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América Colonial

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by

Carlos Teles de Menezes Junior

on 1 September 2015

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Transcript of América Colonial

América Colonial
POR QUE COLONIZAR?
O Sistema colonial originou-se como um desdobramento ou conseqüência da expansão comercial e marítima da Europa. Esse sistema, organizado a partir das descobertas e conquistas feitas por Portugal, Espanha, França, Holanda e Inglaterra, estendeu-se por três Continentes: América, Ásia, e África.
Para entender, portanto, o funcionamento do ANTIGO Sistema Colonial, todos esses dados devem ser considerados. As formas mais comuns de colonização adotadas pelos povos europeus podem, basicamente, ser divididas em duas:
vista da cidade de Granada, Nicarágua
Na época da organização desse - que é chamado de Sistema Colonial Tradicional, para diferenciá-lo do neocolonialismo do século XIX - a realidade européia é marcada por:

- acirrada competição entre as metrópoles européias, agravada pelas determinações do Tratado de Tordesilhas ( 1494 );
- adoção da política mercantilista;
- consolidação do poder real com o absolutismo.
as colônias de exploração
as colônias de povoamento
Ensino Médio
Prof. Carlos Teles
pt.wikipedia.org/wiki/Colonização_espanhola_da_América

CONQUISTA E EXPLORAÇÃO
A colonização espanhola das Américas começou com a chegada de Cristóvão Colombo às Américas em 1492.
A chegada dos espanhóis à América insere-se no contexto da expansão marítima europeia. A colonização levou a Espanha a fazer incursões no novo continente, dominando e destruindo sociedades indígenas, como a dos incas e dos astecas, em busca de metais preciosos encontrados e explorados em grande quantidade pelos conquistadores, que se utilizavam para tanto da mão-de-obra servil indígena.
pt.wikipedia.org/wiki/Colonização_espanhola_da_América

AMÉRICA CENTRAL
Costa Rica
El Salvador
Guatemala - Fundada pelos espanhóis em 1523,
Honduras
Nicarágua - Fundada em 1524 por Hernandez de Cordoba
CARIBE
A Espanha reivindicou todas as ilhas nas Caraíbas apesar deles não terem colonizados todas.
Possuíam colônias nas Antilhas de Barlavento e de Soutavento e:
Antígua
e
Barbuda
Cuba Hispaniola
, hoje dividida entre
República Dominicana
e
Haiti
Jamaica
e
Porto Rico
Colônias espanholas
pt.wikipedia.org/wiki/Colonização_espanhola_da_América

América do Norte
México
Flórida
incluindo partes dos dias atuais
Alabama
e
Mississipi
Califórnia
e
Novo México
- no oeste das colônias espanholas, formados em 1819 pelo Tratado Adam-Onis para substituir as indefinidas e confusas fronteiras. Grande parte do interior não era conhecido nem ocupado por Espanha. Esta zona incluía partes dos atuais estados da
Califórnia
,
Novo México,

Arizona
,
Texas
,
Colorado
,
Nevada
,
Utah
,
Oklahoma
,
Kansas
e
Wyoming
.
Veracruz
Cartagena
Porto Belo
http://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/colonizacao-espanhola.htm

Todos os colonos que transitavam entre a colônia e a metrópole deviam prestar contas à Casa de Contratação, que recolhia os impostos sob toda riqueza produzida. Além disso, o sistema de porto único também garantia maior controle sobre as embarcações que saiam e chegavam à Espanha e nas Américas. Os únicos portos comerciais encontravam-se em
Veracruz (México)
,
Porto Belo (Panamá)
e
Cartagena (Colômbia)
. Todas as embarcações que saíam dessas regiões só podiam desembarcar no porto de Cádiz, na região da Andaluzia.
criollos
chapetones
http://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/colonizacao-espanhola.htm

Responsáveis pelo cumprimento dos interesses da Espanha no ambiente colonial, os
chapetones
eram todos os espanhóis que compunham a elite colonial. Logo em seguida, estavam
os criollos
. Eles eram os filhos de espanhóis nascidos na América e dedicavam-se a grande agricultura e o comércio colonial. Sua esfera de poder político era limitada à atuação junto às câmaras municipais, mais conhecidas como cabildos.
A sociedade colonial espanhola
http://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/colonizacao-espanhola.htm

