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Aula 11 PC I

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by

Muriel Scopel Froener

on 21 February 2017

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Transcript of Aula 11 PC I

CONCRETO
CIMENTOS ALTERNATIVOS
ETAPAS
ADITIVOS
CONCRETO USINADO
NBR 12655/2015: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
TRANSPORTE
TIPOS DE CIMENTO
TRASPORTE
Representação de traço e quantidades
CONCRETO FEITO EM OBRA
CONCRETO USINADO
NIVELAMENTO
ACABAMENTO
Helicóptero


ACABAMENTO
Float
CONTROLE TECNOLÓGICO
MÉTODOS DE CURA
LAJE ZERO
MÉTODOS DE CURA
CONTROLE TECNOLÓGICO
CURA
MÉTODOS DE CURA
CURA
ADENSAMENTO - CUIDADOS
NIVELAMENTO
ACABAMENTO
ACABAMENTO
Rolo assentador de agregados
MÉTODOS DE CURA
MÉTODOS DE CURA
MÉTODOS DE CURA
ADENSAMENTO - CUIDADOS
ADENSAMENTO
ADENSAMENTO
Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
CONCRETO
CONCRETO
CONCRETO
TRANSPORTE
CONTROLE TECNOLÓGICO
PLANO DE CONCRETAGEM
CONTROLE TECNOLÓGICO
ADENSAMENTO
CIMENTO
PLANO DE CONCRETAGEM
JHUJJ
Efeito dos agregados no concreto
adições, aditivos,
fibras,
pigmentos
CONCRETO
Mistura deve ser feita de modo que proporcione
condições de plasticidade
, a fim de facilitar o
manuseio
e
moldagem
e adquirir, ao longo do tempo,

COESÃO E RESISTÊNCIA

Cimento e a água formam a pasta que une os agregados quando endurecida.
CONCRETO
Facilmente moldável;
Baixo custo;
Poucos materiais;
Facilidade de mistura e execução;
Fôrmas reaproveitáveis;
Elevada durabilidade;
Boa resistência à abrasão, choques e vibrações;
Boa resistência à compressão.
VANTAGENS
DESVANTAGENS
Peso próprio elevado;
Baixo isolamento térmico;
Baixo isolamento acústico;
Material frágil;
Não suporta tração;
Elevada emissão de CO
TIPOS DE CONCRETO
TIPOS DE CONCRETO
AGREGADOS
Materiais granulares, geralmente inertes;
Dimensões variadas adequadas ao uso na construção civil;
Custo relativamente baixo em relação aos demais materiais que compõem o concreto;
Excesso de agregados graúdos
Maior MF para agregados graúdos
Menor índice de forma
Menor trabalhabilidade
Maior possibilidade de falhas de concretagem
Maior trabalhabilidade
Menor consumo de cimento
Maior trabalhabilidade
Menor consumo de água
Efeito do cimento no concreto
Efeito do cimento no concreto
Materiais em formato de pó;

Dimensões inferiores a 45 µm;

Quanto mais fino mais reativo;

Responsável direto pelas características de resistência e durabilidade

Quanto maior a relação água cimento maior, menor resistência

Definição: Substâncias que ao serem adicionadas, em pequenas quantidades, a mistura de base de CP (pastas, argamassas e concretos), modificam uma ou mais propriedades da mistura no sentido de melhorar as características e adequá-las a necessidade.
Dosagem:
Sempre faz referência a massa
de cimento, em percentual.

ADITIVOS
ADIÇÕES
Definição:

Materiais silicosos ou silicoaluminosos que, por si só, possuem pouca ou nenhuma atividade aglomerante, mas que, quando finamente dividido e na presença de água, reagem com o hidróxido de cálcio à temperatura ambiente para formar compostos com propriedades aglomerantes

Materiais adicionados em teores superiores a 5% em relação ao peso do CP.

