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CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS

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by

Henrique Vila Nova

on 18 September 2016

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Transcript of CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS

UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
1.2 - GESTÃO DE PROJETOS NO TRT8ª REGIÃO E A ORIENTAÇÃO DO CNJ
1.3 - CICLO DE VIDA E GERENCIAMENTO DE PROJETOS
CURSO DE
GESTÃO DE PROJETOS

APRESENTAÇÃO DO CURSO
UNIDADE III – O USO DO SISTEMA GPWEB

3.1 - UTILIZANDO O GPWEB
3.2 - NOÇÕES GERAIS DO PROGRAMA
3.3 - CRIANDO UM PROJETO
3.4 - MONITORANDO E ENCERRANDO UM PROJETO
UNIDADE IV – ATIVIDADE FINAL DE CRIAÇÃO DE UM PROJETO
4.1 - UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA METODOLOGIA DO TRT8 PARA CRIAÇÃO DE UM PROJETO
4.2 - CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE A ELABORAÇÃO DE UM PROJETO
4.3 - CRIANDO UM PROJETO
UNIDADE II – GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8
2.1 - O GUIA PMBOK
2.2 –FASES DO PROJETO
2.3 –METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃODA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO
INSTRUTOR:
HENRIQUE VILA NOVA
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
“...projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo”.
Guia PMBoK, 5ª Edição
Projeto é o conjunto de atividades ou medidas planejadas para serem executadas com definição de responsabilidades bem delineada, objetivos determinados, escopo e não escopo bem definidos, prazo delimitado e recursos específicos.
MGPCNJ, 2008
Aumentar a possibilidade de sucesso da iniciativa
- Podemos definir projeto como sendo então um esforço temporário de um conjunto de atividades, com início, meio e fim determinado, que visam um resultado exclusivo ou desejado através de recursos materiais, humanos, temporais e financeiros limitados.
Melhor gerenciamento das atividades
Otimização dos recursos
O QUE É
UM PROJETO
?
POR QUE FAZER PROJETOS
Garantir maior envolvimento das partes interessadas
Busca por maior eficiência
Maior controle dos prazos
Criação de produtos inéditos
- É atividade rotineira
PROJETO
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
PROCESSO
- Possuí sequência predeterminada
- Não cria um produto final exclusivo
- A atividade não possuí grandes variações
- Está ligado à Missão Institucional (é atividade estratégica)
- Contribui para o atingimento das metas institucionais
- Não possuí sequência predeterminada
- Cria um produto final exclusivo
- Tem várias finalidades
- Pessoa designada pela organização para ser o responsável por conduzir e coordenar o projeto.
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
O GERENTE DE PROJETOS
- Estabelecer objetivos claros e alcancáveis para o projeto .
- Deve convocar e garantir o comprometimento das partes interessadas.
- Deve conhecer a metodologia aplicada na Gestão de Projetos do TRT8ª.
PERFIL:
- Os projetos são meios para que a organização atinga seus objetivos e metas constantes do seu Planejamento Estratégico Institucional.
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
PROJETOS E O
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
INSTITUCIONAL
Objetivos e Metas
Institucionais
PROJETOS
- A implementação da Gestão de Projetos impulsiona a estratégia da organização em direção ao alcance da Visão Institucional.
- Os projetos materializam em planos de ação os planos estratégicos traçados pela organização.
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.2 - GESTÃO DE PROJETOS NO TRT8ª E A ORIENTAÇÃO DO CNJ
RESOLUÇÃO Nº70/2009
Dispõe sobre o Planejamento e a Gestão Estratégica no âmbito do Poder Judiciário
- O Núcleo de Gestão Estratégica atuará nas áreas de gerenciamento de projetos, otimização de processos de trabalho e acompanhamento de dados estatísticos. (art.3º)
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.2 - GESTÃO DE PROJETOS NO TRT8ª E A ORIENTAÇÃO DO CNJ
- Planejamento Estratégico Institucional (2007/2013)
- Iniciativa Estratégica:
Núcleo de Projetos
- Seção de Projetos: Manual de Gestão de Projetos (MGP)
Dotar a estrutura organizacional do Tribunal de um escritório corporativo de projetos, com a missão de facilitar a elaboração e a condução de projetos, bem como disseminar a cultura do gerenciamento de projetos no Tribunal.
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.3 - CICLO DE VIDA E GERENCIAMENTO DE PROJETOS
- CICLO DE VIDA E FASES DO PROJETO
- O Projeto deve possuir um ciclo de vida bem definido.
- Deve ter prazo de entrega bem definido e monitorado.
- Fases Sequenciais, Sobrepostas ou iterativas.
- Podem existir várias fases
- A Fase de Início se dá com o surgimento de uma oportunidade de negócio, necessidade mapeada, sugestão de uma unidade específica, ordem superior, entre outros.
- As Fases de Planejamento e Execução são praticamente simultâneas, e se renovam a cada momento, conforme se monitora o projeto.
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.3 - CICLO DE VIDA E GERENCIAMENTO DE PROJETOS
CICLO DE VIDA E FASES DO PROJETO
- A Fase de Monitoramento é a única que permeia todas as outras fases do projeto. Ela deixa assente a utilização do Ciclo PDCA no controle de todo o processo.
- O uso do Ciclo PDCA permite manter o projeto sempre no eixo definido (escopo).
- Possibilita o gerente avaliar seu desempenho e agir corretivamente sempre que necessário (Gestão de Riscos).
- A Fase de Encerramento finaliza o projeto, verificando se o mesmo atingiu os objetivos traçados e possibilita criação de um histórico de aprendizado
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.3 - CICLO DE VIDA E GERENCIAMENTO DE PROJETOS
CICLO DE VIDA E FASES DO PROJETO
- No início do projeto, os níveis de custo e de pessoal são baixos e assumem uma crescente conforme a evolução do projeto.
- Há a necessidade de crescente envolvimento e comprometimento dos recursos na fase de início do projeto.
- Grau de influência das partes interessadas, riscos e incerteza no ínicio do projeto é alta, demonstrando a importância do envolvimento direto do gestor do projeto e sua equipe nesta fase.
- Os níveis de custo de mudanças assume uma crescente conforme o projeto se desenvolve.
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.3 - CICLO DE VIDA E GERENCIAMENTO DE PROJETOS
Grupos de Processos:
- Iniciação
- Planejamento
- Execução
- Monitoramento
- Encerramento
Áreas de Conhecimentos:
- Integração
- Escopo
- Tempo
- Custos
- Qualidade
- Recursos Humanos
- Comunicação
- Riscos
- Aquisições
UNIDADE II – GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
2.1 - O GUIA PMBOK
UNIDADE I - INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
PMI e o PMBoK:
- O Guia PMBoK® (Project Management Body of Knowledge) é o conjunto de práticas padrão elaborado pelo PMI para a Gestão de Projetos mais utilizado no mundo inteiro.
- O PMI (Project Management Institute) é a principal organização disseminadora de práticas de gerenciamento de projetos e formadora de profissionais gerentes de projetos.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
PMBoK:
Grupos de Processos:
Áreas de Conhecimento:
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.2 - FASES DO PROJETO

