Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

GC Teoria

No description
by

Nverson Oliveira

on 28 August 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of GC Teoria

Tema 8: Teoria dos Contratos, Governança Corporativa e Contabilidade
Sumário
1. Introdução
1.1 Objetivo
1.2 Importância do Tema
1.3 Contextualização
1.3.1 Contexto Histórico

2. Teoria Contratual da Firma e Teoria da Agência

2.1 Custos contratuais
2.2 Custos de Agência
2.3 Práticas contábeis x Custos de Agência
6. Questões para discussão
- Haveria necessidade de governança corporativa se estivéssemos em
um mundo em que todas as contingências futuras pudessem ser descritas ex ante nos contratos?

- Haveria necessidade de conselhos fiscais nas empresas brasileiras se os conselhos de administração cumprissem seu papel?

- A remuneração variável paga pelo principal ao agente é um
mecanismo de atenuar o conflito de interesse ou um incentivo
para o risco moral?
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Ciências Contábeis
Prof. Dr. José Maria Dias Filho
Docente: Nverson Oliveira

3 Governança Corporativa
3.1 Princípios
3.2 Papel institucional
3.3 Governança Corporativa no Brasil


4. O papel da Contabilidade no contexto

5. Pesquisa Recentes

6. Conclusões

3. Governança Corporativa
Salomon (2007): "o sistema de freios e contrapesos, tanto internos quanto externos às empresas, que assegura
accountability
para todos os seus stakeholders e que agem de maneira socialmente responsável em suas atividades de negócio."
1.3 Contextualização
Governança corporativa como um mercanismo de correção de falhas de mercado.

As falhas são proveninentes da existência de problemas não abordados na análise clássica da firma. (Lopes 2008)
1. Objetivo
Apresentar a interface entre a Contabilidade e o ambiente em que se inserem as organizações considerando a Teoria da Agencia, dos Contratos e a Governança Corporativa.

1.2 Importância do Tema
•A teoria dos contratos explica as relações existentes nas organizações modernas

Contabilidade invariavelmente atua nessas organizações (usuários distintos).
Propietário = Administrador
1. Introdução
1972
1973
1976
1937
1932
1972 - Alchian e Demsetz
- Através do artigo
Production, information costs and economic organization
discorreram sobre o problema do oportunismo nos conflitos de agência e como contorná-lo.
1973 - Ross


- Stephen Ross: Os agentes são otimizadores de suas próprias funções de utilidade. Os agentes posuem maior disponibliade de conhecimento e informações que o propietário.
The economic theory of agency: the principal’s problem
1976 - Jensen e Meckling
- Michael Jensen e William Meckling deram corpo à chamada
Teoria Contratual da Firma
e a
Teoria da Agência
a partir do trabalho intitulado
Theory of the firm: managerial behavior, agency costs and ownership structure.
1932 - Berle e Means
- Problemas com o conflito de agência e a assimetria informacional passaram a ser considerados na análise organizacional.


- Discussão Inicial do que viria se tornar a Teoria da
Agência.
1937 - Coase
- Abordagem sobre os custos de transação no trabalho
intitulado
The Nature of the Firm
1.3.1 Contexto Histórico
- Trouxe uma abordagem sobre os
custos de transação
para explicar a existência dae empresas em uma economia especializada em trocas. (Engloba os custos de agência)
2. Teoria Contratual da Firma e Teoria da Agência
- A firma é encarada como um conjunto de contratos, explícitos (formais) ou implícitos, entre as partes interessadas [...]. Assim, cada participante contribui com algo para a firma, e em troca recebe uma contrapartida.
2. Teoria Contratual da Firma e Teoria da Agência
Dispersão do capital de controle
"Com a dispersão, não se mantêm a sobreposição inicial da propriedade e da gestão." (Andrade e Rosseti, 2006, p. 201)
"Não se pode esperar que eles fiquem de olho
no interesse alheio com a mesma diligência
com que ficariam os sócios da empresa"
(Adam Smith, 1937 apud Andrade e Rosseti, 2006)
Hendriksen e Breda (2007) e Lopes (2008) apontam alguns Instrumentos capazes de mitigar os problemas de agência:
-incentivos aos gestores,
-legislação
- concorrência
- auditoria independente e

