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"Por que Heather pode escrever?"

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by

Bruna Dotto

on 28 May 2014

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Transcript of "Por que Heather pode escrever?"

HOGWARTS E TUDO M
AIS

Heather Lawver,
13 anos, funda
dora e ditora-chefe do
The Da
ily Prophet
Heather sempre
estudou em ca
sa
Ela estruturou u
m projeto com
objetivos pedagógicos
O site proporcionou a criação d
e uma
comunidade fictícia com ligaçõ
es entre as

personas
Essas
personas
contavam acon
tecimentos
reais misturados aos imaginári
os
Habilidades p
ara se tornaram
participantes da Cultura da
Convergência
Educadores e
stão valorizando
o que se aprende ness
es espaços infor
mais
LETRAMENTO MIDIÁTICO E AS GUERRAS DE HARRY POTTER
REESCREVENDO A ESCOLA
• Relação aprendizagem X interesse;
• Culturas informais;
• Harry Potter e seu incentivo na escrita de jovens fãs;
• The Sugar Quill e a importância dos sites destinados a fan fictions;
• Processos de ensino;
• Fanfics enquanto ferramenta para o amadurecimento da escrita jovem;
• Fictionalley, Sugar Quill e Writer’s University;
• Fanfic e sua importância para a construção da escrita das crianças;
• A escola conseguiria inserir em seu contexto de ensino os espaços de afinidades?
DEFESA CONTRA AS ARTES
DAS
TREVAS

O QUE JESUS FARIA COM HA
RRY
POTTER

TROUXAS POR HARRY POTTER
FAN FICTION NA ERA DA WEB 2.0
FanLib.com começou com fan fictions de
Ghost Whisperer
e
The L World

e
em pouco tempo se tornou um grande portal
Público-alvo
er
a mulheres
Desgaste no
co
ntrato social implícito e informal da Web 2.0 em 2007
Conteúdo g
era
do por trabalho gratuito, "Você produz todo o
conteúdo
. E
les
ficam com todo o lucro."
Natureza

