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Pré-requisitos para a aprendizagem da leitura e da escrita

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by

Catarina Serra

on 18 May 2015

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Transcript of Pré-requisitos para a aprendizagem da leitura e da escrita

3.3- Consciência Fonológica
Conclusão
Thank you!
Pré- requisitos para a aprendizagem da leitura e da escrita
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de OIE II
Docente: Virgílio José Monteiro Rato

Realizado por:
- Ângelo Fontes
- Catarina Serra
- Margarida Eloy
- Raquel Simões

Sumário:
1- Introdução
2- Conceito de pré- requisitos para a aprendizagem inicial da leitura e da escrita
3- Tipos de pré- requisitos importantes para a aprendizagem inicial da leitura e da escrita
3.1- Domínio Percetivo e óculo- motor
3.1.1- Análise Visual
3.1.2- Acompanhamento visual
3.1.3- Coordenação viso- motora
3.1.4- Memória cinestésica
3.1.5- Esquema corporal
3.1.6- Lateralidade
3.1.7- Orientação Espacial
3.2- Domínio cognitivo
3.2.1- Memória
3.2.2- Desenvolvimento cognitivo
3.3- Domínio da Consciência Fonológica
3.3.1- Identificação e Manipulação Lexical
3.3.2- Identificação e manipulação silábica
3.3.3- Identificação e manipulação fonémica
3.4- Domínio das representações dos atos de leitura e escrita
3.4.1- Concepções precoces acerca da funcionalidade da linguagem
3.4.2- Concepções acerca dos aspetos figurativos da linguagem
4- Conclusão
5-Bibliografia




Introdução
A aprendizagem da leitura e da escrita é um dos marcos mais importantes no que diz respeito à educação formal e social da criança. Para uma criança o ato de ler e escrever é um símbolo de maturidade adquirida, sendo aliás a principal meta curricular do 1º ciclo do ensino básico, e um objetivo muito desejado.
A preparação da criança para o ato de ler e escrever, é um dos aspetos fulcrais para adquirir estas competências. É a exploração da temática que vamos abordar que nos permitirá perceber quais as componentes fundamentais para que esta aprendizagem ocorra.
Assim, o nosso trabalho irá focar-se em determinados aspetos relevantes, nomeadamente o conceito de pré- requisitos e os tipos de pré- requisitos importantes para a aprendizagem inicial da leitura e da escrita.

Como futuros professores e educadores achamos de extrema importância ter um conhecimento aprofundado acerca deste tema, e no fim deste trabalho pretendemos ser capazes de adquirir conhecimentos que nos ajudem a exercer a nossa profissão da melhor forma.

2- Conceito de pré- requisitos para a aprendizagem inicial da leitura e da escrita
O que são pré- requisitos?
"
Exigência prévia
e indispensável
para realizar algo
, alcançar um trabalho, exercer uma obrigação..."
Para uma criança aprender a ler e a escrever, necessita de ser portadora de determinadas capacidades que lhe permitam adquirir estas competências.
3.2- Domínio cognitivo
Cognição:

A cognição é algo que diz respeito aos processos mentais envolvidos na capacidade de armazenar, transformar e aplicar o conhecimento
.
Processos mentais associados:
- Inteligência;
-
Memória;
- Atenção;
- Linguagem.
entre outros (...)
3.2.1- A memória
A memória é o único domínio que temos que nos ajuda a reter informação. É o suporte de todos os processos de aprendizagem, sem ela não seríamos capazes de nos lembrar daquilo que aprendemos desde que nascemos até à morte.
Consiste em:
- Codificação;
- Armazenamento;
- Recuperação.
Tipos de memória
- Memória Sensorial
-Memória a curto prazo
- Memória a longo prazo
- Demora cerca de 0,5 segundos a ser retida no cérebro;

- É registada através de todos os órgãos do nosso corpo e não necessita de nenhuma atenção para inserir os dados;

- O material é codificado juntamente com a memória sensorial.

Ex: Uma criança toca na mão da mãe, a criança vai reter a informação doo cheiro e como a pele da mãe é macia, o material que é recolhido através deste tipo de memória é automaticamente transferido para a memória a curto prazo.
- Sistema temporário;

- A informação é guardada apenas enquanto vai ser utilizada;

- Apenas são utilizados os conteúdos necessários em dados momentos;

Ex: Testes

- Memória Relativamente duradoura;

- A informação é armazenada para ser utilizada posteriormente;

- Capacidade de armazenar grandes quantidades de informação durante grandes períodos de tempo;

- Ajuda na tomada de decisões;

- Permite-nos distinguir as informações relevantes das irrelevantes;