- mecanismos de governança.
2.1 Custos contratuais
Custos de transação: custo de escrever os contratos
Custos de agência: custos associados à captação de recursos
Custos de informação: Para se manter informado sobre o desempenho dos contratos
Custos de renegociação: para reescreever os contratos existentes
Custos de Falência
3.1Princípios
Transparência (
disclousure
)
Equidade (
fairness)
Prestação de contas (
accoutability)
Responsabilidade corporativa
3.2 Papel institucional

De acordo com Rossoni (2009), a Governança Corporativa deve ser etendida fundamentalmente por legitimar práticas corporativas na sociedade.

3.3 Principais características (problemas) no Brasil
Estrutura da propriedade com forte concentração de ações ordinárias.
Presença de acionistas minoritários pouco ativos;
Pouca clareza na divisão dos papéis entre conselho e diretoria;
Estrutura informal do Conselho de Administração;
Ausência de reumeração dos Conselheiros.
Grande número de empresas familiares

Di Miceli, 2002
4. O Papel da Contabilidade
Segundo Bushman e Smith (2001, apud Lopes, 2008) o papel da informação contábil enquanto mecanismo de governança relaciona-se com a preparação de informação para os usuários externos e em mecanismos de controle que promovem a governança eficiente das corporações.
No contexto da Governança Corporativa e da Teoria do Agenciamento, Martinez (2001) afirma que a contabilidade e a auditoria transformam-se em instrumentos de monitoramento, validando e preservando as relações contratuais.
5. Pesquisas Recentes

Título: Transações com partes relacionadas, Governança Corporativa e Desempenho: Um estudo com dados em painel

Tipo: Tese de Doutorado, USP Ano: 2011

Autor: Patrícia Olda

Objetivo: A pesquisa trata da relação entre as transações com partes relacionadas (RPT's) e o desempenho nas companhias do Novo Mercado. Teve como objetivo identificar se esta relação pode ser afetada pelos mecanismos de governança corporativa, especificamente de supervisão e monitoramento por elas adotados voluntariamente.

Amostra: 190 companhias que juntas compuseram 99% do valor de mercado de todas as SA de capital aberto da BM&F Bovespa em 31 de dezembro de 2009

Resultados encontrados: Evidências sugerem que há relação entre as transações com partes relacionadas operacionais e o desempenho das companhias estudadas. No entanto, os resultados a respeito do efeito de moderação dos mecanismos de supervisão e monitoramento na utilização de tais contratos foram inconclusivos.
Referências

CATAPAN, A. Análise da relação entre a Governança Corporativa e o Desempenho Econômico-Financeiro de Empresas de Capital Aberto do Brasil. 2011. Dissertação (Mestrado)- Universidade federal do Paraná, Paraná, 2011.

DALMÁCIO, F. Z.; LOPES, A.B.; SARLO NETO, A.; REZENDE, A.J. A Influência da Adoção de Práticas Diferenciadas de Governança Corporativa sobre a Acurácia das Previsões dos Analistas do Mercado Brasileiro. Anpcont, 2011, Anais....

HE, W. Agency problems, product market competition and dividend policies in Japan. Accounting and Finance, vol52, issues 2, april, 2011.

HENDRIKSEN, E. S.; BREDA, M. F. V. Teoria da Contabilidade. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

HOLTHAUSEN, R., and R. LEFTWICH. 1983. “The economic consequences of accounting choice: implications of costly contracting and monitoring”, Journal of Accounting and Economics 5(2): 77-117.

JENSEN, Michael C; MECKLING, William H. Theory of the Firm: Managerial Behavior, Agency Costs and Ownership Structure. Journal of Financial Economics, October, 1976, V. 3, No. 4, pp. 305-360.
KITAGAWA, C. K. Nível de Adesão de Empresas Latino-Americanas aos Princípios de Governança Corporativa Recomendados pela Oecd. 2007. 221f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, 2007.

