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Fund. Psicanalíticos - Cap. 02 e 05

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ROBERVAL IGNACIO

on 24 August 2016

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Transcript of Fund. Psicanalíticos - Cap. 02 e 05

No artigo: "A História do movimento Psicanalítico - 1914", freud, alerta que:
"(...) toda investigação que leve em conta os fatos da Transferência e Resistência e os tomem como ponto de partida de seu labor poderá ser denominada psicanálise, ainda que cheguem a resultados distintos dos meus; porém aqueles que rechaçarem essas duas premissas não escaparão à acusação de usurpaçãode propriedade, se insistirem em se chamarem de psicanalistas. (...)"
PSICOTERAPIA E PSICANÁLISE
A clínica de hoje difere substancialmente daquela de Freud de um século atrás.
Hoje nós temos muitos pacientes: Psicóticos; borderline;
psicossomatizados; diversos transtornos alimentares;
drogadictos; perversos; transtornos de conduta;
dificuldade na estima e identificação com os sentimentos de identidade.
PRINCÍPIO DO PRAZER E DA REALIDADE: são ambos sucessívos e sequenciais, estão sempre presentes ao longo de nossas vidas. Podemos pensar, na busca pela satisfação mágica e ilusória que vivenciamos a todo instante. Por exemplo: o bebê na falta do seio materno, irá sugar o dedo como substituto. Nós adultos, iremos devaneiar, construir fantasias inconscientes, desenvolver crenças ilusórias, dentre outros mecanismos.
A mudança ocorre em função de diversos fatores:
as modificações nos papéis e nas funções dos integrantes de uma família nuclear; casamentos/descasamentos/recasamentos;
Percebemos que é fundamental na pessoa do Analista um certo grau de afetividade com o seu paciente no quisito Angústia, pois ambos estarão sempre influenciados pelos movimentos da Transferência e Contratransferência.
Hoje, percebemos na base das queixas dos pacientes, as seguintes questões:
alguns sofrem de conflitos basicamente de natureza edípica, e que, irão lutar pela demarcação de sua sexualidade.
O crescente clima de violência; a dominância dos valores e ideais provindos da mídia; o estilo de viver mais estressante; o aumento de ofertas de tratamentos alternativos com promessas de CURAS mágicas.
e, verificamos, um contingente cada vez maior de pacientes que sofrem de Carências - ou seja, são sintomas de natureza narcísica, oriundas provavelmente das falhas ocorridas nas etapas do desenvolvimento emocional primitivo, e que irão pugnar pelo seu direito de viver.
PULSÃO: significa as possíveis
necessidades biológicas, cujas representações são psicológicas, que necessitam ser descarregadas.
INSTINTO: são padrões fixos, de origem hereditária, vinculada ao comportamento animal, típicos de cada espécie.
Para a Psicanálise, a pulsão é o "representante psíquico dos estímulos somáticos."
Os seus componentes são:
Fonte - diz respeito ao orgão, ou seja, partes do corpo ou zonas erógenas, de onde procedem os estímulos.
Força - seria a quantificação da energia que busca uma descarga motora.
Finalidade - é a necessidade de uma "satisfação" IMEDIATA, a qual, originalmente, so pode ser obtida por meio de uma "descarga" motora ou pela eliminação do estímulo, procedente de alguma fonte.
Objeto - é a relação ao qual ou pelo qual a pulsão é capaz de atingir a sua finalidade.
É bom lembrar que: um mesmo 'objeto' pode servir ao mesmo tempo a várias pulsões, como por exemplo a boca - que tanto pode servir para satisfazer as necessidades alimentares, como também para as necessidades eróticas ou agressivas.
Cuidado: a ideia de 'objeto' não deve ficar
restrita à presença de algo ou de alguém, e sim,
o próprio corpo pode servir ao mesmo tempo como
uma 'fonte' e como um 'objeto' da finalidade pulsional. - Noção de NARCISISMO.

