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Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel

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Tatiana Munayer

on 3 July 2015

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Transcript of Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel

Tipos de Aprendizagem Significativa:
Natureza da Aprendizagem Significativa
Foi Diretor do Departamento de Psicologia Educacional pela Universidade de Nova York.
“Se eu tivesse que reduzir toda a psicologia educacional a um único princípio, diria isto: o fato isolado mais importante que informação na aprendizagem é aquilo que o aprendiz já conhece. Descubra o que ele sabe e baseie nisso os seus ensinamentos.”
( AUSUBEL, 1968 )

Biografia
David Paul Ausubel nasceu em 25 de outubro de 1918 no Brooklyn, New York, USA, Filho de família pobre, imigrante da Europa Central.

Estudou medicina e psicologia na Universidade da Pensilvânia.

Estudou na Universidade de Columbia e obteve seu doutorado em Psicologia do Desenvolvimento.

Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel
Tipos Gerais de Aprendizagem:
Para Ausubel, aprendizagem é a organização e integração do conhecimento na estrutura cognitiva.

"Quanto mais sabemos,
mais aprendemos."

David Ausubel
Em 1976 foi homenageado pela American Psychological Association
Mais tarde voltou para sua prática como psiquiatra, no Rockland Children's Psychiatric Center . 
Ausubel faleceu em 9 de julho de 2008 aos 90 anos.
Diferenciação Progressiva e Reconciliação Integrativa:
Tatiana Munayer
Wasley W. Gonçalves
Professora Luciana Hoffert

FIM
O que é Aprendizagem
Significativa?
É aquela em que ideias expressas simbolicamente interagem de maneira substantiva e não-arbitrária com aquilo que o aprendiz já sabe.
Condições para a Aprendizagem Significativa:
Material de aprendizagem potencialmente significativo.

Predisposição para aprender.
VÍDEO 1
VÍDEO 2
VÍDEO 3
Processo de Subsunção:
O processo de subsunção consiste na associação dos novos dados e informações aos conteúdos já existentes na estrutura cognitiva do aprendiz.
Princípio da Assimilação:
Ajuda a explicar como o conhecimento é organizado na estrutura cognitiva.
A interação entre a nova informação a e o subsunçor A resultam na modificação de ambos, gerando a’ e A’. Além disso, a’ e A’ permanecem relacionados como co-participantes de uma nova unidade a’A’, que corresponde exatamente ao subsunçor modificado. Este conceito subsunçor A mais inclusivo, se tornará um conceito mais elaborado A’ o qual incluirá também a’.
Papel do Professor na facilitação da Aprendizagem Significativa:
1) Identificar a estrutura conceitual e proposicional da matéria de ensino.

2) Identificar os subsunçores.

3) Diagnosticar o que o aluno já sabe.

4) Utilizar recursos que facilitem a aprendizagem significativa.
Utilização de Luminol na identificação de manchas de sangue:
Existem situações numa cena de crime em que a mancha de sangue é evidente. Localiza-se, por exemplo, próximo ao corpo alvejado por um disparo de arma de fogo. Contudo, há casos em que a mancha não é explicita. Existe a possibilidade, também, de que o criminoso
limpe a cena do crime. Como detectar rastros de sangue, se estes não são visíveis a olho nu?
VÍDEO 4
O sangue:
- Qual a composição básica do sangue?


O sangue se compõe basicamente de células vermelhas (hemácias), células brancas (leucócitos) e do plasma.
- Qual a função das hemácias?
As hemácias têm função vital nas trocas gasosas e no transporte de gases por todo o organismo.
- Através de qual molécula as hemácias realizam a sua função?
- Qual a composição da hemoglobina?
É composta por quatro subunidades polipeptídicas, cada uma das quais contendo um grupo heme que apresenta um átomo de ferro.
Hemoglobina
O Luminol:
O 5-amino-2,3-di-hidro-1,4-alazinadiona, mais conhecido por luminol, é um composto que, sob determinadas condições, pode fazer parte de uma reação quimiluminescente.
Catalisador da reação quimiluminescente do luminol:

