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Zygmunt Bauman

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by

Gustavo Brocanello

on 3 October 2013

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Transcript of Zygmunt Bauman

Zygmunt Bauman
ARTE, MORTE E PÓS-MODERNIDADE
Metáfora da morte e sua relação com o universo simbólico (do campo de produção artística) para problematizar as questões socioculturais contemporâneas.
ARTE, MORTE E PÓS-MODERNIDADE
- a arte imortaliza o artista e a obra de arte.
- a arte expõe o caos e questiona significados estabelecidos das coisas.
- mortalidade: é algo dado, um fato biológico
- imortalidade: é fabricada e necessária para a arte (quando a morte é esquecida na arte, a arte "morre").
- a reduz a morte à sua verdadeira dimensão: o fim da vida, mas não o limite do humano.

A TERCEIRA CULTURA
A arte autodestrutiva: forma de arte pública para sociedades industriais. A união total da ideia, lugar, forma, cor, método e tempo de processo de desintegração.

Termo inventado pelo artista Gustav Metzger no começo da década de 1960 e posto em circulação no artigo "Máquina, Auto-criação e Auto-destruição da Arte" pelo jornal Ark.

Não se limita à críticas à arte, mas também a política de mercado da arte. Sua política consistia no financiamento através de dinheiro público e não do privado.
Livro organizado em duas partes:

PRIMEIRA:
Composta por dois artigos de Bauman e da transcrição de quatro
conferências realizadas em Buenos Aires, cujo tema central é a
modernidade líquida. As conferências foram apresentadas pela
Professora Griselda Pollock, pelo artista Gustav Metzger, o
sociólogo Anthony Bryant e a entrevista que o curador Jaukkuri
Maaretta realizou com Bauman.

SEGUNDA:
Composta por um pequeno artigo Villeglé Jacques, seguido por
uma carta do pintor peruano Herman Braun-Vega dirigida a
Francisco Ochoa de Michelena, editor e tradutor das obras.

Piet Mondrian
as coisas estão sempre fixas
Alexander Calder
movimento, dar vida à matéria inerte
Damien Hirst
dominar a inevitabilidade da morte,
congelar a morte antes que ela aconteça
Joana Przybyla
se algo está em decomposição, está vivo;
se é eterno, está morto.
Para Bauman existem duas teorias que explicam a relação
entre arte, morte e imortalidade.
Otto Rank
Psicanalista austríaco
O artista tem o desejo individual
de se imortalizar através de sua
obra.
"O impulso criativo do artista nasce
do seu desejo de imortalizar a si
mesmo. É uma aposta para
converter o efêmero da vida em
uma imortalidade pessoal."
Hanna Arendt
Filósofa alemã
- a imortalidade da obra se dá em retrospectiva, o que coloca em evidência suas qualidades e não as intenções do artista.
- a obra não tem função: quando se cria uma função para a arte, ela perde a capacidade de chocar, surpreender e provocar.
- o que alcança a imortalidade é o trabalho/obra e não o indivíduo.
- a obra produz um mundo artificial de objetos nitidamente diferente de todo meio natural: dentro
de suas fronteiras habita cada uma das vidas individuais, embora este mundo se destine a sobreviver e a transcender todas elas.
- a condição humana da obra é o pertencer-ao-mundo (mundanidade).

- na dinâmica do consumo (que é o contrário da imortalidade) a arte tem o papel de

compensar
e
equilibrar
o perecível e o mortal e as coisas do cotidiano, dessa forma consegue manter sua ligação com o eterno.

- nesse processo são assumidas as ambiguidades: mescla da realidade com a ficção, do consciente e inconsciente, o dionisíaco e o apolíneo, devolvendo a sociedade um conjunto de possibilidades.

- o consumo é o
oposto
da imortalidade: consumo é colecionar sensações, buscar com avidez o que o objeto oferece, consumir este objeto, que vai perder o valor e envelhecer, depois buscar novos objetos para consumir (um ciclo).

- arte da imortalidade: é o oposto do ciclo de consumo. A arte, na imortalidade, traz ao mundo passageiro e temporal elementos que resistem ao tempo.

CONSUMO vs. IMORTALIDADE
Instalação:
- nasce para morrer imediatamente,
é passageira.
- por ser passageira, convida o espectador
a pensar em algo mais elevado e duradouro.


- foco no conceito (o que existe de
imortal numa obra transitória).
Arte Conceitual:
Conseguirá a arte ser a última muralha defensiva da imortalidade, de uma imortalidade desconstruída com esforço e prazer pelas forças conjuntas do consumo e dos pós-modernos que procuram por sensações?
Questão:
Charles Percy Snow
A TERCEIRA CULTURA
Químico e romancista inglês
- A vida intelectual de toda a sociedade ocidental foi dividida em duas culturas: as ciências e as humanidades. Isso foi um grande obstáculo para a resolução de problemas do mundo.
- A interação entre cientistas e artistas, agora é comum.
- Uma resposta a uma convicção de que as tecnologias e recursos utilizados para controlar podem ser usados de outra maneira: para se contrapor aos regimes opressivos.

MODERNIDADE LÍQUIDA, COMPLEXIDADE E TURBULÊNCIA
Alerta sobre turbulências políticas
e sociais que abalaram nossas sociedades.
BAUMAN
Modernidade
objetivos
metas
transitoriedade, fluidez
sem destino
A turbulência social é preocupante, porque:
- não permite a estabilidade
(individual e coletiva).
- muitos veem como
algo positivo
, rompendo com o passado (estável e controlador).

Turbulência: não é passageira, é a única constante. Pode ter consequências imprevisíveis.

A modernidade líquida contrasta com modelos sólidos, lineares e previsíveis.

Wikis, memes, softwares de código aberto: desenvolvimento orgânico e colaborativo.
Mordernidade líquida
CRISE
da direção
do modelo programado
do controle
FLUIDEZ
nada se solidifica
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