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Krashen

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by

Amanda Peres

on 31 January 2013

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Transcript of Krashen

Stephen Krashen Nasceu em Chicago em 1941

Ph.D em Linguística da Universidade da Califórnia em Los Angeles

Publicou mais de 350 artigos e livros

Modelo do Monitor Hipóteses Críticas Krasher Intake (insumos) •O intake é adquirido pelo aluno se ele esta em um estagio G1 do desenvolvimento gramatical ele pode ir para o próximo estado que é o G1 + 1.
•O intake é um nível ligeiramente a frente do G1
•O intake é sequenciado, ou seja vai ficando progressivamente mais complexo
•O intake é uma comunicação natural. Hipótese da
aquisição-aprendizagem Hipótese da ordem natural Hipótese do Monitor Hipótese do Input +1 Hipótese do filtro afetivo # O modelo proposto por Krashen sofreu influência da teoria de Chomsky no que diz respeito à concepção e aquisição de língua.
# Tanto os ambientes formais como os informais contribuem para proficiência linguística, porém de forma diferente. Definição # Krashen (1978, p.1) define o modelo monitor da seguinte forma:

“O modelo de desempenho de segunda língua, denominado Modelo Monitor, postula que o ator da segunda língua pode “interiorizar 2” regras da língua alvo por meio de um dentre dois sistemas: uma forma implícita, denominada aquisição inconsciente da língua, e uma forma explícita, aprendizagem consciente da língua.” # 3 condições para o uso bem sucedido do monitor:
- tempo;
- foco na forma; e
- conhecimento da regra. # A aprendizagem consciente funcionaria a penas como monitor. # 3 características do monitor:
- 1. usuários bem sucedidos do monitor editam o output da segunda língua quando não há interferência na comunicação.
- 2. essa edição resulta em desempenho variável, isto é, percebemos tipos e quantidades diferentes de erros sob condições diferentes.
- 3. os usuários do monitor demonstram preocupação com a “correção” linguística, e consideram sua produção de fala e escrita não monitorada como descuidada. # Há apenas uma forma de adquirir uma língua.

“Hipótese do input postula que nós adquirimos a língua de uma forma espantosamente simples – quando compreendemos a mensagem. Tentamos várias outras formas – aprender regras gramaticais, memorizar vocabulário, usamos equipamentos caros, formas de terapia de grupo, etc. O que nos escapou nesses anos todos, no entanto, é que o ingrediente essencial é o input compreensível.”
(KRASHEN,1985, p. 7) # Parte mais importante de sua teoria de aquisição de segunda língua. # Dois pressupostos dessa hipótese:
- a fala é o resultado da aquisição e não a sua causa.
- Se há uma quantidade suficiente de input e ele é compreendido, a gramática necessária é fornecida.
# Dispositivo de Aquisição da Linguagem (DAL) de Chomsky.
# O input compreensível é uma condição necessária, mas não é suficiente para a aquisição. Krashen (1985, p. 3) conclui que “o aprendiz precisa estar ‘aberto’ ao input” e defende sua última hipótese – o filtro afetivo. # Atualmente, Krashen prefere usar o termo Hipótese da Compreensão no lugar de Hipótese do Input.
# Enfatiza que é o input que causa aquisição e não o output.
# Afirma que a hipótese da compreensão prevê que a língua materna ajuda a tornar o input mais compreensível. Exemplo: quando o professor fornece contexto ou quando lemos na nossa língua explicações sobre um tópico complexo antes de sua leitura na língua estrangeira. Alice Queiroz
Amanda Peres Mayana Haríshima
Paulo Victor # Para Krashen esta hipótese é sustentada por dez evidências. Sendo elas:
•Fala materna
•O período de silêncio
•Diferenças etárias
•O efeito da instrução formal
•O efeito da exposição A hipótese do Insumo •Insuficiência de Input compreensível
•Pesquisa de comparação de métodos
•Programas de imersão
•Sucesso de programas Bilíngues
•Hipótese da leitura. Filtro afetivo é definido como “o bloqueio mental que impede os aprendizes de utilizar completamente o input compreensível recebido para a aquisição da linguagem”(Krashen 1985) # Motivação, auto estima, ansiedade.

# Filtro afetivo baixo = +

# Filtro afetivo Alto = - # Ausência de qualquer explicação sobre os processos cognitivos responsáveis pela aquisição ou pela aprendizagem. # Falta de definição do que seja processo consciente (aprendizagem) e inconsciente (aquisição) assim como a dificuldade de se aceitar que aprendizagem não possa se transformar em aquisição. # Imprecisa e confusa a definição de filtro afetivo. Um bloqueio mental representaria o resultado de estados emocionais (falta de motivação, ansiedade, autoconfiança) e não a causa da dificuldade de o aprendiz acessar o DAL. Ou seja, o que impediria o acesso ao DAL seriam os estados emocionais e não um bloqueio mental. A hipótese da ordem natural, inspirada em Corder (1967) , prevê que nós adquirimos as regras de uma língua em uma ordem previsível e que não depende da ordem com as regras são ensinadas na sala de aula. A hipótese da aquisição-aprendizagem prevê que há duas formas de desenvolver a segunda língua. A primeira é inconsciente, que ele denomina de aquisição, e que se assemelha ao processo de crianças aprendendo a língua materna. A segunda, denominada de aprendizagem, é consciente e significa o ‘saber sobre’ a língua. Referencias: CALLEGARI, Marília Oliveira Vasques “Reflexões sobre o modelo de aquisição de segundas línguas de Stephen Krashen – Uma ponte entre a teoria e a prática em sala de aula” Trabalhos em Lingüística Aplicada, Campinas, 45 (1): 87-101, Jan/Jun, 2006).

MENEZES, Vera. A complexidade da aquisição de segunda língua: revisando e conciliando teorias: Modelo Monitor, Hipótese do input ou da compreensão. 2008c. Disponível em: <http://www.veramenezes.com/aquisicao.htm>.
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