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Copy of Dispersão de Sementes

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Vany Bortolotti

on 25 May 2013

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Transcript of Copy of Dispersão de Sementes

Thales Barbosa
Sabrina T. A. Godoi
Vanessa F. C. Bortolotti
Vivian Robinson Endozoocoria (interna):
as sementes são ingeridas, entram em contato com o aparelho digestivo do dispersor, sendo liberadas com as fezes. Dispersão de Sementes Introdução Bibliografia Fonte: http://www.fsd2010.org/data/Image/phototheque/Frugivores/Ziegler.jpg Importância: conservação da população de plantas em novos habitáts animal: retorno nutricional do fruto planta: suas sementes dispersas Mutualismo (+/+) entre planta-animal Aves Pequenos Mamíferos Frugivoria A taxa de sementes dispersa por animais
pode ser quantificada em: efetividade de dispersão
produção quantitativa
produção qualitativa Eficácia da dispersão
Aspectos que influenciam: Taxas de visitação, tempo de visitas, taxas de alimentação, manipulação do fruto e processamento durante a ingestão do fruto

Limitação do crescimento
populacional das plantas
pelos frugivoros Contribuição que um dispersor faz para a reprodução futura de uma planta Estratégias de dispersão espécies que produzem pequenas quantidades de frutos altamente nutritivos, por grande período de tempo frugívoros especialistas

espécies que produzem grande quantidade de frutos, em pequeno período de tempo frugívoros generalistas

espécies que produzem grande quantidade de frutos, em pequeno período de tempo frugívoros predadores OBS.: Em alguns casos, há grandes quantidade de
dispersores, sugerindo que o impacto de alguns dispersores individuais pode ser pequeno Epizoocoria (externa):
As sementes aderem à superfície do animal depois do contato Boa ou má dispersão? Introdução Aves podem realizar uma dispersão de alta qualidade ao levá-las a um lugar seguro para germinação e estabelecimento e por não danificá-las, desempenhando assim um importante papel na regeneração de florestas secundárias e primárias. Entretanto, as diferentes espécies de aves variam em sua eficiência como dispersoras de sementes. Eficiencia O comportamento de forrageio das aves influencia na eficiência destas como dispersoras.

Frequentemente, poucas espécies contribuam com a maior parte da dispersão das sementes de determinadas plantas.

O número de visitas de determinado frugívoro é influenciado pela abundância deste na área e pelo quanto este depende dos frutos em sua dieta.

A quantidade de sementes removidas por visitas depende do tamanho corporal da ave e da forma com que esta manipula os frutos. Formas de manipulação dos frutos “Engolidoras” (potenciais dispersoras)

“Mastigadoras” (baixa probabilidade de dispersão de sementes grandes)


“Predadoras de polpa” (aquelas que não dispersam as sementes) Quantificação Componente quantitativo (QC) de remoção de sementes.
QC = log [(V/T)x(N/V)x(N/I)]
Onde:
V = nº de visitas
T = tempo (10 horas)
N = nº de frutos manipulados
I = nº de frutos ingeridos Importância de cada espécie de ave para a comunidade de plantas do fragmento. IJ = Somatória[(Cij/Ti)/S]
Onde:
Ti = nº total de espécies de aves que se alimentam dos frutos da planta i
S = o nº total de espécies de plantas amostradas
Cij = a 1 se a espécie de ave consome o fruto da planta i ou 0 se a espécie de ave não consome o fruto da planta i. Conclusão É fundamental entender as condições em que o processo de dispersão de sementes opera a fim de tirar proveito disto não só na conservação dos ambientes com alto grau de integridade, mas também para promover a recuperação daqueles já seriamente afetados pelas perturbações antrópicas. A dispersão de sementes é um processo fundamental do ciclo de vida de cada espécie vegetal e se trata do deslocamento dos propágulos vegetais a partir da planta-mãe, devendo germinar em um ambiente adequada que permita a manutenção do crescimento da plântula e posteriormente, o desenvolvimento da planta. Formas de dispersão Importancia da dispersão de sementes Os diferentes tipos de dispersão zoocóricas Video - Dispersão de sementes Cenas editadas dos seguintes documentários:
The Private Life of Plants(1995) - BBC

