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Centro Cirúrgico na Linha do Tempo

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by

Hannah Karina

on 14 March 2016

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Transcript of Centro Cirúrgico na Linha do Tempo

1222
1773
1918
2500 a.C.
1889
Centro Cirúrgico na Linha do Tempo
Cirurgia x Medicina
Antiguidade ~ Corpo humano ~ Incógnita
Processo de cura ~ Tratamento clínico
Temiam operar
Aprendizado não universitário
Medicina interna mais valorizada do que a cirurgia
Divisão: saber x fazer
Medicina: foco na reflexão, estudos
Cirurgia: disciplina Ø
"Cirugiões barbeiros": habilidade manual
Arte Cirúrgica
Idade Média: procedimentos paliativos
Furúnculos e curativos em exterior e extremidades
Evitavam: abdomen/cavidades (SNC)
Realizadas em qualquer local
Sem preocupação com condições
Cirurgia inevitável: livrar pacientes do sofrimento
3 Desafios: Dor, Hemorragia e Infecção
O Desenvolvimento
Século da cirurgia moderna
1846: Gilbert Abbot, remoção TU pescoço, 25 min, Hospital de Massachutts (Boston), John Collins, narcose por William Thomas
Desafio vencido
Antes de 1947: operações indolores por todo mundo
Brasil: 25/05/1847, Hospital Militar do RJ, Roberto Jorge Haddock Lobo
XX: século de ouro, avanço (anatomia patológica, anestesia, assepsia)
2ª metade de XX: radiografia (citoscópio/bexiga)
Criação de instrumentos cirúrgicos
1874: Louis Pasteur - instrumentos em água fervente + chama
1881: Robert Koch - esterilização por calor
1890: William Haltesd - luvas cirúrgicas (enfermeira/noiva alérgica a antissépticos)

Crescimento da instituição hospitalar
Espaços criados especificamente: preparo dos artigos médicos, sala de operações
Serviços: radiologia, laboratório, endoscopia, banco de sangue

Centralização de salas de operações, lavabos, vestiários
Centro Cirúrgico
Finalidades do Centro Cirúrgico
Realizar procedimentos cirúrgicos e devolver os pacientes às suas unidades de origem (condições/integridade)

Servir de campo de estágio para formação, treinamento e desenvolvimento de recursos humanos

Servir de local para desenvolver programas e projetos de pesquisa (desenvolvimento científico/novas técnicas)

Importância do Centro Cirúrgico
Local de esperança de cura
Tecnologia de ponta para assistência
Mais caro do hospital
Grande número de RH (profissionais/alunos)
Aspectos estruturais específicos (CCIH)
Recursos humanos e materias otimizados (assistência/custo)
Assepsia (minimizar riscos)
Prof.ª Hannah Karina Ramos Santos
hannahkarina@hotmail.com
(96) 98117-6117 (vivo)

http://www.cerebromente.org.br/n02/historia/psico09.jpg.
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR_MktoaYkW4IpFCJ8MSK3dxuA2VRjqzV6HynrJR2Wm7FOG2toY-Q
Social e intelectualmente inferior: prática profana
Ligação com a classe dominante: mãos limpas
http://4.bp.blogspot.com/-cNZDtXi5_oU/UVy2zW4a5eI/AAAAAAAABZI/X7FUOMSGoO4/s1600/6 .jpg
Anestesia na história
Novidade? ~ Ópio, maconha, álcool
1731: Real Academia de Cirurgia
Cirurgião x Barbeiro ~ Status/Competição
1773: Joseph Priestley, dióxido de hidrogênio
Teste de 1776: Humphry Davy (farmácia/Inglaterra)
Dor de dente: sensação agradável, riso, sem dor
Vapores medicinais: gás hilariante em cirurgia
1824: Henry Hill Hickman, 1ª publicação uso do gás em operação
Sangue contido?
Século XVI: Ambroise Paré
Ligadura vascular
Século XVIII: cauterização (óleo/ferro)
Testes para estancar hemorragia
Drogas adstringentes e Compressão com bandagens
1848: clínica obstétrica do Hospital Geral de Viena
Mortalidade pela febre puerperal
Transmissão de germes infecciosos
Mãos e instrumentos
Ignaz Filipe Semmelweis
15/05/1847: política rigorosa de lavagem das mãos e instrumentos
Solução de cal clorada (CME)
01
02
03
Ignaz trouxe assepsia!
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT2PikqphUM9jCjPtA2bGYR7PsvkstpJUPVKIq44f4UpSroixpe
http://www.drteuto.com.br/blog/2015/04/27/humanizacao-no-centro-cirurgico-ainda-um-desafio
Plano de Ensino
Disciplina
: Assistência de Enfermagem em Centro Cirúrgico

