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Etiopatogenia da Doença Periodontal

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Alexandre Karam

on 22 February 2016

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Transcript of Etiopatogenia da Doença Periodontal

Doença Multifatorial
Periodontites
Determinantes do Sujeito

Fatores Comportamentais e Sociais

Fatores Sistêmicos

Fatores Genéticos

Fatores Locais e Anatômicos

Composição Microbiana da placa

Fatores de riscos emergentes
Determinantes e Fatores
Composição
da
placa bacteriana

Etiopatogenia da Doença Periodontal
Prof. MSc. Alexandre Karam
Etiologia
Estudo sobre a
origem das coisas
A parte da medicina que trata
da causa de cada doença
Microorganismos em Biofilme
Doença Periodontal
Manifestação e Progressão
Variedade de determinantes
Fatores
Curso da doença
Determinantes do Sujeito
Idade

Raça

Gênero
Idade
Colapso dos tecidos periodontais
Raça
Estudos epidemiológicos transversais de extensão ou severidade da doença periodontal mostram mais doença em grupos mais idosos do que em grupos jovens.


Miller, 1987; Grossi et al., 1994; Grossi et al., 1995

Estudos mostram que mudanças fisiológicas no periodonto ocorrem com a idade.


Johnson et al., 1989; van der Velden, 1984

A doença periodontal é mais severa em pessoas idosas por causa da destruição tecidual cumulativa sobre o período de vida, deficiência intrínseca ou anormalidade a qual afeta a susceptibilidade periodontal.


Senilidade do sistema imune

Beck et al., (1990) mostraram que pessoas negras tiveram destruição periodontal avançada aproximadamente 3 vezes mais que pessoas brancas da mesma faixa etária (acima de 65).



Negros
Brancos
Grossi et al., 1994/1995

IL - 1ß
Alto risco de reabsorção óssea - Periodontite Agressiva
Afro-americanos
Asiáticos
IL - 1ß - Polimorfismo
Amostra insuficiente - Pouca Evidência Científica
Gênero
Doença periodontal é freqüentemente relatada em estudos populacionais por ser mais prevalente ou severo em homens do que em mulheres de idades compatíveis.


Gênero
Miller, 1987; Grossi et al., 1994; Grossi et al., 1995

Homens geralmente apresentam higiene bucal mais precária do que as mulheres.


Gênero
U.S. Public Health Service, National Center for Health Statistics.
Basic Data on Dental Examination Findings of Persons 1-75 Years;
United States, 1971-1974. DHEW Publication No. (PHS) 79-1662,
Series 11, No. 214. Washington, DC: Government Printing Office; 1979
Fatores Comportamentais
Fumo
Tabagismo

Etilismo

Onicofagia

Factício, Iatrogênia, Acidentes
Fumo - Verdadeiro fator de risco para as DP
1º Estudo - Conscritos do Exército Sueco
Risco elevado de Gengivite nos fumantes
Sujeitos com elevados padrões de Higiene oral
Altura óssea alveolar diminuída nos fumantes.
Preber et al., 1980

Bergstrom & Eliasson, 1987

O fumo foi considerado um forte fator de risco para doença periodontal na proporção de
2.0 a 5.0
quanto à perda de inserção;
1,5 a 7,0
quanto à perda de osso alveolar.
(ajuste p/ idade, sexo, status sócio-econômico, placa e cálculo)
Grossi et al., 1994, 1995
Fatores Sociais
Status Sócio-econônico
Deficiências nutricionais
Continentes em desenvolvimento
Pode contribuir para DP Avançada

Russell, 1962
Status Sócio-Econônico
Teste Randomizado
de Suplementação de Calcio
e Vitamina D

Diminuição da perda ósseas em vários sitios do Esqueleto, inclusive a Diminuição da Perda Dentária em indivíduos acima de 65 anos

Krall, 2001
Estresse / Depressão
Estudos preliminares sugerem que o estresse, a angústia e ansiedade estão associados com aumento de severidade de doença periodontal destrutiva.


Situação Financeira
Genco, 1998

Estresse
Estudo de caso e controle demonstram que os impactos negativos, número de eventos negativos durante a vida e desemprego estão relacionados com periodontite.
Croucher et al., 1997
Etilismo
Consumo de álcool- Risco elevado à perda de Inserção e sangramento gengival
Consumo de álcool - Sem associação à perda óssea alveolar
Tezal et al., 2001

Fatores Sistêmicos
A manifestação da gengivite é reduzida em fumantes


Fumantes
Ex-fumantes
Não-fumantes
Risco de Periodontites
Carranza, 2010.
Periodontites
Diabetes
Tipos I e II
Estresse Oxidativo Crônico
Bloqueadores do canal de cálcio - Placa dependente
Hiperplasia gengival
(Amlodipina, Felodipina, Nifedipina)
Fenitoína (Dilantin) - Antiepilépticos
Ciclosporinas - Imunossupressores
Inibição canais de Ca, Na e K na fibra nervosa
Inibição dos Linfócitos T
Osteoporose
Bifosfonatos
Função Osteoclástica
(Ativação, formação e recrutamento)
Osteoporose
Papel do Cirurgião dentista na detecção precoce
Não é um fator etiológico, mas pode influenciar na patogênese da doença periodontal
do grego "aitía"
causa
Onicofagia
Roer unhas
Factício