Life(2009) - BBC As plantas, diferentemente dos animais, possuem habilidade limitada de se locomover e procurar condições favoraveis para seu crescimento e desenvolvimento. Como consequência, elas desenvolveram muitas maneiras de dispersão e distribuição da sua população através das sementes. fonte: estabelecimentodeplantula.blogspot.com fonte: http://feijaoaodente.files.wordpress.com/2012/03/feijao.jpg?w=604&h=400 Fonte: Life (2009) - BBC A dispersão das sementes atualmente é dividida de acordo com o agente de disperção utilizado pela planta. Anemocoria - o agente dispersor é o vento. Antropocoria - quando o homem é o principal vetor da dispersão, acidental ou espontaneamente. Zoocoria - quando a dispersão é realizada por animais. Hidrocoria - quando a dispersão é feita com o auxílio da agua Autocoria - a propria planta realiza a dispersão, utilizando frutos que se abrem com pressão, lançando as sementes Barocoria - dispersão pela gravidade Geocarpia - quando os pedúnculos, após a fecundação, enterram no solo os próprios frutos, onde amadurecem fonte: http://1.bp.blogspot.com/-lE9VrnsHeaw/UBMG-T61ucI/AAAAAAAABkY/rAtKJzvJfuU/s1600/ Bibliografia completa na versão escrita Vídeos retirados de "the Internet Bird Collection" - http://ibc.lynxeds.com/ Imagens dos slides de aves: wikiaves
Imagens: Google imagens
Vídeos: Introdução: The Private Life of Plants(1995) - BBC e Live(2009) - BBC
Aves: The Internet Bird Collection - http://ibc.lynxeds.com/
Textos: BARBOSA, K. C. Dispersão e a Chuva de Sementes. 2002. Monografia – IB, UNESP Rio Claro, São Paulo. 2002.
BLAKE, J. G. & LOISELLE, B. A. Bird assemblages in second-growth and old-growth forests, Costa Rica: Perspectives from mist nets and point counts. Auk 118. BioOne, 2001. p.304-326.
JORDANO, P., M. GALETTI, M.A: PIZO, SILVA, W.R. Ligando Frugivoria e Dispersão de sementes à biologia da conservação. Em: (eds. Duarte, C.F., Bergallo, H.G., Dos Santos, M.A., and Va, A.E..). Biologia da conservação: essências. São Paulo, Brasil: Editorial Rima, 2006. p. 411-436.
MAGURRAN, A. E. Ecological diversity and its measurement. Cambridge: Cambridge University press, 1988. p.192.
MURRAY, K. G. The importance of different bird species as seed dispersers. Em: (eds. Nadkarni, N. M. e Wheelwright, N. T.) Monteverde: ecology and conservation of a tropical cloud forest. New York: Oxford University Press, 2000. p. 294-295. Fonte:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/be/Orang_Utan,_Semenggok_Forest_Reserve,_Sarawak,_Borneo,_Malaysia.JPG/220px-Orang_Utan,_Semenggok_Forest_Reserve,_Sarawak,_Borneo,_Malaysia.JPG Fonte: http://www.puchen.org/gardens/Conservatory/pl/s6.jpg Fonte: http://www.field-studies-council.org/urbaneco/images/019-Merry.jpg fonte : http://3.bp.blogspot.com/_gB1pxAvgT1o/TDNSq----DI/AAAAAAAAAA8/udxL4ayEDiE/s320/121382a.jpg fonte: lagartoleta.blogspot.com fonte:http://www.flickr.com/photos/flaviocb/131452364/in/photostream/lightbox/ fonte: www.canstockphoto.com.br fonte: pt.treklens.com fonte: http://www.terradagente.com.br/flora/0,0,4,145;7,abacateiro.aspxfonte: Os marsupiais assim como outros vertebrados são capazes de explorar e adaptar-se à diversos ambientes, consumindo assim uma variedade de itens. São animais de pequeno e médio porte (10 a 3.000 g), de hábitos noturnos e solitarios. fonte: http://www.casadocominho.com.br/Amendoim%20Plantio%20e%20Colheita.html A zoocoria pode ser dividida em 3 tipos de acordo com a forma que a semente é dispersada Sinzoocorica (externa):
As sementes são carregadas, principalmente pela boca

Podem afetar diretamente a germinação das sementes.
Através da escarificação do tegumento da
semente, e remoção de inibidores da germinação
pela separação da semente da polpa. http://papodegordo.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/jacucoffee_antes.jpg fonte: terradagente.com.br Os diferentes tipos de dispersão zoocóricas Mirmecoria Ictiocoria Saurocoria Ornitocoria Mamaliocoria Quiropterocoria Video Σ Métodos de Estudo Quando um animal é envolvido na dispersão ele é responsável pelo padrão de distribuição destas no ambiente, determinando a paisagem, o que tem feito na composição genética dessas espécies de planta. Fonte: http://vivoverde.com.br/wp-content/uploads/2012/03/paisagem.jpg Fonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/butia/imagens/butia-2.jpg Fonte: http://myrmecos.net/wp-content/uploads/2011/09/ant_seed_dispersal.jpg Fonte: http://static.flickr.com/75/183141170_b188735c85.jpg Introdução O grupo dos pequenos mamíferos não-voadores inclui representantes da Ordem Rodentia (roedores) e da Ordem Didelphimorphia (marsupiais). No Brasil, ocorrem 16 gêneros e 55 espécies de marsupias. Didelphis albiventris. Fonte:http://www.flickr.com/photos/nivardo_nepomuceno/4289653617/ Os Frutos consumidos geralmente são carnosos e nutritivos, com substâncias aromáticas atrativas e ficam bem expostos nos ramos das plantas. Na época reprodutiva tendem a consumir frutos mais energeticos ,ricos em gorduras e carboidratos. Dispersão Morus nigra-Fonte:http://ocultivoavida.blogspot.com.br/2011/04/amoreira-ou-morus-nigra.html A partir da coleta de sementes presentes nas fezes, pode-se calcular a frequência de ocorrência (FO%), das espécies de planta encontradas. Número de espécies, meses, amostra, e porcentagem de ocorrência (PO), de sementes por família encontrada nas 263 amostras fecais de Tapirus terrestris, coletadas entre janeiro e dezembro de 2008 Fonte: Zorzi, T.B. 2009 Fonte: http://celestinoocosta.blogspot.com.br/2012/07/flor-de-maracuja-passiflora-edulis.html E através da passagem pelo sistema digestivo
aumentando a capacidade de germinação e
crescimento das plântulas. FO = fs/nf x 100 fs = Número de fezes com sementes (por espécie de planta)
nf = Número de amostras (Total de fezes analisadas) fonte:http://www.flickr.com/photos/wagner-machado-carlos-lemes/3017301109/lightbox/
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