Na base da sociedade colonial espanhola, estavam os mestiços, índios e escravos. Os primeiros realizavam atividades auxiliares na exploração colonial e, dependendo de sua condição social, exerciam as mesmas tarefas que índios e escravos. Os escravos africanos eram minoria, concentrando-se nas regiões centro-americanas. A população indígena foi responsável por grande parte da mão de obra empregada nas colônias espanholas. Muito se diverge sobre a relação de trabalho estabelecida entre os colonizadores e os índios.
A Conquista da América espanhola aconteceu de forma exploratória, isto é, não vinham para a América em busca de terras para povoar, eles ocupavam o espaço, apropriando-se de suas riquezas. Os espanhóis dizimaram as populações indígenas, impondo sua cultura, língua e religião.
Esses países tornaram-se independentes da Espanha em 1821 durante a Guerra de Independência do México.
Panamá - Como parte da Colômbia, tornou-se independente em 1819.
ch
es
Após o desembarque da esquadra de
Cabral, a colônia se viu relegada, por
três décadas, ao quase completo descaso de Portugal. A política mercantilista da monarquia portuguesa concentrava-se no lucrativo comércio com as Índias. A expedição de Vasco da Gama, em 1498, rendeu aos cofres de Portugal expressivo percentual de lucro na venda das especiarias.

A expedição de Cabral que partiu em 1500 foi planejada na intenção de explorar o lucrativo comércio com o Oriente e tiveram como retorno as caravelas que regressaram a Portugal abarrotadas de mercadorias.
Os primeiros anos.......
Você sabia...
As primeiras investidas no litoral brasileiro nos primeiros 30 anos, resultaram em fracasso, frustrando a esperança de encontrar metais preciosos.

O Brasil não oferecia lucros imediatos com o comércio.

A primeira atividade econômica foi a exploração do pau-brasil. Na Europa a madeira era utilizada para o fabrico de um pigmento avermelhado, muito útil na tintura de tecidos.

Inicialmente delegou-se a Fernando de Noronha – comerciante de Portugal, muito íntimo da corte – o direito de exploração da madeira. Pelo contrato provisório de arrendamento, a metrópole desistia de importar a madeira da Ásia, prometendo adquirir a madeira da colônia.
Por sua parte, o arrendatário prometia proteger o litoral das incursões estrangeiras e pagar o imposto de 1/5 do valor arrecadado. A combinação teve curta duração porque os navios estrangeiros frequentemente desembarcavam no litoral brasileiro para fazer contrabando.
A decisão de colonizar o Brasil foi decorrência do receio de Portugal perder seu território para os espanhóis, e evitar com maior eficiência o contrabando da madeira pau-brasil pelos estrangeiros, principalmente os corsários franceses.

Seguindo as premissas do mercantilismo, o primeiro produto a ser feito em grande escala de forma planejada na colônia foi o cultivo da cana-de-açúcar, em parceria com os burgueses holandeses.

Foi colocada em prática o “Pacto Colonial”

METRÓPOLE
MONOPÓLIO
COLÔNIA
Envio de matéria-prima
Consumo de manufaturas
O PACTO COLONIAL
A colonização no Brasil
Território da Luisiana - Espanha controlou o território entre 1762 e 1803.
O norte e interior não eram ocupados por Espanha. Os colonos franceses eram a maior parte dos imigrantes no sul. Inclui os atuais estados de Luisiana, Arkansas, Oklahoma, Missouri, Kansas, Iowa, Nebraska, Minnesota, Dakota do Norte, Dakota do sul, Wyoming, Montana, Colorado, Idaho, e, no Canadá, as províncias de Alberta e Saskatchewan.
www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=34

