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Análise ao poema Tudo o que faço ou medito, por Fernando Pessoa

Feito por Nydian Rodrigues, Rúben Lima e Tiago Barros
by

Rúben Lima

on 9 February 2013

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Transcript of Análise ao poema Tudo o que faço ou medito, por Fernando Pessoa

Fernando Pessoa Tudo o que faço ou medito Rima Cruzada
Métrica Redondilha Maior (7)
Terceto
3 Quadras Análise Formal Oximoro - "Não sei e sei-o bem"
Antítese - "Não sei e sei-o bem"
Metáfora - "E eu sou um mar de sargaço"
Adjetivação - "Minha alma é lúcida e rica"
Aliteração - "Querendo, quero o infinito." Análise Estilística Ambição ao impossível
Tédio e Frustação do Poeta
Estagnação Tema Sente-se frustado com a estagnação das suas obras. Estado espirito do Poeta e Futuro Projetos dos Poeta
Imaginação/Emoção Impossível/Desilusão Temática/Estado de espirito Rúben Lima Nydian Rodrigues Tiago Barros Tudo o que faço ou medito
Fica sempre na metade.
Querendo, quero o infinito.
Fazendo, nada é verdade.


Que nojo de mim me fica
Ao olhar para o que faço!
Minha alma é lúcida e rica,
E eu sou uma mar de sargaço-


Um mar onde bóiam lentos
Fragmentos de um mar de além...
Vontades ou pensamentos?
Não o sei e sei-o bem.
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