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Untitled Prezi

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by

Elisa Stocker

on 6 December 2013

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Transcript of Untitled Prezi

1970
1976
1980
Aluguel de um galpão
para realizar a triagem em São Sepé.
1987
Constituição garante
o direito de livre associação.
Criação da primeira associação
de Porto Alegre na
Ilha Grande dos Marinheiros.
1990
Primeira manifestação
de catadores em Porto Alegre
1991
Primeira prisão de
um catador no calçadão
da José Montaury.
1996
Criação da Associação dos
Recicladores do Loteamento
Cavalhada, antiga Vila Caicai.
Essa Associação comportava
apenas 10% dos catadores.
Queima da Associação
dos carroceiros de Gravataí.
1997
Inicio da luta por água e
luz na Vila Pontilhão.
Criaçao da ACRE.
1998
1999
Construção do
galpão da ACRER.
2000
Inicio das discussões
para a criação da
Associação de Vera Cruz.
2001
Primeiro Congresso
Nacional dos Catadores.
Construção do Galpão da Santa Tecla.
2002
2003
Em São Sepé a Associação não vingou por problemas internos.
2004
Caravana do MNCR/RS no Festival Nacional Lixo e Cidadania em BH.
Criação da Associação dos
carroceiros de Gravataí.
Despejo da Cooperativa de
habitação em Encruzilhada do Sul.
1988
Lixão passa
para a BR 290.
Lixão funcionou
na Nova Esperança.
Tank começou
a catar com 7 anos,
catava osso e vidro
por motivos
de sobrevivência.
Lixão municipal
de Uruguaiana
era no Cacareo.
Encontro Nacional dos
carrinheiros em Santos-SP.
Cursos de Qualificação em
Autogestão e Cooperativismo
que desencadiou na
Fundação da ASCAT.
Criação da ACOTRALI.
Criação da ATEI de
Encruzilhada do Sul.
Conquista de água e
luz da Vila Pontilhão.
Ocupação de prédio em Encruzilhada do Sul.
Fundação da COOMCREAL.
Limpeza das comunidades de Encruzilhada do Sul.
Os catadores de Uruguaiana conhecem o MNCR;
Fundação do CEANE e participação dos catadores no MNCR dando visibilidade aos catadores em Uruguaiana.
Segundo festival lixo e cidadania.
CEANE ocupa área da prefeitura para construção do galpão.
Regulamentada a profissão de catador virando profissão.
TV catacata incentiva a coleta de materiais nos hospitais em POA.
Retomada da FARRGS pelo MNCR em POA.
Perda/rompimento da FARRGS.
Participaçao do MNCR no FSM.
Ocupação e conquista do entreposto de Cachoeirinha.
Participação do MNCR na marcha por terra, trabalho e teto - Conquista e execução das frentes de trabalho pela ASCAT.
Criação da Associação Mãos Dadas de São Sepé.
Inicio das atividades do galpão de Santa Cruz na ASECMAR.
O Movimento conquista a Assessoria Jurídica.
Rio Pardo inicia no MNCR.
Primeiro Congresso Latino Americano dos Catadores em Caxias do Sul.
13 mobilizaçoes estaduais do MNCR em um ano.
Inicio do trabalho coletivo no galpão da ASECMAR perto do Avenida.
Manifestação na frente de ANATEL pela libertação das rádios comunitárias com a primeira prisão política de um catador;
Encerramento do lixão em São Sepé, os catadores receberam uma indenização de apenas uma cesta básica.
Formação do Comitê Hilma Cardoso (Porto Alegre) com reuniões semanais.
Caravana do MNCR no Encontro Interestadual dos catadores da Regiao Sul no Paraná.
Início das negociações com poder público e ato em frente da prefeitura de Santa Cruz do Sul.
2005
Assalto da caravana dos catadores para Brasília.
2006
2007
Começa a campanha de coleta porta a porta em Gravataí.
Transferência dos catadores do Avenida para o bairro Faxinal de Santa Cruz.
2008
2009
Fundação da ACLAN de Uruguaiana.
2010
Gestão da usina pela COOMCAT.
2011
Catadores foram conhecer os processos de incineração na Europa e na Ásia.
2012
2013
Marcha dos catadores até a Philip Morris.
Entrega de equipamentos do MNCR no CEANE de Uruguaiana.
Início das atividades da ACATA em um galpão de madeira.
Primeiro Congresso Estadual do MNCR em Gravataí.
Segundo Congresso Latino Americano dos catadores em São Leopoldo.
