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Copy of Copy of Biofísica da Função Renal

Plano de aula
by

Bruna Lins

on 10 June 2013

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BIOFÍSICA DA
FUNÇÃO RENAL Meio Ambiente e Saúde Ambiental Referências Meio Ambiente e Saúde Ambiental INTRODUÇÃO
Atribuições do Sistema Nacional de Vigilância Ambiental em Saúde - SINVAS :
coordenar, avaliar, planejar, acompanhar, inspecionar e supervisionar ações de vigilância relacionadas às doenças e agravos referentes a:
1) água para consumo humano; 2) contaminações do ar e do solo; 3) desastres naturais; 4) contaminantes ambientais e substâncias químicas; 5) acidentes com produtos perigosos; 6) efeitos dos fatores físicos; e 7) condições saudáveis no ambiente de trabalho. Objetivos Específicos Meio Ambiente e Saúde Ambiental Objetivo geral Meio Ambiente e Saúde Ambiental Objetivos da Vigilância Ambiental em saúde Meio Ambiente e Saúde Ambiental Identificar os riscos e divulgar, apenas para o SUS, as informações referentes aos fatores ambientais condicionantes e determinantes das doenças e outros agravos à saúde.

Conhecer e estimular a interação entre saúde, meio ambiente e desenvolvimento, visando o fortalecimento da participação da população na promoção da saúde e qualidade de vida. Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde, 2005 Meio Ambiente e Saúde Ambiental Diagnóstico da situação relativa à Vigilância em Saúde
Diagnóstico imediato da área afetada
Diagnóstico de risco sócio -ambiental
Diagnóstico da situação epidemiológica
Medidas de prevenção e controle em vigilância em saúde
Vigilância Ambiental em Saúde
Vigilância Epidemiológica
Informação
Fluxo de informações em serviço
Informação para a população Estratégias do Plano de
Contingência de Vigilância em Saúde frente a Inundações Meio Ambiente e Saúde Ambiental 12 de dezembro de 1952 – Otawa ( Canadá)
26 de abril de 1986 - Chernobyl (Ucrânia)
13 de setembro de 1987 - Goiânia ( Brasil)
9 de agosto de 2004 - Mihama (Japão)
8 de abril de 2008 - Khushab (Paquistão)
23 de julho de 2008 - Tricastin (França)
11 de março de 2011 - Fukushima (Japão) ACIDENTES COM RADIAÇÕES IONIZANTES Meio Ambiente e Saúde Ambiental Vanderlan Santos Mota MEIO AMBIENTE E SAÚDE AMBIENTAL UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS
ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Meio Ambiente e Saúde Ambiental Fonte: FUNASA, in SNVAS,2003 •Parasitas
•Protozoário
• Vírus
•Bactérias
•Venenos DOENÇAS E AGRAVOS

Malária, Filariose , Dengue, Febre Amarela, Febre maculosa e etc.


Raiva, Leishmaniose, Equinococose, Leptospirose, Peste, Chagas, Sarna, Toxiplasmose, Hantavírus, etc ,


c) Acidentes com animais peçonhentos AGENTE TRANSMISSOR

VETORES
Anopheles, Aedes aegypti,
Culex Flebótomos,
Triatomíneos, etc.

b) HOSPEDEIROS E RESERVATÓRIOS
Cães/Gatos, Morcegos, Caramujos, Carrapato, Roedores, Saguis, Raposas,
Suínos/Bovinos e Aves

c) ANIMAIS PEÇONHENTOS
Serpentes, Escorpiões,
Aranhas, Himenópteros e
Lepidópteros Prevenção e Controle de
Doenças e Agravos Vigilância Ambiental Fatores Ambientais de Riscos Biológicos Vírus
Bactérias
Parasitas
Protozoários
Toxinas
Substâncias Químicas
RADIAÇÕES IONIZANTES DOENÇAS E AGRAVOS

Cólera, febre tifoide e Paratifoide, amebíase, diarreia e Gastroenterites,
Hepatites virais, helmintíase, doenças infecciosas,
Leptospirose, esquistossomose, infecções respiratórias, intoxicações diversas,
Neoplasias, Etc... Via de Transmissão

Ar

Água

Solo Prevenção e Controle de
Doenças e Agravos Meio Ambiente e Saúde Ambiental Vigilância Ambiental Contaminantes ambientais Substâncias químicas e físicas


Radiações ionizantes DOENÇAS E AGRAVOS

Alterações genéticas
Alterações reprodutivas;
Alterações neurológicas



Infecções respiratórias, intoxicações diversas,
Doenças crônicas incapacitantes;
Câncer Vigilância em Saúde

Contaminantes ambientais
Qualidade da água de consumo humano;