Carga horária
: 100 horas (20 dias)

Professora
: Enf. Esp. Hannah Karina Ramos Santos

Ementa
: Centro Cirúrgico (CC), Recuperação Pós-Anestésica (RPA), Central de Material e Esterilização (CME)

Objetivos:
Geral
: Desenvolver conhecimentos de habilidades necessárias para uma atuação humanizada nas unidades de CC, RPA e CME
Específicos
:
• Conhecer e desenvolver técnicas de enfermagem no CC, RPA e CME
• Prestar assistência humanizada ao paciente e família durante o transoperatório.

Metodologia
:
Teoria
: aulas expositivas dialogadas, interativas com exposição multimídia e recursos didáticos e audivisuais.
Prática
: desenvolvidas em laboratórios e/ou espaços específicos à disciplina
Atividades orientadas
: extraclasse, visando auto-aprendizagem
CC na linha do tempo (histórico)
Estrutura física e organizacional do CC
Noções de enfermagem perioperatória e função do enfermeiro e equipe no CC
Classificação do tratamento cirúrgico e terminologia em CC
Cuidados de enfermagem no pré-operatório
Cuidados de enfermagem no intra-operatório
Anestesia e analgesia
Complicações intra-operatórias
Sala de operações: elementos, montagem e desmontagem
Posicionamento do paciente para cirurgia
Tempos cirúrgicos e instrumentação cirúrgica
Práticas assépticas e controle de infecção
Unidade de Ensino 1: Centro Cirúrgico
Estrutura física e organizacional da RPA
Funções do enfermeiro e equipe de enfermagem na RPA
Admissão do paciente na RPA
Cuidados de enfermagem no pós-operatório (RPA)
Complicações na RPA
Unidade de Ensino 2: Recuperação Pós-Anestésica
Unidade de Ensino 3: Central de Material e Esterilização
Estrutura física e organizacional da CME
Funções do enfermeiro e equipe de enfermagem na CME
Processo de limpeza
Processo de desinfecção
Preparo do produto para esterilização
Processo de Esterilização
Processo Avaliativo
• Quantitativa e qualitativa
• Avaliação escrita:
- Questões objetivas: conhecimento acerca do assunto;
- Questões subjetivas:
 Objetividade, coerência e coesão nas respostas;
 Conhecimento científico embasado acerca do assunto;
 Habilidade dissertativa;
 Respeito às teorias/teses trabalhadas em sala de aula.

• Parcial B1: Projeto (em aberto)
• Parcial B2: Prática - Reconhecimento de instrumentais/equipamentos e materiais
Referências Básicas
POSSARI, J. F. Centro Cirúrgico: planejamento, organização e gestão. 5 ed. São Paulo: Editora Iátrica, 2011.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENFERMEIROS DE CENTRO CIRÚRGICO, RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA E CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO (SOBECC).
Práticas recomendadas da SOBECC
. 6 ed. São Paulo: Manole, 2013.

SMELTZER, S. C. et al.
Brunner & Sunddath
: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.

POTTER, P. A. et al.
Fundamentos de Enfermagem
: Conceitos, Processo e Prática. 6 ed. Rio de Janeiro, Editora Elsevier. 2005.
http://rio-de-janeiro-desaparecido.blogspot.com.br/2011/06/roberto-jorge-haddock-lobo-tijuca-para.html.
http://viagem.uol.com.br/album/kimberley_album.htm.
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