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A Formação dos Estados Nacionais Europeus

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Renan Cecchet

on 9 September 2015

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Transcript of A Formação dos Estados Nacionais Europeus

O fortalecimento dos Reis
A partir do séc. IX a Europa passou a ser controlada por senhores feudais.
Enfraquecimento do poder dos reis.
Fortalecimento do poder dos nobres em seus feudos.

As monarquias absolutistas
Em alguns países europeus entre o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna, o fortalecimento do poder real resultou na formação de monarquias absolutistas.
O Rei ou Rainha comandavam o exército, administravam o Estado, cobravam os impostos e praticavam a justiça.
Em suma, os monarcas detinham os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Varias foram as monarquias absolutistas da Europa entre os séculos XIV e XVIII, sendo A França de Luís XIV considerada o símbolo do absolutismo monárquico.
Rei, Nobreza e Burguesia
Este fortalecimento do poder do rei, dá-se em função do apoio obtido por ele de parte da nobreza e principalmente de parte da Burguesia.
“Aliança Reis/Burguesia”

A Formação dos Estados Nacionais Europeus
O surgimento dos países
Você sabe a diferença entre os seguintes termos?
O Mercantilismo
Os Reis procuravam fortalecer os seus reinos adotando medidas para aumentar a sua riqueza, entre os séculos XV e XVIII.
O conjunto dessas medidas ficou conhecido como “mercantilismo”.
As principais características da economia mercantilista foram:
- Metalismo: Acumulo de ouro e prata nos cofres do governo.
- Balança comercial favorável: Exportar mais do que importar.
• Visa diminuir a saída de metais e riquezas do reino.
- Colonialismo: Exploração de territórios fora da Europa.
• Obtenção de materiais de alto valor no mercado europeu.
• Significava status para os reis, pela obtenção de um grande império.
- Protecionismo alfandegário: Cobranças de elevadas taxas de impostos sobre produtos importados.
• Forma de proteger os manufaturados locais.

"Estado"
"País"
"Nação"

Estado
O conceito de estado pode ter dois sentidos no que se refere à política:
Instituição social organizada politicamente e que exerce a autoridade sobre um território – sendo que neste caso a palavra é grafada com letra maiúscula (Estado).
Ou refere-se as unidades administrativas de um Estado – geralmente grafada então com letra minúscula (estado)

País
Comumente confundido com Estado, não se refere no entanto ao território físico somente, mas sim a soma deste território com o governo que lhe foi instituído.
Quando este território foi delimitado historicamente (no tempo e no espaço), e passou a ter um Estado, administrado por um governo, ele passou a ser um país.

Nação
Sinônimo de “povo ”ou “etnia”, é um “conjunto de indivíduos que possuem uma cultura comum”, independentemente de território.
Nação Árabe;
Nação Judaica.
Nação tibetana.
Nação Americana.
Nação Brasileira.
Nação Chinesa
A partir do séc. XII a Europa passou por inúmeras transformações sociais e econômicas.
Desenvolvimento tecnológico.
Cruzadas.
Ressurgimento do comércio
Crescimento das cidades.
Enriquecimento da burguesia.

Os reis então submeteram seus aos nobres (vassalos) ao seu poder retomando o controle sobre o conjunto da população.
 Nobreza
Classe enfraquecida pelas cruzadas em função dos seus altos gastos, encontrou problemas como:
- Encontravam na volta, suas terras improdutivas e abandonadas.
- Lidavam com o advento da “Peste negra”.
- Era-lhes vantajoso apoiar um estado forte e centralizado na mão de um Rei.
- Recebiam em troca privilégio como a isenção de impostos e a proteção em caso de revoltas camponesas.

 Burguesia
O fortalecimento do rei significava para os burgueses basicamente a obtenção de algumas vantagens, as quais:
- Uso de moeda única.
- Padrão oficial de pesos e medidas.
- Cobrança de impostos centralizada na mão do rei – não mais em cada feudo.
- Proteção do exército real para suas atividades.

Prof. Renan Cecchet
 Reis
Aos Reis interessava:
- Possuir uma nobreza dependente que ajudasse a manter o poder real.
- Conseguir o apoio financeiro da burguesia para manter as despesas do Estado.
- Obter também da burguesia, homens capacitados para gerir a economia.

Igreja
Representada pelo “Alto Clero”, temia o fortalecimento do poder dos Reis, pois:
- Detinha alto poder econômico e ideológico.
- Via na centralização monárquica o fim dos seus privilégios e do controle sobre o povo.

Os teóricos absolutistas
Ao longo dos séculos XVI e XVII diversos pensadores ajudaram a consolidar o poder dos monarcas europeus com suas teses absolutistas.
 Jaques Bossuet (1627-1704)
Jaques Bossuet era um bispo e teólogo francês.
- Ele desenvolveu a “Teoria do direito divino”.
- Segundo Bossuet, o poder do soberano expressaria a vontade de Deus, e deveria ser respeitado.
 Nicolau Maquiavel (1469-1527)
O Intelectual Florentino resumiu a maior parte de suas teses em sua obra “O príncipe” de 1513.
- Em “O Príncipe” Maquiavel faz a separação da Ética e da Política.
- Segundo ele o monarca não deve possuir necessariamente as virtudes desejadas para os homens comuns (piedade, fidelidade, integridade) no exercício de seu poder.
- O fundamental seria que este conseguisse se manter no poder .
- Segundo o autor, somente um soberano (Príncipe) seria capaz de organizar uma sociedade com educação, virtuosa e sem maldade.
- Ao atingir este ponto, os príncipe não precisaria mais governar, e os homens instituiriam uma república.
 Thomas Hobbes (1588-1679)
Segundo Hobbes, a natureza humana seria egoísta e os homens viveriam em um estado de constante “luta de todos contra todos”.
- Segundo Hobbes, “o homem seria o lobo do próprio homem”.
- Caberia ao Estado (Leviatã), tirar o homem de seu “Estado de natureza” e evitar os confrontos sociais, através de um “contrato social”.
- Um monarca absoluto, capaz de concentrar o poder na sua mão poderia garantir a paz acordada no “contrato social”, já que este por si só não garantiria esta paz.
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