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Persas, fenícios e hebreus Esquema de aula 7

Esquema de aula 7 (p.83-92 da apostila)
by

Vinicius Galleazzo

on 27 September 2012

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Transcript of Persas, fenícios e hebreus Esquema de aula 7

Esquema de aula 7
Capítulo 9: Persas, fenícios e hebreus
(p.83-92 da apostila) I) O Império Persa

O planalto do Irã fica entre a Mesopotâmia e a Índia; nessa região, na Antiguidade, viviam os medos e os persas. No início eram os medos que dominavam a região; os persas passaram a controlar o território por volta de 550 a.C., liderados por Ciro, xá da Pérsia.

Ao longo do tempo, os persas conquistaram as regiões vizinhas, formando um dos maiores impérios de toda a Antiguidade, que se estendia do mar Mediterrâneo até o rio Indo (conferir o mapa da p.84 do MD). Os persas tentaram até conquista a Grécia, sob o comando dos xás Dario e Xerxes, mas foram derrotados e conquistados por Alexandre da Macedônia, em 330 a.C. (estudaremos esse assunto com mais detalhes no capítulo 13) Para facilitar o governo de um imenso império, o xá Dario dividiu o império em províncias, chamadas satrapias. Os governadores dessas satrapias eram homens de confiança do xá, denominados sátrapas. Mas para fiscalizar os sátrapas foram criados também fiscais, chamados de “olhos e ouvidos do rei”. Os persas também construíram inúmeras estradas, como a Estrada Real, por onde passavam os correios, as tropas do exército e os comerciantes.

Os persas eram tolerantes com os povos conquistados, permitindo que esses mantivessem suas leis, seus costumes, línguas e religião. No entanto, exigiam impostos e convocavam os homens para o serviço militar. A religião dos persas era bastante diferente das religiões politeístas. Eles acreditavam no zoroastrismo, ou mazdeísmo, crença surgida com o profeta Zoroastro, ou Zaratustra, que viveu entre 628 e 551 a.C. Para essa religião, existem apenas dois deuses (dualismo ou maniqueísmo): o deus do bem (Ormuz ou Ahura-Mazda), representado pela chama do fogo, e o deus do mal (Arimã), representado pela serpente.

Os seguidores do zoroastrismo devem praticar o bem e a justiça, como forma de adorar Ormuz. Dessa forma o bem, que está em constante luta contra o mal, sairá vitorioso no dia do Juízo Final, quando as pessoas boas ressuscitarão e viverão eternamente em um paraíso (pardes, em farsi). Na Fenícia não havia um governo centralizado, mas muitas cidades-Estado, como Tiro, Sídon, Beritos e Biblos, que eram rivais umas das outras. Muitas dessas cidades expandiram seu poder para outras regiões do Mediterrâneo, fundando colônias comerciais no norte da África (como Cartago, na Tunísia) e no sul da Europa (como Cádiz, na Espanha).

Os fenícios eram politeístas e chegaram a praticar sacrifícios humanos. Sua sociedade era hierarquizada, com destaque para comerciantes e navegadores. Eram também excelentes artesãos, produzindo armas e objetos de bronze, vidros e tecidos.

A principal contribuição fenícia à humanidade foi a criação de um alfabeto com apenas 22 letras (todas consoantes), bem mais simples em relação às escritas hieroglífica e cuneiforme. Esse sistema foi criado provavelmente para facilitar o registro das atividades comerciais e foi tão eficaz que os gregos copiaram-no, introduzindo as vogais. III) Hebreus

Os hebreus foram um dos primeiros povos a adorar um único deus (monoteísmo). O nome desse deus é Javé, que não pode ser representado em esculturas ou pinturas. Foi dessa crença que surgiu as três grandes religiões monoteístas do mundo atual: judaísmo, cristianismo e islamismo.

A crença dos hebreus está descrita no Antigo Testamento da Bíblia, que também é uma das fontes históricas para conhecer esse povo. Na atualidade, as principais fontes históricas para estudar os hebreus são as descobertas arqueológicas. Segundo o Antigo Testamento, o povo hebreu originou-se do patriarca Abraão, que saiu de Ur, na Mesopotâmia, e migrou para a Palestina, onde viveu como nômade, assim como os seus descendentes. Após uma grande seca na região, os descendentes de Abraão migraram para o Egito, onde teriam sido escravizados e de onde teriam sido libertados por Moisés, que os conduziu de volta à Palestina, durante o Êxodo. Nessa viagem, Moisés recebeu os Dez Mandamentos, que se tornaram a principal orientação para os hebreus.

Na Palestina, os hebreus tiveram de lutar contra os habitantes locais, os cananeus, liderados por juízes, como Sansão. Após a conquista da terra, os hebreus estabeleceram uma monarquia; seus três primeiros reis foram Saul, Davi e Salomão. Foi no reinado de Salomão que o Templo de Jerusalém foi construído, passando a ser considerado a morada de Javé na Terra. Após a morte de Salomão os hebreus dividiram-se em dois reinos, o de Israel, ao norte, e o de Judá, ao sul. Enfraquecidos, os dois reinos foram conquistados: Israel foi conquistado pelos assírios, em 722 a.C., e Judá pelos caldeus, em 580 a.C. Nessa data, o rei Nabucodonosor destruiu o Templo de Jerusalém e levou parte da população de Judá para sua capital (Cativeiro da Babilônia).

Quando os persas derrotaram os caldeus, Ciro permitiu o retorno dos hebreus à sua terra bem como a reconstrução do Templo de Jerusalém. Os hebreus, no entanto, foram conquistados depois por macedônios e romanos. Após uma grande revolta contra Roma, a partir de 70 d.C., os hebreus, já conhecidos como judeus, foram expulsos da Palestina, tiveram seu Templo destruído e só puderam retornar àquela região no século XIX d.C. II) Fenícios

Os fenícios desenvolveram sua civilização às margens do mar Mediterrâneo oriental, onde hoje se encontra o Líbano e a Síria. Como a terra era escassa e pouco fértil para a agricultura, suas principais atividades econômicas foram a navegação e o comércio. Além dos portos naturais no litoral, os fenícios contavam com grande quantidade de madeira (cedro), nas montanhas do Líbano.

Os fenícios estavam entre o Egito e a Mesopotâmia, o que facilitava as trocas comerciais entre essas duas regiões. Por volta de 1400 a.C., os fenícios controlavam o comércio realizado ao longo do Mediterrâneo. Por causa de suas riquezas comerciais, as cidades fenícias foram sucessivamente atacadas por outros povos. unidade jardim
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