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A VANTAGEM COMPETITIVA DE MICHAEL PORTER

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by

Alexandre Pereira

on 19 August 2013

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Transcript of A VANTAGEM COMPETITIVA DE MICHAEL PORTER

A VANTAGEM COMPETITIVA DE MICHAEL PORTER
By John Mathews

1977 Embasamento
Porter vai além da teoria existencial em OI (Organizações Industriais) para postular "barreiras de mobilidade"como um meio de definição de estruturas dentro das industrias, e mantendo firmas dentro de grupos bem definidos denominados "grupos estratégicos".

Harvard (Estrutura conduz a performance) vs. Chicago (abordagem da eficiência)
1979 Consolidando os grupos estratégicos
Artigo na Review of Economics & Statistics proclamou a teoria de grupos estratégicos como uma maneira de fazer sentido na diferenciação de performance das companhias e sua existencia devidamente mensurada permitiu a identificação da conexão final entre a industria e a firma na explicação do ambiente competitivo (e portanto, na escolha estratégica)
Seriam os diamantes eternos?

Fenômeno blockbuster

Harvard Business School

Estratégia (Política Empresarial) e Organização Indutrial
Introdução
I am Peter Parker
PhD Força dos varejistas e performance de mercado de industrias de bens de consumo (1974)

Richard Caves, seu mentor

Publicação da tese em formato de livro (Harvard Business School Press) e um artigo na American Economic Review (1976)

Publicação de ensaio teórico em parceria com Carver no periódico da "casa", The Qarterly Journal of Economics. A hora da virada!!! (1977)


My name is Porter, Michael Porter

Trabalhos em andamento

Grandes audiências gerando grandes receitas

Suporte da máquina pubilicitária de
Harvard

Escondendo o jogo!!!
1980 Estratégia Competitiva
Nasce Porter "Fenômeno"
Talento + Energia + ????

Busca desesperada por uma pista quanto a competitividade e relação ao desafio japonês e alemão dos anos 80

A fonte da competitividade deve estar dentro da firma e suas construções tecnológicas como uma série de atividades de agregação de valor.
Porter's Value Chain
5 Forces by Michael Porter
Similaridades com McKinsey "business system

Funçoes da firma passam a ser atividades que agregam valor para o produto e/ou serviço ofertado, de acordo com sua competitividade

Atividades primárias e atividades de apoio

Contraponto a visão neo-clássica na qual firma era vista como um ponto de produção, definida por informações irretocáveis quanto a suas possibilidades de tecnológicas, e por isso afastando-se da semelhança com firmas reais.
Vantagem Competitiva (1985)
Um livro de dois capítulos
Cap. I
As cinco forças competitivas

Cap. II
Estratégias genéricas
* Custo
* Diferenciação
* Nicho

Restante do livro decorrente de OI e outras fontes
Vantagens desta abordagem
Teoria orientada para gestão da firma;

Gestores poderiam prontamente entender e aplicar em suas firmas;

Foi tomada pelo mrcado como uma ferramenta pra gestores de firmas reais, muto mais do que as ideias do livro anterior (5 forças e estratégias genéricas);

Análise estratégica dentro da firma agora começa com a cadeia de valor, mesmo antes da análise competitiva da indústria.

Algumas inquietações...
Como uma ideia obvia e simples como esta não é previamente concebida?

Ideia é apresentada como uma concepção do alto, sem referência a fontes ou modelos similares de pensar, característico de Porter. Omissão ou desconhecimento? E a cadeia de valor de Alderson? Não seria o caso de ao menos apresentá-la?

Nenhum esforço é feito por Porter para colocar o conceito de cadeia de valor da firma na literatura referida, deixando as conexões e detalhes serem concretizados, firma a firma, que paguem por isso. Trata-se isso como vantagem competitiva?

Porter apresenta a ideia de cadeia de valor dentro de um contexto de dinamismo, porém não revisa em momento algum a visão das cinco forças de competitividade na indústria. Por que o autor insiste em se proteger do dinamismo e desequilíbrio óbvios do mundo dos negócios (John Mathews).
Michael Eugene Porter (nacido em 23 de Maio de 1947)[1] é o Bishop William Lawrence University Professor na Harvard Business School.
Apresentando...
Vantagem Competitiva das Nações
1983 - Comissão Presidencial de Competitividade Industrial. Industria americana vs. Japonesa;

1985 - Comissão emite report e Porter se posiciona fortemente contra.

