Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

BRASIL: REPÚBLICA VELHA (1889 a 1930)

em construção
by

Carlos Teles de Menezes Junior

on 18 February 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of BRASIL: REPÚBLICA VELHA (1889 a 1930)

BRASIL: REPÚBLICA VELHA (1889 A 1930)
PRESIDENTES DO BRASIL NA REPÚBLICA VELHA:
Deodoro da Fonseca
(1889-1891)
Floriano Peixoto
(1891 - 1894)
Prudente de Morais
(1894 - 1898)
Campos Sales
(1898 - 1902)
Rodrigues Alves
(1902 - 1906)
Afonso Pena
(1906 - 1909)
Nilo Peçanha
(1909 - 1910)
Hermes da Fonseca
(1910 - 1914)
Venceslau Brás
(1914 - 1918)
Rodrigues Alves
faleceu antes de tomar posse
Delfim Moreira
interino
(1918 - 1919)
Epitácio Pessoa
(1919 - 1922)
Artur Bernardes
(1922 - 1926)
Washington Luís
(1926 - 1930)
Júlio Prestes
não assumiu por causa da revolução de 1930
A
crise do Império
brasileiro foi o resultado de vários fatores de ordem econômica, social e política que, somando-se, conduziram importantes setores da sociedade a uma conclusão: a monarquia precisava ser superada para dar lugar a um outro regime político, mais adequado aos problemas da época. A
crise do Império
foi marcada por uma série de questões que desembocaram na proclamação da república.
Questão Abolicionista
Questão Republicana
Questão Religiosa
Questão Militar
fffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff
A primeira fase republicana, foi marcada pela construção de um modelo de governo pautado no exemplo da constituição norte-americana de governo descentralizado e os estados com maior poder autônomo. Segundo a Constituição de 1891, o nosso país estava dividido em vinte estados (antigas províncias) e um Distrito Federal (ex-município neutro). Cada estado era governado por um “presidente”. Declarava também que o Brasil era uma república representativa, federalista e presidencialista. O nome oficial
do país passou a ser
"Estados Unidos do Brasil"
A POLÍTICA e ECONOMIA
E O POVO SE REVOLTOU (E MUITO) NESSE PERÍODO...
REVOLTA DA VACINA
REVOLTA DA CHIBATA
A GUERRA DE CANUDOS
A GUERRA DO CONTESTADO
E A CRISE DE 1929 CHEGA AO BRASIL...
A REVOLUÇÃO DE 1930 E O FIM DA REPÚBLICA VELHA
A QUEBRA DO SISTEMA "CAFÉ COM LEITE"
Lembremos que várias forças que não se satisfaziam mais com o Império foram os responsáveis pela instauração da república.
As
correntes civil e militar tinham concepções diferentes de modo de governo.
S
obressaiu o modo civil, liderados pelos grandes fazendeiros cafeicultores.
1° Fase: REPÚBLICA DAS ESPADAS
2° FASE: REPÚBLICA das OLIGARQUIAS
UMA CURIOSIDADE...
Na criação dos novos simbolos nacionais,
a bandeira brasileira foi um projeto de origem positivista
que retrata a transição (ou evolução) do país
A bandeira manteve elementos de seu desenho do período imperial e ganhou a "bola" (ou cometa como falavam os estudantes na época) e as palavras
"Ordem e Progresso"
, síntese retiradas das ideias positivistas do filósofo
Auguste Comte
(1798-1857), baseava-se no
“amor por princípio, a ordem por base, o progresso como fim”
. Ou seja,cada coisa em seu devido lugar para perfeita orientação ética da vida social. A base do progresso seria um instrumento que faz o cidadão compreender a necesidade da vida e os seus deveres para com a sociedade.
As oligarquias eram constituídas por grandes proprietários de terras e que exerciam o monopólio do poder local. Este período da história republicana é caracterizado pela defesa dos interesses destes grupos, particularmente da
oligarquia cafeeira
.