- Cria um padrão para o gerenciamento de projetos.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
- Possibilita aos profissionais de Gestão de Projetos falarem a mesma linguagem.
- Facilita a comunicação das informações dos projetos.
- Possibilita a Gestão dos Riscos.
- Aumenta a possibilidade de sucesso do projeto.
- Metodologia flexível e aberta.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.2 - FASES DO PROJETO

UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.3 - METODOLOGIA DO TRT8ª

a) Fase de Iniciação:
- Identificação da demanda:

um projeto surge de determinada demanda, problema identificado, ou até do surgimento de uma oportunidade. Depois de identificada a necessidade inicia-se um estudo simples de viabilidade do projeto.
- Indicação do gerente de projeto:

depois de confirmada a necessidade da elaboração do projeto, um gerente de projeto é designado pela unidade demandante, devendo ser, de preferência, um profissional da unidade. O gerente de projeto será assessorado pela Seção de Projetos do Tribunal, e ficará responsável pela condução e acompanhamento do projeto em todas as suas fases.
- Elaboração do Termo de Abertura:

o Termo de Abertura é o documento que inicia o ciclo de vida dos projetos no âmbito do TRT8ª. O documento apresenta o escopo reduzido (objetivos) do projeto, o alinhamento do projeto com os objetivos estratégicos do Tribunal, a justificativa da implantação do projeto, a estimativa inicial de prazo e custos e a definição de quem será o gerente do projeto. Nesta fase pede-se a aprovação da proposta.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.3 - METODOLOGIA DO TRT8ª

