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A história da Cia. de Canetas COMPACTOR

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Verena Buschle

on 22 November 2014

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Transcript of A história da Cia. de Canetas COMPACTOR

A história da Cia. de Canetas


COMPACTOR

Brasil
Era uma vez...
Tudo começou na Alemanha...
1953
1971
1933


Março
Abril
Maio
Fevereiro
Janeiro
Ainda compra um motor usado, uma mesa, um banquinho, ferramentas
e peças de canetas-tinteiro até quase todo seu dinheiro acabar.
Desenvolve, com um amigo, uma panfleto e abre uma conta.
Distribui esse panfleto em papelarias de Wuppertal e redondeza.

22.4.1933:
Inicia sua ronda com a bicicleta, batendo de porta em porta, sempre no mesmo dia, à mesma hora, no mesmo local, pontualmente, perguntando se há canetas para consertar, oferecendo "serviço 24h".
Seu canto começa a ficar pequeno para as tantas solicitações que recebe.
Se muda, então, para o estábulo do prédio.
Compra uma máquina de escrever usada, não necessitando mais, assim, escrever os recibos à mão.
Adquire ainda uma pequena motocicleta, o que lhe permite fazer rondas maiores.
...um jovem de 24 anos chamado PAUL BUSCHLE.
Em meio à crise econômica, depois de ser despedido como tantos outros, pensa sobre o futuro.
Não quer mais trabalhar para os outros, decide ficar independente.
Sua namorada, Gretel, acredita nele.
Seu futuro sogro lhe autoriza estabelecer-se em um canto de sua gráfica e até usar seu telefone!
Em março junta todo seu dinheiro (250 RM) e vai ao ferro velho de máquinas, comprar um torno mecânico usado por 40 RM.
1934
Em Novembro, um inverno especialmente rigoroso e frio.

Em mais uma de suas rondas, às 19:30h, a moto de Paul para em meio à uma tempestade de neve. E ele ainda precisava fazer algumas entregas urgentes!!

Cansado, diz em voz alta: "Será que não terei A idéia que me salve dessa vida de trabalho sem fim?"
E foi nesse momento que lhe veio uma "luz" e ele encontrou a solução para a construção do "Meteor 4 Kubik" (que absorvia 4cm³ de tinta)!
Ficou possuído pela idéia, e logo ao chegar em casa desenvolveu o primeiro protótipo.

Produziu uma primeira série de testes de 50 canetas-tinteiro.

O primeiro comerciante a comprá-la ficou encantado e otimista.
Porém, 4 cm³ de tinta não resistiam às variações de temperatura e pressão. Precisava aperfeiçoar a caneta.

Até 1938 muitas melhorias foram feitas na "Meteor", até que não vazasse mais.
Mais uma vez, Paul se muda, dessa vez para uma sala melhor, pois não podia sequer oferecer uma cadeira aos seus clientes.

1939/40
1943
1952
1945
1938
1936
A Segunda Guerra Mundial tem início.

Paul é chamado para servir na guerra como soldado.

Gretel fica sozinha com a pequena Gisela, porém dá continuidade à produção.

30 de maio: primeiro grande ataque aéreo. A fábrica é parcialmente destruída.
Paul consegue tirar férias ("liçença-bomba") para reparação dos prejuízos causados pelas bombas. Consegue consertar os estragos.

24 de junho: segundo ataque aéreo. A cidade de Wuppertal e a fábrica ficam em ruínas.
Mais uma vez Paul consegue férias para a reparação dos prejuízos. Consegue salvar algumas peças e ferramentas e as leva para Furtwangen.
Paul sobrevive à guerra e volta para casa.

Apesar da crise pós-guerra, conseguem recomeçar em Wuppertal com consertos de caneta.

Paul aproveita para registrar a marcar "Meteor" - e descobre que essa já existe. Procura por outro nome e seleciona, para isso, duas palavras aleatórias em um dicionário: compact (firme) + or (ouro).
Um importador do Brasil, Sr. Bluhm, pergunta ao Sr. Balzar, da grande papelaria Klippel, se tem alguma novidade na feira. Esse lhe recomenda a caneta-tinteiro Compactor como a última novidade com a melhor mecânica. A partir daí são feitas as primeiras encomendas para o Brasil e se dá uma parceria que perduraria por muitos anos.

Logo surge a idéia de se abrir uma empresa no Brasil para fugir dos problemas aduaneiros.
Paul se casa com sua Gretel.

A partir daí ela passa a ajudar mais ainda na empresa e liberando-o, assim, para fazer mais trabalhos externos.

Mudam-se mais duas vezes, pois a empresa não pára de crescer.
A caneta-tinteiro "Meteor" continua sendo produzida manualmente, porém em série, e a pequena empresa chega a produzir 1000 canetas por mês.

Alemanha passou a, então, enviar matéria-prima, ferramentas, máquinas e técnicos e o Brasil produzia e vendia as canetas.
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