A exploração mineradora foi a atividade econômica mais importante na América Espanhola, na verdade foi a responsável pela colonização efetiva das terras de Espanha, apesar de já haver ocupação anterior, no Caribe e América Central. O ouro na região do México e a prata na região do Peru, foram responsáveis pelo desenvolvimento de uma clara política de exploração por parte da metrópole, que passou a exercer um controle mais rígido sobre seus domínios.
Economia colonial
A mineração tornou-se responsável pelo desenvolvimento de atividades secundárias, complementares, diversificando a produção nas regiões vizinhas, responsáveis pelo abastecimento das minas, com produtos agrícolas - batata, milho, tabaco e cana de açúcar - sendo que os dois últimos destinavam-se à exportação; desenvolveram também a atividade criatória, fornecendo mulas e cavalos para as minas.
Mais tarde a pecuária se desenvolveu na região sul, fornecendo couro e charque à metrópole. A produção artesanal indígena foi permitida, porém passou a ser controlada pela burocracia espanhola na colônia. Esse "sistema de obrajes" representava, na prática, uma forma de explorar a mão de obra indígena, forçado a trabalhar por seis meses, durante os quais recebia um pequeno pagamento.
http://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/colonizacao-espanhola.htm

Alguns pesquisadores apontam que a relação de trabalho na América Espanhola era escravista. Para burlar a proibição eclesiástica a respeito da escravização do índio, os espanhóis adotavam a
mita
e a
encomienda
. A
mita
consistia em um trabalho compulsório onde parcelas das populações indígenas eram utilizadas para uma temporada de serviços prestados. Já a
encomienda
funcionava como uma “troca” onde os índios recebiam em catequese e alimentos por sua mão-de-obra.
Identificaram essas relações com o modo de trabalho feudal praticado na Europa antes dos descobrimentos???
Não é "mera coincidência", mas sim uma longa tradição histórica de exploração que é simplesmente reproduzida na América.

As Capitanias Hereditárias
Privilégios metropolitanos:
100% sobre o Pau Brasil e sobre as drogas do sertão.
20% sobre metais preciosos.
10% sobre a produção agrícola.
Carta Foral: direitos e deveres dos donatários.
Direitos – aplicar a justiça, escravizar índios e doar sesmarias.
Deveres – fundar povoados, cobrar impostos e defender o território.
Capitão Donatário – aquele que recebe um dos lotes de terra.
•As Câmaras Municipais:
–Instâncias de poder local.
–Homens bons (proprietários de terras e escravos)

CARGOS AUXILIARES:
Provedor- mor (responsável pela cobrança de impostos)
Capitão-mor (responsável pela defesa)
Ouvidor-mor (responsável pela justiça)

Instituído para centralizar a administração e corrigir os erros das capitanias
GOVERNOS GERAIS
Como vimos anteriormente, baseadas na agricultura voltada para o comércio externo, na grande propriedade e no trabalho escravo, a sociedade colonial é agrária, escravista e patriarcal.
Sociedade Colonial
Em quase toda colônia, é em torno da grande propriedade rural que se desenvolve a vida econômica e social. Os povoados e as vilas têm papel secundário, limitado a funções administrativas e religiosas. Somente a partir da expansão das atividades de mineração é que a sociedade urbana se desenvolve na colônia, com algumas características tradicionais, como a escravidão, e características novas, como o maior número de funcionários, comerciantes, pequenos proprietários, artesãos e homens livres pobres.

Assentada na propriedade monocultora e na escravidão, a sociedade colonial é patriarcal e sem mecanismos de mobilidade social. O poder concentrado em grandes proprietários estimula o clientelismo: os agregados – homens livres que gravitam em torno do engenho – e as populações das vilas dependem política e economicamente dos senhores, inclusive de seus favores pessoais.
População
Em 1770 a Coroa portuguesa estima que a população da colônia seja de 1,5 milhão a 2,5 milhões de pessoas. Destas, 20,5% estão concentradas em Minas Gerais, 18,5% na Bahia, 15,4% em Pernambuco, 13,8% no Rio de Janeiro, 7,5% em São Paulo e 24,3% espalham-se pelas outras capitanias.

