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Protozoários e Helmintos

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by

Lisiane Zavalhia

on 11 September 2016

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Transcript of Protozoários e Helmintos

Patogenia
grupos etários inferiores a 10 anos
Atentar...

Espécimes fecais realizado o
MAIS RÁPIDO
possível!!
Formas móveis protozoários: degeneram mais rápido!
Identificação
Prevenção

• Medidas sanitárias básicas
• Afastar pessoas doentes (diarréia) do
trabalho / crianças das creches
Giardíase
Amebíase
Sob o olhar da Parasitologia...
Giardia lamblia
Morfologia
Cisto mede aprox. 12µm de comprimento x 8µm de largura
Trofozoíto mede 20µm de comprimento x 10µm de largura
Possui forma de pera
Extremidade anterior dilatada
Extremidade posterior afilada
Pode ser encontrado....
Todo intestino delgado, e excepcionalmente no intestino grosso.
Maior frequência_Porções mais altas do intestino
Duodeno preferencial
Forma infectante = CISTOS
Disseminam moléstia
Cistos resistentes
: viáveis durantes 2 meses meio exterior
Cloração água, aquecimento 60º INSUFICIENTES na destruição
Água deve ser
fervida
Disseminação
Água
Verduras, legumes, frutas contaminadas
Contato direto pessoas: creches, asilos, clínicas psiquiátricas
Sexo anal-oral
"atapetar" todo duodeno
Impede absorção:

B12
ácido fólico
ácidos graxos
Náuses
Vômitos
Meteorismo
Inapetência
Digestão difícil
Anorexia
Constipação
Fezes explosivas
Fezes fétidas
Diagnóstico
Exame de Fezes
Melhor maneira estabelecer diagnóstico!

Cistos
Fezes formadas/ Pastosas
Falso-negativo: Fases pequena quantidade cistos.
Realizar 3 exames_1 a cada 7 dias
Trofozoítos
Fezes Liquefeitas
Saber identificar: Protozoário?

Estágio encontrado: Cisto, Trofozoíto?
Material Fecal:
Protozoário
Artefato
Maiores problemas!
Formas de Vida

Cistos
: no meio ambiente

Trofozoítos:
na luz intestinal
Contaminação:
Fecal-oral
(ingestão cistos)
Como identificar a espécie?
análise dos núcleos!


Entamoeba histolytica

E. dispar e E. hartmanni
Outras amebas de animais
PAY ATTENTION!


Entamoeba coli
Outras amebas de animais
Até 4 núcleos:
Até 8 núcleos:


Apenas
Entamoeba histolytica
é
patogênica!!!
Agente etiológico da
AMEBÍASE,
ÚNICA ameba patogênica para espécie humana.

Muito semelhante com
Entamoeba dispar

Diagnóstico laboratorial diferencial NÃO PODE ser realizado por base na morfologia.
Pesquisa de antígenos da
E. histolytica
nas fezes ou a utilização de técnicas de biologia molecular (PCR) são essenciais para diferenciação dessas Entamoebas.
Muitas são as espécies de amebas....
Diarréia aguda
Dor abdominal, febre, leucocitose
Pode haver muco e sangue nas fezes
Requer diagnóstico e tratamento!
Risco de óbito (Em geral metronidazol 25-30 mg/kg, por 7-10 dias)

Forma fulminante é descrita:
Imunodeprimidos e gestantes
Disenteria Amebiana
Toxoplasmose
Toxoplasma gondii
Organismos forma de "meia lua"
Arredondas numa extremidade, afilados na outra
Núcleo (granular) mais ou menos centralizado
Parasitam muitas cels do organismo (SFM)
Popular “doença do gato”
Como os gatos adquirem?
Como os homens se contaminam?
...comendo o que não devem!
Oocistos vindos das fezes do gato
Carne mal-cozida de animais contendo cistos
Via transplacentária
Transplantes/Transfusão


Hospedeiro intermediário:
Mamíferos (principalmente carneiro, porco, cabra e o próprio homem) e aves.
Taquizoítos:
forma de reprodução rápida, observado
na
fase aguda
.

Bradizoítos
: cistos; forma de reprodução lenta, são intracelulares e observados na
fase crônica
.

Esporozoítos:
no interior do oocisto (8 esporozoítos cada); produto da reprodução sexuada.
Eliminados fezes gato
infectado
Levam de 1 a 5 dias
Tornam-se
Infectantes!
DOENÇA DE CHAGAS
Trypanosoma cruzi
Médico e cientista
Carlos Chagas (abril/1909)
Características:
Protozoários do sangue e tecidos
Classe dos flagelados
Formas Parasito:
Vetor:
Triatoma infestans
Barbeiro/ Chupão
Reservatório:
Gambás, tatus, marsupiais, também roedores e macacos.
Ciclo:
Outras formas de transmissão:
Transfusão de sangue
- Não há rastreio em 1/3 dos bancos de sangue nos Estados Unidos
Transmissão vertical
- Taxa de transmissão é de cerca de 1%
Rota oral
(alimentos contaminados)
Acidentes de laboratório
Transplante de órgãos


Aguda
(Sinal de Romaña, chagomas de inoculação)


Indeterminada
(latente, assintomática. Diagnóstico ao acaso_Rx vísceras com dimensões anormais)


Crônica
Fases da doença
Chagas AGUDO_Diagnóstico

Testes parasitológicos diretos
-Exame do sangue total

Provas sorológicas
Fase aguda
: alta parasitemia_IgM e IgG (índices elevados)
Fase crônica
: baixa parasitemia_IgG (presente) e IgM (baixos títulos)

Exame direto do sangue
- Gota espessa, esfregaço corado
- Busca por tripomastigotas entre 10 dias e 6 semanas

Chagas CRÔNICO_ tudo MEGA
Xenodiagnóstico
Triatomíneos criados em laboratório são mantidos em jejum por 3-4 semanas
Sugam sangue do paciente
Examinar fezes após 60-90 dias (fezes + salina)
Depende da carga infectante; se negativo, não exclui

Aspirados de lesões / linfonodos
- Podem ser examinados para a presença de formas amastigotas e tripomastigotas
Biomol_PCR:
confirmatório
Megacólon
(Constipação, 15-30 dias SEM evacuar, Fecaloma)

Megaesôfago
: o tripanossoma destrói as células que controlam a a contração e o relaxamento do órgão. Assim, o doente passa a ter dificuldade para engolir.
Cardiomegalia:
ele invade as células musculares, causando inflamação. O processo, que pode durar vários anos antes de provocar sintomas, deixa lesões que dificultam o funcionamento do órgão.
Eficaz
apenas
para fase aguda, crônica é incerta!
Benzonidazol 5 mg/kg VO por 60 dias
Nifurtimox 8-10 mg/kg por 60-90 dias
Tratamento
Gestantes
QUADRO CLÍNICO


• Assemelha-se a outras doenças (mononucleose)
Semelhante a uma gripe (10-20%)
Febre baixa, mal-estar
Dores no corpo
Os gânglios ficam perceptíveis a simples visualização
Problemas oculares
DIAGNÓSTICO_FASE AGUDA

Soroconversão de IgM
Aumento títulos de IgG (+-3 semanas), permanece pela vida toda

Achado do parasito em espécimes clínicos
- Biópsia de linfonodos


Detecção do DNA do parasito por PCR

Maior chance de malformações no 1º trimestre
Maior risco de transmissão no último trimestre
Risco existe apenas para infecções agudas adquiridas na gestação
Qual o problema?
Risco de malformações congênitas!
Hidrocefalia, lesões retinianas.