Iatrogenia


Acidentes
Factício
Iatrogenia
Iatros=curandeiro, médico
Acidentes
Imunodepressão - HIV
GUN
PUN
Sarcoma de Kaposi
ânion superóxido O2-
Peróxido de Hidrogênio
H2O2
Artrite Reumatóide
Doença auto-imune - Articulações
IL1-Bβ e TNF-aα
LPS bacteriano circulante
Fatores Genéticos
Gêmeos mono e dizigóticos
Índices periodontais semelhantes
Genótipos específicos
Polimorfismos IL-1, IL-1B, TNF-a, IL-1a
Tendência a inflamação
Severidade da periodontite

Fatores Locais e Anatômicos
Numerosos fatores anatômicos tem sido relatados como contribuintes para a destruição do periodonto.

Exemplos:
Impacção alimentar;
Contatos interdentários abertos;
Ranhura ou fissuras palato-gengival;
Projeções e pérolas de esmalte cervical;
Anormalidades muco-gengivais.


IMPACÇÃO ALIMENTAR
Conceito
É uma força em cunha do alimento no espaço interproximal durante a pressão mastigatória (impacto vertical) ou a força do alimento por vestibular ou lingual (impacto horizontal), prejudicando o fluxo do flúido crevicular.


Classificação pelo fator etiológico

Classe I - Oclusal desgastada;
Classe II - Suporte proximal perdido;
Classe III - Dente extruído, oclusal fora do plano;
Classe IV - Dente com anomalias congênitas;
Classe V - Restauração com desenho inadequado.

IMPACÇÃO ALIMENTAR
A impacção alimentar pode contribuir para a indução da placa, inflamação gengival e cárie da raiz se a higienização oral não for efetiva.

Carranza, 2010
Contatos Intendentais
Examinaram 90 pacientes através de exame radiográfico interproximal:


Não ficou evidente a destruição óssea nas áreas de contatos abertos, pelo menos não mais que nas áreas de contatos fechados.


Koral et al., 1981
Preservação da papila interdental
Contatos Intendentais
→ Distância entre o ponto de contato e crista óssea


˂ 5,0mm → 100% de papila


6,0mm → 50% de papila


7,0mm → 25% de papila

Tarnow et al., 1992
RANHURA PALATO – GENGIVAL (RPG)
RPG são desenvolvimentos anormais de incisivos superiores normalmente começando na fossa central, cruzando o cíngulo e estendendo-se por distancias variáveis em direção ao ápice do dente.
Ground & Maze, 1998

Outros Fatores
Placa Bacteriana
PLACA BACTERIANA
ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO
Composta de microorganismos bacterianos e não bacterianos;

Células do hospedeiro;

Matriz intercelular (orgânico e inorgânico).

Bactérias Gram-positivas e negativas,
micoplasma, fungos, protozoários e vírus.


Placa Bacteriana
Células do Hospedeiro
Células epiteliais

Macrófagos

Leucócitos
PLACA BACTERIANA
MATRIZ INTERCELULAR
ORGÂNICO
Polissacarídeo (dextrano bacteriano); proteínas; glicoproteínas;
material lipídico (fragmentos da membrana das células bacterianas e do hospedeiro + restos de alimentos)
PLACA BACTERIANA
MATRIZ INTERCELULAR
INORGÂNICO
Cálcio; fósforo; sódio;
potássio; flúor etc..
(derivados do fluido gengival)
FATORES DETERMINANTES NA
FORMAÇÃO DA PLACA BACTERIANA

Higiene bucal;
Fatores do hospedeiro:
(Dieta, composição e quantidade do fluxo salivar)

PROCESSO DE FORMAÇÃO DA
PLACA BACTERIANA

Formação da película dentária;
Colonização inicial por bactérias;
Colonização secundária e maturação da placa bacteriana.
FORMAÇÃO DA PELÍCULA DENTÁRIA

Fase inicial do desenvolvimento da placa bacteriana:


Todas as superfícies são cobertas com uma película de glicoproteína:
(derivada de componentes salivares, do fluido gengival, produção bacteriana e dos tecidos do hospedeiro)


FORMAÇÃO DA PELÍCULA DENTÁRIA


Colonização inicial das superfícies
dentárias:

Microorganismos facultativos gram (+)
(A. viscosus e S. sanguis)
aderem a película através de moléculas especiais (Adesinas).
FORMAÇÃO DA PELÍCULA DENTÁRIA


Colonização secundária e maturação da placa bacteriana:

Aumenta a matriz extra celular e multiplicação das bactérias aderidas;
Adsorção sequencial de novos ms com filme biológico maduro e complexo.


Conclusão
Embora a periodontite propriamente dita
esteja na dependência de inúmeros fatores, que determinam e influenciam o seu curso, ela é iminentemente uma doença infecciosa e
SEM CURA
, uma vez que não conseguimos esterilizar a boca sem prejudicar suas estruturas; mas ela pode ser
CONTROLADA
e o papel colaborativo do próprio doente é de extrema relevância

Nosso corpo possui 10X mais bactérias que células humanas!
Mais de 500 espécies diferentes
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