b) Fase de Planejamento:
Após a aprovação do Termo de Abertura, será iniciado o detalhamento do projeto pelo gerente do projeto e a equipe do projeto. O produto é o Plano de Projeto.
-
O Plano de Projeto:

o Plano de Projeto é o documento que detalha as atividades que serão desenvolvidas na fase de execução do projeto. No Plano surge o escopo, o plano de ação e o plano de monitoramento e avaliação.
-
Definição do Escopo do Projeto:
o escopo do projeto define o foco do que será realizado pelo projeto e toda sua abrangência, acompanhando o atendimento das expectativas das partes interessadas, através dele se atinge o objetivo final do projeto. A partir daí são delimitadas as fases do projeto.
-
O Plano de Ação:
desdobra as atividades e tarefas do plano de projeto, através da Estrutura Analítica do Projeto – EAP criando o cronograma de ações e a estimativa de custos do projeto.
Com o Plano de Projeto elaborado, são delimitadas as ferramentas de monitoramento, controle e avaliação. O resultado é a criação de uma matriz de resultados e produtos esperados, uma planilha de monitoramento e avaliação (com definição de indicadores) e uma planilha para análise de riscos.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.3 - METODOLOGIA DO TRT8ª

c) Fase de Execução:
-
Execução do Plano de Projeto:
após a elaboração do Plano de Projeto, inicia-se a execução do mesmo com as atividades definidas no plano, com a condução do gerente do projeto.
-
Acompanhamento da execução do projeto:
o gerente do projeto é o responsável pelo acompanhamento do mesmo, devendo elaborar periodicamente o Relatório de Acompanhamento do Projeto para envio às unidades demandantes e unidades/partes interessadas e à Alta Administração do Tribunal (dependendo da complexidade e magnitude do projeto). Este acompanhamento levará em conta os indicadores criados no planejamento.
-
Atualização do gerenciamento do portfólio de projetos:
a Seção de Projetos do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região é a unidade responsável pelo gerenciamento do portfólio de projetos dentro da organização, cabendo registrar todos os projetos, acompanhando seu andamento e dando apoio às unidades demandantes.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.3 - METODOLOGIA DO TRT8ª

d) Fase de Monitoramento e Controle:
-
Monitoramento do projeto e suas entregas:

nesta fase será realizada a inspeção da execução do projeto, tentando sempre alinhá-lo com o planejamento. É fase intermediária e que retroalimenta tanto a fase de planejamento quanto de execução. Este controle é realizado na Estrutura Analítica do Projeto (elaborada na fase de Planejamento do Projeto), através da identificação das entregas de cada fase do projeto. As entregas marcam o início e o fim de cada etapa do projeto, elas devem ser monitoradas em termos de tempo, custo e qualidade, mantendo a fidelidade ao escopo do projeto.
-
Proposição e controle de mudanças do projeto:
após a análise das entregas do projeto, poderá surgir a necessidade de mudanças, tanto no planejamento quanto na execução do projeto. Estas mudanças podem ser propostas pelo gerente de projetos e unidades demandantes e demais unidades interessadas, sendo que as duas últimas devem aprovar as mudanças sugeridas. O produto é a Proposta de Ações Corretivas do Projeto.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.3 - METODOLOGIA DO TRT8ª

e) Fase de Encerramento:
Nesta fase o projeto será analisado e, se bem sucedido será validado e encerrado, devendo ser analisado, inclusive, o produto do mesmo. Se não for bem sucedido serão listados os motivos de sua descontinuidade. Suas etapas são:

-
Validação das entregas do projeto:

após o encerramento do ciclo de vida do projeto, todas as entregas deverão ser validadas conforme o escopo do projeto. O produto dera analisado me aspectos como eficácia, eficiência e efetividade.

