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Untitled Prezi

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by

Takesh Sato

on 25 August 2016

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Introdução a Microeconomia
ECONOMIA
Introdução a Microeconomia
política de preços da empresa
previsões de demanda e de faturamento
previsões de custos de produção
decisões ótimas de produção (escolha da melhor alternativa de produção, isto é, da melhor combinação de fatores de produção)
avaliação e elaboração de projetos de investimentos
política de propaganda e publicidade
localização da empresa
diferenciação de mercados (possibilidades de preços diferenciados, em diferentes mercados consumidores do mesmo produto)


Para as empresas, a análise microeconômica pode subsidiar as seguintes decisões:
Pressupostos básicos da análise microeconômica

Introdução a Microeconomia
A hipótese coeteris paribus:


Ao analisar um mercado específico parte-se da hipótese de que tudo o mais permanece constante (
coeteris paribus).
Por exemplo, sabemos que a procura de uma mercadoria é normalmente mais afetada por seu preço e pela renda dos consumidores.




Divisão do estudo microeconômico
Introdução
Demanda de mercado
Conceito:
A procura depende de variáveis que influenciam a escolha do consumidor
Introdução

A microeconomia ou teoria dos preços analisa a formação de preços de bens e serviços e de fatores de produção em mercados específicos. É o estudo do funcionamento da oferta e da demanda na formação do preço, predominando a visão de mercado como uma interação entre empresa e consumidor.

Abordagem econômica:

custos de oportunidade ou implícitos;
agentes da demanda;
empresa: capital, trabalho, terra e tecnologia;
empresário: sujeito da atividade econômica;
objeto: complexo de bens corpóreos e incorpóreos;
empresa: complexo de relações jurídicas que unem o sujeito ao objeto da atividade econômica.

Análise da demanda: teoria da demanda divide-se em teoria do consumidor e teoria da demanda de mercado.

Análise da oferta: teoria da oferta de um bem ou serviço subdivide-se em oferta da firma individual e oferta de mercado. Abordagens:

Teoria da produção: analisa as relações entre quantidades físicas do produto e fatores de produção.

Teoria dos custos de produção: incorpora quantidades físicas e preços dos insumos.

DEMANDA , OFERTA E EQUILIBRIO DE MERCADO
Utilidade:

Grau de satisfação do consumidor com os bens e serviços que podem ser adquiridos no mercado.

É a qualidade que os bens econômicos possuem para satisfazer as necessidades humanas.

Aspectos psicológicos ou preferenciais, difere de cada consumidor.




Introdução
Utilidade Total e Utilidade Marginal
Utilidade total: tende a aumentar quanto maior a quantidade consumida do bem ou serviço.

Utilidade marginal: é a satisfação adicional obtida pelo consumo de mais uma unidade do bem, é decrescente, pois o consumidor vai perdendo a capacidade de percepção da utilidade.

Quantidade de certo bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir em determinado período de tempo.
Demanda de mercado

Relação entre quantidade procurada e preço do bem: a lei geral da demanda

Lei geral da demanda
: relação inversamente proporcional entre quantidade procurada e o preço do bem, que pode ser expressa pela curva ou escala de procura, revelando as preferências dos consumidores.

Qd=f(P)

Qd= quantidade procurada de determinado bem ou serviço, num dado período de tempo
P= preço do bem ou serviço.



Outras variáveis que afetam a demanda de um bem
Renda dos consumidores: bem normal, bens inferiores, bens superiores e bens de consumo saciado.

Preços de outros bens e serviços: bens substitutos ou concorrentes e bens complementares.

Hábitos e preferências dos consumidores.

Outros fatores específicos: efeitos sazonais, localização, condições de crédito, etc.

Demanda do bem X = f (preço X, preços dos bens substitutos do bem X, preço dos bens complementares do bem X, renda dos consumidores, preferência dos consumidores)

Distinção entre demanda e quantidade demandada
Demanda: escala ou curva que relaciona os possíveis preços a determinadas quantidades.

Quantidade demandada: ponto específico da curva relacionando um preço a uma quantidade.

Oferta de mercado
Oferta:
várias quantidades que os produtores desejam oferecer ao mercado em determinado período de tempo, dependendo de inúmeros fatores (preço, custo, fatores de produção, metas ou objetivos dos empresários, etc.).
(lei geral da oferta)

Q =f (P)

Q = quantidade ofertada de um bem ou serviço, num dado período
P= preço do bem ou serviço

Oferta do bem ou serviço= f (preço de X, custos dos fatores de produção, nível de conhecimento tecnológico, número de empresas no mercado)


Oferta e quantidade ofertada
Oferta: escala.

Quantidade ofertada: ponto específico da curva da oferta.

O aumento no preço do bem provoca um aumento da
quantidade ofertada
, enquanto uma alteração nas outras variáveis (custos de produção, nível tecnológico)
desloca a oferta.
Equilíbrio de mercado
A lei da oferta e da procura: tendência ao equilíbrio
A interação das curvas da demanda e de oferta determina o preço e a quantidade de equilíbrio de um bem ou serviço em um dado mercado.

Se a quantidade ofertada se encontrar abaixo daquela de equilíbrio teremos uma situação de escassez do produto.

Se quantidade ofertada se encontrar acima do ponto de equilíbrio haverá excesso ou excedente de produção.