Vida urbana
No nordeste açucareiro a sociedade é basicamente agrária. A vida urbana se desenvolve primeiramente nas regiões das minas. A própria natureza da atividade mineradora, com sua variedade de funções e serviços, estimula o comércio, a formação de núcleos populosos e permite maior mobilidade social. Podemos encontrar algumas diferenças entre as regiões brasileiras no que se refere à maneira como se organizavam as sociedades. Nas regiões mineradoras a sociedade era urbana e havia um maior número de pessoas pertencentes à classe intermediária. Na zona canavieira, esta classe se reduzia à presença do feitor e de algum caixeiro viajante. Nos engenhos ficava nítida a separação entre os senhores e os escravos.

Miscigenação
A sociedade colonial apresenta outra característica, importante desde o início, mas que se intensifica com o tempo: a miscigenação. Misturando raças e culturas na convivência forçada pelo trabalho escravo dos índios e dos negros africanos, a sociedade colonial adquire um perfil mestiço, personificado pelo mulato (branco europeu e negro africano) e pelo caboclo (branco e índio). Essa miscigenação condiciona as relações sociais e culturais entre colonizadores e colonizados, gerando um modelo de sociedade original na colônia, heterogêneo e multirracial, aparentemente harmônico, sem segregação interna. Na verdade, porém, ela não disfarça as desigualdades estruturais entre brancos e negros, escravos e livres, livres ricos e livres pobres, que não acabam nem mesmo com a abolição da escravatura, no final do século XIX.

Entre esses dois grupos existia uma faixa intermediária: pessoas que serviam aos interesses dos senhores como os trabalhadores assalariados (feitores, mestres-de-açúcar, artesãos) e os agregados (moradores do engenho que prestavam serviços em troca de proteção e auxílio).
O outro grupo era formado pelos escravos, numericamente muito maior, porém quase sem direito algum.
A Sociedade Açucareira
A sociedade da região açucareira dos séculos XVI e XVII era composta, basicamente, por dois grupos. O dos proprietários de escravos e de terras compreendia os senhores de engenho e os plantadores independentes de cana.
Ao lado desses colonos e colonizados situavam-se os colonizadores: religiosos, funcionários e comerciantes.A sociedade açucareira era patriarcal. A família patriarcal foi a base da sociedade nascida na região do açúcar. As famílias viviam isoladas na zona rural; eram raros os contatos sociais. Eram características da família patriarcal:
- poder absoluto do pai de família;
- submissão da mulher;
- casamentos sem escolha e sem amor, muitas vezes entre membros da mesma família (a escolha era feita pelos pais dos noivos);
- número elevado de filhos - o primogênito era o único herdeiro da propriedade;
- religiosidade marcante - em quase toda família havia um padre; em toda casa-grande havia uma capela;
- imposição paterna de uma profissão para os filhos;
- educação somente para os homens (as mulheres recebiam apenas as primeiras noções de escrita e aritmética e educação para o lar).
O ciclo do ouro e do diamante foi responsável por profundas mudanças na vida colonial. Em cem anos a população cresceu de 300 mil para, aproximadamente, 3 milhões de pessoas, incluindo aí, um deslocamento de 800 mil portugueses para o Brasil. Paralelamente foi intensificado o comércio interno de escravos, chegando do Nordeste cerca de 600 mil negros.
A Sociedade Mineradora

Tais deslocamentos representam a transferência do eixo social e econômico do litoral para o interior da colônia, o que acarretou na própria mudança da capital de Salvador para o Rio de Janeiro, cidade de mais fácil acesso à região mineradora. A vida urbana mais intensa viabilizou também, melhores oportunidades no mercado interno e uma sociedade mais flexível, principalmente se contrastada com o imobilismo da sociedade açucareira.

Embora mantivesse a base escravista, a sociedade mineradora diferenciava-se da açucareira, por seu comportamento urbano, menos aristocrático e intelectualmente mais evoluído.
Compunham o contingente médio, em atividades profissionais diversas, os donos de vendas, mascates, artesãos (como alfaiates, carpinteiros, sapateiros) e tropeiros. E ainda pequenos roceiros que, em terrenos reduzidos, entregavam-se à agricultura de subsistência.
Também faziam parte deste grupo os faiscadores - indivíduos nômades que mineravam por conta própria. Deslocavam-se conforme o esgotamento dos veios de ouro.

O Governador Geral executava, na colônia, as ordens
do rei de Portugal
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