-
Encerramento do projeto:
após a validação do projeto, será elaborado seu Termo de Encerramento.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

DOCUMENTOS DO PROJETO:
Metodologia simplificada do PMBoK:
Fase de Início do Projeto
Fase de Execução, Monitoramento e Controle
Fase de Encerramento do Projeto
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

TERMO DE ABERTURA:
01. Identificação do Projeto
02. Escopo Reduzido do Projeto
03. Alinhamento Estratégico do Projeto
04. Justificativa do Projeto
05. Partes Interessadas
06. Estimativa de custo e prazo
07. Identificação do gestor
08. Aprovação do Projeto
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

PLANO DE PROJETO:
01. Capa, Sumário e Identificação
02. Objetivos do Projeto
03. Justificativa do Projeto
04. Alinhamento Estratégico
05. Escopo do Projeto
06. Partes Interessadas
07. Equipe do Projeto
08. Estrutura Analítica do Projeto
09. Marcos e Entregas do Projeto
10. Custos do Projeto
11. Indicadores do Projeto
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

PLANO DE PROJETO:
08. Estrutura Analítica
do Projeto - EAP
PLANO DE PROJETO:
12. Riscos do Projeto
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

13. Aprovação do Projeto
14. Controle de Versão
TERMO DE ENCERRAMENTO:
01. Identificação do Projeto
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

02. Objetivo do Projeto
03. Resultado do Projeto
04. Aceitação do Projeto
05. Matrizes de Encerramento
06. Razões de Encerramento
07. Lições Aprendidas
08. Aprovação do Encerramento do Projeto
09. Controle de Versão
Seção de Projetos
- Nova área de conhecimento criada: "Gerenciamento das partes interessadas do projeto".
- Identificar as partes interessadas saiu da área de conhecimento de Gerenciamento de Comunicações do Projeto para a nova área de Gerenciamento das Partes Interessadas.
- Planejar o gerenciamento das partes interessadas (novo processo).
- Monitorar e controlar o envolvimento das partes interessadas (novo processo).
- Foram criados quatro processos de planejamento, dando maior ênfase à esta etapa em cada grande área de conhecimento:
* Planejar o gerenciamento do escopo do projeto
* Planejar o gerenciamento do tempo do projeto
* Planejar o gerenciamento dos custos do projeto
* Planejar o gerenciamento das partes interessadas
- Realização de concurso público;
- Concurso de remoção na modalidade online;
- Criação e instalação de novas Varas do Trabalho;
- Criação do Núcleo Administrativo e CMJUD do Foro de Macapá
- Projetos de Remoção e Doação de Bens Inservíveis do Tribunal
- Criação do Processo Administrativo Eletrônico
- Reforma e ampliação de unidades;
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL

O GERENCIAMENTO DE PROJETOS NO
TRT8

- Capacitação Itinerante
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

PLANO DE PROJETO:
08. Estrutura Analítica
do Projeto - EAP
- É um processo de subdivisão das entregas do projeto em "pacotes de trabalho", criando componentes menores e mais facilmente gerenciáveis.
- Identifica os elementos terminais de um projeto.
- Realiza-se do todo para a parte. Decompondo cada atividade até que se alcance o "pacote de trabalho" (nível mais baixo da EAP).
- Deve criar "pacotes de trabalho" (resultados) tangíveis.
- Regra dos 100%. Os "pacotes de trabalho" devem somar 100% do escopo do nível superior. Não pode faltar nem sobrar.
- Permite visualizar todo o escopo do projeto.
- Consolida e comunica as responsabilidade das partes interessadas no projeto.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

PLANO DE PROJETO:
02. Escopo Reduzido do Projeto
- Escopo no dicionário: alvo, intenção, extensão, alcance, âmbito, propósito.
- Escopo é a alma do projeto, sua essência e identidade.
- Responde as perguntas:
*Para que o projeto será criado?
*Quais os resultados podemos esperar com a realização do projeto?
*Quais os benefícios esperados?
*Qual a área de atuação do projeto?
Objetivos do Projeto
03. Alinhamento Estratégico - Planejamento Estratégico Institucional
Deve-se evitar o
transbordamento
do Escopo
1. Efetividade na prestação jurisdicional

2. Garantia dos direitos de cidadania
1. Combate à corrupção e à improbidade administrativa

2. Celeridade e produtividade na prestação jurisdicional

3. Adoção de soluções alternativas de conflito

4. Gestão das demandas repetivas e dos grandes litigantes

5. Impulso às execuções fiscais, cíveis e trabalhistas
1. Melhoria da gestão de pessoas

2. Aperfeiçoamento da gestão de custos

3. Instituição de governança judiciária

4. Melhoria da infraestrutura e governança da TIC
SOCIEDADE
PROCESSOS
INTERNOS

RECURSOS
MACRODESAFIOS
DO PODER JUDICIÁRIO 2015-2020
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

PLANO DE PROJETO:
09. Marcos e Entregas do Projeto
- etapas cruciais de projeto que são encadeaas de forma lógica, gerando entregas.
- utiliza-se as atividades definidas na EAP.
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