o
comercial da cultura do fã é uma das
característ
ic
as
mais importantes, histórias são fruto do amor
Controvérs
ias na monetizaão ou não da fan fiction
Organizati
on for Trandformative Works
e outras
organizaçõ
es se unem para proteger a prática culturas dos
fãs
Fãs com al
guns conhecimentos se unem para a melhora da
comunidad
e
Os livros de Harry Potter estiveram no centro de polêmicas envolvendo livros didáticos e bibliotecas do mundo todo
O evangelista Phil Arms, descreve Harry Potter e Pokémon como “atrações fatais”
“Quando a criança termina de ler Harry Potter, para onde se voltará? Há uma vasta indústria produzindo materiais sinistros que irão alimentar o apetite dos jovens”
Livros do Harry Potter são como estímulos para as crianças lerem e aprenderem
As obras de Harry Potter estiveram no centro de polêmicas envolvendo livros didáticos e bibliotecas.
“Capital emocional” ou “lovemarks” como os produtores de mídia e anunciantes se referem à importância da participação do público em conteúdos de mídia.
A ação – e a tensão – recíproca entre a força de cima para baixo da convergência corporativa e a força de baixo para cima da convergência alternativa, que está impulsionando muitas das mudanças no contexto midiático.
Corporações com suas ideias de participação direcionada, transformada em mercadoria e venda.
Enquanto as corporativas proibicionistas tentam impedir a participação não autorizada; as cooperativas tentam conquistar os criadores alternativos.
“As guerras de Potter” em torno dos conflitos gerados no contexto dos livros de Harry Potter de J.K Rowling.
Direita religiosa tentando banir os livros de H.P das livrarias locais e bibliotecas.
Warner Bros pelo controle das apropriações dos fãs dos livros de H.P alegando que eles infrigiam a propriedade intelectual do estúdio.
Tentativas de banir H.P: contestando o direito das crianças de ler (censura) e de escrever (exercício sobre direitos autorais).
Uma luta sobre letramento. Não apenas saber ler mas saber escrever, se expressar. O que podemos fazer com o impresso e com outras mídias. Consumir mas também expressar.
Pedagogia informal (pelos fãs), o empenho das mídias corporativas em ensinar o consumidor sobre tratamento responsável de sua propriedade intelectual. E assim o texto aborda as expectativas conflitantes que moldam atualmente a cultura da convergência.
Rowling e a Editora Scholastic:
a
poio aos fãs escritores;
2
001: o início dos direitos de
filmagem pela Warner Bros;
Warner Bros e o direito de fechar ou não o website;
H
eather ( Daily Prophet) e a criação
d
a organização Defense Against the
D
ark Arts (Defesa Contra a Arte das
Tr
evas);
Cl
aire Field o símbolo da luta contra
a
Warner Bros;
Os fãs haviam tansformado um livro pouco conhecido em um best-seller
Queriam mais liberdade, por causa do que haviam feito;
Fizeram um abaixo assinado e ele fez sucesso.
Diane Nelson, vice
presidente da Warner
Bros diz publicame
nte que a reação tinha
sido “ingênua” e “re
sultado da falta de
comunicação.”
Fan fiction e a lei do
uso aceitável - fair use
(educação, crítica, d
ivulgação de notícias)
Os fãs são como “ac
ionistas essenciais”, a
“alma” da franquia
Guerras de Potter: os dois lados da história
Connie Neal, autora de What's a Christian to Do with Harry Potter?
- Construção de um muro
- "restringir a liberdade pode incitar
a
curiosidade e a rebeldia"
- Defende propiciar às crianças habilidades de letramento midiá
tico
Discernimento
-Ransom Fellowshi
p e a defin
ição de discernimento
- O movimento
do discernime
nto
- O site do grup
o Ransom Fell
owship
- Denis Haack e
m “Pop culture
: Why Bother?” (cultur
a Popular: Por
Que Se Preocupar?)
- A Christian Ga
mers Guild - As
sociação de Gamers Cristãos (cujo bo
letim mensal s
e chama O caminho, a Verdade & os D
ados)
- FFC Fans for Chr
ist
- Heather Lawson
- O movimento ens
ina às
crianças
e aos pais como
ler esses livros de m
a
neira crítica
O debate
A CONTRACULTURA CRISTÃ
Contracultu
ra: combater uma cultura vigente predominante
Cristãos e rel
igiosos para além de criticar a cultura popular, têm criado as suas próprias cultu
ras de entretenimento; combate
ndo à cultura pagã (Harry Potter) com outros pr
odutos midiáticos: séries e progr
amas de televisão, jogos e filmes.
Religião + Cine
ma: ‘A paixão de Cristo’; Religião
+ animação infantil: Veggietales (vendidos nas r
edes Wal-Mart); Religião + Game
s: Victory at Hebron.
83% dos americ
anos consideram-se cristãos – 15
% Batistas (denominação evangélica) Font
e: ABC News/2000
Percebendo o gra
nde nicho de consumidores religi
osos, grandes conglomerados começaram a apo
iar a produção, como a Disney Co
rporation ( A menina e o Porquinho e a sag
a Crônicas de Nárnia)
Opiniões de conse
rvadores cristãos:

“Uma alternativa
adequada a Harry Potter: Crônicas de Nárnia”;
“A coisa perfeita p
ara contrapor a magia de Harry Potter”: o livro Shadowmancer:
O Feiticeiro das som
bras (título no Brasil), do vigário anglicano G.P. Taylor.
Dois pontos de vista
para a convergência e religião:
1) Cristãos usam as n
ovas tecnologias para produzir e propagar/distribuir os seus
discursos para novos
públicos;
2) Mídia comercial bu
sca ‘mesclar’ conteúdos para maior abrangência entre os
“buscadores” (não cre
ntes) e os “salvos” (crentes).
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