A memória e a aprendizagem
A memória é algo inerente à aprendizagem. Sem ela não era possível reter aquilo que aprendemos e recordar sempre que necessitamos ao longo do nosso dia-a-dia e da nossa vida.
3.2.2- Desenvolvimento cognitivo
Processo em que o ser humano adquire conhecimento através do mundo ao longo da sua vida .
Segundo Piaget...
"O desenvolvimento cognitivo é um processo de sucessivas mudanças qualitativas e quantitativas das estruturas cognitivas derivando cada estrutura de estruturas precedentes. Ou seja, o indivíduo constrói e reconstrói continuamente as estruturas que o tornam cada vez mais apto ao equilíbrio."
Estádios de desenvolvimento
Estádio Sensório- Motor
(dos 0 aos 2 anos)
- A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebé começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio;

- A inteligência é prática;

- As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento;

- A nível motor a criança começa a gatinhar, a cambalear e a manusear objetos com alguma dimensão como guizos, cubos.
Estádio pré-operatório
(dos 2 aos 7 anos)
- Interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior (sensório- motor);

- A criança é egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue colocar-se, abstratamente, no lugar do outro;

- Não aceita a ideia do acaso e tudo deve ter uma explicação ( fase dos porquês);

- Noção espacial desenvolvida;

-A criança já anda, já trabalha a motricidade global e aos poucos vai aprendendo a trabalhar utilizando as mãos.
Estádio das operações concretas
( dos 7 aos 12 anos)
- Criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade;

- Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração;

- Desenvolve a capacidade de representar uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada (reversibilidade);

- Domínio total da motricidade fina e global;

- Criança conhece bem o seu corpo e as várias funcionalidades.
Estádio das operações formais
( dos 12 anos em diante)
- A criança não se limita apenas à representação imediata nem somente às relações previamente existentes;

- As estruturas cognitivas da criança alcançam o seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todas as classes de problemas;

- Crianças desenvolvem a capacidade da abstração;

- Criança desenvolve o espirito crítico, a capacidade de demonstrar que tem uma opinião já formada e válida sobre um determinado tema.
Para uma criança conseguir ler ou escrever tem de passar por todos os estádios e mudanças com sucesso, porque para Piaget todas as aprendizagens estão integradas.
" Habilidade metalinguística que permite às crianças ter a consciência de que as palavras são constituídas por diversos sons e que podem ser divididas em unidades menores, os fonemas”.
A consciência fonológica está dividida em três tipos:
- consciência silábica (ao isolar sílabas) (ex: pra - tos) ;
- consciência intersilábica (ao isolar unidades dentro da sílaba (ex: pr.a] [t.os)
- consciência fonémica (ao isolar sons da fala) (ex: p.r.a.t.o.s).
Fatores que influenciam a consciência fonológica:
- Experiências fonológicas e desenvolvimento cognitivo de cada criança;
- Exposição formal ao sistema alfabético.
3.3.1- Identificação e Manipulação Lexical
A consciência lexical diz respeito à habilidade para segmentar a linguagem oral em palavras e manipular as palavras dentro das frases.
Existem dois tipos de léxico: O
ativo
e o
passivo.
Quando se começa a frequentar a escola, a consciência lexical das crianças é quase nula, é com a educação que começam a atribuir significados às palavras de forma a aprender a ler e a escrever.
3.3.2- Identificação e Manipulação Silábica
A consciência silábica é a capacidade de segmentar palavras em sílabas, exigindo que se execute em dois processos, a identificação e a discriminação de sílabas, sendo que o primeiro processo é facilitado quando as silabas estão isoladas.
Nas crianças em idade pré-escolar, esta capacidade tende a desenvolver-se naturalmente, mas não só nas crianças também nos analfabetos.
As manifestações de consciência silábica são observadas em:
-unidades silábicas, através de tarefas de contagem de sílabas;
-de segmentação de palavras em sílabas com o recurso a batimento de palmas;
3.3.3- Identificação e Manipulação Fonémica
A consciência fonémica é capacidade para manipular e isolar as unidades sonoras que constituem a palavra, reflete-se através da capacidade de segmentar, omitir ou substituir fonemas em palavras, bem como de evocar palavras com base no fonema inicial.
Enquanto a consciência de segmentos supra fonémicos se desenvolve de modo natural, o desenvolvimento da consciência fonémica necessita da introdução formal a um sistema de escrita alfabético. A preferência da consciência supra fonémica em relação à consciência fonémica é devido ao fato de que as sílabas isoladas são manifestadas como unidades discretas da fala, o que não ocorre com os fonemas.
Alguns estudos realizados por Sim-Sim e Veloso, “revelaram que as crianças portuguesas apresentavam um fraco ou inexistente desenvolvimento fonémico quando ingressam no primeiro ano da escolaridade”.
3.4- Domínio das representações dos atos de leitura e escrita
3.1- Domínio Percetivo e óculo- motor
3.1.1.- Análise Visual
A análise visual é um dos pré-requisitos mais importantes para a aprendizagem da língua escrita.
O perfeito funcionamento dos olhos, já é, por si só, um pré requisito muito importante para a aprendizagem da leitura e da escrita, chama-se este pré- requisito de habilidades visuais específicas.