PLANO DE PROJETO:
08. Estrutura Analítica
do Projeto - EAP
- É um processo de subdivisão das entregas do projeto em "pacotes de trabalho", criando componentes menores e mais facilmente gerenciáveis.
- Identifica os elementos terminais de um projeto.
- Realiza-se do todo para a parte. Decompondo cada atividade até que se alcance o "pacote de trabalho" (nível mais baixo da EAP).
- Deve criar "pacotes de trabalho" (resultados) tangíveis.
- Regra dos 100%. Os "pacotes de trabalho" devem somar 100% do escopo do nível superior. Não pode faltar nem sobrar.
- Permite visualizar todo o escopo do projeto.
- Consolida e comunica as responsabilidade das partes interessadas no projeto.
Deve-se evitar o
transbordamento
do Escopo
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.4 - APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E O USO DE MODELOS DE PROJETO

REVISÃO:
- O que é projeto e para que serve.
- Diferença entre processo e projeto.
- Perfil do Gestor de Projetos.
- Planejamento Estratégico e a Estratégia Institucional.
- Direcionamento do CNJ e do TRT8ª para a Gestão de Projetos.
- Grupos de Processos e Áreas de Conhecimento em Projetos.
- Ciclo de Vida e Fases de um Projeto.
O que o projeto pretende criar?
- Descrever o objetivo principal do projeto, de forma direta. É o produto final desejado.
OBJETIVO
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
De que se trata o projeto? Qual a necessidade que lhe deu origem? Qual a finalidade do projeto? Quais os resultados esperados? Qual a área de atuação do projeto?
- É a abrangência do projeto, sua demanda, a que ele se propõe e seus objetivos geral e específicos. Enumerar, ainda, os itens que não compõem o escopo do projeto. Definição do problema ou situação geradora do projeto; Justificativa (o porquê) do projeto (que pode conter um diagnóstico da situação inicial; Objetivos geral e específicos do projeto (a razão de ser e o para quê); Resultados esperados com a realização do projeto.
JUSTIFICATIVA
ESCOPO
- Porque o projeto deve ser feito?
Descrever o impacto do projeto para o alcance da meta estratégica do Tribunal. Pode conter uma análise sucinta da situação atual da unidade e do problema/necessidade/oportunidade que o projeto pretende solucionar/aperfeiçoar, as consequências caso o projeto não seja realizado, resultados de pesquisas realizadas sobre o objeto do projeto, experiências em projetos implantados anteriormente no Tribunal.
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
CARACTERÍSTICAS:
O QUE É
UM PROJETO
?
Temporário
Exclusivo
Elaboração
Progressiva
Aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de atender seus requisitos.
PMBOK, 2013
UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
GERENCIAMENTO
DE PROJETOS

UNIDADE I – INTRODUÇÃO TEÓRICA
1.1 - VISÃO GERAL
PORTFÓLIO
PROGRAMA
PROJETO Y
PROJETO X
PROJETO Z
SUB
PROJETO
SUB
PROJETO
SUB
PROJETO
- Identificar as necessidades das partes interessadas
- Deve balancear as demandas conflitantes de qualidade, escopo, tempo e custo do projeto.
- Deve gerenciar as expectativas das diversas partes interessadas.
?
Outros Frameworks em Gestão de Projetos:
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
Equipe
Multifuncional
RESOLUÇÃO Nº198/2014
- A unidade de gestão estratégica referida no caput também atuará nas áreas de gerenciamento de projetos, otimização de processos de trabalho e, a critério do órgão, produção e análise de dados estatísticos. (art. 7º, §1º)
03. Alinhamento Estratégico - Planejamento Estratégico Institucional
Outros Frameworks em Gestão de Projetos:
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
Outros Frameworks em Gestão de Projetos:
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
Outros Frameworks em Gestão de Projetos:
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
ICB - Competence Baseline
Trabalha com três competências gerenciais: técnica, comportamental e contextual.
Project In a Controlled Enviroment
Metoldologia fechada e consolidada.
Técnica de Gerenciamento de Projetos
Outros Frameworks em Gestão de Projetos:
UNIDADE II - GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA PRÁTICA, COM O USO DA METODOLOGIA DO TRT8ª
2.1 - O GUIA PMBOK
Elementos Visuais para Gestão de Projetos
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