Função de melhorar propriedades do concreto tais como resistência mecânica e durabilidade, bem como reaproveitar resíduos industriais.
Minimiza a permeabilidade do concreto

Minimiza a retração

Minimiza as fissuras por contração térmica
Diminui a possibilidade de reação alcáli-agregado
TIPOS DE CIMENTO
Geopolímero

Supersulfatados

Cálcio aluminatos

Magnesianos

Sulfoaluminatos
Baixa emissão de CO
Aproveitamento de resíduos

Consumo energético

Propriedades específicas

1 – FÔRMAS

2 – ARMADURA

3 – CONCRETO
Produção (usinado ou em obra);
Transporte (bombeado, calha, manual);
Concretagem;
Controle tecnológico;
Cura.

4 – DESFÔRMA
Objetivo:


Concretos para estruturas moldadas na obra, pré-moldadas e componentes estruturais pré-fabricados para edificações e estruturas de engenharia.

Não se aplica a concreto-massa, concretos aerados, espumados e com estrutura aberta (sem finos).

Requisitos para:
Propriedades do concreto fresco e endurecido e suas verificações;
Composição, preparo e controle do concreto;
Recebimento do concreto.
Traço em massa – materiais secos referidos à massa de cimento (centrais de concreto)



Traço dos agregados em volume, referido ao cimento em kg
Massa unitária brita
Massa unitária areia
VANTAGENS:

Eliminação das perdas de areia, brita e cimento;

Maior produtividade da equipe de trabalho;

Eliminação das áreas de estoque;

Melhor aproveitamento do canteiro de obras;

Controle da qualidade do concreto por empresa especializada.
DEVEM INFORMAR:
especificação do concreto (tipo de cimento, traço, teor de argamassa, etc.);
resistências características (no mínimo aos 28 dias);
módulo de elasticidade;
consistência;
dimensão máxima do agregado graúdo;
consumo mínimo de cimento;
fator água-cimento;
aditivos;
volume;
preço unitário e total;
horário da saída do caminhão da central.

Mistura dos materiais – Mecânica
Ordem e forma de mistura.
O amassamento deve garantir a
homogeneidade
;

A falta de homogeneidade leva a perda de resistência e de durabilidade;

Calcular a quantidade dos materiais de acordo com a capacidade da betoneira –
usar nº inteiro de sacos de cimento;
MISTURA DO CONCRETO
Caminhão betoneira:
Veículos que efetuam a mistura e mantém a homogeneidade do concreto por simples agitação
Calhas:
tubos inclinados por onde desliza o concreto. Usa-se quando o concreto está em local mais elevado que as fôrmas
Gruas:
o concreto é içado em reservatórios e distribuído no local
TRANSPORTE
Bombas de concreto:
concreto bombeado até o pavimento ou local de concretagem.
CONSIDERAR:
Funcionamento dos equipamentos elétricos;
Tipo, volume e dosagem do concreto;
Horário e tempo de concretagem;
Interrupções nas juntas, encontros de pilares, paredes com vigas ou lajes...
Juntas
também podem ocorrer devido à chuva forte, à falta de energia, à entupimento de bomba, à quebra de equipamento ou de transporte...

http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/152/artigo287700-2.aspx

PLANO DE CONCRETAGEM
http://equipedeobra.pini.com.br/construcao-reforma/37/artigo220680-1.aspx

Objetivo principal:
remover ar aprisionado no interior do concreto, favorecendo o preenchimento das fôrmas e o contato com a armadura.
Concreto não vibrado possui o teor de vazios entre 5 e 20%;

Volume de vazios x Resistência à compressão;

Cuidar a viabilidade de execução – armadura muito densa;

Executado imediatamente após o lançamento – compatibilização das equipes;

Manual (barra de aço – baixa eficiência);

Mecânico (vibradores de imersão).
Cuidados em relação à vibração por imersão:

A altura da camada de concreto não deve ser superior ao comprimento da agulha do vibrador (h= 40 a 50 cm são aceitáveis);

Agulha na posição vertical (quando não é possível – 45º) ;

Retirada da agulha deve ser lenta (preencher sulco)