Além do sistema visual intacto, é relevante que a criança em idade pré-escolar, seja submetida a um treino em perceção e discriminação de semelhanças e diferenças; perceção de formas e tamanhos; perceção de figura – fundo e memória visual.

3.1.2.- Acompanhamento Visual
O acompanhamento visual refere-se ao deslocamento dos olhos ao longo da linha, tanto no ato de ler como no ato de escrever.

3.1.3.- Coordenação Viso - motora

A coordenação viso - motora está presente sempre que um movimento dos membros superiores ou inferiores ou de todo o corpo responde a um estímulo visual de forma adequada.
A criança com problemas de coordenação viso - motora não consegue, por exemplo, traçar linhas com trajetórias pré determinadas, pois, apesar de todo o esforço, a mão não obedece ao trajeto previamente estabelecido.
3.1.4.- Memória Cinestésica
A memória cinestésica é a capacidade da criança reter os movimentos motores necessários à realização gráfica.
3.1.5.- Esquema Corporal
Esquema corporal é a consciência do corpo como meio de comunicação consigo mesmo e com o meio. É um elemento básico indispensável para a formação da personalidade da criança. É a representação relativamente global, científica e diferenciada que a criança tem de seu próprio corpo.
O esquema corporal é dividido em etapas:

1ª Etapa:
corpo vivido (até 3 anos de idade);

2ª Etapa:
corpo percebido ou descoberto (3 a 7 anos);

3ª Etapa:
corpo representado (7 a 12 anos).


3.1.6.- Lateralidade
A
lateralidade
trata-se do uso preferencial de um lado do corpo para a execução das actividades.
A
lateralidade contrariada
refere-se às pessoas, geralmente canhotos, que foram obrigados a mudar a preferência manual devido às pressões sociais e/ou familiares.
Fala-se em
lateralidade cruzada
quando não existe homogeneidade na preferência de um dos lados do corpo.
A diferença entre lateralidade contrariada e cruzada é que nesta última, não ocorreu a pressão social e/ou familiar para mudar a preferência lateral. Se esta pressão tivesse ocorrido, então, já não seria considerada cruzada, mas contrariada.

O termo ambidestria
é aplicado às pessoas que se socorrem de ambos os lados do corpo com a mesma habilidade e destreza.
3.1.7.- Orientação espacial
Segundo Frostig, a orientação espacial refere-se à “capacidade que um observador tem para perceber a posição de dois ou mais objectos em relação consigo próprio e em relação de uns com os outros”.
Existem três fases distintas que estão associadas à aprendizagem da linguagem escrita:

- Fase cognitiva;
- Fase do domínio;
- Fase da automização.

3.4.1- Concepções precoces acerca da funcionalidade da linguagem
Para que uma criança aprenda a ler e a escrever de forma satisfatória, é muito importante que tenha uma noção da função da leitura e da escrita.

