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Crime no Expresso do Oriente

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Ana Catarina Garnecho

on 7 March 2013

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Transcript of Crime no Expresso do Oriente

Crime no Expresso do Oriente Ana Catarina Nº1
10ºB Agatha Christie Personagens Arma do Crime Conclusões O que Realmente Aconteceu Revelação de Identidades O que realmente aconteceu(cont.) Nasceu a 15 de Setembro de 1890 em Torquay, uma cidade da Inglaterra. Filha de pai americano e mãe inglesa. Aos 12 anos começou a escrever histórias e a sua grande paixão eram as viagens.

Aos 22 anos conheceu Archibald Christie, com quem casou em 1915. Durante a guerra, Agatha ingressou como voluntária num hospital da Cruz Vermelha em Torquay. Diz-se que aí obteve conhecimentos sobre venenos, que utilizou com grande destreza no seu primeiro romance – “A primeira investigação de Poirot”, 1920.

Divorciou-se em 1926 e voltou a casar-se com o famoso arqueólogo e professor da Universidade de Oxford Sir Max Mallowan, que acompanhou em numerosas viagens e expedições arqueológicas, onde se terá inspirado para outras obras como Assassínio na Mesopotâmia (1936), Morte no Nilo (1937) e Encontro em Bagdade (1951).

Escreveu cerca de setenta romances policiais de enorme popularidade, e está traduzida em 43 línguas. Também escreveu novelas e peças de teatrais . Alguns dos seus romances policiais foram também adaptados ao cinema.
Morreu a 12 de Janeiro de 1976. A arma foi encontrada por Mrs. Hubbard, no seu saco de esponjas. A arma ensanguentada que Dr. Constatine afirmou que aquela podia ser arma do crime, embora acha-se estranho duas pessoas escolherem punhais idênticos.

Poirot, Constatine e Bouc pensam que o assassino entrou para o camarote de Mrs. Hubbard, fechando a porta de comunicação atrás de si, apercebeu-se da bolsa e pôs a faca ensanguentada no saco. Depois saiu pela porta do camarote.

Mas Mrs. Hubbard no seu depoimento disse que a porta de comunicação estava trancada. Poirot soube que MacQueen tinha conhecido a Mrs. Armstrong, e interrogou-se se ele mentiu quando negou que sabia que Ratchett era Cassetti ou se ele aceitou trabalhar para Ratchett como parte de um plano deliberado para vingar a morte da Mrs. Armstrong.

Ao dizer à princesa Dragomiroff que sabia que ela era a madrinha da Mrs. Armstrong, a princesa começou a responder de forma imprecisa e escapatória às perguntas que lhe foram colocadas. Houve uma pergunta que deixou Poirot muito chocado: o nome da secretária de Mrs. Armstrong, à qual a resposta foi: Miss Freebody. Freebody era o nome da sócia minoritária de umas das lojas londrinas mais famosas, possivelmente frequentada pela própria princesa. O nome da sócia maioritária era Debenham.

Ao perguntar lhe também o apelido de solteira de Mrs. Armstrong, ela disse que não sabia ao certo mas pensava que seria Greenwood, que em alemão se diz Grunwald que é o verdadeiro apelido da afilhada e da irmã mais nova, a condessa Andrenyi. Cujo verdadeiro nome é Helena e não Elena como estava no passaporte. Colocaram uma mancha de gordura no “H” porque tiveram receio de o lenço com a inicial “H” a incrimina-se de cumplicidade no homicídio.
Mas o lenço não lhe pertence, nem a Mrs. Hubbard, nem a Hildegarde Schmidt mas pertence à princesa Dragomiroff, pois o primeiro nome dela é Nathalia, que no alfabeto russo o “N” se escreve como o “H”.

Hildegarde nem sempre foi dama de companhia de Dragomiroff, também foi cozinheira dos Armstrong.

Hardman disse que no seu depoimento que Ratchett o tinha convidado para ser o seu guarda costas o que é mentira, pois foi Poirot que Ratchett convidou só que recusou.

Antes de se tornar detetive Hardman era um mero polícia que se apaixonou pela criada durante as rondas na casa dos Armstrong e teria casado com ela…

A criada era filha de Pierre, o revisor, que conseguiu o disfarce para o misterioso membro da máfia, que nunca existiu, como a dona do quimono estampado com os dragões pois era a condessa a representar um “papel”, capacidade herdada da sua mãe atriz, Linda Arden, que era o nome artístico de Mrs. Hubbard

Miss Ohlsson era a enfermeira de Daisy Armstrong. Que teve sorte no dia do rapto apenas ter sido amarrada e amordaçada, ao contrário do mordomo que foi agredido, na cabeça. O mordomo era Masterman.

Foscarelli era o motorista dos Armstrong. O crime ocorreu entre as 12h e as 02h; os ferimentos no corpo de Ratchett era 12; o nº de letras das ameaças de morte também eram 12; o nº de passageiros sem contar com Poirot e Ratchett, na carruagem de primeira classe 12. Quando Masterman foi depois do jantar, ao camarote de Ratchett, destrancou a porta de comunicação e por sua a vez Mrs. Hubbard destrancou a porta do seu lado.

Depois a pedido de Ratchett, MacQueen foi chamado para tratar de umas encomendas e enquanto lia os telegramas a enviar, despeja um soporífero na água do seu patrão. Depois MacQueen saiu e Ratchett foi-se deitar, bebe o soporífero enquanto olha para mais uma das cartas ameaçadoras, desmaia.

