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FORMAÇÃO RETICULAR

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Leonardo Piovesan

on 27 November 2013

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Transcript of FORMAÇÃO RETICULAR

Primeiros estudos
Início do século passado: formação reticular pouco explorada;
Bremer 1936: experiências que relacionam tronco encefálico com atividade elétrica cortical de sono e vigília;
Moruzzi e Magoun 1949: "Brain system reticular formation and activation of the EEG";
Scheibel e Scheibel (1958): estudos pelo método de Golgi;
Nauta e Kuypers (1958): método de Nauta.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ - UNIVALI
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - CCS
CURSO DE MEDICINA

FORMAÇÃO RETICULAR
Acadêmicos: Juliana Cristina Schlindwein
Leonardo Getulio Piovesan
Roberta de Souza Zappelini

Conceitos
“Denomina-se formação reticular a uma agregação mais ou menos difusa de neurônios de tamanhos e tipos diferentes, separados por uma rede de fibras nervosas que ocupa a parte central do tronco encefálico.” (MACHADO, 1998)

A formação reticular também é conhecida como substância reticular, sistema reticulado do tronco do encéfalo e, ainda, sistema ativador reticular ascendente (SARA).
Anatomia
A formação reticular é um agregado de neurônios dispostos centralmente e ao longo das porções mais superiores do tronco encefálico.
É constituída pela área hipotalâmica lateral, pelos núcleos mediais, pelas regiões interligadas do tegmento do tronco encefálico, pelo núcleos intralaminares e reticulares do tálamo.
A substância reticular é intermediária entre a substância e a substância cinzenta.
Funções da formação reticular
Regulação do sono
Aserinsky e Kleitman (1953): identificação do sono como movimentos oculares rápidos (REM);
Sono normal: alternância entre sono REM e sono não REM;
Sincronização e dessincronização das ondas do EEG.

Controle neuroendócrino
Influencia na síntese e secreção de fatores de liberação ou inibição;
Núcleos hipotalâmicos;
Controle da atividade da hipófise.
Controle da respiração e da circulação
O centro respiratório e o centro vasomotor se encontram na formação reticular do bulbo.
Controle do músculo esquelético
Influência dos neurônios motores alfa e gama;
Tratos reticuloespinal e reticulobulbar.
Modulação do tônus muscular e da atividade reflexa;
Controle da sensibilidade somática e visceral
Influencia os níveis supraespinais em todas as vias ascendentes.
Controle da percepção da dor;
SARA
Sistema ativador reticular ascendente;
Fundamental na regulação do sono e da vigília.
Patologias relacionadas
COMA
Córtex dependente de impulsos ativadores da formação reticular;
Compressão do mesencéfalo ou sua transição com o diencéfalo - lesão da F.R., com interrupção do SARA - leva ao coma (perda total da consciência);
Causa: processo generalizado no córtex ou localizado no tronco encefálico?
Conexões da formação reticular
Aferências
As conexões aferentes provêm da:
Medula espinal;
Córtex cerebral;
Tronco encefálico (colículo superior, n. trigêmio, n. vestibulococlear e n. vago);
Cerebelo.
Eferências
É possível identificar as seguintes eferências da formação reticular:
Medula espinal
Córtex cerebral
Cerebelo
Tronco encefálico (nervo óculo-motor, troclear, abducente, trigêmeo, facial, glossofaríngeo, vago e hipoglosso.
Tálamo

Núcleos correlatos
Grupos de neurônios com origem, função e destinos semelhantes;
São distinguíveis por meio dos tipos celulares e diferentes densidades das células.
CITOARQUITETURAL
ZONA MAGNOCELULAR:
2/3 mediais;
células grandes;
origina fibras ascendentes e descendentes

ZONA PARVOCELULAR:
1/3 lateral;
pequenas células
FUNCIONAL
NÚCLEOS DA RAFE (8)
NÚCLEO MAGNO DA RAFE
Mediação da dor;
Libera serotonina ao ser estimulado;
Ao lado da substância cinzenta periaquedutal (centro da analgesia);
LOCUS COERULEUS
Células ricas em noradrenalina;
Localização;
Neurônios de tamanho médio X tamanho menor;
Função do núcleo;
Função dos neurônios da parte lateral do tegmento.
SUBSTÂNCIA CINZENTA PERIAQUEDUTAL
Localização;
Função;
Estrutura compacta.

ÁREA TEGMENTAR VENTRAL
Localização;
Neurônios com dopamina abundante;
Função.
Zonas da formação reticular
ZONA LATERAL
Função
Núcleos parvocelulares
Núcleos reticulares central e ventral
Núcleo do funículo lateral e núcleo do funículo ventral
Núcleos lateral, medial e parabraquial

ZONA MEDIANA
Neurônios agregados em lâminas verticais bilaterais;
Função;
Núcleo escuro da rafe;
Núcleo pálido da rafe;
Núcleo magno da rafe;
Núcleo pontino da rafe;
Núcleo central superior da rafe.
ZONA MEDIAL
Função
Lesões na via auditiva
Ruído muito alto: por que acordamos?
Via da dor
Essas conexões são responsáveis por ligar a formação reticular, direta ou indiretamente, com muitas outras partes do sistema nervoso central
A formação reticular se divide em zonas ou colunas, sendo estas chamadas de zona mediana, zona medial e zona lateral.
Modelo de interação recíproca
“É um modelo funcional que estabelece que a vigília seria um estado predominantemente aminérgico e o sono REM colinérgico com o sono não REM situado em uma posição intermediária.” (ALOÉ, AZEVEDO, HASAN, 2005)
A concentração de GABA e Glutamato influenciam na duração do sono e da vigília
A concentração de GABA na formação reticular pontina é substancialmente reduzida durante o sono REM e não REM.
O aumento da concentração de GABA leva ao aumento significativo na vigília.

NÚCLEOS
Regulação dos níveis de consciência
Interação de mecanismos opostos:
facilitatório
inibitório
O que pode causar descréscimo nos níveis de consciência?
ZONAS DA FORMAÇÃO RETICULAR
Rafe = junção, sutura;
Recebem aferências do córtex, hipotálamo e formação reticular;
Distinguíveis pela diferença nos tipos e na densidade celular;
Secreção de serotonina para o resto do cérebro;
Nucleus raphe Magnus
(mais importante).
SINAPSE
FIBRAS DA VIA AUDITIVA
SARA
CÓRTEX
VIA AUDITIVA DE ATIVAÇÃO DO CÓRTEX PELO SARA
Por que a redução de ruídos facilita o sono?
*auto-ativação do córtex pelas conexões córtico-reticulares.
*via até o córtex auditivo
inibição voluntária do sono
3 a 8: TCE grave
9 a 12: TCE moderado
13 a 15: TCE leve
(CORNO DORSAL)
INIBIÇÃO DA VIA DA DOR DO CORNO DORSAL DA MEDULA
OBRIGADO!
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