Amniocentese
_ PCR no líquido amniótico
Recém nascido: dosar IgG (atravessa passivamente a placenta de mãe com sorologia positiva_títulos maiores que o da mãe em duas diluições)
Feto infectado
– Sulfadiazina + pirazinamida + ácido folínico
– Manter tratamento para a criança (mínimo 12 m)
TRATAMENTO IMEDIATO
Leishmaniose
Formas de vida protozoário:
Leishmaniose Visceral Americana
“febre negra” ou Calazar


Leishmaniose Tegumentar Americana
Cutânea/Cutaneomucosa

Mais de 20 espécies de
Leishmania
:
Complexo
Leishmania braziliensis
Complexo
Leishmania mexicana
Complexo
Leishmania donovani

Amastigota
Nos vertebrados

Promastigota
Nos insetos

Como os homens adquirem a doença?
Picada de inseto muito pequeno (flebotomíneos)

Gênero:

Lutzomyia
- Novo mundo

Phlebotomus
- África, Europa e Ásia

1/3 do tamanho dos mosquitos usuais (2-3 mm)
Apenas as
fêmeas
transmitem a doença (hematófagas)
Picada indolor
Criam-se em matéria orgânica em decomposição

Leishmaniose Cutânea
Lesões únicas ou múltiplas
Podem mudar de aparência e tamanho
Indolores ou dolorosas
Lesões Cutaneomucosas
Parasitas disseminam mucosa
"Nariz de tapir"
Destruição completa do septo
Mal cheiro e aspecto das lesões levam paciente a um quadro de segregação social
Exame do tecido
Biópsia, punção ou raspado da lesão
Poucas
Leishmanias
em lesões mucosas

Cultura:
NNN: Neal, Novy, Nicolle
LIT:Liver infusion Triptose

Biologia molecular

(PCR)

Tratamento
Antiamoniais pentavalentes ( provoca a esterilização do parasita)
Glucantime: Tratamento por 20 dias (20 mg/kg) por via IM ou IV
Diagnóstico laboratorial
Leishmaniose visceral
Causada pelo complexo
L. donovani
*
Sinônimo
L. chagasi


Sinais e sintomas:
Febre irregular
Perda de peso/ caquexia/ anemia
Hepatoesplenomegalia
Hemorragias podendo levar a morte
Formação de pápula com base dura no local de inoculação do parasito

Diagnóstico laboratorial
Punção ou biópsia dos sítios afetados
Medula óssea (54-86%)
Baço (98%)
Linfonodos (64%)


Testes sorológicos
Teste rápido
Anfotericina B lipossomal
Alta eficácia
3 mg/kg nos dias 1-5, 14 e 21 (total = 21 mg/kg)

Tratamento
Prevenção
MALÁRIA
Plasmodium vivax -
Plasmodium falciparum -
Plasmodium malariae -

P. vivax
é espécie prevalente no Brasil (80% casos)
Grande maioria casos ocorre Amazônia (>99%)
- Condições climáticas favorecem desenvolvimento transmissores e agentes causais pelas espécies
P. vivax, P. falciparum
e
P. malariae

Febre terçã benigna
Febre terçã maligna
Febre Quartã

Plasmodium sp.
Doença infecciosa potencialmente grave, sendo um problema de Saúde Pública em muitos países!
Vetor
Mosquitos fêmea do gênero
Anopheles
Mosquito prego ou carapanã
Formas
Ciclo no Homem/ Mosquito
Diagnóstico Laboratorial
Morfologia
Diagnóstico Laboratorial
A sensibilidade para
P. falciparum
é maior que 90%;
São de fácil execução e interpretação de resultados, dispensam o uso de microscópio;
Não distinguem
Plasmodium vivax, Plasmodium malariae
.
Imunocromatográficos
O que visualizamos?
Sintomatologia
Fases do acesso malárico (malária não complicada):

Calafrios:
palidez, frio, pulso rápido, dor de cabeça, náuseas e vômitos;
Taquicardia
Sensação de calor:
febre de 39 a 40°C, calor, casos de delírio;
Sudorese:
diminuição da temperatura, abundante transpiração, sensação de alívio substitui o mal-estar anterior.
Pode ainda ser transmitida..
Transfusão sanguínea,
Compartilhamento de seringas,
Acidente laboratório,
Transmissão neonatal.
Tratamento
Medicamentos antimaláricos que são gratuitos e fornecidos pelo SUS.
Plasmodium vivax:
Cloroquina durante 3 dias + Primaquina durante 7 ou 14 dias
Plasmodium malariae:
Cloroquina durante 3 dias
Plasmodium falciparum:
Artemeter + Lumefantrina durante 3 dias + Primaquina em dose única ou
Artesunato + Mefloquina durante 3 dias + Primaquina em dose única ou
Quinina durante 3 dias + Doxiciclina durante 5 dias + Primaquinina no 6º dia
DOSE CERTA X TRATAMENTO = MÉDICO
Livre na circulação
HELMINTOS
ASCARIDÍASE
Ascaris lumbricoides
Nome popular
: Bicha, lombriga
Mais cosmopolita e frequente das helmintoses humanas!
Número de vermes por pessoa:
6
Relatos de pacientes com 500-700 parasitos
Morfologia dos vermes
Cilíndricos, com extremidades afiladas
Longos
- Machos 20-30 cm, cauda enrolada
- Fêmeas 30-40 cm, mais grossas
- Se muitos vermes: até 10-15 cm
- Cor branco-marfim
Ovos férteis são eliminados
Casca grossa e mamilonada
Citoplasma finamente granulado
Ovais ou esféricos, 60 x 45 μm
Ovos inférteis
Eliminados por fêmeas não-fecundadas (os quais não podem evoluir posteriormente)
Citoplasma mais grosseiro
Mais alongados (80-90 μm)
Quadro Clínico
Em geral assintomático
Sintomas em apenas 1/6 dos infectados
Depende do número de vermes

Sintomas vagos
Desconforto abdominal, dor em cólica intermitente
Náuseas, má digestão
Perda de apetite, emagrecimento
Irritabilidade, coceira no nariz, sono inquieto
Obstrução Intestinal
Diagnóstico
Expulsão do parasito pelas Fezes:
Eliminação após tratamento:
Eliminação do parasito pela boca/nariz:
Exame microscópico:

Pesquisa de ovos de
Ascaris
Eliminação em geral abundante
Desmanchar 2-4 g de fezes; coar em cálice cônico
Sedimentar (>30 min); ressuspender o sedimento
Repetir 2-3x; remover amostra do sedimento
Examinar a fresco
Lugol: auxilia a ver protozoários
• Técnica de sedimentação espontânea



Mebendazol
100 mg VO por 3 dias ou 500 mg VO dose única

Albendazol
400 mg VO dose única

Tratamento
Não agem nas formas extra-intestinais
Tratamento cirúrgico!!!!!


Saneamento básico!
Instalações sanitárias / lavar as mãos e alimentos
Proteger alimentos contra moscas e poeira
Não usar fezes humanas como adubo!
PREVENÇÃO
Taenia
sp.

Taenia solium
Taenia saginata
No Brasil, predomina
T. saginata
(90%)
A idade dos parasitados é variada
Mais frequente em adultos
Taenia solium

• Rostro com coroa de acúleos e ventosas
• 700-900 proglotes
Habitualmente 1,5-4 metros (pode atingir 8 m)
Podem viver 25-30 anos no intestino humano
Proglotes
150-200 testículos
Ramificações uterinas pouco numerosas (7-16 pares) e dendríticas
Eliminam 3 a 6 por vez – saem com as fezes
Longevidade: 3 anos (até 20/24 anos)
Taenia saginata
Sem coroa de acúleos
• 1000-2000 proglotes
4-12 m (em casos extremos, 25 m)
Aumenta 9-12 proglotes por dia
Proglotes
300-400 testículos
Ramificações uterinas mais numerosas (26 pares)
Eliminam 8 a 9 por vez – no intervalo das evacuações (saem uma a uma, isoladamente)
Longevidade: 10 anos (até 30 anos)
Ciclo da
Taenia solium
Ciclo
Taenia saginata
ATENTAR!
Risco elevado:
Quem prepara alimentos e costuma provar a carne, antes de cozinhá-la
Profissionais da indústria de alimentação e restaurantes
Indivíduos que costumam “comer fora”
Morte
dos cisticercos na carne após 6 dias a -15ºC
• Outras medidas efetivas
- Salgamento
- Defumação
Quadro clínico das teníases

Frequentemente assintomática

Dor abdominal (36%)
Náuseas (34%)
Fraqueza (25%)
Perda de peso (21%)
Apetite aumentado (17%)
Constipação (9%)
Eosinofilia (6-34%)
Diagnóstico
Paciente relata:
Encontro de proglotes nas fezes
Roupas de cama (
T. saginata
)
Pesquisa de proglotes por tamização
-Desmanchar fezes em água
-Peneirar para reter proglotes
Pesquisa de ovos nas fezes
-Repetir exame se negativo
-Não diferencia espécies
Pesquisa ovos região perianal
- Método da técnica adesiva
Revela 90% dos casos de T. saginata; menos eficiente para T. solium
Negativo nos 3 primeiros meses de doença
E ao microscópio...
Diagnóstico genérico microscopicamente...
Ovos iguais nas
duas
espécies!!!

