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Untitled Prezi

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by

Janete Müller

on 5 October 2015

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Transcript of Untitled Prezi

Gramática - Análise Linguística
Ideas
Produção Textual
Para fazer uma frase de dez palavras são necessárias umas cem (Millôr Fernandes)
Escrita = inter+ação: implica uma relação cooperativa entre duas ou mais pessoas; tem função comunicativa socialmente específica e relevante; por isso, varia em sua forma e se realiza em gêneros textuais. Não existe um padrão de escrita; há diferentes contextos.

Condição prévia: ter o que dizer; palavras são mediação, ponte comunicativa; escrever supõe orientação, vontade, determinação, tentativas, prática, aprendizagem, tempo!

Em busca da melhor forma de dizer aquilo que se pretende comunicar: etapas distintas e integradas de realização da escrita: planejamento, operação e revisão/reescrita.


FERRAMENTAS LÚDICAS

SITES INTERESSANTES
1 Portal do Professor: Espaço da aula/ links / jogos
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=34853
Sugestão de aulas: “As potencialidades do conhecimento pela navegação na Internet: uma visita ao Museu da Língua Portuguesa”
Jogos: game da reforma ortográfica; letroca...

2. Educar para crescer
Jogos: Como se escreve? Jogo do superlativo; Jogo do plural; A forca dos coletivos; Aprenda o feminino; O jogo do hífen; O jogo da acentuação; Jogo dos antônimos; jogo dos cem erros.
http://educarparacrescer.abril.com.br/jogos/
Vídeo: "Mude suas palavras e mude seu mundo"


Nós podemos fazer a diferença aos ‘diferentes’.
Prof. Janete Inês Müller
Encontro
Aula de Português
Língua portuguesa em uso: práticas escolares de ensino e de aprendizagem
PISTAS CONCEITUAIS
Como?
Um programa de ensino

PCNs – Língua portuguesa (1998)

Os conteúdos no ensino fundamental em dois eixos básicos: língua oral e língua escrita (usos e formas) e análise e reflexão sobre a língua.

POSSENTI (2006)
Como se montaria um programa de português para uma série?

Analisando os alunos, verificando o que eles ainda não sabem, ou ainda erram, em relação ao padrão. Selecionam-se alguns tópicos importantes e trabalha-se com eles mais do que com outros.

GERALDI (2006)
Três eixos de ensino-aprendizagem: a prática de leitura de textos; a prática da produção de textos; a prática da análise linguística.

ANTUNES (2003)
Ensino explorando quatro pontos: oralidade, leitura, escrita e gramática.

EXPERIÊNCIA
ORALIDADE:
ESCUTA E FALA
Leitura
“Ler não é decifrar, como num jogo de adivinhações, o sentido de um texto. É, a partir do texto, ser capaz de atribuir-lhe significado, conseguir relacioná-lo a todos os outros textos significativos para cada um, reconhecer nele o tipo de leitura que seu autor pretendia e, dono da própria vontade, entregar-se a esta leitura, ou rebelar-se contra ela, propondo outra não prevista” (LAJOLO, 1982, p. 59).

Tríplice função da leitura: ampliação do repertório de informação, experiência do prazer estético, aprendizagem de particularidades da escrita (vocabulário, padrões gramaticais, de organização textual e usos de gêneros) (ANTUNES, 2003)

Envolve tipos de textos e níveis de profundidade: textos curtos (contos, crônicas, reportagens, lendas, notícias, editoriais...) e de narrativas longas (romances e novelas).
Importância das aulas de leitura: “é o enredo que enreda o leitor”. Recuperar o prazer para o sucesso de qualquer esforço honesto de ‘incentivo à leitura’.
Três princípios: o caminho do leitor; circuito do livro; a qualidade de mergulho de um leitor depende – e muito – de seus mergulhos anteriores (GERALDI, 2006).

- Especificidades da oralidade, variedade de tipos e gêneros de discursos orais; papel no convívio social.
- Habilidade de escutar com atenção e respeito os diferentes tipos de interlocutores.
- Reconhecer o papel da entonação, das pausas e de outros recursos na construção do sentido do texto; apreciação das realizações estéticas da literatura.
- Dar sentido e função ao trabalho com aspectos como entonação, dicção, gesto e postura, dando sentido aos textos.

Trabalho pedagógico
- Dar a voz aos alunos; organização dos turnos de fala; planejamento, organização e clareza nos objetivos da atividade.
- Espaço de intersecção entre diferentes áreas do conhecimento.
- Relação com a escrita e a (in)formalidade.
- Confiança conquistada em ambientes favoráveis à manifestação do que se pensa, sente e é.
- Orientação para a coerência global, para articulação entre tópicos e subtópicos da interação; elaboração de roteiros; dicas para falar em público.

