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Princípios básicos da videolaparoscopia

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by

Eduardo Ximenes

on 18 May 2016

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Transcript of Princípios básicos da videolaparoscopia

Cirurgias Videolaparoscópicas + Realizadas
1. Colecistectomia
2. Hiatoplastia esofágica (DRGE)
3. Apendicectomia
4. Cirurgia Bariátrica (Bypass gástrico)
5. Hepatectomia
6. Esplenectomia
7. Pancreatectomia
Acidentes por trocarte
Revisão de 103.852 operações (390 mil punções)
Sangramentona inserção do 1° trocarte 115
Sangramentona inserçãode 2°trocarte 50
Sangramentona remoção de trocárteres 53
Principais indicações de Videolaparoscopia na Urgência
Formas de Acesso a Cavidade
A fáscia é exposta através de incisão vertical no interior do
umbigo, sendo reparada com pontos, e aberta, juntamente com o peritônio.
Introduzido um trocarte de ponta romba
Disposição da equipe cirúrgica
Laparo-scopia
“laparos” vem do grego e significa abdome
Princípios básicos da videolaparoscopia
Agulha de Veress
O abdome é puncionado às cegas para iniciar a insuflação de C02

colecistite aguda
apendicite aguda
abdome agudo de origem ginecológica ou obstétrica, como torção ou ruptura de cisto de ovário, doença inflamatória pélvica e gravidez ectópica rota
diverticulite aguda
pancreatite aguda
perfurações do tubo digestivo
isquemia mesentérica

OMT Eduardo Nogueira Freitas
XIMENES

"Skopein": para ver
1920: Zollikofer
Substituiu o ar,
por gás carbônico
para a confecção do
pneumoperitônio
1877,
Max Nitze
, na Alemanha,
utilizou um sistema de lentes
para cistoscopia
Georg Kelling
, cirurgião alemão
Em
1901
descreveu a “celioscopia”, técnica pela
qual enchia o abdomen de um cão vivo com
ar
e inseria um
cistoscópio de Nitze
para inspecionar
as vísceras
H. C. Jacobaeus em Estocolmo, Suécia, promoveu a inserção de um trocar para criar
o pneumoperitôneo, seguida de inserção de cistoscópio para inspecionar a cavidade peritoneal
1910 estudou uma série de doentes nos quais fez
“laparoscopia”, comentando as alterações do fígado
cirrótico, cancro metastático e peritonite tuberculosa
(Jacobaeus, 1910)
1929
de lentes de visão oblíqua (35º ), pelo alemão
H. KalK
, permitiu que a laparoscopia se tornasse amplamente aceite como meio dediagnóstico (KalK, 1929).
Janos Veress
, em
1938
na Hungria, inventou uma agulha especial para induzir
pneumotóraxes
no tratamento da tuberculose, na era pré-antibiótica
1952
, França, quando
Forrestier
,
Gladu
e
Valmiere
empregaram um cilindro de quartzo para transmitir com eficiência a luz da fonte de luz para a extremidade distal do endoscópio
Alemanha, o professor
Kurt Semm de Kiel
, ginecologista e engenheiro, desenvolveu um aparelho de
insuflação automática
para
monitorizar a pressão intra-abdominal
e o
fluxo de gás
Muitos instrumentos e técnicas descobertos por Semm, são usados ainda hoje, incluindo a termocoagulação durante os procedimentos
laparoscópicos, tesouras em gancho, morceladores
de tecidos, instrumento de irrigação / aspiração,
técnicas para nós intra e extracorporais, portaagulhas,
aplicadores de clips, afastadores atraumá-
ticos, microtesouras e o “pelvictrainer” destinado a
treinar técnicas laparoscópicas (Semm 1997)
*
Esse é fera!
Em 1987, Philippe Mouret em Lyon - França fez
a primeira colecistectomia laparoscópica
(Perissat e Vitale, 1991).
Durante 1988,
Dubois
e
Perissat
na Europa e Reddick nos Estados Unidos popularizaram a colecistectomia laparoscópica (Dubois e col., 1990; Perissat e Vitale,
1991; Reddick e Olsen, 1989)
Procedimentos realizados laparoscopicamente
pelos cirurgiões gerais incluem:
apendicectomia
,
herniorrafia
,
desbridamento de bridas
,
recessão intestinal
,
vagotomia
Melhor do que
realizar
,
é saber
quando