Outras Teníases de Importância...
Hymenolepis nana _ “tênia anã”

Verme adulto tem 3-5 cm
100 a 200 proglotes estreitas
Incidência muito maior em crianças
Seu habitat é a porção terminal do íleo
Ovos são abundantes nas fezes dos parasitados
Diagnóstico

Encontro de ovos nas fezes
Característica: filamentos internos!!!!
Repetir se exame negativo!

Diphyllobothrium latum
Tênia do peixe
Área geográfica restrita (norte da Europa)
Migração dos peixes – ocorre em nosso meio
• Sushis e sashimis
Em especial salmão (88% dos casos)
Verme adulto: 8-10 metros
Até 4.000 proglotes
Longevidade pode ser >20 anos
Encontro de ovos típicos
Tamanho médio
Ao microscópio...
Tratar
Praziquantel (10mg/kg peso)_dose única
Ancilostomíase
(vulgo amarelão)
Agentes

Ancylostoma duodenale
“Boca com ganchos”

Habitat

•Intestino delgado do hospedeiro
Em especial no duodeno
Fixam à mucosa pela cápsula bucal
Características
Tamanho dos vermes adultos
Fêmeas 10-15 mm
Machos 8-12 mm
NOTEM:
Macho com bolsa copuladora
Quanto sangue sugam ao dia?


Ancylostoma
0,05-0,30 ml

Necator
0,03-0,06 ml
anemia ferropriva!
Mudam de local 4-5x ao dia
E os ovos?
Pequenos (60 x 40 μm)
Dupla membrana, interior com células embrionárias
9.000-30.000 ovos ao dia
Ancylostoma
Necator
...são eliminados nas fezes!
E as larvas?
saem do ovo após 48hrs (no solo)....e são
Larvas Rabditóides
após 5-10 dias são
Larvas Filarióides
devem encontrar hospedeiro em aprox. 2 semanas.
Pézinho no chão e....ferrou!
Quadro Clínico


Cutâneo
Sensação de picada (depende do número de larvas), edema , hiperemia, prurido.
“Coceira da terra”


Pulmonar_
geralmente leves
Iniciam poucos dias após a entrada das larvas (Hipersensibilidade, tosse).

•Digestivo
Desconforto abdominal,indigestão, diarréia ou constipação, náuseas, vômitos.


Sintomas gerais
Fraqueza, cansaço, indisposição, desânimo, palidez cutânea e de mucosas, insuficiência cardíaca.
Fases doença:
Fase Aguda
Larvas migram no tecido subcutâneo e pulmonar
Vermes adultos se instalam no intestino
Fase Crônica
Vermes permanecem no intestino
Ocorre anemia
Consequentemente deficiência nutricional

Diagnóstico
Pesquisa de ovos nas fezes (EPF)
Resultado: ovos de ancilostomídeos
Tratamento
Mebendazol (cura 95%)
100mg -2 X / dia -3 dias -repetir após 15d
•Albendazol (90-95%)
Dose única de 400mg
•Sulfato ferroso e suplementação alimentar
Proteínas e ferro
os principais....
Filo Platyhelminthes
Filo Aschelminthes
CLASSE
CESTODA
CLASSE
TREMATODA
Taenia
sp
Hymenolepis
sp
Diphyllobothrium latum
Echinococcus granulosus
Schistosoma mansoni
Fasciola hepatica
CLASSE
NEMATODA
Ascaris lumbricoides
Enterobius vermicularis
Strongyloides stercoralis
Ancylostoma duodenale
Necator americanus
Trichuris trichiura
Wuchereria bancrofti

Enterobíase
Enterobius vermicularis
Nome popular:
Oxiúros
Caracterizando...
Fêmeas
• 1 cm, cauda longa e pontiaguda
• 5.000-16.000 ovos (encontradas na região perianal)
Disputa com Ascaris o 1º lugar entre as endemias parasitárias!
Característica principal da parasitose:
Prurido anal
Mais frequente na faixa etária de 5-15 anos
Alta transmissão em ambientes domésticos
Ovos duram até 3 semanas
Machos
• 5mm, cauda recurvada posteriormente
Ovos
50 x 20 μm, aspecto de letra “D”
Sai da fêmea já larvado
Marcante característica = Prurido anal
Quadro Clínico


Quando
poucos
vermes....
assintomáticos!

• Sintomáticos (1 em 20 crianças)
Mucosa anal congesta, c/ muco, ovos e fêmeas
Prurido anal intenso coçar nervosismo insônia
Dores abdominais, diarréia, inapetência


Clínico
Prurido anal, manifestações digestivas

• EPF


Diagnóstico
Método de Graham (fita adesiva)

• Albendazol
Dose única de 100 mg (se >2 anos): cura ~100%
•Mebendazol
100 mg 2x/dia, por 3 dias: cura >90%

Tratamento
Tricuríase
Trichuris trichiura
Nome popular:
Fio de linha
3-5 cm
Aspecto de chicote
Prevalência maior em crianças, em especial em idade pré-escolar
Aglomerados humanos e precárias condições de higiene
Longevidade no homem: 1-4 anos
Oviposição diária 3.000-20.000 ovos/dia
Habitat


Intestino grosso (ceco)
Menos freqüente: apêndice cecal, cólon ascendente ou íleo terminal
Quadro Clínico
Formas sintomáticas:

Ulcerações e sangramento de mucosa = anemia
Diarréia crônica / constipação
Cólicas intestinais, náuseas e vômitos
Irritabilidade, sono agitado
Anorexia, emagrecimento
Prolapso Retal (reflexo de defecar/ ausência de fezes)
Diagnóstico
Diagnóstico laboratorial
•EPF com pesquisa de ovos nas fezes
Busca por ovos típicos






Colonoscopia
Visualização direta dos vermes adultos, inseridos na mucosa intestinal
ASPECTO DE BARRIL!
• Albendazol
400 mg, em dose única
• Mebendazol
100 mg 2x/dia, por 3 dias
Tratamento
Estrongiloidíase
Strongyloides stercoralis
Menor
nematódeo que parasita humanos
0,7-1,5 mm

Parasita principalmente humanos

Único nematódeo parasito de humanos com
ciclo duplo evolutivo!!!
Ovos eclodem na mucosa e geram larvas rabditóides que se transformam em:
*machos e fêmeas (ciclo indireto)
*larvas filarióides infectantes (ciclo direto)
(5 semanas no solo)

Habitat usual
Duodeno e jejuno proximal

Características do parasito
Corpo filiforme
Cauda afilada
Boca com três lábios
Macho com cauda recurvada
Machos e fêmeas vivem no solo ou no esterco
Alimentam-se de bactérias e matéria orgânica
Fêmea é fecundada pelo macho (quando em vida livre)
Como se adquire?
"de pés descalços...."
Ao se andar com os pés descalços em terrenos contaminados com fezes
Terrenos porosos, úmidos e ricos em matéria orgânica
Ciclo
Larvas
filarióides
entram pela pele
• Migração para os pulmões

Pele Circulação Capilares pulmonares
Alvéolos Bronquíolos Intestino
Uma vez nos intestinos

Vermes adultos
Nas fezes....
Qual forma larval eu encontro?
Larvas rabditóides!
Ovos não são vistos nas fezes,
apenas
larvas!
Diagnóstico

Pesquisa de larvas rabditóides nas fezes (sem conservantes)
Ovos são raros
Não é facilitado!
Alguns métodos...
Quadro clínico
Lesões cutâneas
Mais comum: espaços interdigitais
Pontos eritematosos ou placas, pruriginosos
Costumam não ser percebidas


Lesões pulmonares
Síndrome de Löeffler: acúmulo de eosinófilos (defesa e imunidade) no pulmão, em resposta a uma infecção por parasita.