LOPES, A.B. Teoria dos Contratos, Governança Corporativa e Contabilidade. In: Sérgio de Iudícibus; Alexsandro Broedel Lopes. (Coordenadores). Teoria Avançada da Contabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

MARTINEZ, Antonio Lopo. “Gerenciamento” dos resultados contábeis: Estudo empírico das companhias abertas brasileiras /tese (doutorado). -- São Paulo: FEA/USP, 2001.


Referências

MOURA, G. D. de; MACÊDO, F.F. R. R. HEIN, N. Investidores Institucionais e Boas Práticas de Governança Corporativa: Uma Análise das Maiores Empresas Brasileiras Listadas na Bovespa. V Anpcont, 2011. Anais...

ODA, p. Transações com Partes Relacionadas, Governança Corporativa e Desempenho: Um estudo com dados em Painel. Dissertação de Mestrado, USP, 2011.

ROSSONI, L; SILVA, C. L. M. da. Institucionalismo Organizacional e Práticas de Governança Corporativa. RAC, Curitiba, Edição Especial 2010, art. 7, pp. 173-198
SANCHES, Marcos Venicio. Sistemas de controles internos e de fiscalização: uma análise crítica de normas específicas / Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.

SAITO, R.; SILVEIRA, A.D.M. Governança Corporativa: Custos de Agência e Estrutura de Propriedade, RAE Clássicos, Abr/Jun. 2008

SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da. Governança corporativa e estrutura de propriedade: determinantes e relação com o desempenho das empresas no Brasil. 2004. 250 p. Tese (Doutorado) – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.

WATTS, R.L; ZIMMERMAN, J.L. Positive accounting theory. Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1986.



Obrigado!
Mork, Shleifer e Vishny: .
Management ownership and
market valuation: an empirical analysis.
2002
2002
30/07/2002 - Lei Sarbanes Oxley
Watts e Zimmerman, 1990
2.2 Custos de agência
Gastos de monitoramento pelo principal
Gastos de captação pelo agente: para preparar relatórios contábeis periodicamente
Perdas residuais: diferença entre o custo e os benefícios da contratação
Jensen e Meckling, 1976
2.3 Práticas contábeis x
Custos Contratuais
De acordo com a Teoria Contratual da firma a contabilidade é vista como:

"um sistema para implementar contratos ou como um sistema de
prestação de contas
, devendo funcionar efetivamente em um ambiente imperfeito e também com informações incompletas." (Sunder, 1997)
Hipóteses dos custos contratuais
Na presença de custos contratuais, as mudanças nas regras utilizadas para apurar os números contábeis têm consequências econômicas por que elas alteram a distribuição do fluxo de caixa esperado da empresa ou têm impacto nos benefícios das várias partes interessadas nesse fluxo de caixa.
Em um mundo onde o custo de contratação e monitoramento é zero, os usuários da informação contábil podem avaliar sem custos adicionais os números contábeis,e, consequentemente, as escolhas de práticas contábeis não têm efeito sob os benefícios dos usuários das demonstrações contábeis.
Hipótese da ausência de efeitos
Holthausen e Leftwith, 1983.
Premissas
Existem custos contratuais e estes são finitos;
Externalidades potenciais e falhas de mercado para informações contábeis são ignoradas;
Os agentes econômicos se comportam racionalmente;
Os administradores agem em seu próprio interesse;
Os administradores são capazes de formar expectativas sobre os benefícios futuros de forma não viesada e com mais precisão que as demais partes interessadas.
Holthausen e Leftwith, 1983
Uma escolha contábil é qualquer decisão cuja finalidade se ja influenciar a saída do sistema contábil de uma maneira particular. (Fields, 2001)
O príncipe político que desejar ter sucesso em seu empreendimento deve partir da regra de que as pessoas são más e que na primeira oportunidade elas demonstrarão essa maldade, geralmente traindo o seu superior.
O Príncipe (Maquiavel, 1532)
Conflito de Agência
Full transcript