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Os Lusíadas _ Português

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by

Bárbara Modesto

on 22 May 2015

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Transcript of Os Lusíadas _ Português

Luís Vaz de Camões
Os Lusíadas
Episódios Obrigatórios
Consílio dos deuses
Inês de Castro
Batalha de Aljubarrota
Despedida em Belém
Gigante Adamastor
Tempestade
Consílio
Os portugueses já se encontram no oceano Índico. Júpiter, senhor máximo do Olimpo, enviara Mercúrio, o deus mensageiro, convocar todos os deuses para uma reunião onde se discutirá o destino do Oriente, isto é, se decidirá se os portugueses deverão chegar à Índia.

Os Lusíadas:
Epopeia
Estrutura externa
10 cantos

cada canto tem um nº variável de estrofes

cada estrofe é uma oitava (tem 8 versos)

esquema rimático :
a b a b a b c c
(rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos)

todos os versos têm 10 sílabas métricas (decassílabos)

Os versos são acentuados nas 6ª e 10ª sílaba (decassílabos heróicos)

Estrutura interna
Proposição ( I, 1-3)
(o poeta apresenta o assunto do seu poema)

Invocação (I, 4-5)
(o poeta pede inspiração às nínfas do Tejo: Tágides)

Dedicatória (I, 6-18)
(o poeta dedica a sua obra ao rei D.Sebastião)

Narração (I, 19-final do canto X)
(o poeta narra a viagem de Vasco de Gama à India e outros momentos importantes da História de Portugal)
Os Lusíadas:
Inês de Castro

Aljubarrota
Despedidas em Belém
O Gigante Adamastor
A Tempestade
A narrativa, também de acordo com as regras da epopeia clássica, é composta por três planos:
Plano da Viagem
( Gigante Adamastor, Tempestade..)


Plano mitológico
( Consílio dos deuses...)

Plano da História de Portugal
( Inês Castro...)

Plano das reflexões do poeta

deve ser a expressão do heroísmo;

(rei, nobre, heroí), além da dua alta estirpe social, deve revelar grande valor moral;

Ínicio é uma narração que apresenta uma ordem temporal do discurso não correspondente ao desenrolar cronológico da história;

A é um requisito da epopeiae recorre-se às narrações retrospetivas e às profecias para contar factos passados e futuros;


Os extendem e enriquecem a acção sem quebrar a unidade;

O maravilhoso ( ) deve participar da acção da epopeia;

A , tecendo considerações em seu próprio nome, deve ser reduzida;

O conforme à natureza heroica dos factos narrados deve ser o adotado na epopeia.
É uma narrativa em verso e , sendo uma narrativa épica tem características específicas:
Acção épica
O protagonista
«in medias res»
unidade de ação
episódios
intervenção dos deuses
intervenção do poeta
estilo solene
Na opinião de Júpiter, é justo que os portugueses ,depois de terem enfrentado tantos perigos e ultrapassado tantos obstáculos, cheguem ao destino desejado.
Baco, deus do vinho, discorda de Júpiter pois tinha conhecimento de que estava destinada a chegada de quem faria o seu nome ser esquecido.
Vénus, deusa do amor e da beleza, muito afeiçoada aos portugueses ( por fazerem lembrar os romanos, na sua coragem, e línguagem), apoia Júpiter pois sabe também que será celebrada onde os portugueses chegarem por serem um povo inclinado para o amor.
Vasco da Gama conta ao rei de Melinde, a história de Inês de Castro. Começa por atribuir ao Amor a culpa pela a morte da protagonista.
dos
deuses
Marte, deus da guerra, toma a posição mais determinante de apoio aos portugueses, porque ama Vénus ou porque os portugueses, pela sua coragem na guerra o merecem. Os seus argumentos são tão convincentes que Júpiter decide a favor deles e dá por terminado o consílio.
Entretanto, a armada portuguesa navega, tranquilamente comandada por Vasco da Gama, no oceano Índico, entre Madagáscar e a costa da Etiópia.
Inês vivia tranquilamente nos campos de Mondego, rodeada por uma natureza alegre e amena, recordando a felicidade vivida com D.Pedro, o seu amor.
Mas essa felicidade não será duradoura e terá um fim cruel.
D.Afonso IV, vendo que não conseguia casar o filho em conformidade com as necessidades do Reino, decide pela morte de Inês. Os algorozes trazem-na perante o rei.
O rei vacila, apiedado, mas as razões do reino levam-no a prosseguir.
Inês inicia a sua defesa, apelando à piedade do rei através:
do exemplo das feras, aves de rapina que se humanizaram ao cuidarem das crianças indefesas;
da afirmação da sua inocência;
do respeito devido às crianças (seus filhos, netos de D.Afonso IV);
do apelo ao desterro.
O rei mostra-se sensibilizado mas, uma vez mais, as razões do reino e os murmúrios do povo são mais fortes e a sua determinação mantém-se.
Inês é executada.
As lágrimas das ninfas do Mondego fazem nascer a Fonte dos Amores, eternizando esta tragédia.
Quando D.Pedro sobe ao trono,concretiza a vingança, mandando matar os carrascos de Inês.
Batalha

