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Ó sino da minha aldeia

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by

André Chorondo

on 15 October 2012

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Transcript of Ó sino da minha aldeia

Ó sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro da minha alma.

E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.

Por mais que me tanjas perto,
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto. Literatura Portuguesa Análise de um poema Trabalho realizador por:
André Chorondo
Tiago Martins
Sérgio Martins Ó sino da minha aldeia Temas abordados Saudade e a Dor memórias de infância de que Fernando Pessoa
caracterizadas por um sino
deixa-o Análise Formal Ó sino da minha aldeia, A
Dolente na tarde calma, B
Cada tua badalada C
Soa dentro da minha alma. B

E é tão lento o teu soar, E
Tão como triste da vida, F
Que já a primeira pancada C
Tem o som de repetida. F

Por mais que me tanjas perto, G
Quando passo, sempre errante, H
És para mim como um sonho, I
Soas-me na alma distante. H

A cada pancada tua, J
Vibrante no céu aberto, G
Sinto mais longe o passado, I
Sinto a saudade mais perto. G Figuras de estilo

Personificação : "Dolente na tarde calma"
Comparação : "E é tão lento o teu soar ; Tão como triste da vida"
Antítese : "Por mais que me tanjas perto ; Soas-me na alma distante"
Apóstrofe: "Ó sino da minha aldeia"
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