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Análise situacional ou psicodiagnóstico infantil: uma aborda

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ANITA TEIXEIRA

on 21 October 2013

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Transcript of Análise situacional ou psicodiagnóstico infantil: uma aborda

Análise situacional ou psicodiagnóstico infantil: uma abordagem humanista existencial.
Debora Candido de Azevedo.


Diagnostico oriunda da medicina, é um procedimento calcado nesse princípio e utiliza o modelo de ciência natural.
Diagnostico: qualificar tecnicamente uma enfermidade mental com base nos sintomas apresentados.

Infantil:

Ao solicitar atendimento psicológico: 1 atender o pedido do solicitante e iniciar o tratamento
2 outro caminho é desconfiar

Vejamos

Quem traz a criança a nossa clinica já identificaram algo:
a crise e a incapacidade de lidar com ela sozinhos, mesmo que não consigam nomeá-la ou discriminá-la

Alguém acha que a criança precisa de um tratamento, pode ser mãe, pai, médico, outro profissional, vizinho, a professora.
Primeira questão de quem é a crise.


A criança pode ficar rotulada como problemática, seja no âmbito familiar, escolar ou de onde veio essa ideia.

Outra situação indesejada é se tirarmos a responsabilidade de quem encaminhou. Isso ocorre no momento em que dizemos atendimento infantil. O foco recai automaticamente na criança.


Porque essa análise global, porque conhecermos o campo da criança se não fazemos em pacientes adultos????????
De quem é a crise:
resposta vem no psicodiagnóstico infantil ou análise situacional.
Entrevista com os pais
Primeiro passo saber a idade:

Adolescente: questiona com o solicitante se o adolescente sabe sobre o tratamento, o que ele pensa, se aceita.
Isso pode ser feito por telefone e contribui pois mostra, que vemos o adolescente como pessoa de escolha, responsabilizando por sua própria existência.
Outro ganho; abertura para o dialogo entre pais e filhos


Como psicólogos existenciais, temos de ter sempre em mente o principal objetivo para qualquer intervenção psicológica: a liberdade:
“o objetivo do trabalho terapêutico é que a pessoa conquiste o senso de liberdade, se torne mais autêntico e aflore sua criatividade.


Confiança: É necessário extremo cuidado para não formarmos uma aliança com os pais, derrubando a total confiança do adolescente no psicólogo e frustrando a possibilidade de boa psicoterapia, caso seja necessária.
Pergunta inicial: o que está acontecendo???????
Então quem é nosso cliente: nessa primeira fase os pais. Inicialmente a entrevista deve ser livre para que eles coloquem seu principal foco de angustia.
Na entrevista inicial devem fazer intervenções enquanto ouvimos as histórias, essas são as considerações que vamos tecendo, tudo com base no rigor científico fenomenológico ajuda os pais a compreenderem melhor sua própria experiência. Ao final deve-se fazer o contrato.

Nesse momento são estabelecidos o papel de cada um, terapeuta, pais e criança.
Papel do terapeuta: é um agente facilitador – catalisa, acompanha, mostra possibilidades e entraves, saídas e bloqueios.
Cliente: faz o percurso reformulando o sentido e o valor de sua experiência.

Esse momento de psicodiagnóstico, digo análise situacional, é o momento de conhecimento dura aproximadamente dez entrevistas com os pais e a criança.

Análise situacional é uma análise da situação de vida global: uma visita escolar e uma visita domiciliar. Ao final o contrato será feito.
Lembrando também de deixar claro: local de encontro, tempo de duração e honorários

Entrevista de anamnese
Após conhecermos a vida atual passamos a conhecer a biografia:
Para que????????

Só nos é possível entender o homem, no existencialismo, se o olharmos engajado no tempo. Sou hoje a minha história passada e farei meu futuro com o meu hoje, não no sentido de causa e efeito, mas como experiência.
Sabemos que nunca recontamos um evento exatamente como ele foi vivido, o que não importa, pois contamos sempre seu significado particular, ou seja, a vivência. E importante entender como a família que nos procurou vivenciou a relação com o filho em questão.
Questionário de anamnese para facilitar a evocação da memoria, é rico dá para os pais responderem em casa junto com o filho.
As vezes os pais vem ao consultório sem contar a criança sobre sua ida ao psicólogo, a orientação é para contar isso favorece o diálogo. Questões que ajudam a esclarecer: “Por que mesmo vieram me procurar?” .......
Outra pergunta.... quem respondeu o questionário?