Execução do projeto Petrobras com 320 carrinhos e entrega de três caminhões no Estado para a central de vendas.
Início das atividades da associação dos recicladores de Viamão.
Criação da Associaçao dos moradores do bairro Santa Marta de Passo Fundo.
Entrega do galpão da ACOTRALI em Rio Pardo.
Primeira entidade de catadores contratada pelo poder público de Diadema SP.
Marcha dos 1000 catadores em Brasília.
Segundo congresso de Brasília 1000 catadores.
Início do programa de rádio dos catadores Povo na Rua na Radio Comunitaria de Santa Cruz;
Decreto 5940 de 2006.
Início da Coleta Solidária em Santa Cruz pelos Catadores sem o apoio da Prefeitura.
Não acesso aos orgãos públicos pelo decreto.
Entrega de equipamentos para a ACATA para a ARL 6 de Ijuí.
Lei do saneamento básico que dispensa a licitação para a contratação de cooperativas de catadores;
Suspensa a sexta básica dos catadores de São Sepé.
Primeiro encontro mundial dos catadores em Bogotá;
Ações diretas em defesa dos carroceiros de Porto Alegre.
Retomada do galpão da cavalhada pelo MNCR.
Falta de apoio do poder público para a CSS em Gravataí.
Repressão aos catadores
de rua em POA.
Início do projeto transformação que organizou quatro grupos de catadores em Passo Fundo.
Processo aberto em Ijuí para o fechamento da ACATA.
Viamão conhece o MNCR na EXPOCATADORES em SP.
Fundação da cooperativa de Viamão.
Crise financeira mundial queda do preço dos materiais recicláveis.
Ocupação da usina de transbordo pelo MNCR de Santa Cruz do Sul.
Criação da Cootracar e contratação dessa entidade pelo poder público de Gravataí.
A associação de Passo Fundo passa a ser a cooperativa Cootraempo.
Fundação da Recibel de Passo Fundo.
Criação do Fórum de Ação da Coleta Seletiva Solidária de Santa Cruz.
Início da construção de dois galpões novos da ACATA de Ijuí.
As Associações de Passo Fundo tiveram o apoio da Caritas com o repasse de equipamentos.
Decreto pela retirada das carroças em Porto Alegre.
Assassinato da Companheira Tati de Cachoeirinha.
Convênio com as Associações para cedência de caminhões para a CSS de Passo Fundo.
Implantação da coleta seletiva privatizada de Uruguaiana.
Reunião com a Secretaria do Meio Ambiente de Ijuí.
Início do processo de cedência de terreno para a ARL6.
Não cumprimento da PNRS.
ASECMAR passa a ser COOMCAT.
Início das atividades do CATAFORTE.
ARViamão ingressa no MNCR.
Regulamentada a PNRS.
Acotrali de Vera Cruz conquista seu terreno.
Devido ao mal uso do equipamento o MNCR retira o caminhão do CEANE.
Contrato de coleta seletiva firmado entre a COCARI e a prefeitura de Cachoeira.
Queda da prefeita Rita Sanco de Gravataí prejudica a CSS dessa cidade.
Formação da ARL6 de Ijuí.
Entrada de Ijuí no MNCR.
Formatura do CATAFORTE em Gravatai.
Criação do Fórum dos catadores em POA.
Início da discussão da cadeia binacional do PET.
Início dos debates sobre incineração no Brasil.
Investimento de 7 milhões do governo federal na cadeia binacional do PET, sem discussão sobre as reais necessidades dos catadores.
EXPOCATADORES.
Protesto dos catadores em POA.
Participação dos Catadores na Cúpula dos Povos.
Apresentação do plano de gestão de resíduos de Uruguaiana.
Compromisso do poder público de Uruguaiana com a incineração.
Cedencia de caminhão para a ACOTRALI de Vera Cruz.
Conquista de terreno na zona norte de porto alegre graças a assessoria jurídica do MNCR.
Realização do CATAFORTE II.
Audiências públicas do Plano Nacional de Resíduos.
Abertura do MNCR para outras Associações de POA.
Encontro Estadual dos catadores em Santa Cruz do Sul.
I Encontro de Militantes do MNCR em Santa Cruz do Sul.
Participação dos Catadores de Gravataí na Conferência das Cidades e retiradas de dois delegados para a Conferência Estadual.
A ARV e Cooperativa de Catadores de Viamão conseguiram a presidência do Conselho de Meio Ambiente e de três delegados para a Conferência Estadual do Meio Ambiente.
Retomada da militância do MNCR no galpão da Restinga.
Entrega de galpão para a ARL6.