Os grupos oligárquicos vão garantir a dominação política no país, através do
coronelismo
, do
voto do cabresto
, da
política dos governadores
e da política de
valorização do café
.
A política dos governadores
Criada no governo de Campos Sales em 1898, foi o acordo entre os governadores dos estados e o governo central.
Os governadores apoiavam o presidente, concordando com sua política.
Em troca, o governo federal só reconheceria a vitória de deputados e senadores que representassem estes governadores.


Desta forma, o governador controlaria o poder estadual e o presidente da República não teria oposição no Congresso Nacional.
Essa estrutura era alimentada pela "troca de favores" entre as oligarquias e a não interferência federal nos governos locais.
Coronelismo e voto do cabresto
O sistema político da República Velha estava assentado nas fraudes eleitorais, visto que o voto não era secreto. O exercício da fraude eleitoral ficava à cargo dos "coronéis", grandes latifundiários que controlavam o poder político local (os municípios). Exercendo um clientelismo político (troca de favores) o grande proprietário controlava toda uma população ("curral eleitoral"), através do voto de cabresto.
Assim, o poder oligárquico era exercido no nível municipal pelo coronel, no nível estadual pelo governador e, através da política do café-com-leite, o presidente controlava o nível federal.
SIGNIFICADO DA REVOLUÇÃO DE 1930.

O movimento de 1930, apesar de sua complexa base social (oligarquias dissidentes, tenentes, camadas médias urbanas) não deve ser visto como uma ruptura na estrutura social, política e econômica do Brasil. A revolução não rompeu com o sistema oligárquico, houve tão somente uma substituição de oligarquias no poder. A revolução de 30 colocou um novo governo compromissado com diversos grupos sociais. Sob este ponto de vista, pode-se dizer que o movimento de 1930 patrocinou um "re-arranjo" do Estado brasileiro.
No campo da economia
, predominou as exportações de
café
, base da economia e maior fonte de receita tributária. Foi também um período de modernização, com grandes
surtos de industrialização
, como o ocorrido durante a Primeira Guerra Mundial, porém, a economia continuaria dominada pela cultura do café, até a Quebra da Bolsa de valores de Nova Iorque, durante a Crise de 1929.
Também houve um grande surto de produção e exportação de
borracha
da
região amazônica
durante o início da República Velha (1890 a 1920). A borracha chegou a ocupar o
segundo lugar
na pauta de exportações brasileiras, perdendo apenas para o café.
Nos primeiros momentos da República houve consenso de que os militares deveriam exercer o poder político. Temia-se o contragolpe monárquico, pois as instituições republicanas eram frágeis. Por isso, a necessidade de um governo forte, sob controle militar. Ocorreu a chamada República da Espada (1889 – 1894) e seus presidentes foram os marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
O ENCILHAMENTO
Rui Barbosa
, Ministro da Fazenda: emissão de papel-moeda, concedendo a alguns bancos o privilégio de emitir;
- Facilitou a criação de sociedades anônimas, de capital aberto, com negociação nas bolsas de valores;
- Regime de taxas alfandegárias para dificultar a entrada de produtos estrangeiros;
- Resultado dessa política: violento processo inflacionário e febre especulativa (crise do Encilhamento).
O termo
"Encilhamento"
foi inspirado num procedimento adotado no hipismo - Encilhamento - que é o ato de arrear (equipar) o cavalo, preparando-o para a corrida. O termo foi utilizado para dar nome ao movimento especulativo devido à sua analogia com a crença de tentar se aproveitar, a qualquer custo, de oportunidades "únicas" de enriquecimento quando as mesmas se apresentam. Analogia esta baseada no ditado popular "cavalo encilhado não passa duas vezes".
A Revolta da Vacina foi uma revolta popular ocorrida na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 10 e 16 de novembro de 1904. Ocorreram vários conflitos urbanos violentos entre populares e forças do governo (policiais e militares).
Causas principais:

- A principal causa foi a campanha de vacinação obrigatória contra a varíola, realizada pelo governo brasileiro e comandada pelo médico sanitarista
Dr.