Sozinho...... com a família......
3 objetivos ao reconstituir com o cliente sua história pessoal:
1. Levar o sujeito a se familiarizar com seu próprio passado, reapropriando-o e integrando-o como sua realidade mais própria;

2. Ressituar os personagens e reavaliar os eventos vividos;
3. Compreender como se originaram os traços distintos da caráter e outros fatores da personalidade, constantes afetivas, valores e representações dominantes.
No caso dos adolescentes peço para preencherem juntos, para que o adolescentes conheça sua história e inicie uma dialogo com os pais.
Hora lúdica:

Quando recebo a criança, todas as apresentações se fazem necessárias.
Pergunto se a criança sabe porque está ali, ou se precisa de ajuda para resolver alguma cosia na vida, caso não saiba dou exemplos: pg 108

Após as apresentações inicias e as explicações de papeis. Entrevista livre e caixa lúdico, proponho que escolha o material.

Porque usamos jogos e brinquedos????? Pg 109.


Portanto só a brincadeira não basta. Enquanto estamos fazendo a análise dos modos de ser, é preciso ir falando para a criança sobre o que estamos pensando. So assim poderá haver uma ampliação da consciência.
Exemplos pg 110 – criança brincando com a massa de modelar.
A intervenção ocorre na medida que não se posterguem os apontamentos que naturalmente ocorrem ao psicólogo durante os encontros, ou seja, quando se compartilha com o cliente, durante as sessões de psicodiagnóstico, a maneira como ele se apresenta: a impressão que causa ao psicólogo e as reflexões que possibilita.

Fazer um psicodiagnóstico infantil é como montar um quebra cabeça. Os pais trazem-nos um saquinho, contendo todas as peças e, nesse sentido, é de extrema importância valorizarmos o conhecimento que os pais tem do próprio filho


Lembrete: tudo isso deve fazer sentido para a família que estamos atendendo e não para o psicólogo que nunca deverá impor a sua análise, mas sim compartilhá-la. Para tanto, as devolutivas, entremeadas aos atendimentos com a criança, tornam-se imprescindíveis.
Testes psicológicos: utilizar os testes sem o proposito psicanalítico. Os testes podem ser vistos como um meio de acesso a criança que pode ser muito útil para conhece-la tal como o brinquedo, o desenho e a história
Por que os testes projetivos, padronizados através de pressupostos psicanalíticos como o H T P e CAT. Ex. pg 113.
Não é possível utilizar uma simbologia predeterminada a priori.
E os testes psicométricos ??? um testes de nível intelectual ou uma prova motora??????
São situações estímulos ricas para entendermos o modo de estar no mundo das crianças, como se relacionam com a aprendizagem, como se colocam diante das informações ou se há abertura ou não. Ex. pg. 115 menino de 14 anos.
Visita escolar
Entramos na escola na medida em que ela nos deixa entrar. Conversamos com quem quiser ou estiver disponível.

Objetivo:
é saber como está a criança na escola, em todos os sentidos, no seu desempenho, na sociabilidade, se está feliz ali.
Entrevista e observação.
Pergunta:

vocês encaminhariam essa criança ao setor de psicologia???? Pg. 117.

Juntando todas as percepções – as dos pais, da escola e à do psicólogo – podemos fazer uma análise mais global sobre como essa criança está no mundo.
Visita domiciliar:

É uma visita de aproximadamente 50 minutos. Serve para conhecermos todas as pessoas que moram com a criança e não vieram ás sessões: irmãos, avós, tio, empregada, babá e principalmente o pai.

Mostrar espaço da criança, material escolar, brinquedos preferidos e álbum de fotografias. Isso só pode acontecer quando todos aceitarem a proposta.
Devolutivas finais:

O relatório final ilustra o quebra cabeça da nossa metáfora. Agora montado em conjunto, apresenta um panorama mais claro para os clientes prosseguirem na vida.


Lembremos que o quebra cabeça não foi colado, apenas montado.
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