Tempo controlado – diminuição da saída de bolhas de ar. Em excesso é uma das causas da segregação;

Vibração realizada em camadas: deve atingir camada inferior (ligação);

Evitar a vibração da armadura – perda de aderência;

Agulha não deve ser removida do concreto com equipamento desligado;
Deslocamento horizontal não é permitido – troca de posição deve ser feita retirando-se a mesma do ponto recém vibrado;

O vibrador não deve ser utilizado para auxiliar o deslocamento do concreto;

Operador deve estar consciente de sua fundamental importância na qualidade final do concreto.
ADENSAMENTO
Retirada do excesso superficial de concreto de maneira a criar superfícies nos níveis especificados;

Acabamento depende do tipo de rugosidade desejada.
Execução de contrapiso lajes desempenadas:

Remover imperfeições e compactar pontos da superfície;
Realizado quando o concreto suportar o caminhar do operário com pequenas marcas na superfície;
Desempeno traz nata para a superfície, se realizado cedo pode causar enfraquecimento da superfície;
Desempeno com pranchas de madeira ou metálicas.
Régua manual
Régua vibratória
LAJE ZERO
Racionalização através da eliminação de uma etapa do processo e diminuição da carga:
Cuidados:
Escoramento dimensionado de maneira a não sofrer deformações durante a produção, recomenda-se o uso de escoramento metálico;

Nivelamento deve ser realizado por aparelhos, de preferência laser, durante a concretagem;

Acabamento com desempenadeiras metálicas e “helicóptero”.
Desvantagens:

Diminuição do isolamento acústico entre os andares;
Maior propagação de vibrações;
Possibilidade de descolamento de revestimentos cerâmicos devido à maior deformabilidade da estrutura;
Interferência com outros serviços, como por exemplo, execução de revestimento de teto e parede, exigindo proteção e limpeza do piso já pronto.
NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
Slump: Procedimento
Umedecer o equipamento e colocar o tronco de cone sobre a placa (nivelada);
Fixar colocando os pés sobre as aletas;
Preencher em três camadas
25 golpes em cada camada (sem penetrar na camada anterior)
Slump: Procedimento
Slump: Procedimento
Medir imediatamente após a retirada do molde;

diferença entre a altura do molde e a altura do eixo do cp’ que corresponde a altura média;

aproxima-se para os 5 mm mais próximos
Ensaios de controle de aceitação: concreto auto adensável (NBR 15823)
Habilidade passante: método do anel J
Ensaios de controle de aceitação: concreto auto adensável (NBR 15823)
Habilidade passante: método da caixa L
Moldagem e cura corpo de prova NBR 5738
Determinação da resistência à compressão; NBR 5739
Determinação da resistência à compressão:

Para este tipo de controle, em que são retirados exemplares de algumas betonadas de concreto, as amostras devem ser de no mínimo:
6 exemplares para concreto do grupo I
(classe até CA 50, inclusive)
;
12 exemplares para concreto do grupo II (classe superiores a C50)
Agentes que possam causar danos ao concreto (NBR 14931, 2004):

Mudanças bruscas de temperatura;
Secagem;
Chuva forte;
Congelamento;
Agentes químicos;
Choques e vibrações
Elementos estruturais deve ser curados até que atinjam resistência característica à compressão (fck) > 15 MPa.





Início tão logo possível
Cura úmida – iniciar assim que o concreto não apresentar marcas pressionando-se os dedos contra a superfície.
Cura química – iniciar assim que a superfície de concreto não apresentar sinais de água livre.
Divididos de acordo com seus princípios tecnológicos:

Contínuo contato da água com a superfície;
Impede que a água existente no concreto saia do seu interior rapidamente;
MOLHAGEM CONTÍNUA:
Aspersão de água de forma periódica;
Deve ser evitada – superfície ora seca, ora úmida;
Utilizar aspersão contínua – pode-se utilizar aspersores de água para jardinagem;
Pode ser utilizada em elementos verticais e horizontais;
LÂMINA DE ÁGUA:
Manutenção de uma lâmina de água sobre a estrutura;
Pode ser utilizado em lajes horizontais;
Inconveniente – interferência com a continuidade dos trabalhos sobre a estrutura.
CAMADA DE AREIA OU SERRAGEM SATURADA:

A umidade da areia deve ser verificada periodicamente;

Inconveniente – possibilidade de serem removidas pelo vento;

Somente pode ser usado em superfícies horizontais.