Atividades
- Contar e reinventar histórias; leitura oral.
- Relatar acontecimentos; dar depoimentos; colher e dar informações.
- Debater, discutir, opinar sobre temas atuais.
- Expor assuntos, dar avisos, fazer convites, apresentar pessoas...
- Trabalho em atividades significativas: rádio escolar, profissão repórter, teatro, entrevista, sarau literário, exposição de trabalhos (pesquisas, experiências, situações-problema), simulação de discursos políticos...

Possibilidades
- Vídeo com documentário ‘Vidas em português’

- Entrevista sobre o papel da língua portuguesa – retextualização

- Releitura: Escritores da Liberdade
Aula 1
Dramatização dos alunos
OUTRAS POSSIBILIDADES LÚDICAS

1. Confecção de materiais
http://ensfundamental1.wordpress.com/407-2/

2. Recursos multimídia
- Quiz Gramatical – Ex. classes gramaticais
- Campeonato de soletração

- Trocando as Letras - Seja rápido e troque as letras de posição para formar as palavras.
- A Crase e os Porquês - Leia as frases e indique a forma correta de uso da crase ou dos porquês.
- Sinônimos e Antônimos - Relacione as palavras com seus sinônimos e antônimos.
- Como se Escreve? - Escute as palavras e tente escrevê-las corretamente.
- Classes de Palavras - Indique as palavras pertencentes a cada classe (adjetivo, advérbio, artigo, numeral, pronome, substantivo e verbo).
- Modos Verbais - Leia as frases e identifique os tempos e modos verbais.
- Sopa de Letras - Encontre as palavras (adjetivos, advérbios, pronomes ou verbos) escondidas na sopa de letras.
- O Alfabeto - Monte o alfabeto relacionando as letras com as figuras.
- Jogo dos Adjetivos - Identifique o tipo dos adjetivos exibidos.
- Os Plurais - Teste o seu conhecimento sobre os plurais das palavras.
- Coletivos - Jogo com dois níveis de dificuldade, onde você deve digitar os coletivos das palavras exibidas.
- Jogo da Ortografia - Indique qual é a grafia correta das palavras.
- Conjugando Verbos - Conjugue os verbos de acordo com a pessoa e o tempo solicitado.
- Jogo das Definições - Relacione os conceitos da Língua Portuguesa (ex: pleonasmo, hipérbole) com suas definições.
- Prefixos e Radicais - Descubra o significado dos prefixos e radicais exibidos, observando também seus exemplos de uso.

JOGOS EM CD
CAMINHOS: leitura de textos autênticos e na dimensão global; leitura interativa, motivada e crítica; leitura da reconstrução do texto (desmontagem); leitura diversificada (gêneros); leitura por ‘curtição’ (sem pretexto); leitura apoiada no texto, estudando-o; leitura para além das expressões; leitura nunca desvinculada de sentido (boa pronúncia, pausas...).

GÊNEROS: histórias com imagens e em quadrinhos; fábulas, contos, crônicas, editoriais, artigos de opinião, notícias, poemas, avisos, folhetos, cartazes, adivinhas, anedotas, charadas, mapas, tabelas, gráficos, anúncios e mensagens publicitárias, instruções, esquemas...

Atividades
Práticas de leitura
- Leitura de textos curtos em grande grupo, desenvolvida por professores e alunos.
- Professor pode registrar as trocas de livros feitas pelos alunos;
- Seleção de leitura literária sem preconceito ou obrigação;
- Estudos coletivos de obras, com presença de autores, análises, discussões, júris simulados...
- Aquisição de obras: pedido na lista de materiais do aluno, compras coletivas (com desconto), presente aos colegas...
- Uso da biblioteca escolar: frequência de uso e leitura em aula, em diferentes espaços da escola;
- Utilização de biblioteca pública: contato prévio entre professor e funcionário, incentivando o uso de espaço comunitário.
- Pedido de auxílio a clubes, órgãos públicos ou projetos de iniciativa privada.
- Pedido às editoras; atenção a projetos como o do Instituto Estadual do Livro – IEL.
- Envolvimento dos alunos, que poderão arrecadar, socializar e compartilhar obras.