Para que serve ler?
Para que serve escrever?
Porque quero aprender a ler e a escrever?
Onde se encontra a escrita?
São as experiências significativas e a regularidade com que a criança está exposta aos atos de leitura e escrita que irão influenciar a forma como esta os encara.
Existe uma diversidade de funções que vão sendo identificadas pelas crianças, surgindo associadas a atividades lúdicas/lazer, apoio à gestão de rotinas do dia-a-dia e a necessidades comunicativas e informativas.
A criança vai estruturando o seu conhecimento acerca das funções da leitura e da escrita, através da formulação de hipóteses, perguntas, experiências, e procura de informação, descobrindo como, quando e com que objetivos é que a linguagem escrita é utilizada.
Constrói assim o seu projeto
pessoal de leitor.
O projeto pessoal de leitor prende-se diretamente com o querer aprender a ler e a escrever, pois isso vai permitir utilizar esse saber de modo funcional, dando resposta à resolução ou desenvolvimento de situações concretas. Pode, então, considerar-se que ele resulta de uma interiorização pela criança das finalidades da escrita, conseguindo, desse modo, dar sentido ao processo de aprendizagem, pois tem razões pessoais que justificam o seu envolvimento nessa aprendizagem. (in MATA, Lourdes, 1958)
Segundo Alves Martins e Niza (1998), existem seis funções que a linguagem escrita pode desempenhar:
- ler/escrever para obter/comunicar uma informação de carácter geral - texto informativo (ex: jornal, revista, etc.);
- ler/escrever para obter/memorizar e transmitir uma informação precisa ou dados concretos – texto enumerativo (ex: índice, lista telefónica, etc.);
- ler/escrever para seguir/dar instruções – texto prescritivo (ex: receita de culinária, instruções de construção de um objecto, etc.);
- ler/escrever por prazer e sensibilidade estética – texto literário (ex: histórias, poesias, etc.);
- ler/escrever para aprender/estudar e partilhar conhecimentos – texto expositivo (ex: livro temático, enciclopédia, etc.);
- ler para rever um escrito do próprio – não corresponde a nenhum tipo de texto mas é uma ação que decorre sempre após qualquer escrita.
O processo de aprendizagem da linguagem escrita complica-se quando a criança não consegue encontrar finalidades para a aprendizagem da leitura e da escrita ou retirar benefícios desta aprendizagem, ou seja, construir o seu projeto pessoal de leitor/ escritor.
Porque queres aprender a ler e a escrever?
- "Quero aprender a ler para passar de ano, realizar os trabalhos de casa."
- "Quero aprender a escrever para aprender."
...Não há evidência de estruturação de razões verdadeiramente funcionais.
3.4.2- Conceção acerca dos aspetos figurativos da linguagem
É muito importante que as crianças possuam conhecimentos acerca dos aspetos figurativos da linguagem, antes da aprendizagem formal, pois isso contribui para o sucesso desta aprendizagem.
1- As características formais de um ato de leitura
– distinção entre olhar e ler, leitura em voz alta e leitura silenciosa.
2- Características formais do material de leitura
- Critérios que as crianças utilizam para determinar se um texto pode ou não ser lido (quantidade mínima de letras e variabilidade das mesmas).
3- Características e convenções do universo gráfico
– diferenciação entre letras, números, sinais de pontuação, texto, imagem e direccionalidade da
leitura/escrita
4- Termos técnicos utilizados no ensino da leitura e da escrita
– conhecimento dos termos letra, número, palavra, frase, linha, título, autor.
5- Regras convencionais de escrita
– linearidade, unidireccionalidade, espaços entre palavras
A elaboração deste trabalho foi-nos possível consciencializar do facto de que para as crianças terem a capacidade de ler e de escrever, precisam de possuir consciência fonológica.
A maneira como as crianças olham para o ato da leitura e da escrita é fundamental para a sua aprendizagem. Quanto mais funções elas reconhecerem, mais facilmente criarão o seu projeto pessoal de leitor/escritor, e mais motivadas ficarão para a aprendizagem das competências da leitura e da escrita. e. As concepções que as crianças constroem acerca dos aspetos figurativos da linguagem é também muito importante, na medida em que, quanto mais as suas concepções se aproximarem das características da escrita e leitura formal, mais facilmente aprenderão a ler e a escrever.
Com a pesquisa que desenvolvemos acerca dos temas memória e desenvolvimento cognitivo concluímos que estes dois domínios são indispensáveis para a aprendizagem da leitura e da escrita

Bibliografia
Consciência Fonológica e Ensino Da Leitura. Leonel Barreira Disponível em https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/7952/1/Leonel%20Fernando%20Lopes%20Barreira.pdf Acesso a 21/04/15
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Efeitos do treino da Consciência Fonológica. Tânia Fernandes. Disponível em http://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/1366/1/Efeitos%20do%20Treino%20da%20Consci%C3%AAncia%20Fonol%C3%B3gica.pdf Acesso a 22/04/15
Requisitos para os novos conceitos de aprendizagem. Disponível em http://toolkit.tsesme.org/pt/1000/1230.html Acesso a 22/04/15
Desenvolvimento lexical. Raquel Laranjeira. Disponível em http://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/3129/1/Desenvolvimento%20lexical.pdf Acesso a 23/04/15

Consciência Fonológica Dina Caetano Alves e Tânia Reishttp://campodeflores.com/blog/2015/01/13/consciencia-fonologia/ Acesso a 23/04/15
Consciência Fonológica. Disponível em http://cfonologica.blogspot.pt/ Acesso a 24/04/15
O desenvolvimento da Consciência Fonológica. Flavia Lopes. Disponivel em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-85572004000200015&script=sci_arttext Acesso a 24/04/15
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Da Palma Esteves, Maria da Luz- Aprendizagem da linguagem escrita em contexto Pré- Escolar. Lisboa, 2002. Tese de Mestrado.
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