SACOS DE PANO ÚMIDOS OU MANTAS DE CURA:
Inconveniente – cuidado exigido na fixação dos sacos sobre a estrutura, podem secar rapidamente;
Mantas: produtos vendidos especificamente para cura, semelhantes a feltros e têm alto poder de retenção de água;
Podem ser usados em elementos verticais e horizontais.
MEMBRANA DE CURA (CURA QUÍMICA):
Produto líquido que forma uma película;
Atentar para que a película seja aplicada de forma contínua e uniforme;
Pode ser utilizada em qualquer tipo de elemento;
Cuidado com revestimento no concreto – pode haver prejuízo da aderência.
NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
Ensaios de controle de aceitação
Consistência NBR NM 67

Para concretos de concreteiras, devem ser realizados ensaios de consistência a cada betonada (caminhão)

Para concretos dosados em obra devem ser realizados ensaios de consistência sempre que ocorrerem alterações na umidade dos agregados e nas seguintes situações:

Primeira amassada do dia;
Ao reiniciar após parada superior a 2h;
Na troca dos operadores;
Cada vez que forem moldados corpos-de-prova.
Preparação dos moldes: desmoldante e “local estável” para permanência de forma a não alterar as propriedades

Moldagem dos cp’s: usando uma concha e seguindo o número de camadas
Adensamento manual:

Os golpes devem ser distribuídos em toda a seção e a haste deve penetrar +/- 20 mm na camada anterior

Os vazios gerados pela haste devem ser removidos por batidas leves na face externa do molde

A última camada deve ter excessos afim de arrasar o concreto, não admite-se adicionar concreto após o adensamento da última camada
NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
Manuseio e transporte

Moldagem fora do local do armazenamento, os cp’s devem ser levados imediatamente após o rasamento até o local de cura inicial

Cuidar com possíveis pertubações

Após desforma, os cp’s devem ser transportados em caixas rígidas contendo serragem ou areia molhada ao local de cura

NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento
Amostragem NBR MN 33, cada exemplar deve conter dois cp’s de uma mesma amassada, para cada idade de ruptura. A resistência do exemplar será a maior entre os dois cp’s
Exemplares devem ser retirados após a descarga de 0,15 e antes que já se tenha descarregado mais de 0,85 do volume, depois de terem sido feitos os ajustes previstos

ANTES DE CONCRETAR?
As armaduras devem ser verificadas
Posicionamento;
Fixação (rigidez);
Transpasses.

ANTES DE CONCRETAR?
Espaçadores
Devem estar posicionados de forma correta;
Tipo e tamanhos adequado;
ANTES DE CONCRETAR?
ANTES DE CONCRETAR?
Formas:
Limpeza:
Falhas de acabamento;
Impurezas incorporadas ao concreto (arames, plásticos, madeira...).

Estanqueidade das formas:
Perda de pasta;
Falha no acabamento e de concretagem;

ANTES DE CONCRETAR?
Estabelecer plano de concretagem antecipadamente:

Iluminação (concretagens noturnas ou com possibilidade de ocorrer);
Condições de entorno (ruídos e horários);
Garantir equipes suficientes
Suprimentos (água, energia, vibradores, pás, enxadas, réguas,etc.);
Reserva de equipamentos;
Estabelecer planos alternativos (por falta de água, luz, quebra de equipamento, chuva...);
Questões de segurança de trabalho.

ANTES DE CONCRETAR?
Mobilização de equipamentos:
Transporte;
Adensamento;
Acabamento.;
...

