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Biossólidos e Água Residual - prezi

Relatório das atividades
by

Gabriel Hz Cabral

on 30 July 2013

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Transcript of Biossólidos e Água Residual - prezi

Biossólidos e Água Residual
Definições
Alternativas de disposição final
Pontos negativos e positivos da aplicação de biossólidos e água residual no solo
Alternativas de tratamento
Referências bibliográficas

Biossólidos
"Biossólidos são produtos orgânicos gerados nos processos de tratamento de esgotos primário e secundário que podem ser reutilizados de modo benéfico, após tratamento adequado".
TSUTIYA (2001)
Água Residual
"As águas residuais ou residuárias são todas as águas descartadas que resultam da utilização para diversos processos".
CETESB (2013)
Riscos associados à área de aplicação
Contaminação da água subterrânea
devido a lixiviação de componentes do biossólido, principalmente N, associado à drenagem interna do solo.
Contaminação de água superficial
devido ao carreamento superficial de componentes do biossólido, associado à propriedade de erodibilidade do solo.
Contato direto do biossólido com pessoas e animais
devido à aplicação em áreas próximas de residências, áreas de frequentação pública, não uso de EPI (equipamento de proteção individual) na aplicação e outros.
Gabriel Hertz Cabral - graduando em Agronomia
Florianópolis, Julho de 2013
"O tipo ou intensidade do tratamento de esgoto reflete-se sobre o tipo, a quantidade e a qualidade dos biossólidos gerados"
ANDREOLI et al. (2001)
Disposição Final do Lodo
Uso Benéfico
Descarte
Uso agrícola
Aplicação em áreas florestais
Recuperação de solos degradados
Disposição em aterro sanitário
Incineração
Disposição oceânica
Reuso industrial
X
Riscos associados à qualidade do biossólido
Metais pesados
Microorganismos patógenos

Poluentes orgânicos
Estabilidade e atração de vetores
Alternativas de tratamento
Wetlands
Compostagem
Metais Pesados
Organismos Patógenos
Referências Bibliográficas
Pontos positivos da aplicação de biossólidos e água residual no solo
Pontos negativos da aplicação de biossólidos e água residual no solo
Landfarming
TSUTIYA, M. O.; MELFI, A. J.; HESPANHOL, I.; COMPARINI, J. B.; MARQUES, M. T.; CARVALHO, P. C. T.; SOBRINHO, P. A.; MELO, W. J. Biossólidos na Agricultura. 1ª edição, São Paulo: SABESP, 2001.

CETESB, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. Águas Superficiais. Disponível em <http://www.cetesb.sp.gov.br/agua/%C3%81guas-Superficiais/32-Tipos-de-%C3%81guas> Visitado em 17 de Julho de 2013.

ANDREOLI, C. V.; SPERLING, M.; FERNANDES, F. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental – UFMG, Belo Horizonte. Companhia de Saneamento do Paraná, 2001.

BRAILE, P. V; CAVALCANTI, J. E. W. A. Manual de tratamento de águas residuárias industriais. São Paulo, CETESB, 1979.

GONÇALVES, A. C. Júnior; LINDINO, C. A.; Rosa, M. F.; Bariccatti, R.; Gomes, G. D. Remoção de metais pesados tóxicos cádmio, chumbo e cromo em biofertilizante suíno utilizando macrófita aquática (Eichornia crassipes) como bioindicador. Maringá, v. 30, n. 1, p. 9-14, 2008.

SALATI, Eneas. Controle de qualidade de água através de sistemas de wetlands construídos. Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro, RJ.

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SANDRI, D.; MATSURA, E. E.; TESTEZLAF, R. Alteração química do solo irrigado por aspersão e gotejamento subterrâneo e superficial com água residuária. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental v.13, n.6, p.755–764, 2009, Campina Grande, PB, UAEA/UFCG.

VAZ, L. M. S.; GONÇALVES, J. L. M. Uso de biossólidos em povoamento de eucalipto: efeito em atributos químicos do solo, no crescimento e na absorção de nutrientes. R. Bras. Ci. Solo, 2002.

GUEDES, M. C.; ANDRADE, C. A. de; POGGIANI, F.; MATTIAZZO, M. E. Propriedades químicas do solo e nutrição do eucalipto em função da aplicação de lodo de esgoto. R. Bras. Ci. Solo, 2006.

LAMBAIS, M. R.; CARMO, J. B. do. Impactos da aplicação de biossólidos na microbiota de solos tropicais. R. Bras. Ci. Solo, 2008.