de
O sinal da trombeta Castelhana anuncia o início da batalha.
Vasco da Gama começa por contar a partida da armada. D. Manuel I, encontra-se presente para animar e remunerar os marinheiros e os soldados.
Existe um clima de terror e de medo diante da incerteza do desfecho da batalha e das consequências medonhas que se adivinham.
Diferentes objectivos movem os dois exércitos: o Português pretende defender o seu território; o Castelhano é movido pelo desejo da conquista.
A grande vontade de dominar o inimigo fá-los dominar o medo e esquecer-se da importância da própria vida.


Inicia-se a terrível batalha, sendo muitos os mortos e os feridos. No desenrolar da mesma, destaca-se, pela bravura, D. Nuno Álvares Pereira. Do lado castelhano, combatem alguns traidores portugueses, entre os quais os irmãos do valente D. Nuno.
Ao ver as dificuldades que os Portugueses enfrentavam, D. João I, Mestre de
Avis, incita os seus homens à guerra, socorrendo-se das seguintes estratégias:
Elogio à bravura sem igual dos combatentes;
Apelo à defesa da liberdade;
Chamada de atenção para o seu exemplo;
Apelo ao patriotismo dos verdadeiros Portugueses.
Os guerreiros recuperam o ânimo e entregam-se ao combate com mais ímpeto, revelando toda a sua valentia e vontade de vencer, o que tem como consequência a vitória.
D. João I fica três dias a festejar esta vitória, enquanto D. Nunes Álvares Pereira vai para o Alentejo em perseguição dos fugitivos.
Assiste-se ao alvoroço que antecede a partida. As naus estão prontas e os marinheiros reúnem-se, em oração, na ermida de Nossa Senhora de Belém, onde ouvem missa e comungam. Preparando assim a alma para a morte.
Depois da missa, Vasco da Gama revela que sentia algum receio e tinha dúvidas e dificilmente conseguia reter as lágrimas.
A partida é presenciada por muitas pessoas, que vivem antecipadamente a saudade e a tristeza. A dor dos que ficam é expressa pelos suspiros dos homens e o choro das mulheres, mães, esposas e irmãs, assaltadas pelo desespero e pelo medo de não voltarem a ver aqueles que amam.
Assistimos ao discurso de uma mãe, as suas palavras são de incompreensão e perplexidade perante o abandono pelo filho aventureiro que embarca para a morte. Em seguida, fala uma esposa, cujo discurso deixa transparecer a dor sentida devido à separação. Trata-se de um discurso de amor conjugal, cheio de ternura e responsabilidade.
Os velhos e os meninos tristes seguiam a multidão, também queriam ir mas a idade tornava-os mais fracos.
A dor dos que partem é ampliada pela visão de dor dos que ficam, o que faz apressar a partida para evitar desistências. Por fim embarcam e Vasco da Gama ordena que não se façam despedidas habituais, pois acredita que assim diminui o sofrimento dos que partem e dos que ficam.
Baco , vendo que os portugueses estão prestes a chegar ao Oriente, consegue que se realize um Consílio dos Deuses Marinhos, que toma a decisão de Éolo soltar os ventos, para provocar uma tempestade e impedir a armada de atingir o seu destino.
Os marinheiros são surpreendidos por o apito do Mestre que assinal a aproximação da Tempestade. Determinado, orienta a tripulação gritando e repetindo as suas ordens, acima do barulho da tempestade.
Pressentindo a tragédia, num momento em que está tão perto de chegar ao seu destino, Vasco da Gama apela à ajuda de Deus.
Lembra outros povos que mereceram a ajuda divina em momentos adversos.
Pergunta por que motivo Deus se sente ofendido, já que está a expandir a fé cristã.
Lamenta não ter tido uma morte heróica e reconhecida por todos, em África, a combater pela fé cristã, em vez um naufrágio anónimo.
A tempestade continua mais violenta ainda., mas Vénus decide intervir, ordenando às Ninfas que se embelezem e seduzam os ventos. Os ventos seduzidos, abrandam e a tempestade cessa.
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