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O fundamento central da Economia Ecológica

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Gomes filho

on 20 September 2012

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Transcript of O fundamento central da Economia Ecológica

Não. Se a economia não gerasse resíduo e não exigisse novas entradas de matéria e energia, então ela seria o sonhado motoperpétuo, capaz de produzir trabalho ininterruptamente consumindo a mesma energia e valendo-se dos mesmos materiais. Seria um reciclador perfeito. É uma visão que contradiz a mais básica ciência da natureza – a física.
Concentrados no fluxo circular monetário, os economistas se esqueceram do fluxo metabólico real. Tal alicerce apresenta uma visão verdadeira da economia? Seis tópicos são usados para essa análise:

1.o contraste dos “pontos de partida” das duas teorias econômicas;
2.a relevância da noção de “metabolismo”;
3.a importância decisiva da “termodinâmica”;
4.a oposição cognitiva das duas teorias sobre o “processo produtivo”;
5.o desdobramento otimista da teoria convencional;
6.o desdobramento “cético” da economia ecológica, conforme as teses de seus três principais teóricos. FIM Mais importantes “genitores” da economia ecológica:
1.Kenneth Boulding (1910-1993) com a “economia do astronauta”.
2.Nicholas Georgescu-Roegen (1906-1994) com o “decrescimento”.
3.Herman Daly(1938-) com a “condição estacionária”. O desdobramento “cético” da economia ecológica, conforme as teses de seus três principais teóricos. A economia ecológica, ao contrário, vê complementaridade entre patrimônio natural e meios de produção (capital). A literatura econômica convencional insiste que o processo pode continuar - e até crescer.
Trata-se de um otimismo ingênuo que supõe que a tecnologia dependa apenas da engenhosidade humana e de preços relativos.
Sustentabilidade ambiental??? O desdobramento otimista da teoria convencional. Origem da nova abordagem? Questões Teóricas Economia convencional Economia ecológica X Conflito:
Sistema econômico convencional: linear(extrai-consome-descarta), degenerativo, infinito.
A natureza: circular, regenerativa, finita.
Para atingir a sustentabilidade é preciso remover esse conflito. Sociedade não ataca as causas apenas as consequências. Aluno: José Gomes Ribeiro Filho
Professora: Ticiana Studart
Disciplina: Gestão de Recursos Hídricos O FUNDAMENTO CENTRAL
DA ECONOMIA ECOLÓGICA As duas maiores distorções da abordagem convencional são:
1.ignorar o fluxo inevitável de resíduos e
2.apostar na substituição sem limites dos fatores. Ex: a energia e os materiais advindos diretamente da natureza ou de outro processo produtivo se transformam em produtos finais, em resíduos e em poluição. A abordagem convencional ignora as diferenças qualitativas entre fatores de produção ≠ transformação → Para que se insira os elementos da natureza no processo econômico. A oposição cognitiva das duas teorias sobre o “processo produtivo”. A mecânica, ao contrário, parte do princípio de que todos os movimentos são previsíveis, reversíveis e neutro para meio ambiente. A crítica do Roegen: segunda lei da termodinâmica afirma que a entropia do universo aumenta. E a qualidade da energia num sistema isolado, como o universo, tende a se degradar, tornando-se indisponível para a realização de trabalho. A economia convencional (200anos) tomou emprestado as leis da mecânica. A importância decisiva da “termodinâmica”. A economia convencional prega!!!! “Diagrama do fluxo circular”: ilustrar a relação entre produção e consumo. A relevância da noção de “metabolismo”. Para a economia convencional não há limites à expansão da atividade humana postos pelo ambiente. A convencional enxerga a economia como um todo considerando a natureza, o meio ambiente, ou a biosfera como partes ou setores da macroeconomia. Já na economia ecológica, para a qual a macroeconomia é parte de um todo bem mais amplo, que a envolve e a sustenta. As diferenças entre as duas correntes econômicas, a ecológica e a convencional, está em seus respectivos pontos de partida. O contraste dos “pontos de partida” das duas teorias econômicas. Representa a quantidade de sustentação da vida. As transformações qualitativas promovidas pelo processo econômico têm direção no tempo e são irreversíveis. O sistema produtivo transforma matéria-prima em produtos, que a sociedade valoriza, e gera algum tipo de resíduo, que não entra de novo na cadeia. A metáfora mecânica na economia implica em não reconhecer os fluxos de matéria e energia que entram e saem do processo, assim como a diferença qualitativa entre o que entra e o que sai. A economia convencional continua presa à física do século XIX.
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