Tendência natural: ocorre quando há competição tanto de consumidores como de ofertantes.

Deslocamento das curvas de demanda e oferta
Há vários fatores que podem provocar o deslocamento das curvas de oferta e demanda, com evidentes mudanças no ponto de equilíbrio.


Um deslocamento na curva de oferta afetará a quantidade de mercado e o preço de equilíbrio.

Política de preços mínimos na agricultura
Garantia de preços ao produtor agrícola, com o propósito de protegê-lo das flutuações dos preços no mercado.

Quando os preços mínimos são superiores aos preços de mercado, o produtor prefere vender sua produção ao governo do preço fixado anteriormente, quanto a isso o governo pode estipular:

Política de compras: comprar o excedente ao preço mínimo.

Política de subsídios: pagar subsídio no preço.

Tabelamento
Intervenção do governo no sistema de preços de mercado para coibir abusos por parte dos vendedores.

Controlar preços de bens de primeira necessidade

Refrear o processo inflacionário. (Plano Cruzado, Bresser, Collor)
Conceito de elasticidade
Mede a sensibilidade a sensibilidade, resposta, reação de uma variável, em face de mudanças em outras variáveis, ou uma alteração percentual em uma variável, dada uma variação percentual em outra, coeteris paribus.
Elasticidade-preço da demanda
Formas de cálculo
Elasticidade num ponto específico
: quando calculamos a elasticidade apenas para um dado preço e quantidade.

Elasticidade no ponto médio
:
em vez de utilizar apenas um ponto, consideram-se as médias de preços e de quantidades em um dado trecho da demanda.

Incidência tributária e elasticidade-preço da demanda
Quanto mais inelástica for a demanda maior será a proporção do imposto repassada ao consumidor.

Quanto mais elástica for a demanda, menor será a proporção repassada ao consumidor e maior a parcela paga pelo produtor.

Elasticidade-renda da demanda
O coeficiente de elasticidade-renda da demanda mede a variação percentual da quantidade da mercadoria comprada resultante de uma variação percentual na renda do consumidor.

Bem inferior: quando a elasticidade-renda da demanda é negativa.
Bem normal: quando a elasticidade-renda é positiva, mas menor que 1.
Bem superior: quando a elasticidade-renda é positiva e maior que 1.

Discussão na literatura econômica: deterioração dos termos de troca no comércio internacional.
Bens manufaturados de alta elasticidade-renda possui vantagens em relação aos exportadores de produtos básicos de baixa elasticidade.

Elasticidade-preço
cruzada da demanda

Mede a mudança percentual na quantidade demandada do bem quando se modifica percentualmente o preço de outro bem.

Bens substitutos: elasticidade-preço cruzada da demanda é positiva.

Bens complementares: elasticidade-preço cruzada da demanda é negativa.

Elasticidade-preço da oferta
Resultado da elasticidade será positivo, pois a correlação entre preço e quantidade ofertada é direta. Quanto maior o preço, maior a quantidade disposta para se ofertar.

Pode ser calculada em um ponto específico ou em um ponto médio.

Corrente estruturalista
: aponta a elasticidade da oferta de produtos agrícolas como principal causa da inflação.

Curva de procura do bem
Distinção entre demanda e quantidade demandada
Alteração na Demanda
Escala de oferta
Preço ($) Quantidade ofertada
1,00 1.000
3,00 3.000
6,00 6.000
8,00 8.000
10,00 10.000

Curva de oferta do bem
Preço
Quantidade
Procurada
Ofertada
Situação de mercado
1,00
3,00
6,00
8,00
10,00
11.000
9.000
6.000
4.000
2.000
1.000
3.000
6.000
8.000
10.000
Excesso de procura (escassez de oferta)
Excesso de procura (escassez de oferta)
Equilibrio entre oferta e demanda
Excesso de oferta (escassez de procura
Excesso de oferta (escassez de procura
Deslocamento do PE
Fixação do preço mínimo
Papel dos preços relativos:

Na análise microeconômica, são mais relevantes os preços relativos, isto é, os preços de um bem em relação aos demais, do que os preços absolutos (isolados) das mercadorias.

Por exemplo, se o preço do guaraná cair em 10%, mas também o preço da soda cair em 10%, nada deve acontecer com a demanda dos dois bens (demais variáveis permaneçam constantes).
Permanecendo constante, se cair apenas o preço do guaraná, ficando inalterado o preço da soda, deve-se esperar um aumento na quantidade procurada de guaraná, e uma queda na de soda. Embora não tenha havido alteração no preço absoluto da soda, seu preço relativo aumentou, quando comparado com o do guaraná.


Pressupostos básicos da análise microeconômica

Pressupostos básic
os da análise microeconômica


Objetivos da Empresa

Análise tradicional aponta para o princípio da racionalidade, a busca do empresário pela maximização dos lucros, mas outras correntes apontam para aumento da participação nas vendas do mercado ou maximização da margem sobre os custos de produção.
Aplicações da análise microeconômica

Preocupa-se em explicar como se determina o preço dos bens e serviços, bem como dos fatores de produção.

Procura responder, também, a questões aparentemente triviais; por exemplo, por que, quando o preço de um bem se eleva, a quantidade demandada desse bem deve cair, coeteris paribus.

Ferramenta útil para estabelecer políticas e estratégias, dentro de um horizonte de planejamento, tanto ao nível de empresas quanto ao nível de política econômica.