Sugestões

- Biblioteca básica (indicação): 204 obras para crianças de 02 a 18 anos
http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/index.shtml
- Dicas de livros de literatura
http://educarparacrescer.abril.com.br/listas/livro-681425.shtml
- Livros para acesso virtual
http://www.lendo.org/40-sites-para-baixar-livros-de-graca/

Atividades
- Propor oportunidades para os alunos produzirem listas (de materiais, de livros, de assuntos, de eventos...), informações sobre pessoas, programações de atividades, convites, avisos, cartas, anotações de ideias, narrativas, cartazes, instruções diversas, projetos de pesquisa, resultados de consultas bibliográficas e pesquisas de campo, esquemas, resumos, sínteses e resenhas, relatórios de experiências, solicitações, requerimentos, atas, saudações, poemas, mensagens eletrônicas...

- Publicação de antologias, divulgação em blogs e sites, exposição na escola ou outros espaços públicos; publicação em jornal ou revista.

- Uso do caderno de produções.

- Pedir a um familiar ou amigo para escrever uma estória; a cada semana, outro aluno que compartilha a narrativa.

- Textos normativos: escrever regras de brincadeiras.

- Correspondências: cartas familiares (envelopes), postais; textos eletrônicos.

- Organização de jornal mural da turma (impresso ou virtual), entrevista com palestrantes, com expressão oral e registros escritos.

Possibilidades

Alunos repórteres
http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/galeria-lingua-portuguesa-cbb-web-tv-premio-victor-civita-2012-730595.shtml#ad-image-8

Produção de minicontos no Twitter
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/literatura-140-caracteres-twitter-626747.shtml

Literatura de cordel
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/literatura-cordel-629372.shtml

Principais Referências

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
AZEREDO, José Carlos de. Ensino de Português: fundamentos, percursos, objetos. Rio e Janeiro: Jorge Zahar. Ed., 2007.
COSCARELLI, Carla V. Livro de receitas do professor de Português: atividades para a sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
FALCETTA, Antônio Paim [et al.]. Cem aulas sem tédio: sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor. Santa Cruz do Sul: Ed. Instituto Padre Réus, 2000.
KOCHE, Vanilda Salton; BOFF, Odete Maria Benetti; MARINELLO, Adiane Fogali. Leitura e produção textual: gêneros textuais do argumentar e expor. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
LAJOLO, Marisa. Usos e abusos da literatura na escola. São Paulo, Globo, 1982.
Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: 144p. 1998. Disponível em <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro02.pdf>
POSSENTI, Sírio. Sobre o ensino de português na escola. IN: GERALDI, João Wanderley (org.) O texto na sala de aula. 4. Ed. São Paulo: Ática, 2006.
SARAIVA, Juracy Assmann; MÜGGE, Ernani [et al.]. Literatura na escolar: propostas para o ensino fundamental. Porto Alegre: Artmed, 2006.

OBJETO DE ESTUDO DAS AULAS: é o uso da língua – que apenas se dá em textos – que deve ser o objeto de estudo da língua.

NÚCLEO CENTRAL DO ENSINO: a concepção interacionista, funcional e discursiva da língua, que se atualiza na comunicação intersubjetiva, em situações de atuação social e práticas discursivas materializadas em textos orais e escritos.

PAPEL DOS PROFESSORES: contribuir significativamente para que os alunos ampliem sua competência no uso oral e escrito da língua portuguesa; perfil de professor pesquisador, com seus alunos (e não, ‘para eles’), produz conhecimento, o descobre e o redescobre. Sempre.

ANTUNES (2003)

LÍNGUA: é uma forma de conhecimento, expressão e compreensão; de uso na comunicação; por isso, importa aprender a construir textos e compreendê-los em situações de uso, atribuindo sentidos, observando sua constituição e refletindo sobre sua construção; esse conhecimento é cumulativo.

ORIENTAÇÃO: superação da tradição escolar brasileira de ‘saber português’; proposta de política democrática e inclusiva de habilitação dos estudantes.

PAPEL DA ESCOLA: preparar o aluno para expressar-se, oralmente e por escrito, e para compreender adequadamente o que ouve ou lê. O ensino da língua é o ensino dos modos pelos quais os conteúdos ganham forma no texto. Nas aulas específicas de língua, textos são abordados, principalmente, em função das configurações ou gêneros a que pertencem e da respectiva estruturação interna quanto a parágrafos, períodos, seleção lexical e ordem e meios de combinação entre as palavras; nas aulas das demais disciplinas, os textos são tratados basicamente como fontes de informação.
AZEREDO (2007)
OBJETIVO DA ESCOLA: ensinar o português padrão, ou, talvez mais exatamente, o de criar condições para que ele seja aprendido. Qualquer outra hipótese é um equívoco, político e pedagógico. Três razões: o padrão tem muitos valores e não pode ser negado; não é verdade que ele desculturaliza, que veicula necessariamente uma só ideologia. Não é verdade que é muito difícil – o não-padrão os alunos já sabem. Falar em não ensinar o padrão equivale a tirar o português das escolas.