realizar
...
Materiais Específicos
• Agulha de Verress
• Trocáteres
• Pinças (5mm, 10mm): tesouras, porta-agulhas,
dissectores, Maryland, Babcock, afastador de
fígado, aspirador, pinças de preensão, etc.
• Aparelhos:
– Insuflador
– Fonte de luz para fibra óptica
– Transcodificador de imagem
– Monitor de vídeo
Etapas da Cirurgia
Conexão dos cabos e ajuste dos aparelhos
• Pneumoperitôneo
– Inserção da agulha de Verress (técnicas)
– Injeção de CO2 para criar pneumoperitôneo
• Colocação dos trocáteres
• Introdução da óptica e pinças
Conexão e ajuste dos aparelhos
Incisão na pele
Vantangens
Redução desconforto do paciente
Reduzido tempo de internação
Estética
Desvantagens
Alto custo
Necessidade de anestesia geral
Equipamento dependente
Princípio de Halsted
“manipulação cuidadosa dos tecidos”
Avanços na tecnologia de
fibras óticas
,
junto aos
novos instrumentos
possibilitaram
minimizar a extensão

do
trauma cirúrgico
decorrente
da
exposição
e
dissecção
ÓTICA
Fornece imagens ampliadas
Tubo metálico rígido
Sistema de lentes especiais ao centro
Cílindrico e alongado
Câmera de vídeo
Transmitir a imagem final a unidade de processamento ao qual se liga
Reconstrução de imagem
Funções: White Balance e Gain
Monitor
Função similar a TV, sem seletor de canais e melhor resolução de imagem
Ter pelo menos 14 polegadas
Fonte de Luz
Lâmpada de xenônio ou halogênio
Cabo transmissor de fibra óptica
Toda fonte possui ventilador
Insuflador
Injeta CO2 na cavidade em uma pressão de 14mmHg
Velocidade de fluxo (L/min)
Quando houve diminuição do pneumoperitôneo, a insuflação ocorre
Instrumental Básico
Agulha de Verres
Trocateres
Redutores
Afastadores
Pinças de dissecção e pressão
Tesouras
Dissectores (Hook)
Porta Agulhas
Clipadores
Grampeadores
Aspirador
Dificuldade para realizar
Pneumoperitôneo
Punção de víscera oca (teste de aspiração)
Cirurgias prévias: aderências/bridas
Posicionamento incorreto da agulha
Técnica de confecção
Incisão umbilical de 10mm
Pinçamento da região periumbilical
Tração para cima
Punção com agulha de Verress em
direção inferior
Possíveis aderências
Complicações de pneumoperitônio
Enfisema subcutâneo
Enfisema espaço pré peritoneal
Insuflação de víscera oca
Pneumotórax e pneumomediastino
Embolia Gasosa
Trocateres
Porta abertas para instrumentos
Introdução de pinças e outros instrumentos
Metálicos ou descartáveis
Calibre Variável
2 peças: externa (cânula) e interna (mandril)
Grandes cirurgiões,
Grandes incisões
Hasson
método seguro,
com poucas complicações
Técnica onde a aponeurose do
umbigo é exposta e o orifício umbilical,
permitindo a passagem de um trocarte de
5mm sem o seu mandril cortante
Técnica semi-aberta
Videocirurgia avançada
Bibliografia
Operative Thoracic Surgery Fifth Edition Hardcover – 25 Aug 2006
by Larry R Kaiser (Editor), Glyn Jamieson (Editor)
Atlas of Thoracoscopic Surgery - 1st Edition
by Mark J. Krasna (Author), M.D. Krasna Mark (Author)
SABISTON, D.C.JR. et al. - Tratado de cirurgia: As Bases Biológicas da Prática Cirúrgica Moderna. 17ª edição
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