Construção e testes do cavalo de lata com os Catadores.
Início da rede CATAPAMPA.
Apoio da SMA para a COCARI.
Negociação com a prefeitura de Cachoeira para a mudança do atual contrato e de um novo espaço para a Associação.
Início da assessoria juridica a COCARI de Cachoeira.
A quebra da contratação Cootracar em Gravataí para a execução da CSS.
Perigo de incineração na Região Metropolitana.
Perigo de incineração no Vale do Taquari.
Perigo de incineração na Região Ceberi e Alto Uruguai.
Perigo de incineração na Região Fronteira Oeste.
Início de higienização forçada em POA.
Soltura e impunidade para os secretários envolvidos em escandalos públicos.
Aliança e investimento de pseudos aliados (BNDS, EletroSul) para a incineração.
Não cumprimento da PNRS.
Poucos municípios com CSS.
Fechamento do Lixão de Uruguaiana, sem proposta de inclusão de Catadores.
Inexistencia de política pública estadual de inclusão socioeconômica no RS (execução da Cadeia do PET prejudicada pelo mau planejamento, falta de investimento nas organizações de Catadores, falta de negociação com o governador).
Muitos Encontros de Catadores para fazer propaganda dos governos e grandes empresas, sem reais mudanças para os Catadores.
Execussão do projeto Todos Somos POA (falso empreendedorismo, higiêne social).
Quais serão nossos próximos passos?
Audiências públicas sobre o PERS da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da ALERG.
Criação do Fórum das questões sociais de Uruguaiana.
Projeto Pampa (FLD/MNCR) articulou 12 cidades da fronteira oeste.
Encontro Estadual em Canoas (Sesampe).
Primeira fala dos Catadores na OIT (Org. Int. do Trabalho).
Conferencia Municipal do meio ambiente de Uruguaiana.
Conferencia Regional MA do Vale do Rio Pardo.
Conferencia Regional MA do Conferencia Regional MA do Vale do Gravataí.
Aprovação das propostas do MNCR na Conferencia Estadual.
Aprovação das propostas do MNCR na Conferencia Nacional.
Retomada do funcionamento do Comitê Erik Soares.
Aprovação do recurso do convenio dos grupos de POA.
Inicio dos debates sobre a construção de um Consórcio Público Regional de Gestão dos resíduos no Vale do Rio Pardo em parceria com a Rede Catapampa.
Projeto de Lei que proíbe a incineração encaminhado a Alergs (Jurandir Maciel).
Criação da frente parlamentar de acompanhamento dos planos de gestão integrada dos resíduos sólidos.
Audiência pública estadual na Alergs com participação expressiva dos grupos da fronteira oeste (Projeto Bioma Pampa).
Criação da secretaria estadual do MNCR.
Renovação do convênio em são Leopoldo e contratação dos grupos da cidade para fazer coleta seletiva solidária.
Reconhecimento do MNCR para fazer os planos municipais de gestão dos resíduos com inclusão dos catadores.
Contrato de CSS em Rio Pardo.
Retomada da reunião de Coordenação estadual do MNCR.
Criação do Fórum de apoio aos catadores em Lajeado.
Rearticulação dos catadores de rua em Lajeado.
Renovação do contrato de CSS em Gravataí.
Entrega dos caminhões e equipamentos em Gravataí.
Ampliação da rede de apoio institucional no RS( MPT,MP, TCU,Fepam,etc..) ao MNCR.
Participação no 12° Festival Lixo e Cidadania.
Possibilidade de contratação CSS em São Gabriel.
Participação no seminário de rotas tecnológicas da reciclagem e aprovação da rota da reciclagem popular.
Avanço do projeto de incineração em Seberi.
Contrato assinado para incineração em Uruguaiana.
Nenhuma base do estado do MNCR/RS foi contemplada no CATAFORTE III.
Aprovação do PMRS de Uruguaiana que não foi apresentado para a sociedade civil.
Execução do Projeto Todos Somos POA, com a proibição do uso de carroças e carrinhos.
Inexistência de dialogo e investimento do governo do RS.
Não participação do comitê sepé tiaraju nas instancias estaduais do MNCR.
Falta de uma equipe técnica que atenda a demanda dos municípios.
Falta de continuidade nas formações.
Desorganização da maioria dos comitês do MNCR/RS.
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