Às 12h40 MacQueen adianta o relógio até à 01h15 e parte-o. Depois começa a gemer, e chama o revisor, mas diz que foi engano em francês, isto enquanto queima a carta. 01h15 foi quando a Mrs. Hubbard chamou o revisor porque viu um homem no quarto, que perde um botão. O cliché do relógio partido registando 01h15, fez com que Poirot desacreditasse que o crime tenha sido cometido a essa hora. Outra coisa que não fazia sentido era Ratchett ter dito que era engano em francês, se o próprio MacQueen dissera que o seu patrão não falava nenhuma língua sem ser inglês o que levou Poirot a pensar que Ratchett já estava morto quando se ouviu uma voz em francês e isto fez com que Poirot pensasse que o crime já tinha sido cometido antes da 01h15, que era quando todos tinham um álibi inabalável. Às 02:00 da manhã o crime estava em movimento.

Pierre entra pela porta de comunicação para o compartimento de Ratchett e abre a porta que dá para o corredor da carruagem. Mrs. Hubbard é a primeira a dar a facada, depois segue-se o coronel Arbuthnot, Mary Debenham, Greta Ohlsson, o conde e a condessa Andrenyi, Foscarelli, Hildegarde Schmidt, Princesa Dragomiroff, MacQueen, Masterman, Hardman e por fim Pierre que tranca a porta do camarote por dentro e passa para o camarote da Mrs. Hubbard. Mr. Bouc Condessa Andrenyi Coronel Arbuthnot Princesa Dragomiroff Mary Demenham Ratchett Conde Andrenyi Hildegard Schmidt MacQueen Mrs. Hubbard Greta Ohlsson Pierre Masterman Antecedentes Hercule Poirot prepara-se para apanhar o Expresso Taurus para Istambul. Assim que chega lá, recebe um telegrama urgente chamando-o de volta para Londres. Enquanto aguardava no hotel pelo próximo comboio, Poirot encontra um velho amigo, Mr. Bouc, diretor da companhia internacional Wagon Lit. Mr. Bouc arranja um compartimento para Poirot no Expresso do Oriente, onde se encontram as restantes personagens.

Na sala de jantar do hotel, Poirot vê pela primeira vez Ratchett e Hector MacQueen. Ratchett aproxima-se de Poirot e pergunta-lhe se aceitaria um trabalho, diz-lhe também que recebeu cartas com ameaça de morte como “Prepare to die” (prepara-te para morrer) e “I kill killers” (eu mato assassinos). Poirot recusa o trabalho.

Já no comboio a meio da madrugada, Poirot é despertado por um grito, vindo do compartimento de Ratchett, ao lado do dele. A campainha do quarto de Ratchett toca e o revisor bate à porta, uma voz responde de dentro do compartimento “Ce n’est rien. Je me suis trompé” (“Não foi nada. Eu enganei-me”).

Poirot tem dificuldade em adormecer porque há um silêncio incómodo no comboio. Mrs. Hubbard, toca a campainha e diz ao revisor que um homem estava no seu compartimento, mas ele não encontrou ninguém. Descrição do Crime Na manhã seguinte Mr. Bouc informa Poirot que Ratchett tinha sido assassinado, e o assassino ainda estava no comboio. Poirot diz que irá investigar o caso. Primeiramente, ele examina o corpo de Ratchett e o seu compartimento, acompanhado pelo Dr. Constatine.

A vítima tinha sido apunhalada 12 vezes e os ferimentos eram estranhamente diferentes uns dos outros, embora tenham sido feitos com o mesmo punhal.

A janela do compartimento estava aberta, presumivelmente para fazer os investigadores pensarem que o assassino tinha escapado por ali. Mas não havia pegadas na neve.

O relógio de bolso estava partido e marcava 01h15.

São encontrados vários objetos: lenço feminino, bordado com a inicial “H”, um limpa-cachimbos, um fósforo diferente dos usados por Ratchett e um pedaço de papel meio queimado, onde estrava escrito “…bre-se Daisy Armstrong”

Poirot acha que há pistas a mais, mas a mais útil no momento era o pedaço de papel, pois permite-lhes descobrir a verdadeira identidade de Ratchett e o motivo do crime. Hercule Poirot Hardman Dr. Constatine Farda do Revisor & Quimono Foram revistando as bagagens dos passageiros até que descobriram a farda de revisor nas bagagens de Hildegarde Schmidt (dama de companhia da princesa). A dama disse que aquilo não lhe pertencia.

Poirot pensou que o assassino disfarçado de revisor esbarrou contra Hildegarde, o que se tornou num mau encontro para quem não queria ser visto, e para se livrar da farda (a que lhe faltava um botão) pô-la nas bagagens da senhora.

Poirot chegou à conclusão que o assassino podia passar pelas portas de comunicação, pois como estava disfarçado de revisor tinha uma chave mestra que permite abrir todos os compartimentos e portas de comunicação.
O quimono foi encontrado nas bagagens de Poirot por ele próprio. Revelação do Assassino Poirot reúne os passageiros, o revisor, Dr. Constatine e Mr.Bouc na carruagem para revelar o responsável pela morte de Ratchett.
A suposição mais óbvia seria que o assassino disfarçado de revisor, embarcou em Belgrado, entrou com a chave mestra no compartimento de Ratchett, apunhalo-o até a morte, deixou o punhal e o uniforme e partiu visto que o comboio estava detido pela neve.
Poirot concorda com Mr. Foscarelli, que acredita que era um membro rival da máfia exercendo uma vingança privada cujo motivo a polícia jugoslava irá identificar. António Foscarelli
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