PISTA: Não se aprende por exercícios, mas por práticas significativas. O domínio de uma língua é o resultado de práticas efetivas, significativas contextualizadas. No processo de aquisição fora da escola existe correção, mas não existe reprovação, humilhação, castigo, exercícios, etc.

POSSENTI (2006)

PCNs – Língua Portuguesa (1998)

Ao longo dos oito anos do ensino fundamental, espera-se que os alunos adquiram progressivamente uma competência em relação à linguagem que lhes possibilite resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar a participação plena no mundo letrado.

Finalidade do ensino: expansão das possibilidades do uso da linguagem, para que capacidades sejam desenvolvidas em quatro principais habilidades linguísticas: falar, escutar, ler e escrever.
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: uma escrita de autoria dos alunos, que estabeleça vínculos comunicativos, seja socialmente relevante, funcionalmente diversificada; que tenha leitores, contextualizada adequadamente, orientada para a coerência global, adequada em sua forma de apresentação; evitar martírios (redações sobre as férias e datas comemorativas) e escritas artificiais (textos para a correção do professor).

Não existe língua sem gramática; não existe falante sem conhecimento gramatical (ANTUNES, 2003)

“....uma coisa é saber a língua, isto é, dominar as habilidades de uso da língua em situações concretas de interação, entendendo e produzindo enunciados adequados aos diversos contextos, percebendo as dificuldades entre uma forma de expressão e outra. Outra coisa é saber analisar a língua, dominando conceitos e metalinguagens a partir dos quais se fala sobre a língua, se apresentam suas características estruturais e de uso” (GERALDI, 2006, p. 89)

“ Não faz sentido ensinar nomenclatura a quem não chegou a dominar habilidades de utilização corrente e não traumática da língua escrita. Isso não significa que a escola não refletirá sobre a língua, mesmo porque esta é uma das atividades usuais dos falantes e não há razão para reprimi-la” (POSSENTI, 2006)

- A questão não é ensinar ou não ensinar gramática, mas que regras ensinar e em que perspectiva ensinar.
- ORIENTAÇÕES: ensinar gramática relevante (útil e aplicável para o exercício fluente), funcional, contextualizada, descritiva, estimulante e desafiador, que liberte e solte a palavra, que comunique; uma gramática que prevê mais de uma norma, uma gramática que seja da língua das pessoas, refletindo diversidades sociais, geográficas e de registro da língua.
- PRIORIDADE: criar oportunidades diárias para o aluno construir, analisar, discutir, levantar hipóteses, a partir da leitura de diferentes gêneros de textos – única instância em que o aluno pode chegar a compreender como, de fato, a língua que ele fala funciona.
- FUNÇÃO: auxiliar o aluno; por isso, partirá do texto dele!
Gramática para análise linguística

- Analisar o papel da gramática nos textos: polissemia e ambiguidade nos anúncios publicitários; a omissão de artigos em manchetes; as substituições vocabulares, a colocação de palavras no texto (substantivo – adjetivo).
- Para cada aula, é importante selecionar um texto ou um problema de ordem textual; caracteriza-se pela retomada do texto produzido, para reescrevê-lo; uso de anotações, dicionários, gramáticas; atividades individuais ou em grupos (pequenos ou maiores); partir do erro para a autocorreção.
- Trabalho em grupo: distribuir textos em duplas, solicitando a leitura e contribuições de outro.
- Escolha de um parágrafo para a reestruturação coletiva.
- Jogo dos 7 erros, com frases selecionadas, de forma que os alunos identifiquem os equívocos;
- Corrigir coletivamente um equívoco, solicitando que os alunos identifiquem outros semelhantes em suas produções.
- Nos textos, às margens, solicitar a revisão de um aspecto linguístico.
- Ortografia: origem das palavras, sonoridade, relação com outras, memória visual.
3. Só Português: Jogo da Forca; Jogo dos advérbios; Jogo dos substantivos; Separe em sílabas; Descubra as erradas; Combinando as letras; Palavras complicadas; Seguindo a lógica; Trocando as letras; Elemento estranho.
http://www.soportugues.com.br/secoes/jogos.php


4. Provérbios:
Interpretando provérbios - http://cvc.instituto-camoes.pt/exercicios/index.html
Provérbio escondido - http://cvc.instituto-camoes.pt/jogoemlinha/proverbioescondido/index.html
Base Nacional Comum Curricular (2015):
1. Apropriação do sistema de escrita alfabético/ortográfico e tecnologias da escrita;
2. Oralidade;
3. Leitura;
4. Escrita;
5. Análise linguística.
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