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Uma visão pragmática de crenças de alunos sobre o ato de err

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by

Greici Cañete

on 23 June 2014

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Transcript of Uma visão pragmática de crenças de alunos sobre o ato de err

Uma visão pragmática de crenças de alunos sobre o ato de errar
Vicente, Ramalho (2009)

pragmática
Polidez negativa
(BROWN, LWVINSON, 1987)
Crenças
(i) crenças são cruciais no ato da definição de tarefas,
(ii) as crenças de cada indivíduo afetam fortemente seu comportamento,
(iii) crenças têm de ser inferidas, e
(iv) quanto mais cedo uma crença é incorporada à estrutura de crenças, mais dificilmente será alterada; crenças recém-adquiridas são as mais vulneráveis a mudanças.

Comportamento mais facilmente observável da professora e seus alunos

Nove alunos da disciplina
Professora da disciplina
monitora
Algumas conclusões:
Crenças de
professor X alunos
sobre a correção nas composiçoes escritas
Como?
Instrumentos e procedimentos
Entrevista semiestruturada
Perguntas do questionário aplicado pela monitora:
a. Como você se sente ao ser corrigido(a) (em qualquer tipo de situação,
independentemente de serem tarefas escritas ou não)?
b. Por que motivo, você acha, a professora optou pela correção individualizada?
c. Para você, quais são as vantagens (se houver) e as desvantagens (se houver) da correção individualizada?

Contexto da pesquisa
Objetivo da pesquisa
Verificar se uma professora de língua inglesa do curso de Letras de uma universidade particular em Brasília e seus alunos partilhavam crenças no que diz respeito à eficácia da correção individualizada de composições escritas.
Escolha teórica:
[...] À luz de noções da pragmática, tais como face (GOFFMAN, 1959 e trabalhos subsequentes), e polidez (BROWN; LEVINSON, 1987), por notarmos que os alunos, quando das interações com a professora e a monitora da disciplina, faziam escolhas linguísticas que denotavam desconforto, embaraço e
insegurança em relação a seu próprio desempenho.



inferências em pistas linguísticas
Disciplina do curso de Letras:

Expressão escrita e oral em Língua Inglesa
Durante um semestre letivo
Participantes do estudo
Uma tarefa aplicada no início e uma ao
final
gravações das interações entre professora
e aluno no momento da correção individual
Pedidos de desculpas e
impessoalização
manutenção da face (GOFFMAN, 1959)
proteger-se , esquivar-se, ser aceito...
Emaranhado de crenças
Fio central
Fio Periférico
mais enraizado
difícil de mudar
recém adquirido
mais fácil de ser alterado
Crenças
professora
alunos
Cometer erros é indesejável
pedidos de desculpas , impessoalização
correção individual
traz benefícios
Defendemos a idéia de que os dois tipos de crenças se influenciam mutuamente, em uma relação dialética, e o que buscamos provar por meio de nosso estudo de caso é que a intensidade de uma crença mais antiga é capaz de influenciar uma crença recém-adquirida, ou em fase de aquisição, ou ainda de barrar ou adiar o estabelecimento de uma crença que possa vir a ser adquirida.



Exemplo de dados da interação com a professora
Ah, é que... foi... eu não consegui achar... eu até tava procurando assim
no dicionário... é... “revezar”.
(Tatiana7 - interação professora/aluno) p. 230.

Resultados das entrevistas
Nas entrevistas semiestruturadas os alunos aprovam a técnica de correção empregada pela professora.
(...) porque sempre que alguém chega até você e te corrige é porque tá te dando a oportunidade de melhorar. (Tatiana)

Poucas pessoas se sentem à vontade quando são chamadas a rever o que foi feito. (Wagner)

Eu gosto de ser corrigido, porque assim a gente aprende mais e ver o que a gente tá errando (...) quando o professor indica esses erros eu acho que é bom (...) isso me ajudou muito (...) eu escrevia a primeira versão, aí a gente dava pra ela e ela corrigia, depois apontava os erros e a gente tentava arrumar (...) melhora lá, depois corrigia, eu acho melhor (...) a gente tava escrevendo muito com a mentalidade em português. (Paulo)


uma crença recém-adquirida ou na iminência de ser adquirida não pode ser inferida facilmente

não foi possível afirmar categoricamente se a crença da professora em relação à correção individual de trabalhos escritos é partilhada com os alunos.

os sistemas de crenças dos alunos que participaram da pesquisa encontram-se em variados estágios de evolução

Woods (1996) discrepância entre o que se diz acreditar e o que realmente se faz em sala de aula.

a intensidade da crença de que errar é ruim [por ser mais antiga e enraizada] nos dificulta inferir a crença de que o erro pode levar ao crescimento

objetivo inicial foi sendo substituído pelo de se caracterizarem as relações entre uma crença mais antiga e uma crença possivelmente recém-adquirida (cf. WOODS, 1996)
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