PRINCÍPIO DA CONSTÂNCIA:
No intuito de livrar-se dos estímulos desprazerosos, o psiquismo humano para manter-se no Princípio do Prazer, irá utilizar o recurso de evitação e/ou afastamento (mecanismo de defesa) da fonte desprazerosa, ou irá funcionar pela via da 'descraga' que possibilite uma sensação de nivelamento/'equilibrio' psíquico.
PRICÍPIO DA COMPULSÃO À REPETIÇÃO - Freud constatou que o individuo irá repetir, as coisas boas ou ruins em sua vida cotidiana.
É a ideia do funcionamento psíquico do Masoquismo Primário.
Narcisismo Primário: para Freud, seria uma fase na vida do ser humano na qual haveria uma total indiferenciação entre o EGO - submetido e confundido com o ID - com a realidade exterior. Na prática, é a fase em que o bebê está em interação toatal com a figura da mãe, enquanto que do ponto de vista desse bebê, a mãe não é mais do que um prolongamento dele, porque "nessas condições tudoé uma posse exclusiva dele mesmo.
A ideia do conceito de Narcisismo
nos possibilita compreender o eixo
evolutivo entre os estados psíquicos pré-
edípicos com os edípicos, e, consequentemente
as delimitações e interações entre o narcisismo e a
sexualidade edípica.
Para Freud, o masoquismo é a busca do prazer pelo desprazer, atendendo aos mandamentos internos daa "pulsão de morte", onde estará sempre presente e fusionada com a pulsão de vida.
A prsença dessa inata pulsão de morte no psiquismo do sujeito é a responsável pela existência
do masoquismo primário.
Já a ideia do masoquismo secundário, seria um segundo momento e a sua formação decorre de outros fatores , como aqueles associados às culpas, com as correspondentes necessidades de castigos, como podemos visualizar nas autopunições (ou induzir que os outros o punam), sendo determinado por um Superego tirânico e cruel.
Princípio do Determinismo Psíquico:
De acordo com a Psicanáliase,na mente humana nada acontece ao acaso ou de modo fortuito, sendo que cada acontecimento psíquico é determinado por outros que o precedem, de tal sorte que não há descontinuidade na vida mental.
Segundo Freud: "... Todo sonho
tem um umbigo que conduz ao desconhecido
do inconsciente." Isso que acontece com os sonhos,
de forma análoga ocorre com a formação de
sintomas e com todos os fenômenos da
Psicopatologia.
Em 1916, Freud descreve certos fatores que estão em jogo e são inerentes à condição humana e que permanencem interagindo entre si, de forma permanente e em infinitas combinações.
Os fatores inatos, heredoconstitucionais, inclusive os que se desenvolvem durante a vida intra-uterina.
As precoces experiências infantis.
Os fatores ambientais atuantes na atualidade do sujeito.

A conjunção das duas primeiras séries resultam em um estado de 'disposição' que determina a formação de "postos de fixação" no psiquismo, e que interagindo com a terceira série - representada pelas frustrações impostas pelos fatores externos reais, desencadeiam e produzem os mais diversos quadros de psicopatologia.
O ID - sob o ponto de vista econômico (pulsional),
é a um só tempo um reservatório e uma fonte de
energia psíquica. Do ponto de vista funcional, ele
é regido pelo princípio do prazer. Do ponto de vista
da Dinâmica psíquica, ele abriga e interage com as
funções do ego e com os objetos, tanto os da realidade exterior, como aqueles que, introjetados,
estão habitando o superego, com os quais quase
sempre entra em conflito, porem, na maioria das
vezes, o ID estabelece de alguma forma uma aliança e conluio com o Superego.
O Ego - segundo Freud: "... no princípio tudo era Id...", sendo assim, ele atesta que o Ego desenvolve-se a partir do Id, pela persistente influência do mundo externo e da necessidade de adaptação ao mesmo. O Ego é a principal instância psíquica, que irá funcionar como mediadora, integradora e harmonizadora entre as pulsões do Id, as exigências
e ameaças do Superego e as demandas da realidade exterior.
O Superego - segundo Freud, é: "...o herdeiro do Complexo de Édipo...", portanto, será as diversas introjeções e identificações que a criança faz com aspectos parciais dos pais, com suas proibições, exigências, ameaças, mandamentos, padrões de conduta e o tipo de relacionamento desses pais entre si.
É caracterizado por ser quase totalmente de origem inconsciente, o seu maior efeito é o de ser um gerador de CULPAS, com as consequentes angústias e medos, e a sua constante pressão no psiquismo será o responsável pelos quadros de melancolias e obsessões graves.
Ego Ideal - enquanto o superego é considerado
o "herdeiro do Complexo de Édipo", o ego ideal
constitui-se como o "herdeiro do narcisismo primário". Irá funcionar no plano do imaginário, a
partir da fusão simbiótica com a mãe, em que 'ter' é igual a 'ser', e vice-versa. Onde irá nutrir ideais
virtualmente nunca alcançáveis.
O ego ideal costuma estar muito distante do ego real. Mas, para manter a ilusão, o sujeito utiliza o recurso defensivo da 'negação'. O sentimento que prevalece na maioria das vezes é o da HUMILHAÇÃO. Utilizamos o presente do indicativo para conjugar o ego ideal: "Eu sou assim..."
Ideal do Ego - é tudo aquilo que nós
projetamos nos nossos pais, somado às
aspirações e expectativas que eles projetam em nós.
Iremos utilizar o Ideal do Ego no tempo futuro e
condicional: "Eu deveria ser assim,senão...".
É fator importante na estruturação do psiquismo, na ideia de "um vir a ser". O sujeito ao fracassar, irá desenvolver um sentimento de VERGONHA, diante do Outro.
Contra-Ego - age aliado aos objetos sabotadores e infantilizadores do superego, que estará a serviço da manutenção do mundo das ilusões narcisistas.
É chamado de 'narcisismo de morte', que faz parte a uma 'organização patológica' do ser humano.
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