Fe 2+ presente no heme da hemoglobina.
Questão:
No caso Eliza Samúdio de 2010, o carro de um dos envolvidos, o "Bola", foi investigado por luminol, apresentando resultado positivo.
Podemos afirmar que existiu sangue no carro do "Bola"? Argumente.
Instrumento facilitador da Aprendizagem Significativa:
Mapas Conceituais:
Diagramas que possibilitam a organização e representação de um determinado conhecimento, por meio de relações entre conceitos, denominadas de proposições.
Referências:
MOREIRA, Marco Antônio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. 1.ed. São Paulo: Centauro, 2010. 80 p.

AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Plátano Edições Técnicas, 2003. Tradução de The acquisition and retention of knowledge: a cognitive view, Kluwer Academic Publishers, 2000.

MOREIRA, M.A. Mapas conceituais como instrumentos para promover a diferenciação conceitual progressiva e a reconciliação integrativa. Ciência e Cultura. v. 32, n. 4, 1980, p.474-479.

MOREIRA, M.A. ; BUCHWEITZ, B. Nova estratégias de ensino e aprendizagem: os mapas conceituais e o vê epistemológico. Lisboa: Plátano Edições técnicas, 1993.

NOVAK, J. D.; CANÃS, A. J. A teoria subjacente aos mapas conceituais e como elaborá-los e usá-los. Práxis Educativa, Ponta Grossa. v. 5, n. 1, 2010, p. 9-29.
Justificativa:
Sendo o uso de MC’s considerado como não tradicional e facilitador da aprendizagem (MOREIRA, 2010)

O mapeamento conceitual possui uma ampla possibilidade de aplicações como, por exemplo, instrumento de análise de currículo, técnica didática, recurso de aprendizagem, ferramenta de avaliação da aprendizagem e etc (MOREIRA e BUCHWITEIZ, 1993).

A memória humana não é um simples “recipiente” a ser preenchido, mas antes uma trama complexa de sistemas de memória interligados”. (NOVAK e CAÑAS ,2010)
PLANEJAMENTO PARA USO DE MAPAS CONCEITUAIS-MC NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE INTERAÇÕES INTERMOLECULARES:
1a e 2ª aulas:

Apresentar e discutir o que são MC´s com os alunos, para isto, um MC sobre o que são MC’s, pode ser preparado para a maior compreensão dos alunos.
Utilizar um MC de um conteúdo anterior, nesse caso Ligação Química, para que os alunos percebam a importância do MC e a complexidade da interação dos conceitos.

3a e 4ª aulas:

O tema Interações Intermoleculares será trabalhado com os alunos por meio do uso de modelos, representações, contextualização e diálogo com os alunos.

5a a 6ª aulas:
Os alunos deverão ser divididos em grupos de no máximo 5 componentes, e o professor deverá orientá-los a construir um MC sobre Interações intermoleculares. Cada grupo escolherá um representante para apresentar o mapa conceitual MC. Uma foto do MC poderá tirada e, em seguida, projetada com Datashow em uma tela para a realização da apresentação e discussão.

7a e 8ª aulas:
O professor fará um movimento de referentes abstratos, apoiando-se nas aulas anteriores, para referentes específicos discutindo com os alunos vários exemplos de fenômenos particulares sobre o tema interações intermoleculares.
O aluno fará, após as discussões, um MC individualmente. O professor deverá categorizar o tema para a verificação da aprendizagem significativa, onde tais categorias apontarão a capacidade de diferenciar progressivamente os conceitos necessários ao entendimento do tema, bem como, de integrá-los.

Categoria 1 - Caracterizar as interações intermoleculares (dipolo-dipolo, dipolo-dipolo induzido, forças de dispersão de London e ligação de hidrogênio).

Categoria 2 - Compreender as características do modelo de interações intermoleculares.

Categoria 3 - Compreender a relatividade da intensidade das interações nas substâncias moleculares.
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