1985 -> Mobilização de pesquisadores em 10 países para levantar dados sobre a competitividade destas nações utilizando um novo modelo criado por Porter para tanto.
NCA Diamond
Palavra do autor...
Prosperidade nacional é criada, não herdada!

A competitividade das nações depende da capacidade de suas indústrias de inovar e se atualizar.

Esta beneficia-se de ter forte rivalidade doméstica, fornecedores agressivos e demanda local.

Como as bases da competição tem mudado mais e mais para a criação e assimilação de conhecimento, o papel da nação cresceu, uma vez que a vantagem competitiva é criada e sustentada através de um processo altamente localizado.

As proposições de Porter
(1) A vantagem competitiva das indústrias das nações é determinada por quatro grandes atributos da base, ou seja, os quatro elementos do diamante , e;
(2) países movem-se através de uma série de estágios de seu desenvolvimento industrial, de um estágio orientado para fabricação, passando por um estágio de eficiência e culminando com um estágio de inovação, onde os quatro elemento do diamante são chamados para sustentar e aumentar a competitividade
Vantagem Comparativa
Vantagem Competitiva
Krugman's Sympathy
"Economistas em geral não usam a palavra competitividade. Nenhum dos livros textos que tenho nas minhas estantes possuem esta palavra em seus índices!"
John Mathews Finale
"Se Porter tivesse sido menos ambicioso em tentar demonstrar que el poderia revelar os ingredientes chave da vantagem competitiva nacional e ido onde nenhum homem ou mulher tenha ido anteriormente, e ao contrário tivesse focado em poucas medidas chave tais como melhorias de produtividade em indústrias chave ao longo do tempo, e sua dependência em cinco ou seis variáveis estruturais, baseada em trabalhos já reportados, ele poderia ter tido mais sucesso e uma maior aceitação.. Assim como é, o Diamante de Porter é visto pelos demais como nada mais do que as convicções de Porter e poucos estudos de caso de sucesso
Clusters Industriais
Este foi um quase acidental resultado do livro Vantagem Competitiva das Nações... Por que?
Um dos fatores do Diamante, "Related and Supporting Industries" foram posteriormente interpretados por Porter e outros como significantes Clusters de firmas com atividades complementares.

Firmas aumentam suas forças competitivas e produtividade através da atuação em clusters dentro de grupos de firmas de atividades relacionadas e complementares
Fontes de lucro: firma ou indústria
Rumelt (1991) -> quanto importa a indústria?
Demonstra que existiam efeitos corporativos negligenciados, pequenos efeitos de indústrias estáveis, e grandes efeitos em unidades de negócios bem estabelecidas no que tange a contabilização de variação das taxas de juros.

McGahan e Porter (1997) -> Exploram mesmo trabalho trazendo resultados similares a Rumelt, porém pontuando que a manufatura pode ser um outlier no processo. Resultados revelam as lmitações de modelos estatísticos comparativos e cross-setoriais na tentativda de repartir as variações dos lucros da firma.
Regulação Ambiental
Porter and Van de Linde (1995) afirma que o conflito entre economia e ecologia cresce a partir de uma concepção estática de regulação ambiental, onde regras e tecnologia são fixadas e firmas são forçadas a trabalhar dentro destas regras, as quais são vistas como custos crescentes.
Porter e Reinhardt (2007) avançam trazendo as questões de mudança climática, ressaltando que firmas inovadoras encontrarão maneiras de minimizar as emissões de carbono, e a partir disso novas maneiras de competir e sobressair.
Competitividade no Setor de Saúde nos EUA
Porter e Teisberg (2006) afirmam que a competitividade no setor de saúde americano é intensa, porém feita de maneira errada, no lugar errado, com os custos sendo deslocados do paciente para o médico, para o plano de saúde, para o hospital, do segurado para o não segurado. Assim os autores afirmam que é fundamental uma reforma baseada na real introdução da competitividade no sistema, acima de qualquer outra tentativa de reforma.
Criação de Valor Compartilhado
Porter e Kramer (2006) -> Conexões entre vantagem comptitiva e responsabilidade corporativa social (CSR) são explicitados com o argumento de que CSR pode se tornar uma fonte de vantagem competitiva por firmas que vislumbrem as oportunidades.
Porter e Kramer (2011) criam o termo CSV (Creating Social Value) como alternativa ao CSR e afirmam que as companhias que perseguem estratégias de valores compartilhados com seus clientes, fornecedores, provedores de recursos, e comunidades são aquelas que gerarão o futuro não apenas para elas, mas para o capitalismo como sistema.
"A Reinvenção do Capitalismo"!
Porter fala sobre CSV
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