Lesões intestinais
Inespecíficas
Desconforto abdominal
Diarréia, intercalada com períodos de constipação
Anemia, emagrecimento, irritação
Prevenção

• Saneamento básico
• Educação sanitária
• Uso de calçados
Tratamento
Ivermectina (fêmeas e larvas): 80-100%
200 mg/kg/d em dose única
Albendazol (fêmeas e larvas): 90%
400-800 mg/d por 3 dias; repetir em 3 semanas
Protozoários que habitam o sangue e tecidos....
Esquistossomose mansônica
Schistosoma mansoni
Ovos
No Brasil a doença é popularmente conhecida como xistose, barriga d’água ou mal do caramujo.
A região Nordeste detém os maiores índices
Transmitida por um caramujo, praticamente inofensivo, que gosta de águas cristalinas
O verme vive cerca de 5 anos, em média.

Macho alberga a fêmea para fecundá-la
Cercária
Os ovos que atingem a luz intestinal são eliminados juntamente com o bolo fecal.
Habitat
No homem, os vermes adultos vivem no sistema porta hepático, um conjunto de vasos sangüíneos que irrigam a região do fígado.




A ação estende-se aos vasos da parede intestinal, onde é feita a postura dos ovos.
Prevenção
● Tratamento dos doentes com medicamentos específicos, de modo a eliminar os focos de dispersão dos ovos;

● Medidas de saneamento básico, com a instalação de fossas e rede de esgotos, na tentativa de evitar que fezes contaminadas atinjam diretamente a água;

● Combate aos caramujos com o uso de venenos e, o mais indicado, por meio de técnicas de controle biológico, por exemplo, o uso de peixes que comem ovos e filhotes.
Quadro Clínico

Quando as cercárias penetram pela pele humana causam uma espécie de dermatite, que começa com forte coceira seguida de inflamação local.


Os vermes adultos debilitam o doente por consumirem elevados teores de ferro e glicose devido ao seu alto metabolismo.


Frequentemente a doença evolui para uma forma crônica com a manifestação mais evidente que é a ascite ou barriga-d’água, uma grande dilatação abdominal devido ao acúmulo de água nos tecidos, além de dilatação de fígado e baço.
Diagnóstico Laboratorial
A presença de ovos nas fezes!

Três amostras sequenciais de fezes;

Coletadas em dias distintos, com intervalo máximo de 10 dias entre a primeira e a última coleta.
No diagnóstico parasitológico é fundamental o exame de fezes, com especial importância para o método de
sedimentação espontânea.
Tratamento
MSc Lisiane Zavalhia
Toxoplasmose Congênita
Toxoplasmose Ocular
Aguda_taquizoítos na retina
Crônica_bradizoítos na retina
Diagnóstico
Macroscopia:
Consistência
Coloração
Presença de muco, sangue
Vermes adultos
Proglotes
Sinal de Romaña
Ciclo
Trofozoítos tornam-se patogênicos,
invadem a parede intestinal, alimentando-se de cels da mucosa (
Entamoeba histolytica
).

*Outras formas permanecem no intestino de forma comensal.

L. braziliensis
(forma cutânea mais destrutiva)
L. amazonensis
(cutânea e cutânea difusa_não é comum em humanos)
L. guyanensis
(cutânea e cutaneomucosa_Amazônia e Manaus)
L. mexicana
(cutânea e cutânea difusa)


Leishmania braziliensis
Análise de Proglotes
Ramificações uterinas
pouco numerosas!
Muitas ramificações uterinas!
Rostro com coroa de acúleos.
Sem coroa de acúleos.
Diagnóstico Diferencial
Morfologia
das ramificações
uterinas!
TENÍASE: alteração causada pela presença da forma adulta tanto da
Taenia solium
quanto da
Taenia saginata
no intestino delgado do homem.
CISTICERCOSE: alteração causada pela ingestão acidental de
ovos
viáveis de
T. solium
eliminados por portadores de teníase!
Taenia solium:
Carne de suíno crua ou mal passada
Taenia saginata:
Carne de bovino crua ou mal passada.

O homem
adquire:
infecção recente!
Infecção antiga!
Período pré-patente: aprox. 15-25 dias
eliminados em quantidades elevadas!
Antes do banho
Repetir, caso negativo!
não é o melhor método!
Ovos nas fezes em apenas 5-10%
Não identifica espécie. Ovos morfologicamente
iguais!
Harada & Mori: identifica específico!
Teníase
Cisticercose
ovos viáveis de
Taenia solium
eliminados nas fezes de portadores de teníase!
Ingerindo acidentalmente....
*coprofagia
*mãos contaminadas
Diagnóstico Protozoa
Tratamento
Teníase

(T.solium/ T. saginata)
Praziquantel:
4 comp. 150mg cada (5m/kg) DOSE ÚNICA
Niclosamida:
2 gramas adulto e 1 grama para crianças, em dose única por via oral.
Albendazol:
400 mg/dia, durante 3 dias, por via oral.
Cisticercose
(T.solium)
Albendazol: 15 mg/kg por dia por 15 a 30 dias, dependendo da gravidade da doença.
Rara em Judeus,
pois não comem carne de suíno.
Rara em hindus,
pois não comem carne de bovinos.
Forma encontrada no vetor
Fase extracelular
Circulante no sangue
Fase intracelular
Doença Crônica
Formas epimastigotas ou tripomastigotas
resultado POSITIVO
Diferenciando...
Cistos
: formas de resistência!
O protozoário secreta parede resistente (cística) que o protegerá quando estiver em meio impróprio.
Trofozoíto
: forma ativa do protozoário. (reproduz)
alta parasitemia
Corpo Cilíndrico, sem segmentação
Alongados
Fêmea maior que macho

Corpo Alongado
Aspecto de fita
Corpo segmentado
SINTOMAS
Meses após infecção
Distúrbios Psíquicos
Cefaléia
Convulsões
Longevidade 2 a 5 anos SNC
Invade hemáceas
Morfologia dos parasitos baseados na gota espessa
Punção digital!
Azul de metileno +Giemsa
Pico Febril 48hrs
Pico Febril 48hrs
Pico Febril 72hrs

Hemáceas se rompem!
Abolir ciclo reprodução sanguínea do parasito!
Forma introduzida durante o repasto sangüíneo
Rostro
acúleos
ventosas
{
proglotes
escólex
corpo
Sedimentação
Infecção até eliminar ovos larvados!
(3-5 amostras, dias alternados)
Chapéu de mexicano visto por cima!
Patogenia:
Causam anemia perniciosa
Déficit vitamina B12
Ciclo
Larva filarióide carreada pelo sistema circulatório até pulmões, penetrando espaços alveolares, migrando para faringe. Podem ser expelidas pela expectoração ou deglutidas atingindo no intestino delgado.
Larvas rabditóides eliminadas nas fezes
Podem seguir DOIS ciclos:
Direto ou Indireto
Ovos originados do acasalamento produzirão larvas
rabditóides 3n que se diferenciarão em filarioides
infectantes.

CICLO
Vesícula translúcida com líquido claro
contendo invaginado no seu interior escólex com 4 ventosas, rostro e colo.
Larva pode atingir 12mm de comprimento
em 4 meses.
Ao microscópio...
Tinidazol 2g dose única ou
Secnidazol 2g dose única ou
Metronidazol 500mg 2x por dia_5 dias
Tratamento
Interromper a eliminação dos cistos pelas fezes, Quebrar a cadeia de transmissão.