Qualidade do ar;
Qualidade do solo;
Desastres Naturais e Acidentes com Produtos Perigosos Prevenção e Controle de
Doenças e Agravos Meio Ambiente e Saúde Ambiental Vigilância Ambiental Fatores de Risco Não Biológicos Objetivo geral Meio Ambiente e Saúde Ambiental (cc) image by nuonsolarteam on Flickr Objetivo Geral Demonstrar sucintamente o universo de atuação do sistema da Biofísica da função renal, a sua inter-relação com suas macro e micro estruturas. Objetivos Específicos •Caracterizar as vias da estrutura dos rins;
•Identificar a excreção de subprodutos metabólicos;
•Demonstrar a manutenção do equilíbrio ácido - básico e da pressão sanguínea; Encontrados aos pares em cada indivíduo, são órgãos de cor marrom avermelhada em forma de grãos de feijão. Possuem cerca de 10 cm de comprimento e ficam alojados na parte posterior da cavidade abdominal, logo abaixo do diafragma e um de cada lado da coluna vertebral. Estrutura dos Rins Encontrados aos pares em cada indivíduo, são órgãos de cor marrom avermelhada em forma de grãos de feijão. Possuem cerca de 10 cm de comprimento e ficam alojados na parte posterior da cavidade abdominal, logo abaixo do diafragma e um de cada lado da coluna vertebral. Encontrados aos pares em cada indivíduo, são órgãos de cor marrom avermelhada em forma de grãos de feijão. Possuem cerca de 10 cm de comprimento e ficam alojados na parte posterior da cavidade abdominal, logo abaixo do diafragma e um de cada lado da coluna vertebral. Introdução O rim direito posiciona-se um pouco mais abaixo com relação ao esquerdo. Cada rim possui um canal urinífero, que desemboca na bexiga urinária, e uma glândula supra-renal. São envoltos por três camadas de tecido. Da camada mais externa ao rim para a mais interna, respectivamente são: fáscia renal, cápsula adiposa e cápsula fibrosa. A principal e mais conhecida função renal é a excreção de substâncias tóxicas, mas os rins também desempenham muitas outras funções como:
*controle do volume hídrico
*controle de pH
*controle de osmalarida Micro Estruturas dos rins Néfrons
O néfron é a unidade morfofuncional ou a unidade produtora de urina do rim. Cada rim contém cerca de 1 milhão de néfrons. A forma do néfron é peculiar, inconfundível, e admiravelmente adequada para sua função de produzir urina. O néfron é formado por dois componentes principais:
1. Corpúsculo Renal:
* Cápsula Glomerular (de Bowman);
* Glomérulo – rede de capilares sangüíneos enovelados dentro da cápsula glomerular.

2. Túbulo Renal:
* Túbulo contorcido proximal;
* Alça do Néfron (de Henle);
* Túbulo contorcido distal;
* Túbulo coletor. Néfron A formação da urina começa com a filtração, a partir dos capilares glomerulares, de grande quantidade de líquido praticamente isento de proteínas.1) A maioria das substâncias no plasma é filtrada livremente (exceção proteínas) em concentrações semelhantes ao do plasma (exceções Ca++, ácidos graxos).
A filtração glomerular é a primeira etapa na formação da urina. O sangue arterial é conduzido sob alta pressão nos capilares do glomérulo. Essa pressão, que normalmente é de 70 a 80 mmHg, tem intensidade suficiente para que parte do plasma passe para a cápsula de Bowman, onde as substâncias pequenas - água, sais, vitaminas, açúcares, aminoácidos e excretas - saem do glomérulo e entram na cápsula de Bowman.Somente as células sanguineas(não é possível filtrar)e as protéinas(devido ao seu tamanho que é grande e a carga que é igual a barreira de filtração,então vai repelir)não vão ser filtradas. Esse processo resulta em um líquido que recebe o nome de filtrado glomerular. Secreção Tubular Regulação da Filtração glomerular Referências Bibliográficas

1.GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002.
2.HENEINE, I. F. Biofísica básica. São Paulo: Ateneu, 2003.
3.TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Princípios de anatomia e fisiologia, 9. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Organização dos Rins Quadro 1 Fonte: http://caxaepeloblog.wordpress.com/2010/09/08/componentes/ Micção Transferência da urina para vesícula urinária;
O liquído tubular flui através dos túbulos em direção a pelve renal em função do gradiente de pressão que é menor neste último seguimento;
A urina é transportada nos uréteres pelo peristaltismo;
A válvula ureterovesicular impede o refluxo da urina. Características da urina dos mamíferos Composição: varia de acordo com as características do LEC.
Cor: amarelada em função do urocromo derivado da oxidação da urobilina.
Odor: sui generis, mas pode ser influenciada pela dieta .
Consistência: aquosa na maioria das espécies sendo mucosa e rica em fosfatos e carbonatos nos equinos.
Compostos nitrogenados: o principal é a uréia que é formada no fígado a partir da amônia.
Volume: varia principalmente com a ingestão de líquidos.
Usa-se clinicamente os termos Poliúria, Oligúria, Anúria e Disúria para descrever respectivamente a produção excessiva, diminuída, ausente, e difícil ou dolorosa de urina. Faculdade Santo Agostinho Bacharelado em Fisioterapia Disciplina : Biofisica
Prof: Hamanda Soares Componentes Antonio José
Amanda Torres
Bruna Lins
Larisse Portela
Thaysa Rodrigues Para excretar e reabsorver, o rim usa três processos bem delineados:

*Filtração Glomerular
*Reabsorção Tubular
*Secreção Tubular A secreção tubular atua em direção oposta à reabsorção. As substâncias são transportadas do interior dos capilares
para a luz dos túbulos, de onde são eliminadas pela urina. Os processos de secreção mais importantes estão relacionados à secreção tubularde íon hidrogênio, potássio e amônia. Determinadas
substâncias são eliminadas do organismo pelos mecanismos de secreção tubular, após metabolização no fígado. Reabsorção Tubular Reabsorção tubular renal é o processo de transporte de uma substância do interio do túbulo para o sangue que envolve o túbulo. Graças à reabsorção tubular muitas substâncias depois de filtradas voltam ao sangue que percorre os capilares peritubulares entrando de novo na circulação sistêmica pela veia renal que sai do órgão. Troca de Liquidos nos Capilares As quatro forças primárias que determinan o movimento de líquidos através da menbrana capilar Pressão capilar
Pressão do liquido intertical
Pressão coloidosmótica plasmática
Pressão coloidosmótica do liquído intersticial
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