Como auxiliar de política econômica, a Teoria Microeconômica pode contribuir na análise e tomada de decisões das seguintes questões:
> efeitos de impostos sobre mercados específicos
> política de subsídios (nos preços de produtos )
> fixação de preços mínimos na agricultura
> controle de preços
> política salarial
> política de tarifas públicas (água, luz etc.)
> política de preços públicos (petróleo, aço etc.)
> leis antitruste (controle de lucros de monopólios e oligopólios


Teoria do valor-utilidade:
contrapõe-se à teoria do valor-trabalho, pressupondo que o valor de um bem se forma por sua demanda, sendo portanto subjetiva e leva em conta que o valor nasce da relação do homem com os objetos.

Visão utilitarista: prepondera a soberania do consumidor. Pilar do Capitalismo
DEMANDA , OFERTA E EQUILIBRIO DE MERCADO
DEMANDA , OFERTA E EQUILIBRIO DE MERCADO

Teoria do valor-trabalho:
considera que um bem se forma do lado da oferta, por meio dos custos do trabalho incorporados ao bem. O Valor do bem surge da relação social entre homens, por isso a teoria é objetiva, ou seja, depende de custos de produção.

Valor de uso:
utilidade que o produto representa para o consumidor.

Valor de troca:
se forma pelo preço do mercado, pelo encontro da oferta e da demanda do bem
DEMANDA , OFERTA E EQUILIBRIO DE MERCADO
Escala de Procura
Efeito substituição:
surge de uma alteração do preço relativo de um bem e sempre move a quantidade demandada no sentido oposto ao da mudança de preço. Quando o preço é reduzido, o efeito substituição trabalha no sentido de aumentar a quantidade demandada. Quando o preço se eleva, o efeito substituição trabalha para reduzir a quantidade demandada. À medida que o preço de um bem cai, o consumidor substitui por ele os bens cujos preços não foram alterados. (fósforo, isqueiro)

Efeito Renda:
alteração de preço provoca impacto na quantidade demandada que surge de uma mudança no poder de compra com relação a dois bens. Uma queda de preço aumenta o poder de compra, enquanto uma elevação de preço reduz o poder de compra. À medida que o preço de um bem diminui, o poder de compra do consumidor aumenta provocando uma mudança na quantidade demandada de um bem.
Efeitos que causam a queda da quantidade demandada:
Interferência do governo
no equilibrio de mercado
Intervém na formação do preço quando fixa impostos
Subsídios
Reajusta salário mínimo
Fixa preços mínimos para produtos agricolas
Decreta tabelamentos
Congela preços e salários

Estabelecimento de Impostos
Impostos Indiretos: incidentes sobre o consumo ou sobre as vendas (Icms, IPI)
Impostos Diretos: incidentes sobre a renda e o patrimômio das pessoas físicas (IR e IPTU)
Estabelecimento de Impostos
Imposto Específico:
o valor do imposto é fixo, independemente do valor da unidade vendida.
Imposto ad valorem:
é um percentual (aliquota) aplicado sobre o valor da venda.
Conceito jurídico de incidência:
refere-se a quem recolhe o imposto aos cofres públicos.


Conceito econômico de incidência:
diz respeito a quem arca efetivamente com o ônus.
Incidência Tributária
Conceito
É uma medida que indica a sensibilidade da procura face a alterações no preço de um bem, mantendo todas as outras coisas constantes.
Preço e quantidade demandada é inversa, uma alteração positiva de preços haverá uma variação negativa na quantidade demandada.
Demanda elástica
: Se a elasticidade-preço do bem for maior que 1,00 diz-se que a demanda por esse bem é elástica. A variação percentual na quantidade excede a variação percentual no preço. Ou seja, os consumidores são bastante sensíveis a variações no preço. Em caso de aumento de preços, diminui significativamente o consumo; Epd>1


Demanda inelástica
: Se a elasticidade-preço do bem for menor que 1,00 diz-se que a demanda por esse bem é inelástica. A variação percentual na quantidade é menor que a variação percentual no preço. Ou seja, os consumidores são relativamente insensíveis a variações no preço. Possui baixa sensibilidade; Epd < 1

Demanda de elasticidade-preço unitária
: Se a elasticidade-preço do bem for igual a 1,00 diz-se que a demanda por esse bem é de elasticidade neutra. A variação percentual na quantidade é igual à variação percentual no preço. Epd =1

Número puro
: é fornecido pelo conceito de elasticidade.
Elasticidade-preço da demanda
Fatores que influenciam o grau de elasticidade-preço da demanda
Existência de bens substitutos
: quanto mais bens substitutos houver para um bem, mais elástica será sua demanda
Essencialidade do bem:
se o bem é essencial, sua demanda será pouco sensível à variação de preço, portanto, demanda inelástica.
Importância do bem, quanto ao seu gosto, no orçamento do consumidor:
quanto maior o gasto referente a determinado bem (maior ponderação) em relação ao gasto total (orçamento) do consumidor, mais sensível torna o consumidor a alterações de preço (demanda mais elástica)
Relação entre receita total do produtor e o grau de elasticidade
Receita total do produtor, equivale ao gasto total dos consumidores, para uma dada mercadoria é igual `a quantidade vendida vezes seu preço unitário de venda.

