que demanda um longo caminho na determinação de seu próprio nível de benefício e o do dano causado à presa, o que, por seu turno, determina o impacto sobre a dinâmica de populações do predador e da presa, e assim por diante.
Ãh?!!
Eu sou um tipo de predador verdadeiro do tipo forrageio, assim como a maioria dos pastejadores. Há aqueles que "sentam e esperam" e os transmissores.
Forrageio e Transmissão
Quanto ao comportamento do forrageio, devemos considerar a "teoria do forrageio ótimo".
Por que padrões particulares de comportamento de forrageio tem sido favorecidos por seleção natural?
Mas por que forrageio ótimo?
A expressão forrageio ótimo é usada porque, na busca por saber por que os padrões de comportamento de forrageio tem sido favorecidos por darem origem a mais elevada taxa liquída em ganho energético.
Aspectos do comportamento do forrageio
Dentro do hábitat disponível, onde o predador concentra seu forrageio? Ele se concentra onde a expectativa da taxa líquida de consumo de energia é mais alta ou onde o risco de períodos extensos de baixo consumo é menor?
O local escolhido por um predador reflete apenas o consumo de energia esperado? Ou parece ter algum balanço desse em relação ao risco de ser predado por seus predadores?
Por quanto tempo um predador tende a permanecer em um local - digamos, um fragmento de ambiente - antes de se mover para outro? Ele permanece por períodos extensos e assim evita efetivar deslocamentos improdutivos de um fragmento para o outro? Ou ele deixa a mancha mais cedo, antes de seus recursos terem sido exauridos?
Quais são os efeitos de ouos predadores competidores ao forragear no mesmo hábitat? Qual a distribuição esperada de predadores com um todo sobre vários hábitats fragmentados?
E quanto a "amplitude da dieta"? Nenhum predador pode ser possivelmente capaz de consumir todos os tipos presa. .
O predador deveria continuar a adicionar progressivamente à sua dieta itens menos proveitosos, desde que aumentasse a sua taxa global de consumo energético. Isso irá servir para maximizar sua taxa global de consumo de energia.
"As bases da dinâmica das interações predador-presa: tendências a ocorrência de ciclos."

1 - Predador e presa;
2 - + outros fatores importantes (modificam e anulam a tendência básica).

* Adensamento e fragmentação;
* Ciclos populacionais - oscilações conjuntas na abundância.
"Ciclos de predador-presa na prática"

* A expectativa dos ciclos raramente é satisfeita;
* Oscilações conjuntas de presa-predador.
"Dinâmicas das doenças e ciclos"

Ciclos na dinâmica de parasito.
"Adensamento"

*A população de predadores está sujeita à regulação dependente da densidade. As presas também estão sujeitas ao adensamento;

*O adensamento tende a amortecer ou eliminar os ciclos de predador-presa.

"Predadores e presas em fragmentos"

Metapopulações: dispersões e assincronias amortecendo ciclos.

"Predação: estrutura da comunidade"

*Predação como um interruptor da exclusão competitiva: coexistência mediada por predador.

* Em populações de presas com baixa densidades não há recursos limitantes e não há competição por estes.
Predação seletiva: Se a presa for inferior do ponto de vista competitivo ela pode ser levada à extinção. Caso contrário, darão oportunidade a outras espécies.

Dinâmica de populações na predação
Grupo:
Dielda Adriana, Johnny Rodrigues, Nathália Chagas e Raquel Silva.
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