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Formatura - 9° Ano - 2015

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by

Thiago Glábrio

on 15 December 2015

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Transcript of Formatura - 9° Ano - 2015

23ª Formatura
Nas duas faces de Eva
A bela e a fera
Um certo sorriso
de quem nada quer

Por isso não provoque
É cor de rosa choque
Não provoque
É cor de rosa choque
Não provoque
É cor de rosa choque
Por isso não provoque
É cor de rosa choque
Eu hoje represento a loucura
Mais o que você quiser
Tudo que você vê sair da boca
De uma grande mulher
Porém louca!
(...)
Eu hoje represento a cigarra
Que ainda vai cantar
Nesse formigueiro quem tem ouvidos
Vai poder escutar
Meu grito!

Bate, bate, bate, coração
Dentro desse velho peito
Você já está acostumado
A ser maltratado, a não ter direitos
Bate, bate, bate, coração
Não ligue, deixe quem quiser falar, ah!

Porque o que se leva dessa vida, coração
É o amor que a gente tem pra dar

Oi, tum, tum, bate coração
Oi, tum, coração pode bater
Oi, tum, tum, tum, bate, coração
Que eu morro de amor com muito prazer

Canta, canta passarinho
Canta, canta miudinho
Na palma da minha mão
Quero ver você voando
Quero ouvir você cantando
Quero paz no coração
Quero ver você voando
Quero ouvir você cantando
Na palma da minha mão

Na palma da minha mão
Tem os dedos, tem as linhas
Que olhar cigano caminha
Procurando alcançar
A nau perdida
O trem que chega
A nova dança
Mata verde esperança
Em suas tranças vou voar
Amanhã!
Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã!
Redobrada a força
Pra cima que não cessa
Há de vingar
Amanhã!
Mais nenhum mistério
Acima do ilusório
O astro rei vai brilhar
Amanhã!
A luminosidade
Alheia a qualquer vontade
Há de imperar!
Há de imperar!
Há um menino, há um moleque,
morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente,
o sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão

Ele fala de coisas bonitas
que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Se aperta, grite
Se tá chato, agite
Se não tem, credite
Se foi falta, apite
Se não é, imite

Se é do mato, amanse
Trabalhou, descanse
Se tem festa, dance
Se tá longe, alcance
Use sua chance...
Toda essa gente se engana
Ou então finge que não vê que eu nasci
Pra ser o superbacana
Eu nasci pra ser o superbacana

Superbacana Superbacana
Superbacana Super-homem
Superflit, Supervinc
Superist, Superbacana
Pegue o dom divino maternal de uma mulher
E um sorriso limpo de criança
Junte a ingenuidade de um primeiro amor qualquer
Com o eterno brilho da esperança
Peça emprestada a ternura de um casal,
E a luz da estrada dos que amam pra valer
Tenha sempre muito amor
Que amor nunca faz mal
Pinte a vida com um arco-íris de prazer
Sonhe, pois sonhar ainda é fundamental
E um sonho sempre pode acontecer...
Não deixo a vida me levar
Levo o que vale do viver

Um sorriso pleno, um amor sereno
E tudo o que o tempo me der

A vida é pra se louvar
Pra se louvar a vida é

Vem o que vier, vale o que valer
Vale o que valer, vem o que vier

Um caminho raro, um coração claro
Por todo o tempo que houver
Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje

Que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé

Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer
Se você quer me conhecer, finja que toca comigo
E faz comigo essas canções que eu faço
E tem tanta coisa por dentro pra dizer
Coisas que não podem ser ditas de uma vez só
(...)
Se você quiser me entender
Ouça aquilo que eu não digo
Nas entrelinhas das canções que eu faço
Porque é que eu me guardo do mundo assim escondido
É coisa que só pode explicar quem vive o que eu vivo

(...)
Dona dos seus ideais

Pelas ruas onde andas
Onde mandas todos nós
Somos sempre mensageiros
Esperando tua voz
Teus desejos, uma ordem
Nada é nunca, nunca é não
Por que tens essa certeza
Dentro do teu coração
Tã, tã, tã, batem na porta...
Sou hóspede do tempo
Da minha casa
Das minhas palavras
Das coisas que declaro minhas
Inquilina da vida que me foi dada
Portanto, nada
Ficou na minha bagagem
Do velho brinquedo
Que já não ilude, não me ilude

O que eu tenho é minha atitude
O que eu levo é minha atitude
O que pesa é minha atitude
Minha porção maior...
Você voltou,
meu amor
Alegria que me deu
Quando a porta abriu,
você me olhou, você sorriu,
ah, você se derreteu!
e se atirou,
me envolveu,
me brincou,
conferiu o que era seu...
Ana Flavia Samways Guimarães
Ana Vitória de Oliveira Carvalho
Beatriz dos Santos Leinig
Bruno Santoro Ribeiro Haluch
Matheus Ribeiro Barros
Maria Eduarda Lucca Ribeiro
Lorena Vitoria Neumann
Bruna Sant'ana Beatriz
Henrique Serathiuk Velloso
Daniel Drehmer de Mello e Silva
Gabriel Skorei Ferreira
Susana Leyser Cordeiro Siegrist
Valentina Toscani Burigo Bruschz Pacheco
Victoria Barth Hakansson
Yasmin Dorfmann
Eu acredito
É na rapaziada
Que segue em frente
E segura o rojão
Eu ponho fé
É na fé da moçada
Que não foge da fera
E enfrenta o leão
Eu vou à luta
É com essa juventude
Que não corre da raia
À troco de nada
Eu vou no bloco
Dessa mocidade
Que não tá na saudade
E constrói
A manhã desejada...
E vamos à luta - Gonzaguinha
Parabéns, turma de 2015!!!
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