RT = P x Q
Relação entre receita total
do produtor e o grau de elasticidade
Grau de elasticidade-preço da demanda
Demanda Elástica
: a redução no preço do bem tenderá a aumentar a receita total, pois o aumento percentual na quantidade vendida será maior do que a redução percentual do preço.
Relação entre receita total do produtor e o grau de elasticidade
Grau de elasticidade-preço da demanda
Demanda Inelástica:
aumento do preço provoca aumento da receita total, e redução de preço provoca diminuição da receita total.
Relação entre receita total do produtor e o grau de elasticidade

Grau de elasticidade-preço da demanda
Demanda de elasticidade unitária:
aumento ou redução no preço não afetam a receita total, já que o percentual de variação no preço corresponde a igual percentual de variação na quantidade.
Teoria da Produção

Introdução

A teoria da produção e a teoria dos custos de produção constituem a teoria da oferta da firma individual, seus princípios são importantes para a análise dos preços, do emprego dos fatores e de sua alocação. As teorias servem de base para a análise das relações entre produção e custo de produção.


CUSTOS DE PRODUÇÃO

Teoria da produção: preocupa-se com a relação técnica ou tecnológica entre a quantidade física de produtos (outputs) e de fatores de produção (inputs).




Produção:
processo de transformação dos fatores adquiridos pela empresa em produtos para a venda no mercado.


Processos de produção
: intensivos em mão-de-obra, intensivos em capital ou intensivos em terra.


Processo de produção simples
: produção de um único produto.


Processo de produção múltiplo:
quando é produzido mais de um produto.



Conceitos básicos da teoria da produção

Eficiência do método:
uso de menor quantidade de insumos para produzir uma quantidade equivalente de produtos.


Eficiência econômica:
é associada ao método de produção mais barato para produ
zir uma determinada quantidade de produto.
Conceitos básicos da teoria da produção

Função de produção

Relação que mostra quantidade física obtida do produto a partir da quantidade física utilizada dos fatores de produção em determinado período de tempo.

A melhor tecnologia de produção é uma questão de engenharia do que de economia.


q= f (N, K)
q= quantidade produzida do bem ou serviço;
N= quantidade utilizada de mão-de-obra;
K= quantidade utilizada de capital.







Curto prazo:
período em que pelo menos um fator de produção se mantém fixo, na função de produção.


Longo prazo:
quando todos os fatores da função de produção são considerados variáveis.





Produto total
: quantidade de produto obtido da utilização do fator variável, mantendo-se fixa a quantidade dos demais fatores.
Produtividade média do fator:
resultado do quociente da quantidade total produzida pela quantidade utilizada desse fator.

Produtividade média da mão-de-obra=
quantidade de produtos sobre/número de trabalhadores

Produtividade média do capital=
quantidade de produto/quantidade de máquinas

Produtividade média da terra=
quantidade produzida/área cultivada

Produtividade marginal da terra=
variação de produto/acréscimo de 1 unidade de área cultivada
A lei do rendimento decrescente é um fenômeno de curto prazo, com pelo menos um insumo fixo.

desemprego disfarçado: agricultura de subsistência.

Análise de longo prazo: hipótese de que todos os fatores são variáveis. A suposição de que todos os fatores de produção variam dá origem aos conceitos de economias ou deseconomias de escala.

q= f (N,K)





Rendimentos constantes de escala:
quando a variação do produto total é proporcional à variação da quantidade utilizada dos fatores de produção.

Rendimentos decrescentes de escala:
quando a variação do produto é menos do que proporcional à variação da utilização dos fatores.

Pode ocorrer uma descentralização das decisões que faça com que o aumento de produção não compense o investimento feito.

O objetivo básico de uma firma é maximizar os resultados quanto da realização da atividade produtiva, podendo ser conseguida quando for alcançada a:

Maximização da produção para um dado custo total; ou

Maximização do custo total para um dado nível de produção.

Equilíbrio da firma: situação de maximização dos resultados.



Custos fixos totais (CFT):
Parcela dos custos totais que independe da produção, decorrentes dos gastos com fatores fixos de produção (custos indiretos).


Custos de curto prazo

Custos Médios e Marginais:

Custo total médio: é obtido por meio do quociente entre o custo total e a quantidade produzida.

Custo variável médio: é o quociente entre o custo variável total e quantidadeproduzida.

Custo fixo médio: é o quociente entre o custo fixo total e a quantidade produzida.

Custo marginal: é dado pela variação do custo total em resposta a uma variação da quantidade produzida.


O comportamento do custo total e do custo médio de longo prazo está ligado ao tamanho ou dimensão da planta escolhida para operar em longo prazo.



Custos privados e custos sociais:
As externalidades ou economias externas

Externalidades: alterações de custos e benefícios para a sociedade derivadas da produção das empresas ou das alterações de custos e receitas de fatores externos.

Externalidade positiva: quando uma unidade econômica cria benefícios para outras, sem receber pagamento por isso.

Externalidade negativa: quando uma unidade econômica cria custos para outras, sem pagar por isso.

Ótica privada: custos efetivos como mão-de-obra, materiais, etc.

Ótica social: externalidades provocadas pelo empreendimento.


Custos: gastos associados ao processo de fabricação de produtos.

Custos diretos: custos variáveis;
Custos indiretos: custos fixos.

Despesas: associadas ao exercício social e alocadas para o resultado geral do período.