Fêmeas
partenogenéticas
óvulo desenvolve sem ter sido fecundado pelo gameta!
Machos só existem em vida livre!
Constituição Cromossômica Fêmeas que são triplóides (3n). Produzem 3 tipos de ovos, 3 tipos de larvas:
Rabditóides Triplóides (3n): larva Filarióide _CICLO DIRETO
Rabditóides Haplóides (1n): macho_CICLO INDIRETO
Rabditóides Diplóides (2n): fêmea_CICLO INDIRETO

Esfregaço corado por Giemsa
O que devo saber?
Ingestão de alimentos/água
contaminados com
cistos viáveis
Desencistamento no estômago (meio ácido) termina no duodeno e jejuno
Colonização no intestino delgado pelas formas trofozoítos
Multiplicam-se por divisão binária
Encistamento do parasita
principalmente na região do ceco
Tanto os cistos quanto os trofozoítos são encontrados nas fezes!
Apenas os cistos são capazes de sobreviver fora do corpo do hospedeiro
O cisto pode sobreviver por semanas ou meses.
CICLO
Indivíduo contaminado com
Taenia solium
libera ovos no
ambiente
Pessoa ingere
(água, alimentos, mãos não higienizadas)
Processo semelhante aos porcos....
Os ovos liberam o embrião do parasita dentro dos intestinos, o mesmo cai na corrente sanguínea e espalha-se pelo corpo do paciente.
Forma mais grave?
Neurocisticercose
CISTICERCOSE
Cisticerco na carne do porco
Cisticerco na carne bovina

Portanto, resumindo:

A
teníase
ocorre por ingestão de carne mal passada de animais com cisticercos, seja ela por cisticerco de
Taenia saginata
(carne bovina) ou cisticerco de
Taenia solium
(carne suína).

A cisticercose humana não tem nada a ver com ingestão de carne mal passada.


A cisticercose só ocorre se houver ingestão acidental de
ovos
de
Taenia solium
liberados nas fezes humanas.

Os ovos da Taenia saginata não conseguem se transformar em cisticerco nos humanos, apenas nos bovinos!!!!!!!
Cisticercose:
Completamente diferentes da teníase, já que ambas são doenças distintas.

Variam de acordo com os locais onde o cisticerco se implanta!

O surgimento dos sintomas pode demorar anos. Na maioria dos casos, os sintomas só surgem 3 a 5 anos após a contaminação ( cistos começam a envelhecer e provocam uma resposta inflamatória do hospedeiro).

Os cisticercos podem se depositar nos
músculos
provocando: um quadro de miosite (inflamação do músculo) ou na
pele
, levando à formação de nódulos subcutâneos.

Pode atingir os
olhos
. O espaço sub-retiniano, vítreo e a conjuntiva são os locais mais freqüentes de infecção. As manifestações clínicas: dor, visão turva ou cegueira.

Quando múltiplas implantações do cisticerco no
cérebro
, o paciente pode desenvolver um quadro de edema cerebral, crises convulsivas, náuseas, dor de cabeça, alterações da personalidade e até coma.

Diagnóstico: Neuroimagem, Tomografia computadorizada
Corticóides tb para reduzir edema!
Achou que era?
só que não....
Larva?
Não! Fibra vegetal.
No local da picada do barbeiro e da penetração das fezes infectadas pelo parasita, o primeiro sinal da inoculação é o
inchaço
.
Edema bipalpebral e unilateral
Xenodiagnóstico
Picada de um inseto sadio da espécie vetora.
Suspeito da doença
parasitária
Investigar, nesse inseto
a presença do parasita.
(Forma cardíaca é a mais grave e importante manifestação clínica da doença e pode ocorrer em 80% dos pacientes).
SÍNDROME DOS MEGAS
A doença destrói as terminações nervosas e os músculos ficam frouxos, perdendo a capacidade de se contrair e fazendo com que o órgão aumente de tamanho.
Visualizando:
Tripomastigotas
(FASE EXTRACELULAR)
Epimastigota
(vetor)
Amastigota/ Intracelular
(Fase Crônica)
Tripomastigotas
(FASE EXTRACELULAR)
Protozoário do Trato Genital
Tricomoníase
Trichomonas vaginalis

Protozoário flagelado
Distribuição mundial
Onde vivem????
Apenas em seres humanos
Mulheres: trato genital inferior
Homens: uretra e próstata
Não possuem forma cística
, apenas trofozoíta
Não sobrevivem no meio externo
Transmissão
Intercurso sexual
Transmissão sexual
Fase Infectante
Fase Diagnóstica
Divisão Binária
Quadro Clínico/Sintomatologia
Período de incubação 5-28 dias
Homens
Infecção frequentemente assintomática
Ocasionalmente: uretrite, epididimite, prostatite.
Pela manhã pode ser observado corrimento claro e viscoso, desconforto ao urinar.

Mulheres
Vaginite com corrimento amarelado-esverdeado (
Odor fétido
)
Lesões vulvares e cervicais
Dor abdominal, disúria (desconforto ao urinar) e dispareunia (dor no ato sexual)

Diagnóstico Laboratorial:
Exame microscópico direto:
Método diagnóstico mais rápido e prático



Mulheres
: secreções vaginais e uretrais
Homens:
secreções uretrais e prostáticas


Busca de microorganismos típicos, móveis!
Trofozoítas corados com Giemsa
Trofozoíta na secreção vaginal ou
prostática ou urina
Trofozoíta na vagina ou
orifício uretral
Coleta:
Homens:
Coleta pela manhã
Sem urinar
Sem tomar nenhum medicamento tricomonicida (+15 dias)
Material uretra coletado: alça de platina ou swab
Protozoário + facilmente encontrado sêmem: *masturbação

Mulheres:
Sem higiene vaginal por 18 a 24hrs anteriores à coleta
Sem tomar medicamento tricomonicida, cremes/orais (+ de 15 dias)
Protozoário + abundamentes primeiros dias após a menstruação
Coleta vaginal com espéculo

Tratamento
Tratar sempre o paciente e parceiro sexual!

Metronidazol
2 g VO em dose única

Tinidazol
2 g VO em dose única
Abstinência sexual!!!!
Prevenção: Uso de preservativo!
Período negativo de eliminação: períodos sem encistamento.
Processo irritativo
elevado de números de vermes presos
Pontos inflamatórios = aumentando secreção
Nervosismo
Irritabilidade
Insônia
Ovos sobrepostos ânus e períneo.
Protozoários Intestinais
3 espécies de Plasmodium causam MALÁRIA no Brasil:
Vermes achatados:
forma de folha ou fita!
Vermes alongados e corpo cilíndrico!
Lâminas
Lâminas
mais lâminas!
Diagnóstico
Enterotest
Pesquisa de trofozoítos
Cápsula em jejum até o duodeno
Dissolvida após 4hrs
Interior da cápsula conteúdo duoedenal
Hospedeiro definitivo:
Gato
Resumidamente no Hospedeiro Intermediário:

Taquizoítos
Endogenia
reprod. onde 2 cels filhas são formadas no interior de uma cel mãe, que se degenera no final do processo.
Multiplicação Intensa
Disseminação no organismo
Fase Aguda!
Sistema imune
atua no protozoário
(parasito se reproduz lentamente)
Mesmo se refugia
dentro dos tecidos
Bradizoítos
Quiescentes por vários anos
ou
até sistema imune do paciente se tornar ineficiente para estas formas voltarem a se reproduzir.
Biópsia de linfonodos
Sangue
Líquor
Tratamento
Tratamento relativamente fácil = drogas eficientes!
APENAS NA FASE AGUDA
Fase crônica sem tratamento!
Gestantes: atentar para terapêutica, diversas drogas com efeitos teratogênicos!
Pirimetamina (Daraprim) + Sulfadiazina ou Sulfadoxina
•Toxoplasmose ocular: antiinflamatório + antiparasitários
Febre elevada a cada 48hrs
quando muitas se rompem ao mesmo tempo
Inseto se infecta ao picar animal infectado, ingerindo as formas amastigotas presentes na pele.
No tubo digestivo do inseto as formas amastigotas se transformam em promastigotas
Formas promastigotas no aparelho bucal do inseto, quando ele vai se alimentar de sangue, ele inocula na pele as formas promastigotas.
As formas promastigotas invadem macrófagos locais e se transforma em amastigota.
Essas formas passam a se multiplicar intensamente por divisão binária....
amastigotas liberados infectam mais macrófagos, reiniciando o processo.
Até quem rompem os macrófagos caindo no tecido ou sangue.
(em 24h)
Do ponto inicial da inoculação...
Promastigotas inoculadas, podem tomar dois caminhos:


Se pertencer a espécie responsável pela leishmaniose tegumentar: amastigotas peranecerão ali, formando um nódulo, depois úlcera ou ferida, incluindo região nasobucofaringeana.

