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A evolução do Estado Corporativo

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by

Bo Weterings

on 21 April 2015

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Transcript of A evolução do Estado Corporativo

O conceito de Fascismo apresenta-se vago e desacreditado.
Fascismo Subversivo e Poder Fascista
Conclusão/Debate
«Queremos Hitler de volta?»

A hipótese de explicação
História e Teoria do Estado em Portugal
A evolução do Estado Corporativo
Ciência Política e Relações Internacionais
Licenciatura, 1º ano
FCSH/NOVA
Salazarismo, Fascismo, Totalitarismo
Fascismo comparado
Os cultos do Chefe
Mussolini
Salazar
Tribuno
Lente
Professores, juristas e engenheiros
Sindicalistas, pequeno-burgueses e plubeus
«ha sempre ragione»
Fascismo
Obra do «Duce»
Não crente
Crente
Luta por parte da Igreja para não ser subalternizada
Deus
Pátria

Família
«a esta pequena dor à portuguesa, tão mansa e quase vegetal...» (A. O'Neil)
As políticas estrangeiras
Itália
Portugal
Alemanha
Expansionista e agressivo
Desejo territorial
Não apresenta novas reivindicações territoriais
Guerra na África
Deseja o conflito
Revolta popular
Faltava força à Itália
Mesmo tipo político
Pan-movimento de base racial
Inspiração racista
Conquista territorial
Criação da ''Grande Alemanha''
Eliminação dos «inferiores»
Hitler não foi um verdadeiro nacionalista
As origens
Mussolini
Salazar
Movimento Revolucionário
Golpe Militar
Revolucionário (opressor)
Apoiante da luta de classes
Socialista
Adepto do enquadramento das massas

Tradicionalista
Conservador
“Respeitabilidade Salazarista”

Fascismo Italiano
Fascismo
Surgiu na Itália
Primeira Guerra Mundial
Devastações
Fome
Desemprego & inflação
Movimento Revolucionário
Crise Social e de Identidade
Salazarismo
VS.
Salazar


Apoio das Forças Monárquicas Conservadoras
Tradicionalismo
Os Estados
Diferenças fundamentais
Itália - monarquia

Portugal - república
Itália - bicameralismo funcional

Portugal - bicameralismo imperfeito
Regimes iguais em Termos Políticos
Extinção da democracia burguesa
Ditadura nacionalista
Partido Único
Colaboração de classes
Um só Chefe
Poder centralizado
Corporações como ferramenta de enquadramento das massas
Dois argumentos contrários
Recusa de um Partido Único em Portugal
Totalitarismo

Apartidário & integrante de patriotas
MAS
Anti partidarismo
Fraco poder em comparação com o P.N.F.
Constutuída por elites - fraca representação do povo
União Nacional
União Nacional
Justificar proibição de outras formações políticas;
Impedir criação de correntes internas dentro do partido;
Recrutar agentes da administração.
VS.
Partido Nacional Fascista
Enquadramento das massas;
Doutrinação do povo.

Itália
Totalitarismo evidente
Poder do Estado ilimitado
VS.
Portugal
Negação do totalitarismo
Amor à pátria enraizado em valores cristãos
"Família" - alicerce da sociedade
Estado Novo
Eliminação das liberdades políticas
Opressão popular
Conservadorismo e Tradicionalismo
Para que o Salazarismo fosse totalitário:
Ideologia regente da vida social;
Controlo apertado da sociedade.
Itália Fascista
Regime pagão
República
Milícia própria
Mas
Apoio da Igreja
Aceitou monarquia
Apoio do exército



“A nossa hipótese de trabalho é a seguinte: a de que, embora mediante uma transiçãoo difícil, é possível o regime ir deixando o fascismo sem por isso romper o corporativismo”



”O que é que muda então, estruturalmente, e o que é que fica?”



• Ideia
• Movimento
• Estado

Fascismo:
Programa Primitivo Fascista (1919):
• Não era corporativo
• Socializante e anarco-sindicalista
• Proclamação da República Italiana e descentralização do Executivo
• Magistratura eleita e independente
• Supressão das sociedades anónimas industriais e financeiras
• Confisco de rendas improdutivas das fortunas de guerra
• Confisco dos bens eclesiásticos
• A terra para cultivo associado e gestão das indústrias confiada aos sindicatos
Em Dezembro de 1921 o movimento nacional fascista torna-se partido.
29 de Outubro de 1922
Mussolini forma governo a pedido formal do rei Vítor Manuel III.
O poder é confirmado por um voto maciço das Câmaras.
Fascismo de Mussolini:


• Apoiado pela monarquia até 1943 (até derrota na II Guerra Mundial)
• Política económica liberal até 1929
• Amigo da grande burguesia até 1942/43
• Paz com a Igreja
• Culto agressivo da Nação e do Estado