BEZERRA, F. B.; OLIVEIRA, M. A. C. L. de; PEREZ, D. V.; ANDRADE, A. G. de; MENEGUELLI, N. do A. Lodo de esgoto em revegetação de área degradada. Pesq. agropec. bras., Brasília, v.41, n.3, p.469-476, mar. 2006.

TEIXEIRA, C. Higienização de lodo de estação de tratamento de esgoto por compostagem termofílica para uso agrícola. Dissertação de mestrado (Agroecossistemas). UFSC, Florianópolis, SC, 2012.

FERNANDES, F.; SILVA, S. M. C. P. da. Manual prático para a compostagem de biossólidos. Programa de Pesquisa em saneamento Básico (PROSAB), UEL, Paraná.

DUARTE, E. R.; ALMEIDA, A. C.; CABRAL, B. L.; ABRÃO, F. O.; OLIVEIRA, L. N.; FONSECA, M. P. da; SAMPAIO, R. A. Análise da contaminação parasitária em compostos orgânicos produzidos com biossólidos de esgoto doméstico e resíduos agropecuários. Ciência Rural, Santa Maria, v.38, n.5, p.1279-7285, ago, 2008.

CORRÊA, R. S.; FONSECA, Y. M. F.; CORRÊA, A. S. Produção de biossólido agrícola por meio da compostagem e vermicompostagem de lodo de esgoto. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental v.11, n.4, p.420–426, 2007. Campina Grande, PB, UAEAg/UFCG.

PAREDES, M. V. Filho. Compostagem de lodo de esgoto para uso agrícola. Revista Agroambiental - Dezembro/2011.

ALESSANDRETTI, T.; RABELO, A. P.B.; SOLER, J. G. M. Comparação do potencial de remoção de metais pesados por meio de adsorção usando algas e aguapés. VI Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica, 2005.

BERTONCINI, E. I.; MATTIAZZO, M. E. Lixiviação de metais pesados em solos tratados com lodo de esgoto. R. Bras. Ci. Solo, 23:737-744, 1999.

GONÇALVES, A. C. Júnior; LINDINO, C. A.; ROSA, M. F. da; BARICCATTI, R.; GOMES, G. D. Remoção de metais pesados tóxicos cádmio, chumbo e cromo em biofertilizante suíno utilizando macrófita aquática (Eichornia crassipes) como bioindicador. Acta Sci. Technol. Maringá, v. 30, n. 1, p. 9-14, 2008.

"Dentre os principais benefícios da aplicação do biossólido no solo destacam-se aqueles verificados nos parâmetros químicos, como: incorporação e aumento da disponibilidade dos macronutrientes e micronutrientes, redução da velocidade de liberação do nitrogênio, aumento da Capacidade de Troca de Cátions (CTC); complexação de elementos tóxicos, entre outros".
Eichornia crassipes
VAZ et al. 2002.

"Vários pesquisadores relatam aumentos de pH, matéria orgânica, CTC e teor de macronutrientes, principalmente N, P e Ca, em solos que receberam biossólido".
"Dentre os efeitos, são relatados: aumentos significativos no diâmetro e altura das árvores, disponibilização de nutrientes (principalmente N, P, Ca e K) e aumento na produtividade do sítio florestal (McNab & Barry, 1985; Phillips et al., 1986; Weetman et al., 1993; McDonald et al., 1994; Dutch et al., 1994; Henry ET al., 1994; Polglase & Myers, 1996)".
VAZ et al. 2002
"Os resultados obtidos permitem concluir que a aplicação de biossólido alcalino melhora as propriedades químicas do solo, diminuindo a acidez e aumentando a disponibilidade da maioria dos nutrientes. A utilização de biossólido propicia aumento dos teores foliares de Ca, N, P, S e a diminuição dos teores de Mn e Mg, em plantas jovens de eucalipto".