Conceito fixos também engloba as despesas financeiras, comerciais e administrativas.

Exceção: teoria da organização industrial.


Maximização do lucro total: no curto ou no médio prazo.

Lucro total= receita total de vendas – custo total de produção

Maximização do lucro em um nível de produção que:

RMg da última unidade produzida = CMg da última unidade produzida



Conceitos

Lucro contábil:
rendimento atribuído especificamente ao capital investido diretamente por uma empresa. Em geral, o lucro consiste na diferença entre a receita e a despesa de uma empresa incorridos em um determinado período (custos contábeis, explicitos)

Lucro normal:
inclui a remuneração do empresário, seu custo de oportunidade.

Lucro extraordinário:
resultado dos fatores que criaram a situação de monopólio, e que permitem ao monopolista auferir um lucro acima do lucro normal.
F
F
Produtividade marginal de mão-de-obra= variação de produto/acréscimo de 1 unidade de mão-de-obra
Elevando-se a quantidade do fator variável, permanecendo fixa a quantidade dos demais fatores, a produção inicialmente aumentará a taxas crescentes;

Depois de certa quantidade do fator variável, continuará a crescer, mas a taxas decrescentes;

Continuando o incremento da utilização do fator variável, a produção total chegará a um máximo, para então decrescer.
Economias de escala: resposta da quantidade produzida a uma variação da quantidade utilizada de todos os fatores de produção.




Custos totais de curto prazo: compostos por parcelas de custos fixos e de custos variáveis;

Custos totais de longo prazo: formados somente por custos variáveis
Diferenças entre a visão econômica e a visão contábil-financeira dos custos de produção:

O conceito de break-even point


Ponto de equilíbrio representa o nível de produção em que a receita total é igual ao custo total e a partir do qual a empresa passa a gerar lucros.
TEORIA DA PRODUÇÃO
Teoria dos custos de produção: relaciona a quantidade física de produtos com os preços dos fatores de produção.
TEORIA DA PRODUÇÃO
Teoria da Produção


Fatores de produção variáveis: quantidades utilizadas variam quando se altera o volume da produção.

Fatores de produção fixos: quantidades não muda quando a quantidade do produto varia.
Fatores fixos e fatores variáveis de produção > curto e longo prazos
Relações entre quantidade produzida e quantidade utilizada dos fatores
Relações entre quantidade produzida e quantidade utilizada dos fatores
O curto prazo em uma função de produção, a quantidade produzida só depende de uma variação da quantidade utilizada do fator variável (MO).

Análise de curto prazo
Uma função de produção simplificada depende de apenas dois fatores (fixo e variável)
q=f(N,K)
q= quantidade
N = mão de obra (fator variável)
K = capital (fator fixo)
Conceitos de produto total, produtividade média e produtividade marginal
PRODUTIVIDADE MARGINAL DO FATOR
Produtividade marginal do capital= variação de produto/acréscimo de 1 unidade de capital
No caso da agricultura:
Lei dos rendimentos decrescentes:
Produção e produtividades média e marginal de um fator variável
Gráfico Produto Total
Gráfico Produtividade média e Marginal
@@@@
#####
PT
XXXXXXX
Gráfico Produtividade Média e Marginal
Gráfico Total
Análise de Longo Prazo
Análise de Longo Prazo
Rendimentos crescentes de escala: quanto a variação na quantidade do produto total é mais do que proporcional à variação da quantidade dos fatores de produção.
Causas dos rendimentos crescentes de escala:

Maior especialização no trabalho;

Existência de indivisibilidades entre os fatores de produção.
Análise de Longo Prazo
Total das despesas realizadas pela firma a partir da combinação mais econômica dos fatores que resultará em determinada quantidade de produto.
Custos de Produção
Introdução
Custos totais de produção:
CT = CVT + CFT
Custos variáveis totais (CVT):
Parcela dos custos totais, que dependem da produção e por isso muda com a variação do volume de produção. Representam as despesas realizadas com os fatores variáveis de produção (custos diretos).

Custos Totais de Produção
Divisão da análise dos custos de produção
Lei dos custos crescentes: lei da teoria dos rendimentos decrescentes, da teoria da produção, aplicada à teoria dos custos da produção.
Curvas de Custos Totais
Curvas de Custos Médios e Marginais
Custos de longo prazo
Custos de longo prazo
Custo Médio de Longo Prazo
Custos de oportunidade versus custos contábeis

Custos contábeis:
custos explícitos, que envolvem dispêndio monetário;

Custos de oportunidade:
custos implícitos, relativos aos insumos que pertencem à empresa e que não envolvem desembolso monetário.
Visão Econômica é mais global observando mais o mercado

Visão Contábil-financeira é focalizada no detalhamento dos gastos da empresa especifica
Diferenças de Conceitos:

-custos de oportunidade e custos contábeis
- externalidades (custos privados e custos sociais)
- custos e despesas
Diferenças Visão Econômica x Visão Contábil
Utilidade do Custo de Oportunidade
-o capital que permanece parado na empresa (aplicação no mercado financeiro)

-quando a empresa tem prédio próprio (outras oportunidades)

-quanto os proprietários ou acionistas ganhariam se aplicassem em outras atividades

Custos versus despesas
Maximização dos Lucros
Custo de oportunidade do capital:

Ganho alternativo que os proprietários aufeririam se empregassem o capital em outra atividade ou aplicação.
Lucro Normal

É o valor que mantém o proprietário numa dada atividade (alternativas mercado financeiro ou outro negócio)
Lucro Extraordinário ou Econômico

É o lucro que excede o lucro normal
Capítulo 6
Exercícios
1. Qual o papel dos preços relativos na análise microeconômica?
R: Os preços relativos têm papel fundamental, pois a escolha dos agentes econômicos é baseada nas diferenças de preços dos bens (os preços relativos entre os diferentes bens e serviços) e não nos preços absolutos.