Oswaldo Cruz.
A grande maioria da população, formada por pessoas pobres e desinformadas, não conheciam o funcionamento de uma vacina e seus efeitos positivos. Logo, não queriam tomar a vacina.

- O clima de descontentamento popular com outras medidas tomadas pelo governo federal, que afetaram principalmente as pessoas mais pobres. Entre estas medidas, podemos destacar a reforma urbana da cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil), que desalojou milhares de pessoas para que cortiços e habitações populares fossem colocados abaixo para a construção de avenidas, jardins e edifícios mais modernos.
O que aconteceu durante a revolta:

-
Muitas pessoas se negavam a receber a visita dos agentes públicos que deviam aplicar a vacina, reagindo, muitas vezes, com violência.

-
Prédios públicos e lojas foram atacados e depredados.

-
Trilhos foram retirados e bondes (principal sistema de transporte da época) foram virados.
Reação do governo e consequências:

- O governo federal suspendeu temporariamente a vacinação obrigatória.

- O governo federal decretou estado de sítio na cidade (suspensão temporária de direitos e garantias constitucionais).

- Com força policial, a revolta foi controlada com várias pessoas presas e deportadas para o estado do Acre. Houve também cerca de 30 mortes e 100 feridos durante os conflitos entre populares e forças do governo.

- Controlada a situação, a campanha de vacinação obrigatória teve prosseguimento. Em pouco tempo, a epidemia de varíola foi erradicada da cidade do Rio de Janeiro.
No ano de 1910 ocorrera a
Revolta da Chibata
, uma manifestação ocorrida durante o governo conturbado de
Hermes da Fonseca
. Foi um levante que tinha embasamento em questões sociais, composto por integrantes das subdivisões da Marinha na época. No movimento houve a rebelião de 2400 marinheiros contra a aplicação de castigos físicos, provocados em represália a faltas que os marinheiros cometessem. No motim, foram mortos pessoas que traíram o movimento e alguns oficiais da marinha e houve tomada da embarcação com intensão de bombardear a cidade.
O objetivo da Revolta da Chibata era a extinção dos castigos físicos sofridos pelos marinheiros, o fim do aprisionamento em celas isoladas, uma alimentação mais digna e saudável e que fosse colocada em prática o reajuste salarial de seus honorários (já votadas em congresso). Dentre os objetivos citados, o de maior necessidade e de urgência era a abolição dos castigos sofridos, os quais serviam, segundo os oficiais, de exemplo para os demais marinheiros, sendo obrigados a assisti-los.
Quem ficou a frente do movimento foi o
João Cândido
– popularmente conhecido na história como
Almirante Negro
–, foi o responsável por escrever o manifesto com as solicitações exigidas para o fim da revolta.
O presidente
Hermes da Fonseca
, se viu na necessidade de acatar as reivindicações dos manifestantes, e deu sua palavra em relação a realização das exigências do movimento. Os marinheiros a favor do movimento acreditaram na palavra do governante e entregaram suas armas e a embarcação, porém Hermes não cumpriu o trato e baniu alguns marinheiros que faziam parte do motim. Não satisfeitos, os marinheiros mais ávidos por mudanças provocaram um novo levante na Ilha das Cobras, porém foram severamente derrotados pelas tropas do governo, resultando em muitas mortes e os restantes banidos da Marinha.
Guerra de Canudos ou Campanha de Canudos, conflito amplamente conhecido e abordado na história do Brasil, entre os e integrantes de um movimento popular de fundo sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro e Exército Brasileiro, que teve a duração de aproximadamente um ano ( 1896 a 1897), na então comunidade dos participantes do movimento, Canudos, no interior do estado da Bahia, na região nordeste do Brasil.
A região, historicamente caracterizada por latifúndios com pouca produtividade, secas em períodos cíclicos e desemprego crônico, enfrentava uma grande crise de ordem econômica e social. Vários, na proporção de milhares, de sertanejos e ex-escravos partiram para Canudos, cidadela liderada pelo peregrino
Antônio Conselheiro
, agregados em prol de uma salvação de origem religiosa que poupariam habitantes do sertão, dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social que sofriam.
Os grandes latifundiários da época, homens de poder, exigiram por uma resposta do governo a fim de acabar com a aglomeração de Canudos, liderada por
Antônio Conselheiro
. Segundo boatos, Canudos tinha a intenção de atacar o Governo a fim de reinstaurar a monarquia, o que era uma mentira.
Mesmo não havendo prova dos rumores que ocorriam na época a cerca das intenções dos seus habitantes, uma forte represália do governo teve inicio a fim de acabar com as terras de Canudos.
Foi quando o exército brasileiro se encarregou de atear fogo nos arraiais e entraram em longo conflito armado que culminou na morte e dizimação de toda a população de Canudos.
Causas da Guerra:

Os latifundiários juntamente com o Governo da Bahia não aceitavam o fato dos habitantes de Canudos não pagarem impostos.

Os mesmos acusavam Antônio Conselheiro em defender a volta da Monarquia no país.

Por outro lado, Antônio Conselheiro defendia o fim da cobrança dos impostos e era contrário ao casamento civil.

Antônio Conselheiro era também um crítico do sistema republicano, e como ele funcionava no período.
Consequências:

A Guerra de Canudos contou com a participação de aproximadamente 12 mil soldados de diferentes estados do Brasil, divididos em quatro expedições.
Na quarta incursão, no ano de 1897, houve incendia de arraiais e mortes de diversas pessoas.
Estima-se que morreram ao todo por volta de 25 mil pessoas, culminando com a destruição total da povoação.
A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre camponeses e militares dos poderes estadual e federal brasileiro, que ocorreu no início do século XX, mais precisamente no ano de 1912 se estendendo até 1916. Essa guerra ocorreu no Sul do Brasil, numa disputa entre os estados do Paraná e Santa Catarina, que tinha como objetivo a posse da região rica em erva-mate e madeira.
A guerra recebeu esse nome devido ao fato de o conflito ter acontecido em uma região de disputas de limites entre dois estados brasileiros. Tudo começou quando estava sendo construída uma estrada de ferro entre São Paulo e Rio Grande do Sul, por uma empresa norte-americana (Southern Brazil Lumber & Colonization Company), com o auxílio dos coronéis, que na época eram os grandes proprietários rurais e tinham força política, e também com o apoio do governo.
Mas a construção dessa estrada de ferro acabou prejudicando os camponeses, fazendo com que eles perdessem suas terras e ainda fossem expulsos das mesmas, resultando muito desemprego entre os camponeses da região que ficaram sem terras para trabalhar, assim causando uma grande revolta.
A situação ficou ainda pior com o fim da construção da estrada de ferro, pois os trabalhadores que foram trazidos de diversas partes do Brasil para trabalhar nela ficaram sem emprego com o fim da obra. E ainda a empresa norte-americana não ofereceu qualquer apoio a eles nem mesmo o próprio governo.
Assim preocupados com a liderança de
José Maria
os coronéis da região e o governo federal resolveram agir enviando policiais e soldados do exército para o local para acabar com o movimento, acontecendo assim conflitos violentos. Milhares de revoltosos morreram. Mesmo assim a guerra durou por quase quatro anos, chegando ao fim em 1916, quando as tropas oficiais conseguiram prender Adeodato, um dos chefes do último reduto dos camponeses, sendo condenado a 30 anos de prisão.
Os efeitos da crise de 1929, para o Brasil, fizeram-se sentir com a queda brutal nos preços do café. Os fazendeiros de café pediram auxílio ao governo federal, que rejeitou, alegando que a queda nos preços do café seria compensada pelo aumento no volume das exportações, o que, aliás, não aconteceu.
.
No plano interno, em 1930, ocorriam eleições presidenciais. Washington Luís indicou um candidato paulista - Júlio Prestes, rompendo o pacto estabelecido na política do café-com-leite. Os mineiros não aceitaram (Washington Luís representava os paulistas e, seguindo a regra, o próximo presidente deveria ser um mineiro, aliás o governador de Minas Gerais, Antônio Carlos de Andrada). O rompimento da política do café-com-leite vai fortalecer a oposição, organizada na chamada Aliança Liberal.
A Aliança Liberal era uma chapa de oposição, tendo
Getúlio Vargas
para presidente e
João Pessoa
para vice-presidente. Esta chapa contava com o apoio das oligarquias do Rio Grande do Sul, Paraíba e de Minas Gerais, além do Partido Democrático, formado por dissidentes do Partido Republicano Paulista (PRP).