GUEDES et al. 2006
"A incorporação de resíduos orgânicos ao solo geralmente estimula o aumento da biomassa microbiana e sua atividade respiratória e resulta em aumento do teor de matéria orgânica no solo, quando a taxa de biossíntese celular é maior do que a taxa de oxidação do carbono orgânico. No entanto, a presença de metais pesados em níveis tóxicos pode reduzir a eficiência e diversidade metabólica dos microrganismos e, conseqüentemente, reduzir a mineralização da matéria orgânica".
LAMBAIS et al. 2005.
"A incorporação de resíduos orgânicos ao solo geralmente estimula o aumento da biomassa microbiana e sua atividade respiratória e resulta em aumento do teor de matéria orgânica no solo, quando a taxa de biossíntese celular é maior do que a taxa de oxidação do carbono orgânico. No entanto, a presença de metais pesados em níveis tóxicos pode reduzir a eficiência e diversidade metabólica dos microrganismos e, conseqüentemente, reduzir a mineralização da matéria orgânica".
LAMBAIS et al. 2005.
"Os ecossistemas florestais são altamente propícios à aplicação do lodo (Marx et al., 1995), pois esse material possibilita o fornecimento mais equilibrado de nutrientes, reduz as perdas por erosão e lixiviação, além de ser capaz de imobilizar grandes quantidades de nutrientes e de metais pesados (Rosselli et al., 2003)".

"A aplicação de lodo melhora os aspectos de fertilidade do solo degradado".

BEZERRA et al. 2006
TEIXEIRA. 2012.
"A compostagem é um processo de decomposição controlada de resíduos orgânicos que resulta na produção de substâncias similares, em composição, ao húmus do solo e de minerais, por meio da atuação de microorganismos e de reações fisioquímicas (PAIGNÉ & GIRARDIN, 2004)".

"Conforme indicado por Aitken et al. (2005) a melhor opção para a inativação de ovos de helmintos é submetê-lo ao tratamento térmico".
TEIXEIRA. 2012
.
TEIXEIRA. 2012.
"Dionísio & Ressetti (1997) eliminaram 100% dos ovos e larvas viáveis de Ascaris lumbricoides, Enterobius vermicularis e ancilostomídeos ao inocularem minhocas da espécie Eisenia fetida em biossólido compostado.
O processo de compostagem mostrou eficiência de eliminação de ovos viáveis de helmintos entre 93 a 100%".
"A vermicompostagem representa um passo adicional no controle de patógenos e na humidificação da matéria orgânica presente em biossólidos compostados.
Caso o produto auferido não alcance a desinfestação desejada, o biossólido compostado servirá de matéria-prima para a vermicompostagem (Eastman, 1999)".
CORRÊA et al. 2007.
"Fernandes et al. (1996) compostaram lodo de esgoto e conseguiram reduzir em até 86% o número de ovos viáveis de helmintos originalmente presentes na mistura a ser compostada. Soccol et al. (1997) compostaram lodo de esgoto com serragem e alcançaram entre 93 e 100% de redução do número de ovos viáveis de helmintos".
CORRÊA et al. 2007.
CORRÊA et al. 2007.
TEIXEIRA. 2012
PAREDES. 2011.
"A adsorção usando como adsorventes resinas naturais ou sintéticas e biomassa é uma alternativa para o tratamento de efluentes contendo metais pesados.
O sistema radicular do aguapé funciona como um filtro mecânico e retém (adsorve) material particulado (orgânico e mineral) existentes na água e cria um ambiente rico em atividade de fungos e bactérias, passando a ser um agente de despoluição, reduzindo a DBO, a taxa de coliformes e a turbidez das águas poluídas".

ALESSANDRETTI et al. 2005
"Pode-se concluir que a bioadsorção, usando os aguapés como biossorvente, foi o melhor processo de tratamento de resíduos aquosos contendo os íons metálicos chumbo e cádmio, nas condições analisadas".
ALESSANDRETTI et al. 2005
"Os elevados valores de pH e o aumento no teor de matéria orgânica proporcionado pela adição do lodo contribuíram para a menor mobilidade de metais".

BERTONCINI. 1999.
"Com este trabalho, conclui-se que a macrófita aquática (Eichornia crassipes) é eficiente na remoção dos metais pesados tóxicos Cd, Pb e Cr de biofertilizante proveniente de dejetos suínos, sendo que as maiores concentrações destes metais são encontradas no sistema radicular e não na parte aérea da macrófita".

GONÇALVES et al. 2008
ALESSANDRETTI et al. 2005.
ALESSANDRETTI et al. 2005.
Levando em consideração os problemas que podem ocorrer devido a aplicação de biossólidos e água residual no solo sem um processo de higienização eficaz, faz-se necessário a avaliação deste material antes de ser utilizado. Artigos sobre o uso de macrófitas (para remoção de metais pesados) e compostagem (eliminação de patógenos) neste processo demonstram que há alternativas de tratamento que podem melhorar as propriedades do biossólido, tornando quase zero o risco de algum problema ocorrer e ainda promovendo uma melhoria das características físicas, químicas e biológicas do material.
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