2. O estabelecimento comercial pode ser conceituado sob duas óticas: a econômica e a jurídica. Explique cada uma delas.

R: Para a Economia, empresa ou estabelecimento comercial é a combinação dos fatores de produção: capital, trabalho, terra e tecnologia, de tal modo organizados para se obter o maior volume possível de produção ou de serviços ao menor custo.
Para a doutrina jurídica, reconhece-se o estabelecimento como uma universalidade de direito, incluindo-se na atividade econômica um complexo de relações jurídicas entre o empresário e a empresa. O empresário é, assim, o sujeito da atividade econômica, e o objeto é constituído pelo estabelecimento, que é o complexo de bens corpóreos e incorpóreos utilizados no processo produtivo. A empresa, nesse contexto, é o complexo de relações jurídicas que unem o sujeito ao objeto da atividade econômica.


3. No raciocínio econômico, qual a importância da hipótese do coeteris paribus?

R: Num contexto de equilíbrio parcial, no qual observamos apenas a oferta e a demanda de um determinado mercado, utilizamos esta hipótese para que alterações em outras partes da economia não interfiram na nossa análise de forma a alterar o equilíbrio. Com isso, obtemos um estudo mais simples e objetivo das variáveis que influenciam mais diretamente o comportamento dos agentes econômicos neste mercado (obtemos um efeito “puro” ou “líquido” de cada uma dessas variáveis).


4. Qual o principal campo de atuação da Teoria Microeconômica?


R: Os campos de atuação da Teoria Microeconômica, preocupada na determinação do preço de bens e serviços e dos fatores de produção, estão relacionados ao planejamento estratégico das empresas, bem como à política e programação econômica do setor público.


5. Como se divide o estudo microeconômico?

R: A teoria microeconômica se divide em:
1) Análise da Demanda: Na qual temos
1.1) Teoria do consumidor:
1.2) Teoria da Demanda de Mercado
2) Análise da Oferta: Baseada na Teoria da Produção
3) Análise das Estruturas de Mercado
4) Equilíbrio Geral
Exercícios
1. Conceitue a função demanda. Que diferenças há entre demanda e quantidade demandada

R: Função demanda de um bem ou serviço é a relação matemática entre a quantidade demandada e o preço do bem ou serviço. A diferença entre demanda e quantidade demandada é que por demanda entende-se toda a curva que relaciona os possíveis preços a determinadas quantidades, enquanto por quantidade demandada devemos entender um ponto específico da curva relacionando preço a uma quantidade.


2. Conceitue a função oferta. De que variáveis depende a oferta de uma mercadoria

R: A Função oferta de um bem ou serviço é a relação matemática entre a quantidade ofertada e o preço desse bem ou serviço. Além do preço do bem, a oferta de um bem ou serviço é afetada pelos custos dos fatores de produção (matérias-primas, salários, preço da terra), por alterações tecnológicas e pelo aumento do número de empresas no mercado.
3. Por que o governo costuma estabelecer preços mínimos (garantidos) para os produtos agrícolas

R: Porque visa proteger os produtores agrícolas de flutuações dos preços de mercado, evitando uma redução na renda agrícola no caso de uma queda acentuada nos preços (devido, por exemplo, uma superprodução dadas condições climáticas favoráveis).
4. Sobre a elasticidade-preço da demanda:
a) Quais os fatores que influenciam a elasticidade-preço da demanda
b) Por que a elasticidade da demanda de sal é zero
c) Por que, quando a demanda é inelástica, aumentos do preço do produto podem elevar a receita total dos vendedores

R: a) Os fatores que influenciam o grau de elasticidade-preço da demanda são: Disponibilidade de bens substitutos, Essencialidade do bem, Importância do bem quanto a seu gasto no orçamento do consumidor.
b) Porque o sal é um bem essencial, não há bens substitutos disponíveis e sua importância no gasto do orçamento é desprezível.
c) Porque a demanda se reduz menos que proporcionalmente a elevação dos preços, de modo que a receita total (quantidade vendida X preço) pode aumentar (a elevação do preço mais que compensa a queda na quantidade vendida).
5. Defina: elasticidade renda, elasticidade-preço cruzada da demanda e elasticidade-preço da oferta.

R: 1) Elasticidade-renda da demanda (ER): O coeficiente de elasticidade-renda da demanda mede a variação percentual da quantidade demandada resultante de uma variação percentual na renda do consumidor, coeteris paribus.
2) Elasticidade-preço cruzada da demanda (Exy): O coeficiente de elasticidade-preço cruzada da demanda mede a mudança percentual na quantidade demandada do bem x dada uma variação percentual no preço do bem y.
3) Elasticidade-preço da oferta (Epo): Mede a variação percentual da quantidade ofertada resultante de uma variação percentual do preço do bem ofertado.