Mobilização equipe:
Fiscalização;
Responsáveis pelas fôrmas, armaduras, instalações embutidas...;
Operador do vibrador;
...

Ensaios não destrutivos
http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/152/artigo287700-2.aspx
QUAIS AS POSSÍVEIS CAUSAS PARA A VARIAÇÃO DOS RESULTADOS?
Falhas no controle
Falhas no controle
Falhas no controle
Falha na amostragem
Mesmo concreto
Retirada provável no início da descarga, prejudicando a resistência de “b”
Falha na moldagem
“a” segregação por excesso de adensamento
“b” adensamento insatisfatório

Zanetti, 2010: revista IBRACON
Zanetti, 2010: revista IBRACON
Zanetti, 2010: revista IBRACON
Falha na amostragem
“a” diminuição do volume pela perda de água
“b” caminho da água de exudação
“c” ruptura no topo
Ensaios não destrutivos
Ilustração da sequência de execução do ensaio de esclerometria (Mehta & Monteiro, 2008)
O método do ultrassom está baseado na propagação de ondas sonoras de alta freqüência pelo material analisado. Estas ondas variam de velocidade em função da quantidade de poros e vazios, o que possibilita a detecção de descontinuidades.
estima resistência do material a partir da dureza superficial do mesmo
Controle de aceitação do concreto
Controle de aceitação do concreto
Controle de aceitação do concreto
Controle de aceitação do concreto
Controle de aceitação do concreto
Controle de aceitação do concreto
1º Passo: Anterior a concretagem, deve-se identificar e definir o lote que será analisado
2º Passo: Definição do tipo amostragem:

Amostragem total (100%):
Altamente recomendado para pilares e vigas de maior importância;
Mais confiável e caro;
Não há concreto com resistência desconhecida;

Amostragem parcial:
Definição do tamanho mínimo da amostra;
Cp’s representativos;
Definir quais amassadas serão aferidas;
Recomendado para lajes e grandes volumes de concreto.
http://alconpat.org.br/wp-content/uploads/2012/09/B9-Controle-da-Resist%C3%AAncia-do-Concreto.pdf
http://alconpat.org.br/wp-content/uploads/2012/09/B9-Controle-da-Resist%C3%AAncia-do-Concreto.pdf
http://alconpat.org.br/wp-content/uploads/2012/09/B9-Controle-da-Resist%C3%AAncia-do-Concreto.pdf
http://alconpat.org.br/wp-content/uploads/2012/09/B9-Controle-da-Resist%C3%AAncia-do-Concreto.pdf
http://alconpat.org.br/wp-content/uploads/2012/09/B9-Controle-da-Resist%C3%AAncia-do-Concreto.pdf
http://alconpat.org.br/wp-content/uploads/2012/09/B9-Controle-da-Resist%C3%AAncia-do-Concreto.pdf
3º Passo: definição do tamanho mínimo da amostra
Mínimo 6 exemplares para classes até C50;
Mínimo 12 exemplares para classes superiores a C50;

4º Passo: Retirada (coleta) e moldagem dos corpos de prova (exemplares)
Cp’s mais representativos quanto possível, devendo ser coletado de acordo com a ABNT NBR NM 33:1998;
Moldes devem ficar em local plano, preferencialmente à sombra;
Cp’s prontos, juntas fechadas, com desmoldante...;
Umedecer carrinho, concha, soquete e pás;
2 cp’s para cada idade (pode ser conveniente para idades precoces e ou idades maiores)

5º Passo: análise dos resultados
Amostragem total:
Sem interferência estatística;
Localizar o 5%:
20 ou menos resultados, será o menor valor;
40 resultados: será o segundo menor;
100 resultados: será o 5º menor...

“... a estatística deve servir à engenharia, como um instrumento, uma ferramenta e não o contrário. Portanto, o ideal nas amostragens a 100% é analisar cada resultado individualmente em correspondência com a peça por aquele concreto moldada.”

Mais de ¾ da composição do concreto em termos de volume Importante na composição!!
2
2
CONCRETO USINADO
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