O programa da Aliança Liberal vai de encontro aos interesses das classes dominantes marginalizadas pelo setor cafeeiro e, aumentando sua base de apoio, defendia a regulamentação das leis trabalhistas, a instituição do voto secreto e do voto feminino. Reivindicava a expansão da industrialização e uma maior centralização política. De quebra, propunha a anistia aos tenentes condenados, sensibilizando o setor militar.
Porém, mediante as tradicionais fraudes eleitorais, o candidato da situação,
Júlio Prestes
, venceu as eleições. A vitória do candidato situacionista provocou insatisfação das oligarquias marginalizadas, dos tenentes e da camada média urbana. Alguns tenentes, como
Juarez Távora
e
João Alberto
, iniciaram uma conspiração para evitar a posse de
Júlio Prestes
. Temendo que a conspiração pudesse contar com a participação popular, os líderes oligárquicos tomaram o comando do processo.
"Façamos a revolução antes que o povo a faça"
, esta fala de
Antônio Carlos Andrade
, governador de Minas, sintetiza tudo.
O estopim do movimento foi o assassinato de
João Pessoa
. Em 03 de outubro, sob o comando de
Góes Monteiro
eclode a revolta no Rio Grande do Sul; em 04 de outubro foi a vez de
Juarez Távora
iniciar a rebelião na Paraíba.
Por fim. Em 24 de outubro de 1930, temendo-se uma guerra civil, o alto-comando das Forças Armadas no Rio de Janeiro desencadeou o golpe, depondo
Washington Luís
, impedindo a posse de
Júlio Prestes
e formando uma junta pacificadora, composta pelos generais
Mena Barreto
,
Tasso Fragoso
e pelo almirante
Isaías Noronha
.
No dia 03 de novembro
Getúlio Vargas
era empossado, de forma provisória, como presidente da República.
Esse e os outros demais conflitos que vimos, mostrou como o governo tratava as questões sociais no início da República, levando em conta os interesses financeiros de grandes empresas e proprietários rurais, enquanto a população mais pobre sofria com essas injustiças, sem dar nenhum espaço para negociações.
A República Velha teve duas fases de governantes:
O positivismo foi uma corrente filosófica iniciada por
Auguste Comte
, onde as idéias de percepção humanas são baseadas na observação, exatidão, deixando de lado teorias e especulações da Teologia e Metafísica. Segundo Comte, as ciências que são positivistas são a Matemática, Física, Astronomia, Química, Biologia e a recém criada Sociologia, que se baseia em dados estatísticos.
Positivismo
PRESIDENTE
GOVERNADORES
PREFEITOS
CORONELISMO
A política do café-com-leite


Com a POLÍTICA DOS GOVERNADORES EM prática, iniciou o revezamento, no executivo federal, entre as oligarquias paulistas e mineiras. O número de deputados federais era proporcional à população dos Estados. Desta forma, os estados mais populosos - São Paulo e Minas Gerais tinham maior número de representantes no Congresso.
O ciclo da borracha converteu as cidades amazônicas em prósperos centros econômicos e culturais. Teatro Amazonas na cidade de Manaus
Canudos hoje
No ano de 1929, a Bolsa de Valores de Nova Iorque quebrou, causando sérios efeitos para a economia mundial.
A economia norteamericana fica arruinada, com pesadas quedas na produção, além da ampliação do desemprego. A crise econômica nos EUA fizeram-se sentir em todo o mundo.
Full transcript