Exercícios
1. Defina: produto, insumos e função de produção

R: Produto é o resultado do processo de transformação dos fatores adquiridos pela firma par criar bens e serviços a serem vendidos no mercado. Os insumos são os recursos humanos (trabalho e capacidade empresarial), capital, terra, utilizados neste processo, segundo uma dada tecnologia expressa pela função de produção, a qual nada mais é que a relação que mostra a quantidade física obtida do produto a partir da quantidade física utilizada dos fatores de produção num dado período de tempo.


2. Explique o significado da Lei dos Rendimentos Decrescentes.
R: A Lei dos Rendimentos Decrescentes diz que, a elevação da utilização do insumo variável, mantendo constante a quantidade do insumo fixo, gera acréscimos cada vez menores na produção, chegando, depois de determinado acréscimo do fator variável, a um produto máximo e depois decrescendo.


3. Defina produto total, produto marginal e produto médio. Mostre as principais relações entre esses conceitos

R: 1) Produto Total: É a quantidade do produto que se obtém da utilização do fator variável, mantendo-se fixa a quantidade dos demais fatores.
2) Produto Marginal: É a relação entre as variações do produto total e as variações da quantidade utilizada do fator variável em questão.
3) Produto Médio: É o resultado do quociente da quantidade produzida pela quantidade utilizada desse fator.
A relação entre os conceitos é dada por: Produto Total = Pmen X N, Pmgn = , além disso, sabemos que se o Produto Médio for crescente, o Produto marginal também será crescente.


4. Explique por que a maximização dos lucros ocorre onde a receita marginal iguala o custo marginal.

R: Consideremos primeiramente que RMg > CMg. Neste caso, o produtor teria um lucro positivo em aumentar a produção, pois o benefício desta unidade extra é maior que seu custo. Logo, na produção atual não estará maximizando lucros. Por outro lado, considere o caso RMg < CMg. Neste caso, o produtor teria um ganho reduzindo a produção, pois a economia em custos superaria a queda nas receitas, de modo que a produção atual novamente não maximiza lucros. Portanto, a única forma do produtor estar maximizando seu lucro é fazer RMg = CMg.


5. Mostre as diferenças entre a visão econômica e a contábil-financeira dos custos de produção.

R: As principais diferenças entre a visão econômica e a contábil-financeira são:
1) Custos de Oportunidade e custos contábeis: enquanto a avaliação contábil financeira está nos custos contábeis, que são os custos históricos de quanto a empresa efetivamente pagou para a compra e/ou aluguel dos insumos, a análise econômica se calca nos custos de oportunidade, que são os custos implícitos na possibilidade de ganho nos demais setores por meio da utilização dos recursos atualmente empregados na produção.

Capítulo 4
Capítulo 3/5
6) Pode ser definida como a quantidade de certo bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir em determinado período de tempo, é a definição mais utilizada de qual termo abaixo:

a)Oferta
b)Troca
c)Bens e serviços
d)Variáveis
e)Demanda
7)Com o crescimento real de apenas 1,8% em 2013, a alta na renda média do trabalhador brasileiro apresenta sinais de esgotamento. Com isso, o crescimento do país, sustentado nos últimos anos pelo consumo, deve ficar comprometido.(BRODBECK, Pedro. Renda do Brasileiro desalera e enfraquece o moto do PIB. Gazeto do provo: Londrina, 2014) Uma das variáveis que afetam a demanda é a renda dos consumidores, coeteris paribus. Baseando-se em seus conhecimentos sobre demanda, lei as afirmações abaixo:
I.A queda na renda do trabalhador brasileiro pode gerar um aumento na demanda por bens inferiores.
II.Quando a renda do trabalhador brasileiro diminui, a demanda por bens normais tende a diminuir.
III.Quando há queda na renda do trabalhador brasileiro, há aumento da demanda por bens superiores.
IV.Segundo a reportagem, citada acima, o aumento na renda do brasileiro gerará um aumento do consumo.
Estão corretas somente as afirmativas:
a)I e II
b)II e III
c)I, II e IV
d)III e IV
e)I e IV
8)A utilidade representa o Grau de Satisfação que os consumidores atribuem aos Bens e Serviços que podem adquirir no Mercado. Assim, assinale a alternativa correta quanto a definição de utilidade.

a)A utilidade é a qualidade que os direitos econômicos possuem de satisfazer as necessidades humanas.
b)A utilidade é a qualidade que os bens econômicos possuem de satisfazer as necessidades humanas.
c)A utilidade é a qualidade que os direitos econômicos possuem de satisfazer as necessidades da empresa
d)A utilidade é a qualidade que os bens econômicos possuem de satisfazer as prioridades humanas
e)A utilidade é a qualidade que os direitos econômicos possuem de satisfazer as prioridades da empresa
9)A teoria do valor utilidade contrapõe-se à chamada teoria do valor trabalho, porque:

a)pressupõe que o valor de um bem se forma por sua demanda, isto é, pela satisfação que o bem representa para o consumidor.
b)pressupõe que o valor de um bem se forma por sua oferta, isto é, pela satisfação que o bem representa para o empresário.
c)pressupõe que o valor de uma oferta se forma por sua demanda, isto é, pela satisfação que o bem representa para a demanda.
d)pressupõe que o valor de uma oferta se forma por sua demanda, isto é, pela insatisfação que o bem representa para o consumidor.
e)pressupõe que o valor de uma uma demanda se forma por sua oferta, isto é, pela insatisfação que o bem representa para o empresário.
6)Escolha entre as cinco opções abaixo, a correta definição da lei dos rendimentos decrescentes.