Podem distinguir-se três fases do Fascismo Italiano:
1. As origens
2. O regime estabelecido (1925/26 – 1943)
3. A derrota iminente e as convulsões mortais

Corporativismo português
Associativo
Plural
Livre
Mas o Corporativismo não é uma qualquer Colaboração de Classes
Sistema Corporativo:
• Colaboração de classes orgânica e permanente
• Domesticação da luta de classes
Consolidar a Sociedade e o Estado
“Corporativismo português é muito pouco associativo, vive preso ao Estado”
Câmaras e corporações não regulam nem gerem
Não houve reconciliação entre patrões e operários

Corporativismo não atinge o seu objetivo
Criação de Instituições Estratétigas
&
Ataque às Instituições adversárias
Portugal:
corporativismo concentrou-se nos sindicatos e na lei anti greve e nos tribunais do trabalho
soluções globais inter classes
Fascismo é Corporativo mas o Corporativismo não tem de ser Fascista
Ótica de Mihail Manoilesco - "Le Siêcle du Corporativisme"
Corportativismo (teoria) - Fascismo (prática possível)
Para ser eficaz, o Corporativismo deve alicerçar-se numa longa prática social
Época contemporânea: ideal para o surgimento do Corporativismo (movimento inevitável das Sociedades)
Duas visões diferentes
Manoilesco
«Imperativismo de Solidariedade Nacional»
&
«Imperativismo de Organização»
Corporativismo como necessidade histórica
Nações interagem e regem-se internacionalmente
Salazarismo
Carácter regressivo do regime ("(...) repressão sistemática que ao reprimir se modera (...)")
Ordem tradicional ("Deus. Pátria. Família..")
Oposição ao pluralismo
Repressão das
liberdades políticas

SUBVERSÃO SOCIAL
Marcelo Caetano (''Liberalização'')
Tentativa para afastar o Fascismo da ideia corporativa
Passa de imposições a consensos
Deposição gradual da ditadura do partido único
''Certo pluralismo'' - identificável com pluralismo tradicional
Retiraram TUDO à população e às empresas (gradualmente)
Em todos os casos, os princípios da livre associação foram ''desnaturados ou suspensos''
Corporativismo fascista

A organização corporativa não esgota o corporativismo
Corporativismo não-fascista
Organização Corporativa
Sentido Amplo
Sentido Restrito
Corporativismo parcial
l
"Há quem diga também que o corporativismo apenas pretende uma coisa: Resolver a questão social em detrimento dos trabalhadores; e decidir (entre os capitalistas) contra as pequenas empresas. O resto seria só fachada."
"O integralismo corresponde a um sincero desígnio: o corporativismo é uma visão do mundo."
"... impor a colaboração entre as classes e grupos sociais, em prol da unidade nacional e do prinípio hierárquico que nela se contém."

Corporativismo é uma Colaboração de Classes
Disciplina conflitos
Como?
Coloca os trabalhadores "a reboque" do capital, sendo a sua prosperidade assegurada;
Assegura uma mediação entre as camadas da burguesia;
Apoia-se num Estado forte.
Capitalismo alberga uma Tendência Corporativa
Fazer face às exigências do capitalismo avançado e das sociedades ditas "de consumo"
Reprimir a luta de classes.
Como garantir a estabilidade do capitalismo?
Tendências corporativas.
De que modo se deu a disseminação do corporativismo no estrangeiro e a sua relação com o liberalismo?
Espalha-se pela Europa e EUA;
O liberalismo não impede a proliferação do corporativismo.

Direitos e Liberdades no Corporativismo
Limita e suprime as liberdades devido ao patriotismo
Luta de Classes & Corporativismo
Corporativismo não nega luta de classes - nega luta de classes segundo Karl Marx
Defende que as alterações necessárias, se revelem compatíveis com a ordem e até necessárias ao progresso económico
Docente: Rui Branco
Discentes:
Bárbara de Almeida, nº 44432
Beatriz Zoccoli, nº 44444
Bo Weterings, nº 44450
Francisco Bessa, nº 44522
Guilherme Silva, nº 44536
Raquel Baltazar, nº 44718
Rita Branco, nº 44733
2014/2015
Webgrafia
http://p3.publico.pt/actualidade/politica/12252/queremos-hitler-de-volta
''Não estamos à porta de uma nova Europa ao estilo nazi, mas admitamos: já estivemos bem mais longe.''
Texto de Pedro Barbosa • 26/05/2014 - 10:00
Manuel de Lucena
"
Espectro do Leviatan
" = ameaça a convicções filosóficas e religiosas do Estado Portugues
INSTITUIÇÃO ESTATAL SUBMISSA AOS VALORES TRADICIONAIS E À PROPRIEDADE

O Estado deve servir estes valores, sem se servir a si próprio
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