Se pertencer a espécie responsável pela leishmaniose visceral, as amastigotas migrarão via sanguínea, do nódulo inicial para as vísceras: baço, fígado e medula.
viáveis por vários anos, em condições adequadas de umidade e temperatura.
Depois do homem ingerir os ovos....
Ovos passam pelo estômago e libera larva no intestino delgado

Larvas penetram na parede intestinal....caem vasos linfáticos e veia mesentérica superior, atingindo fígado (através veia porta)

2-3 dias chegam átrio direito (pela veia cava inferior) e em 4-5 dias encontram-se nos pulmões

+- 8 dias rompem capilares caindo nos alvéolos, sobem pela árvore brônquica e traquéia chegando até faringe

Larvas pode ser expulsas pela expectoração ou deglutidas

Atravessando estômago e fixando-se no intestino delgado



30min
48hrs solo
Larvas alcançam a derme e pela circulação sanguínea ou linfática atingem veia cava chegando ao coração, e em seguida, pelas artérias pulmonares até os pulmões.

Depois, perfuram os capilares pulmonares e atingem alvéolos, migram pelos bronquíolos e chegam à traquéia.

Em seguida, atingem laringe e são deglutidas chegando ao intestino delgado

----> +/- 8 dias da infecção se fixam com a cápsula bucal no duodeno (hematofagismo).

----> Se tornam adultos 30 dias após infecção, copulam, ovos eliminados nas fezes.
No ambiente se alimenta
de matéria orgânica
4/6 hrs
Úlceras no cólon!
Forma encontrada dentro da hemácea: forma de anel (núcleo é a pedra do anel)
Estão dentro da hemácea e representam as cels capazes de realização reprod. sexuada no mosquito.
Macho é menor que a fêmea!
Características:
O macho é
menor
que a fêmea

A fêmea é
maior
e mais grossa

São vermes que tem um instinto migrador e uma tendência a se aglomerar em novelos compactos.

Tamanho dos vermes adultos varia de acordo com a quantidade no interior do hospedeiro, isto é, quanto menos quantidade de vermes, maiores serão!
Desde a ingestão dos ovos até as fêmeas iniciarem a oviposição, demora cerca de 60 dias!
Então se ficar nervoso na hora da prova...já sabe.
Não roa as unhas!
sp.
Pois
NÃO
se diferencia a espécie (
solium
ou
saginata
) pela visualização dos ovos, por isso usa-se o termo sp após o nome do gênero (espécie desconhecida).
Não é escrito em itálico ou sublinhado.
Período pré-latência: momento de penetração das larvas até eliminação dos ovos nas fezes, varia entre 35-60 dias para
A.duodenale
e de 42-60 dias para
N.americanus
.
ANEMIA: principal sinal de ancilostomose! #hematofagia
Crianças costumam se infectar ao brincar em solos contaminados. As mãos sujas podem levar os ovos diretamente para a boca ou contaminar brinquedos ou objetos, que entrarão, posteriormente, em contato com a boca de outras crianças
ANEMIA FERROPRIVA!
Longevidade dos ancilostomídeos: média 5 anos, mas já foi descrita até 18 anos.
Método de Harada & Mori
Cortar uma tira de papel de filtro medindo 3 cm de largura por 15 cm de comprimento, dobrada longitudinalmente ao meio.
Com um palito estéril espalhar as fezes no papel de filtro deixando livre o terço inferior do papel.
Introduzir a tira de papel (com o terço limpo para baixo) em um tubo de ensaio de 2,0 cm x 20,0 cm contendo 7 ml de água destilada (
o nível da água não deverá atingir as fezes espalhadas na tira de papel
)
Arrolhar o tubo com rolha de algodão e deixar em repouso na vertical em temperatura ambiente (24-28) durante 10 a 14 dias.
Findo esse tempo, examinar a água do fundo do tubo para ver se já existem larvas
Para matar as larvas, aquecer o tubo em banho maria a 50 graus durante 15 minutos
Para melhor recolher as larvas, pode-se simplesmente pipetar o sedimento do tubo. Examinar ao microscópio com aumento de 10 e 40x .
até 3 semanas em ambientes domésticos!
Tratar todos os parasitados, repetir medicamento 2/3x com intervalo de 20 dias.
ou partenogenético
Sexuado ou de vida livre
solo ou região perianal se transformam em infectantes após 24-72hrs
diferenciam-se em filarióides!
18-48hrs produzem fêmeas e machos de vida livre
Embrião contido no ovo se desenvolve no ambiente pra se tornar infectante.
25ªC: Cerca de 28 dias
34ºC: Cerca de 13 dias
Longevidade dos ovos no solo
1 ano (15-30°C, umidade e sombra)
Acasalamento
Após 1 hora ingestão:
eclosão pela ação do
suco gástrico e pancreático
Contaminados.
Cisticercos nos tecidos bovinos!
Ingestão de carne bovina crua
ou mal passada!
Hosp.Intermediário
Ovos no estômago, intestino e viram cisticercos no músculo.
Carne crua ou mal passada!
Cisticerco ingerido sofre ação do suco gástrico, evagina-se, fixa-se através do escólex na mucosa intestinal e transforma-se em tênia adulta.
Cisticerco ingerido sofre ação do suco gástrico, evagina-se, fixa-se através do escólex na mucosa intestinal e transforma-se em tênia adulta.
Ovos tb podem ser ingeridos por crianças!
20 dias vermes adultos!
Tratamento:
Profilaxia:
Combate à insetos e pulgas
Higiene individual
Exame de fezes de rotina
REVISANDO OS DOIS!
No homem...
Na água....
No intestino delgado do homem
Elimina ovos nas fezes
contendo massa celular
no seu interior
15 dias há 25ºC: formação de larva ciliada "coracídio"
ovo maduro na água
coracídio sai nadando
Este, é ingerido por crustáceos
( lagostas, camarões) e na cavidade destes transformam-se em larvas
procercóides
Crustáceos são ingeridos por outros peixes, truta, salmão..
larvas fixam nos músculos e formam larvas
plerocercóides
Homem se infecta comendo carne destes peixes!!!
• Corpo não segmentado
• Formato de folha

Cerca de
um mês
após a penetração do miracídio no caramujo, as primeiras cercárias são eliminadas.
Os envolvidos...
....microscopicamente.
45º dia
ovos nas fezes
!
Macho alberga a fêmea para fecundá-la!
acasalados dentro
dos vasos sistema porta!
*vasos que recolhem sangue das vísceras e levam ao fígado.
Humano parasitado elimina ovos nas fezes

Ovos na água liberam miracídios (nadam cerca de 6hrs)

Encontram caramujo do gênero
Biomphalaria
e penetram neste.

....Cerca de 30 dias as cercárias são liberadas (vivem mais de 24hrs, mas penetram em 8hrs)

Penetram na pele e perdem a cauda e transformam-se em esquistossômulos que caem na corrente sanguínea alcançando o fígado e penetram nas veias do sistema porta ...

Se acasalam e migram por dentro dos vasos

30/40 dias após penetração da cercária iniciam a postura.
Ciclo
Vamos lembrar?

Duas palavras: a primeira representa
gênero
(deve iniciar com letra MAIÚSCULA), a segunda representa a
espécie
(deve iniciar com letra MINÚSCULA).