a)Aumento dos insumos fixos em busca de redução imediata nos custos produtivos no curto prazo.
b)Aumento na variação de insumos fixos e também em busca de redução de custos produtivos no longo prazo.
c)Fenômeno de curto prazo, onde acontece elevação dos insumos variáveis e é mantido ao menos um insumo fixo, o que gera menores acréscimos na produção.
d)Aumento na variação de insumos fixos em busca de redução de custos produtivos no longo prazo.
e)Aumento na variação de insumos e também variáveis em busca de redução de custos produtivos no longo prazo.
7) Para cada nível de produção é possível determinar o custo total de produção, conhecidos os preços dos fatores de produção. Desta forma, o custo total de produção resume-se no total das despesas realizadas com a utilização combinada e mais econômica ou otimizada desses fatores, obtendo assim a quantidade ideal do produto. Os custos totais de produção são divididos em custos variáveis totais e custos fixos totais.

Assinale a alternativa correta quanto aos custos variáveis totais:

a)Parcela dos custos totais que depende da produção, variando conforme o volume da mesma.
b)Parcela dos custos totais que não depende da produção, contudo variando conforme o volume da mesma.
c)Parcela dos custos totais que depende da produção, contudo variando conforme o "time" (tempo) da mesma.
d)Parcela dos custos totais que não depende da produção, variando conforme o "time" (tempo) da mesma.
e)Parcela dos custos totais que depende da produção, variando conforme o volume da produção e do "time" (tempo) da mesma.
8)Os custos totais de produção de uma empresa, no curto prazo, podem ser classificados em dois tipos: custos fixos totais (CFT) e custos variáveis totais (CVT). Em se tratando de CFT, é correto afirmar:

a)Pode ser denominado também como custos de oportunidades ou implícitos.
b)Se trata da parcela dos custos totais que independe da variação na produção da empresa.
c)São caracterizados pelo fato de serem compostos por parcelas de custos fixos e de custos variáveis.
d)É dado pela variaçãodo custo total em resposta a uma variação da quantidade produzida.
e)É obtido por meio do quociente entre o custo total variável e a quantidade produzida.
9)Os custos de produção são os custos que um ________enfrenta ao iniciar seu processo _______. É de fundamental importância para a firma o ______e a análise de seus custos para a organização e implementação de _____de aumento de ganhos. Assim, produção e custos são palavras que caminham pela mesma trilha, o que torna tão necessário o estudo de ambas. A partir da frase acima, assinale a alternativa que contém as palavras adequadas às lacunas.

a)agentes econômicos, produtivo, conhecimento, estratégias;
b)agentes ambiental, de estratégias, levantamento, conhecimento;
c)levantamento, de conhecimento, produto, estratégias;
d)conhecimento, de estratégias, agente ambiental, produção;
e)agente econômico, produtivo, levantamento, conhecimento;
10) Define-se Custo Total de Produção como o total das despesas realizadas pela firma com a utilização da combinação mais econômica dos fatores de produção, por meio da qual é obtida determinada quantidade de produto.
Os custos totais de produção (CT) são divididos em custos variáveis totais (CVT) e custos fixos totais (CFT). Leia atentamente as seguintes afirmativas:

a)Os custos variáveis totais (CVT) correspondem à parcela dos custos totais que depende da produção da empresa, e por isso muda com a variação do volume de produção.
I.Os custos variáveis totais (CVT) correspondem à parcela dos custos totais que depende da produção da empresa, e por isso muda com a variação do volume de produção.
II.Os custos fixos totais (CFT) correspodem à parcela dos custos totais (CT) que independe da variação na produção da empresa.
III.Os custos variáveis totais (CVT) correspondem à parcela dos custos totais (CT) que independe da variação na produção da empresa.
IV.Os custos fixos totais (CFT) correspondem à parcela dos custos fixos totais (CT) que depende da produção da empresa, e por isso muda com a variação do volume de produção.
V.Os custos variáveis totais (CVT) e os custos fixos totais (CFT) não se referem às parcelas dos custos totais (CT).

Em relação a essas afirmativas pode-se afirmar:

a)Somente a afirmativa V está correta.
b)Somente as afirmativas I e II estão corretas
c)Somente as afirmativas III e IV estão corretas
d)Somente as afirmativas III e V estão corretas
e)Somente as afirmativas IV e V estão corretas.
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É a relação entre variações do produto total e as variações da quantidade produzida do fator.
Paradoxo da água e do Diamante:
Água: (> utilidade total < utilidade marginal) necessário, barato e abundante
Diamante: (< utilidade total > utilidade marginal) supérfluo, caro e escasso
Preço do bem ou serviço, o preço dos outros bens, a renda do consumidor e o gosto ou preferência do indivíduo
Ponto E - intersecção das curvas de oferta e demanda (preço e a quantidade de equilibrio)
Ponto A - teremos uma situação de escassez do produto
Ponto B - teremos uma situação de excesso de oferta do produto
Horizonte de tempo
um intervalo de tempo maior permite que os consumidores de determinada mercadoria descubram mais formas de substituí-la quando seu preço aumenta.
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