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A Web 2.0

Aula da disciplina Tópicos em Tecnologias Educacionais (EaD) - Edumatec/UFPE
by

Ana Beatriz

on 18 November 2011

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Transcript of A Web 2.0

A Web 2.0 - Ferramentas de Autoria O termo web 2.0 foi criado por O’Reilly em 2005 para conceituar as mudanças que foram iniciadas com a criação do Napster. Depois do Napster, surgiram os blogs e a Wikipedia que foram os paradigmas da transformação da web e geraram as bases para a autoria colaborativa e outros princípios da Web 2.0. Existem sete princípios da web 2.0, vamos ressaltar os cinco mais importantes para a nossa discussão: 1. A plataforma tem que estar na web e ser gratuita para o usuário. É um contraponto ao modelo fechado da web 1.0, com softwares proprietários isolados nas máquinas. 2. Aproveitar a inteligência coletiva. É a diferença entre o usuário passivo e o colaborativo. 3. Modelos de programação rápidos e simples. O usuário quer rapidez na busca da informação, os modelos tem que ter agilidade e usabilidade. 4. As plataformas da web 2.0 não podem se limitar a apenas um dispositivo (o computador). A mobilidade é um fator decisivo. 5. Experiências enriquecedoras para o usuário. As plataformas precisam proporcionar situações inovadoras, como o Second Life, Blogs etc. Não é preciso dizer que a Web 2.0 tornou-se um modelo de negócio bem sucedido. Empresas como Google, Facebook, YouTube etc tornaram os seus donos milionários em um clique. "Se debe pensar a la Web 2.0 como una configuración de tres vértices; tecnología, comunidad y negocio.Los jóvenes de los países ricos son los mayores consumidores de contenidos web gracias a su alfabetización digital, no obstante constituyen audiencias volátiles, sin respeto a los derechos de copyright, ni permeabilidad para recibir publicidad intrusiva, ni lealtades más allá de su propia comunidad" (Cobo e Pardo, 2007, p.37). As críticas ao modelo da Web 2.0:
Mesmo que existam tecnologias mais funcionais e gratuitas, os interesses do mercado vão sempre ressaltar o que for mais interessante para gerar lucro.
As novas ferramentas disponíveis na web não nascem de forma espontânea, elas estabelecem as normas e provocam uma imposição de valores.
Os indivíduos que não conseguem se adaptar ou acompanhar o ritmo de mudanças, são marginalizados e considerados pouco aptos na sociedade informacional.
O amadorismo e a picaretagem também estão presentes no formato colaborativo da web 2.0, a análise e classificação dos conteúdos é um desafio. "La educación ha sido una de las disciplinas más beneficiadas con la irrupción de las nuevas tecnologías, especialmente las relacionadas a la Web 2.0. Por ello, resulta fundamental conocer y aprovechar la batería de nuevos dispositivos digitales, que abren inexploradas potencialidades a la educación y la investigación. Incluso en el argot académico algunos ya hablan del “Aprendizaje 2.0” (Cobo e Pardo, 2007, p.101). Um dos principais benefícios das novas aplicações da web de uso livre, é a simplificação da cooperação entre pares e atendem ao princípio de não requerer do usuário uma alfabetização tecnológica avançada. Estas ferramentas estimulam a experimentação, reflexão e a geração de conhecimentos individuais e coletivos, favorecendo a autoria no ciberespaço que contribui para criar um entorno de aprendizagem colaborativa. Johnson (1992), apresenta três tipologias diferentes de aprendizagem:
1. Aprender fazendo;
2. Aprender interagindo e
3. Aprender buscando. Lundvall (2002), agrega um quarto tipo de aprendizagem que representa o valor essencial das ferramentas da web 2.0 e que está baseada na ideia de compartilhar informações, conhecimentos e experiências:
4. Aprender compartilhando. O desafio está na apropriação que os professores podem fazer destas ferramentas para criar um ambiente de aprendizagem apoiado na Web 2.0, orientado para a geração de experiências de aprendizagem, a reflexão, a análise e a cooperação entre os estudantes. A EaD pode se apropriar ainda mais rapidamente das ferramentas da web 2.0, o próprio Moodle disponibiliza a ferramenta blog que pode ser pedagogicamente melhor aproveitada, assim como os podcasts, mobile learning etc. Nos últimos anos, observamos o incremento na criação de plataformas com recursos acadêmicos, bibliotecas virtuais de consulta gratuita e outros repositórios que tem como objetivo compartilhar o conhecimento. É preciso agora avançar na integração destes conteúdos com outras tecnologias educativas da web 2.0. Obrigada!
anabeatrizgpc@gmail.com
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