Os nomes científicos devem ser sempre escritos em
itálico
, quando
não esteja disponível
a opção de escrita em itálico, devem ser sempre grifados.

Quando manuscritos, essas duas palavras devem grifadas (UM GRIFO PARA CADA PALAVRA)

A abreviatura "sp." é usada quando o nome da espécie não pode ou não tenha sido identificada. A abreviatura "spp." (plural) indica "várias espécies". Exemplo: "
Taenia
sp."

O nome científico deve ser sempre usado por extenso na sua primeira ocorrência. Nos usos subsequentes, as referências podem ser abreviadas à inicial do gênero, seguida de um ponto e do nome específico completo. Exemplo:
T. solium


Como se escreve??
exercem efeito de sucção
órgão de fixação
Taenia sollium
possui maior poder de fixação no hospedeiro.
estruturas rígidas com forma de foice
Forma infectante
não depende da presença do macho!

O cisto, é a forma infectante do parasito, que precisa ser ingerida e atacada pelo suco gástrico para romper.
Forma de resistência
Forma ativa
Protozoário de distribuição geográfica mundial

Alta prevalência sorológica
Soroprevalência em nosso meio?

IgG positivos
(40 à 80%)

Casos doença clínica, menos frequente

Casos graves: crianças recém-nascidas (hidrocefalia, microcefalia, encefalite), indivíduos de sistema imune comprometido (indivíduos HIV, receptores de órgãos, tratamento quimio)
Toxoplasma gondii
Ingerem cistos na
carne de outros animais....
Parasito persiste
de forma "benigna"
São então liberados, invadem novas células, disseminam por via sanguínea ou linfática, invadem tecido muscular, nervoso (cérebro), vísceras
Fase que se perpetua infecção!
Fase Crônica
esporulados
1 a 5 dias
Permanecem de 12 a 18 meses
viáveis no solo úmido
Cistos carne viáveis a 4ºC: 3 meses
Congelada -1ºa -8º: 1 semana
Morrem à 67ºC
Vacúolo parasitóforo, se divide, até que rompa a célula liberando parasitas p/ infectar outras células.
Formas ingeridas perfuram intestino e atingem corrente sanguínea...
Lesões retinianas
Lesões
Cerebrais
Hidrocefalia
Criança febril 2 anos: sangue mesmo protozoário encontrado nos barbeiros
1º Caso clínico descrito da doença
A culpa não é do gato!!!
Gato se infecta oralmente pelos oocistos, cistos de bradizoítos ou taquizoítos presentes em carnes cruas, outros animais...
Ingerindo pastagens (com fezes do gato), outros animais se infectam com oocistos...
Como se dá a transmissão
Taquizoítos atingem a circulação placentária!
Feto não infectado

Espiramicina (1 g VO 8/8h)
– Diminui transmissão em ~ 60%
– Concentra na placenta mas passa pouco
Ciclo
Reservatórios:
Tegumentares (cutâneas e mucocutâneas)
:
roedores silvestres, cães, equinos

No Brasil:
L.braziliensis
: cotias, pacas, roedores silvestres, ratos; cães e cavalos
L.amazonensis
: marsupiais, pequenos roedores
Visceral
: canídeos (doença variável)
Amastigotas em macrófagos da pele: importante para transmissão!

No Brasil:
L.chagasi
: cães, raposas e provavelmente marsupiais
Reservatório-----> Vetor---->Homem
Leishmaniose Visceral Canina
Vacina recombinante
L. visceral
, (pesquisadores da UFMG)
Controle
Difícil controle
Uso de inseticidas e dedetização
Utilização de repelentes e mosquiteiros
Controle dos animais reservatórios (Vacinação dos cães)
Utilização de coleiras impregnadas com inseticidas

Somente uma linha -
Duas linhas coloridas
+
Biologia Molecular/ PCR
Leishmaniose cutânea difusa
• Também denominada de forma lepromatosa.
• Grande número de lesões difusas não ulceradas.
• Doença de curso crônico e para toda vida.
• Sem resposta a tratamentos convencionais.
Leishmania amazonensis
Tropismo visceral
– macrófagos do baço, medula
óssea, gânglios linfáticos e fígado (cels de Kupffer).
Podem parasitar pulmão, rins, intestinos e pele.
Transmissão
• Vetor
– Picada da fêmea

• Transfusão sanguínea
• Uso de drogas injetáveis
• Transmissão congênita
• Acidentes de laboratório
Anfotericina B
– Endovenosa.
– Tratamento diário ou três vezes por semana (3 a 12 semanas)

Imunoterapia - vacina
– Leishvacin: subcutânea e intramuscular
– Utilizada para casos resistentes com medicação
"Calazar Canino"
No Brasil, considerado mais importante que doença humana

Além de ser + prevalente, grande contingente animais infectados servindo como fonte de infeção para o inseto

Caracteriza o cão como
"elo doméstico"
da cadeia de transmissão da doença

Animais podem aparentar estado sadio a um estado grave final (parasitemia, condiçao imunológica do animal)

Curso progressivo que conduz inexoravelmente à morte (15% capaz de recuperar e eliminar parasitos de forma espontânea)
Assintomáticos
Infecção pesquisa anticorpos IgG
Parasito em amostras biológicas
Representam 50% a 60%
Importante elemento na transmissão
Sintomáticos
Sinais relacionados à pele
Comprometimento de órgãos
Caquexia e morte
Alopecia na extremidade da orelha
Edema nas patas
Hemorragias gastrointestinais
Diagnóstico
Meio cultura NNN
Eutanásia?!
Replicação contínua
Animais ingerem oocistos nas pastagens.
(atuam apenas nas formas proliferativas: taquizoítos)
Embrionados cerca de 15 dias
Fêmeas na região anal!
ñ esporulados
ingerem oocistos das fezes
ou cisto carne animais infectados
Divisão meiótica (esporulação)
Período de incubação: tempo entre picada e aparecimento de sintomas variam de 2 semanas e três meses.
Perigo do cão: se torna reservatório do protozoário!
Parasitos adultos 20-30 dias após infecção
60 dias alcançam maturidade sexual, copulam, fazem ovoposição e encontram-se ovos nas fezes.
Temperaturas favoráveis
para desenvolvimento:


Necator americanus
“Matador”
(21-27ºC)
(27-32ºC)
+ comum no Brasil
Tranfusões sanguíneas
Ingestão de água/ alimentos (oocistos)
Carne crua com bradizoítos
Via placenta
Mundo estranho...
Agitação
Insônia
Irritabilidade
Diarréia
Dor abdominal

Sintomatologia:


Praziquantel dose única 25 mg/kg
Alternativa: niclosamida 2g
Repetir em 1-2 semanas.
Filariose linfática
Wuchereria bancrofti
Enfermidade negligenciada
Áreas mais afetadas: extrema pobreza, sério problema saúde pública (Índia, Indonésia, África)
Pode ser denominada como Bancroftose
Manifestação crônica: elefantíase
Vulgo Elefantíase
Afeta exclusivamente humanos, que são ÚNICAS fontes da infecção para mosquitos vetores.
Características
Machos e fêmeas são muito longos e delgados:
Machos: 3,5/4cm comprimento; 0,1mm diâmetro
Fêmeas: 7/10cm comprimento; 0,3 mm de diâmetro

Vivem aonde???
Habitam vasos linfáticos
Podem viver por muitos anos
Vivem enovelados, alimentam-se da linfa

As fêmeas fecundadas geram microfilárias.
Estas, acumulam-se nos capilares pulmonares, de onde saem para sangue periférico do humano.

ATENTAR: Periodicidade NOTURNA
que hrs??? madrugada!
Durante dia: microfilárias nos capilares profundos (principalmente pulmões)
Durante à noite: sangue periférico.
PICO DA MICROFILAREMIA:
MEIA NOITE
decrescem até final da madrugada
final da madrugada: poucas microfilárias
durante dia: não detectadas no sangue periférico
Ciclo:
Picada mosquito Fêmea de
Culex quinquefasciatus




Hematofagismo hospedeiro não infectado
Larvas penetram pela pele
Migram para os vasos linfáticos
Linfedema
(edema linfático)
No inseto: Larvas sofrem mudas L1,L2,L3
Hematofagia em parasitados:
fontes de infecção para mosquito (sugam microfilárias).
Sintomatologia:
Formas assintomáticas:
(com microfilárias mas sem sintomas)
Formas agudas:
inflamação gânglios linfáticos, febre, mal-estar.
Crônicas:
Linfedema, quilúria (urina leitosa) e elefantíase (podendo acometer membros inferiores e região escrotal)

evolução lenta!
Diagnóstico:
Exame microscópico do sangue periférico!!!!
Gota espessa corada com Giemsa
(sangue
sem
anticoag. pois dificulta aderência microfilárias na lâmina)
Busca por microfilárias
Colher sangue entre 22hrs e 24hrs (
Periodicidade
)

Sorologia:
Pesquisa antígenos de
W.bancrofti
ELISA -soro
Imunocromatografia rápida (cartão) qualitativo (positivo/negativo) -sangue total ou soro
Profilaxia/Tratamento
Evitar contato humano-vetor
Tratamento todos parasitados
Combate ao inseto
Melhoria sanitária
Medicamento:


Dietilcarbamazina 6mg/kg de peso/dia (12 dias)
Tratamento repetido até desaparecer parasitemia
Invermectina
Tratamento em massa áreas endêmicas!
6mg/kg: 6 em 6 meses ou anual (dose única)
Ao microscópio...
Movimentam-se intensamente!
Movimento chicoteante e não-direcional.

Fasciolíase/Fasciolose
Fasciola hepatica
Vermes adultos:
3cm comprimento
1-5cm largura

Formato de folha (foliáceo)

Quem é o hospedeiro intermediário?
Caramujos de água doce!

Gênero:
Lymmnae

Ciclo
Ovos na água
Libertam miracídeos
(vive em média 6hrs)
Busca pelo caramujo/ penetração
Cercárias
saem do caramujo
prendem na vegetação/
encistam-se
Gerando metacercárias
(infectante durante 3 meses)
Penetração até liberação: 30-40 dias
Ingeridas pelo hospedeiro
(bebendo água ou verdura-agrião com metacercárias)
Homem ingere agrião
Metacercárias
Cercária
Miracídeo
Desencistam-se
intest.delgado
Perfuram a
parede
Perfuram cápsula hepática,
migram para parênquima hepático
Onde vermes vivem?
Fígado e dutos biliares (vesícula)
Homem hospedeiro acidental!!!
Mais agravada em animais (hepatite traumática-hemorragia)
Homens: nº de formas presentes não muito elevado
Recaptulando...
Como o homem adquire mesmo?
Ingerindo plantas aquáticas
Especialmente agrião!
Patogenia:
Atingem figado após 7 dias ingestão metacercárias!
Inicia processo patológico.
Animais: perda de peso, diminuição produção de leite morte, fêmeas grávidas que ingerem metacercárias infectam seus fetos!

Humano acidental: lesões parênquima hepático (provocadas pela migração), lesões nas vias biliares (causadas pelo verme adulto).
Diagnóstico
Pesquisa de ovos nas fezes
produção de ovos em humanos ---->pequena ----->
resultados negativo!
Sorologia
Imunofluorescência
ELISA
Controle helmintose!
evitar disseminação
Destruição os caramujo
Tratamento em massa dos animais
Invermectina +rifoxanide, clorzulon e tricabendazol
Isolamento de pastos úmidos

Humanos:
não beber água de alagadiços ou córregos
não plantar agrião em área que possa ser contaminada por fezes de ruminantes
não consumir agrião (sem saber procedência: zonas de prevalência)
Tratar: Bithionol 50mg/kg/dia - 10 dias
albendazol 10mg/kg
Profilaxia/Tratamento
Hidatidose
Echinococcus granulosus
Antiguidade: "vesículas cheias de água"
Endêmica: Argentina, Uruguai, Chile, sul do Brasil
Maior prevalência em regiões que têm criação de ovinos e que, no manejo desses animais, utilizam cães
• Brasil: maior parte dos casos: RS
Parasito: pequeno/ Verme adulto
• 4 – 6 mm
• Escólex: 4 ventosas, rostro armado
• Colo
• Estróbilo: 3 – 4 proglotes




Ovos
• ± 30-40 μm diâmetro
Interior contém oncosfera ou embrião
Ciclo
Parasito adulto intestino
delgado cães
Humano hospedeiro acidental
ovos eliminados nas fezes dos cães contaminam pastagens/ domicílio
Cães ingerem vísceras de ovinos, bovinos contendo cistos hidáticos férteis
35-45 dias proglotes grávidas/ovos
aparecem nas fezes
Hospedeiro intermediário
Crianças que brincam com cães! (ovos grudados aos pelos)
Cistos hidáticos fígado e pulmões
Ingere os ovos!
Ingere cistos!
Echinococcus granulosus
Habitat:

Parasito adulto: na mucosa intestino delgado de
cães (hosp.definitivos) -
Equinococose

Cisto hidático: fígado e pulmões de ovinos,
bovinos, caprinos, suínos (hosp. intermediários)

Cisto hidático: fígado, pulmões mas também ossos, baço, cérebro, rins do
homem
(HOSPEDEIRO ACIDENTAL) - Hidatidose
6 meses de ingestão = cisto hidático maduro
Patogenia/ Sintomatologia
Lesões podem passar anos desapercebidas
Cisto evoluem lentamente (crescem 16mm-ano)
Percebe-se quando cisto atinge grandes dimensões
Sintomas dependem órgãos atingidos


Hidatidose Hepática:
reação inflamatória, distúrbios gástricos, congestão portal
Hidatidose Pulmonar:
Cansaço à esforços, dispnéia, tosse

+
comuns
Diagnóstico
Clínico:
Crescimento expressivo cisto
Faz compressão
Massas palpáveis

Imagem:
Radiografia
Ecografia
Tomografia computadorizada
Ressonância magnética

Laboratorial:
Imunodiagnóstico
Ac específicos

Profilaxia
Não alimentar cães com vísceras cruas de ovinos, bovinos e suínos
Incinerar vísceras de animais parasitados abatidos
Tratar cães com anti-helmínticos
Higiene pessoal após contato com cães
Evitar contato com cães não tratados
Tratamento
Cirurgia- aspiração cisto
Albendazol (400mg-2 doses diárias por 3-6 meses)
Cães: praziquantel (incinerar fezes para evitar contaminação ambiente)


Mosquito do gênero
Anopheles
O parasito da malária penetra por meio da picada
Esporozoítos atingem hepatócitos, reproduzem por esquizogonia dando origem a esquizontes e depois à milhares de merozoítos
Depois de alguns dias mais parasitos são produzidos no fígado
1-2 sem: célula explode liberando parasitos (merozoítos) na circulação
Penetram nas hemáceas
Hemáceas se rompem, jogando mais parasitos na circulação
Mosquito suga sangue do
indivíduo infectado
Depois da evolução são gerados
gametócitos
PICOS FEBRIS
O parasito se multiplica dentro
do organismo do mosquito
Repasto em novo
indivíduo
Gametas se unem, forma-se zigoto, segrega envoltório e se denomina oocisto, inicia esporogonia que gera esporozoítos.
Trofozoítos sanguíneos
Medicamento que trata a Leishmaniose Visceral canina é liberado no Brasil
2013: Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) negou vigência à portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que não permitia o tratamento dos cães infectados com medicamento humano e nem importado.
Eutanásia sempre foi contestada!!!
Especialistas que garantem que eutanásia não diminui o índice de contágio da leishmaniose, tendo em vista a ação do mosquito, que deve ser combatido.
28 de agosto 2016: aprovação do Ministério da Saúde e da Agricultura para a comercialização do Milteforan (Virbac)
(inibe a penetração da espécie Leishmania nos macrófagos)
, uma das drogas mais utilizadas na Europa para o tratamento da doença. O medicamento foi testado no Hospital Veterinário Mundo Animal, em Andradina (SP), com resultados eficazes.
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